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União da Mocidade da Assembléia de Deus em Taboão da Serra do Ministério do Belém - Setor 45.
quinta-feira, 31 de maio de 2012
Amuletos
quarta-feira, 30 de maio de 2012
Oportunidades
Nem sempre é facil determinar o valor de
uma oportunidade. O que é que faz uma oportunidade de grande valor? É o
número de pessoas envolvidas? É o saldo de resultados positivos? É um
sentimento de alegria que continua após o término do esforço? É uma boa
oportunidade porque eu gosto? É importante porque todo mundo diz que é?
Quando temos uma oportunidade que medida usaremos para valorizar ou desvalorizar a oportunidade? Existe uma maneira de fazer esta avaliação? Creio que existe.
Creio que Cristo em mim 24 horas por dia e 7 dias por semana é a medida de toda oportunidade que vai aparecer hoje. O fato que Cristo acha importante estar comigo o tempo todo significa que toda oportunidade deste dia terá um valor que merece a presença Dele e a minha total alegria e atenção.
Eu sei que Cristo em mim faz todo momento uma oportunidade importante e valiosa.
Eu creio que Cristo em mim faz todo momento uma oportunidade importante e valiosa.
O problema é que nem sempre sinto este valor momento a momento. Que pena!
Recentemente tive uma valiosa oportunidade de ministrar durante 4 dias na cidade de São Luis. Foi uma grande oportunidade. Sabia que era. Pela fé vi aqueles dias como uma grande oportunidade. Até tive fortes emoções e sentimentos positivos sobre aqueles dias.
Quando terminou esta linda oportunidade em São Luis tive que passar nove horas em aeroportos e dentro de aviões para chegar em casa à meia noite numa segunda-feira.
Somente eu e Jesus em aviões e em aeroportos. Sei que foi uma grande oportunidade porque Jesus faz todo momento da minha vida importante e valioso. Infelizmente não senti a alegria e o ânimo deste dia como senti a alegria e ânimo dos quatro dias anteriores.
Somente queria que a viagem terminasse.
Preciso aprender a viver Jesus como a minha oportunidade continua. As circunstâncias mudam, mas a oportunidade de viver Jesus é sempre valiosa e merece a minha atenção e alegria. Hoje será um dia de muitas oportunidades com Jesus.
Mateus 28:20b "E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”.
Quando temos uma oportunidade que medida usaremos para valorizar ou desvalorizar a oportunidade? Existe uma maneira de fazer esta avaliação? Creio que existe.
Creio que Cristo em mim 24 horas por dia e 7 dias por semana é a medida de toda oportunidade que vai aparecer hoje. O fato que Cristo acha importante estar comigo o tempo todo significa que toda oportunidade deste dia terá um valor que merece a presença Dele e a minha total alegria e atenção.
Eu sei que Cristo em mim faz todo momento uma oportunidade importante e valiosa.
Eu creio que Cristo em mim faz todo momento uma oportunidade importante e valiosa.
O problema é que nem sempre sinto este valor momento a momento. Que pena!
Recentemente tive uma valiosa oportunidade de ministrar durante 4 dias na cidade de São Luis. Foi uma grande oportunidade. Sabia que era. Pela fé vi aqueles dias como uma grande oportunidade. Até tive fortes emoções e sentimentos positivos sobre aqueles dias.
Quando terminou esta linda oportunidade em São Luis tive que passar nove horas em aeroportos e dentro de aviões para chegar em casa à meia noite numa segunda-feira.
Somente eu e Jesus em aviões e em aeroportos. Sei que foi uma grande oportunidade porque Jesus faz todo momento da minha vida importante e valioso. Infelizmente não senti a alegria e o ânimo deste dia como senti a alegria e ânimo dos quatro dias anteriores.
Somente queria que a viagem terminasse.
Preciso aprender a viver Jesus como a minha oportunidade continua. As circunstâncias mudam, mas a oportunidade de viver Jesus é sempre valiosa e merece a minha atenção e alegria. Hoje será um dia de muitas oportunidades com Jesus.
Mateus 28:20b "E eu estarei sempre com vocês, até o fim dos tempos”.
Carlos McCord
Presidente do Ministério Permanece
terça-feira, 29 de maio de 2012
VANTAGENS SOCIAIS DE UMA CONVERSÃO
Preletor: Jair Souza Leal
Como
nunca antes, esta reflexão que faremos se mostra essencial e relevante.
Vale a pena gastar alguns momentos para considerá-la. Quando vemos a
violência assumindo proporções alarmantes, a ponto de já se falar, com
naturalidade, em um poder paralelo – paralelo ao poder estabelecido por
vias normais, civilizadas e democráticas. Quando os jornais e
noticiários absorvem grande parte do seu conteúdo na apresentação da
violência. Quando a lei, a justiça e as forças policiais, guardiãs da
paz, sucumbem a injustiça, a violência e a corrupção. Quando o medo
predomina e as forças do mal impõem as suas próprias leis, exterminando
sem piedade àqueles que se colocam em seu caminho. Quando nem mesmo os
países, que vivem em constantes conflitos bélicos, matam tantos
inocentes. Quando a frouxidão dos magistrados e das leis, o desinteresse
parlamentar, as pressões dos poderosos, os interesses das grandes
corporações e dos especuladores internacionais, predominam, fazendo
pressão sobre a economia de uma nação, trazendo miséria e sofrimento ao
seu povo, e se tornam grandes responsáveis, pelo quadro caótico em que
nos encontramos. Quando todos os setores da sociedade tiveram
oportunidade de dar o seu parecer e falharam, mostrando-se ineficientes e
fracos para combater e mudar a situação… É este um momento crucial para
chamar a atenção desta sociedade, a encarar e analisar a situação por
um ponto de vista cristão. Não deixamos de afirmar que também a Igreja e
os cristãos, em geral, são co-responsáveis pela situação e têm grande
parcela da culpa, ainda que esta seja por indiferença.
Precisamos
deixar de lado as nossas diferenças e preconceitos e juntar forças para
batalharmos e, nada melhor, do que pensar que há uma solução, que há
uma saída.
Certamente, como cristãos, temos em nossas mãos a mais forte e poderosa arma que poderá ajudar o nosso país a sair deste infortúnio; esta arma se chama evangelização.
Se todos nós conscientizarmos da importância da evangelização, do valor social de uma conversão e da grandeza do cristianismo para uma nação, poderemos e iremos revolucionar este imenso país e mudar a sua realidade.
Posso afirmar, com grande convicção, que mesmo que não houvesse nenhuma vantagem espiritual na fé cristã, nenhuma promessa divina, como a promessa do céu, da salvação, da vida eterna, da comunhão com Deus, do perdão, da eterna felicidade, entre outras, ainda assim, haveria as vantagens sociais e os benefícios pessoais desta fé. Ela é tão superior às demais religiões que, mesmo eliminando tudo quanto dissemos acima, continua sendo vantajoso ser um cristão e isto não só paras o indivíduo, como para toda uma sociedade. Veja você mesmo alguns destes benefícios:
1. Benefícios do cristianismo para a vida pessoal
Posso falar, com base na Bíblia, nas minhas experiências pessoais e em observações de fatos reais, quantos são os benefícios da fé cristã para a vida de cada pessoa. As companhias são diferentes, livrando-nos das más influências, de locais indesejáveis e de situações embaraçosas. A libertação ou preservação dos vícios, de envolvimentos sexuais amorais indevidos, pervertidos ou danosos à saúde e à família. A conversação saudável, a moral elevada, a integridade, a alegria de viver, a disposição para o trabalho, a harmonia no lar, o equilíbrio nos relacionamentos. A paz, ainda que diante de situações adversas, a esperança que nunca desvanece, as ações e atitudes que enobrecem a humanidade, a irmandade que forma uma imensa família, a comunhão, a fé, a oração, o desejo pelo bem das pessoas. Já seriam motivos mais que suficientes para querer ser um cristão.
Posso falar, com base na Bíblia, nas minhas experiências pessoais e em observações de fatos reais, quantos são os benefícios da fé cristã para a vida de cada pessoa. As companhias são diferentes, livrando-nos das más influências, de locais indesejáveis e de situações embaraçosas. A libertação ou preservação dos vícios, de envolvimentos sexuais amorais indevidos, pervertidos ou danosos à saúde e à família. A conversação saudável, a moral elevada, a integridade, a alegria de viver, a disposição para o trabalho, a harmonia no lar, o equilíbrio nos relacionamentos. A paz, ainda que diante de situações adversas, a esperança que nunca desvanece, as ações e atitudes que enobrecem a humanidade, a irmandade que forma uma imensa família, a comunhão, a fé, a oração, o desejo pelo bem das pessoas. Já seriam motivos mais que suficientes para querer ser um cristão.
2. Benefícios do cristianismo para a sociedade
Toda conversão envolve uma transformação. Só se converte e busca a Jesus, aquele que se reconheceu pecador. E nas fileiras cristãs, todos têm consciência disto, pois se vieram a Cristo é porque buscam o perdão e a libertação. O próprio Jesus andava entre os pecadores. Ele mesmo afirmou que veio para chamá-los ao arrependimento. É como um médico que só é procurado por doentes (Mt. 9.9-13).
Toda conversão envolve uma transformação. Só se converte e busca a Jesus, aquele que se reconheceu pecador. E nas fileiras cristãs, todos têm consciência disto, pois se vieram a Cristo é porque buscam o perdão e a libertação. O próprio Jesus andava entre os pecadores. Ele mesmo afirmou que veio para chamá-los ao arrependimento. É como um médico que só é procurado por doentes (Mt. 9.9-13).
Aquele
que não se reconhece como pecador, não precisa de Cristo. Assim como
aqueles que não reconhecem que estão doentes e que, por este motivo,
acham que não precisam de um médico. Todos os que vêm a Jesus, vêm
porque são pecadores arrependidos buscando transformação de vida.
Socialmente falando, cada conversão significa menos ódio entre as
pessoas, menos um ladrão, menos um alcoólatra, menos um drogado, menos
um marginalizado, menos um moribundo, menos uma família desestruturada.
Menos um assassino, menos um fanfarrão, menos um trapaceiro, menos um
egoísta, menos um explorador, menos uma prostituta, menos um
chantagista, menos um estuprador, menos um empregado murmurador, menos
um cidadão revoltoso, menos um vagabundo, menos um sonegador, menos um
traficante, menos um marginal, menos um pivete, menos um racista. Menos
um na cadeia, menos um nos botecos, menos um nas sarjetas, menos um nos
antros de prostituição, menos um nos confrontos com a polícia, menos um
no cemitério. Aliás, você que gosta de criticar os cristãos e as igrejas
próximas à sua casa, que gosta de criticar e zombar ao ver alguém
carregando uma Bíblia ou de joelhos orando, eu lhe pergunto o que é
melhor: ter próximo à sua casa uma igreja ou um boteco? Uma igreja ou
uma penitenciária? Uma igreja ou um ponto de tráfico de drogas? Uma
igreja ou uma boca de fumo? Uma igreja ou um bordel? O que é melhor: ver
alguém carregando uma Bíblia ou uma arma? De joelhos orando ou nas ruas
cometendo delitos e ceifando vidas? Alguém que fala do amor de Deus ou
alguém que fica na porta das escolas para convencer nossas crianças a
usarem drogas?
Cada conversão é menos uma preocupação para o governo, para a sociedade, para os patrões, para os professores, para os transeuntes, para os juízes, para os maridos e mulheres, para as pessoas de bem. Você percebe como e quantos são beneficiados por uma conversão? Então, deve concordar que são nossas igrejas que devem se encher, não as delegacias, as prisões, nem tampouco os cemitérios. Precisamos de pessoas que sirvam a Deus, não aos traficantes; pessoas que oram, abençoam e sirvam ao país, não as que amaldiçoam, torcem contra e tentam destruí-lo. Precisamos de pessoas que vivam padrões morais elevados, não as que vivem culturas animalescas, carnavalescas, que exaltam os prazeres incontidos e irrefreados, que buscam somente a sua própria satisfação. Precisamos de pessoas que marcham para Jesus, não para a morte.
Mais do que nunca, este é um incentivo a nós cristãos para buscarmos um despertamento por uma evangelização mais efetiva, eficaz e consciente. Não se esconda, irmão. Não cruze os braços, não se cale.
Como cidadão, exija e faça cumprir os seus direitos. Busque e cobre dos políticos e governantes atitudes positivas, elevadas, severas e eficientes, bem como a criação de leis mais justas, eficientes e firmes que eleve o nível moral do país.
Mas, como cristão, não espere somente do governo nem da policia. Leve a mensagem de Jesus às pessoas. Evangelize, resgate vidas, antes que a sua seja ceifada. Vamos nos mobilizar nesta santa tarefa de libertar nosso país pelo poder magnífico e transformador do Evangelho de Jesus, pelo poder da graça do nosso Deus!
É hora de ação, de oração, de evangelização. Todos com Cristo, por Cristo, para Cristo, levando o Evangelho da paz, colhendo o fruto das almas que se rendam aos pés do Senhor, não de corpos que caem aos pés dos bandidos.
Você aceita este desafio? Ele pode ser a única solução. Tudo que precisamos, é de uma solução. Experimente você mesmo e veja os resultados.
igrejaurbana.com
segunda-feira, 28 de maio de 2012
Aborto
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sexta-feira, 25 de maio de 2012
Os Pecados Não são todos iguais
Essa pergunta nos conduz para dentro do que tem sido, para muitos evangélicos, um território inexplorado. Pensamos na conversão como o momento em que a culpa de todos os nossos pecados do passado, do presente e do futuro, são lavados pelo sangue remidor de Cristo. Como pecadores justificados pela fé e herdeiros de sua glória prometida, nos regozijamos na salvação e não atinamos mais para as subsistentes deficiências e como Deus pode ainda pesá-las.
Se questionados, explicamos nossa posição é a daverdadeira segurança evangélica. Mas o que é isso?
Os puritanos históricos também eram evangélicos, mas divergiam de nós nesse ponto consideravelmente. Lembravam que Cristo nos havia ensinado a orar diariamente por perdão. Um dos exercícios de disciplina espiritual deles (que ainda não é nosso, geralmente) era o auto-exame toda a noite a fim de discernir quais atos em particular, praticados ou omitidos, pelos quais eram passiveis de pedido de perdão.
Em primeiro plano em suas mente estava a santidade de Deus, o temor diante de sua ira, e da sua maravilhosa longanimidade em educar e corrigir seus irresponsáveis e recalcitrantes filhos. Nessa realidade se contextualizava a certeza que tinham de que o sangue precioso de Cristo de fato limpava os arrependidos de todos os pecados. A maioria dos evangélicos posteriores não chega ao pé deles. Estamos quase todos fora do passo marcado por eles.
A Escritura ensina que na avaliação de Deus alguns pecados são piores e implicam em maior culpa do que outros. Alguns pecados nos causam maior dano. Moisés classifica a derrocada do bezerro de ouro como um grande pecado (Ex. 32:30). Ezequiel em sua terrível alegoria disse que depois de que Aolá (Samaria) arruinou-se pela sua infidelidade a Deus, Aolibá (Jerusalém) tornou-semaiscorrupta
e sua luxúria e lascívia erampioresdo que as de sua irmã (Ez 23:11). João distingue pecados que não são dos que são irremediavelmente para a morte (1Jo 5:16). Isso tudo sem contar a advertência de Jesus acerca do pecado imperdoável (Mc 3:28-30).
As perguntas nºs 151 e 152 do Catecismo Maior de Westminster, de produção puritana, trazem clareza à matéria quando analisa os agravantes dos pecados, assim provendo meios de discernir a gravidade e a culpa deles. Sobre um prisma, todos os pecados são iguais por mais triviais que nos pareçam. Eles são dignos da ira e maldição de Deus, tanto nessa vida como na vindoura e não podem ser expiados senão pelo sangue de Cristo. Nenhum pecado é pequeno quando é cometido contra o grande e benevolente Deus. Por outro lado, porém, a gravidade de cada transgressão depende uma série de fatores.
Primeiro na medida em que ostransgressoressão mais conhecidos, aos olhos do público e são considerados dignos de fé pública, guia para os outros, e que serves de modelo para serem seguidos por outros. Por exemplo, Salomão em 1 Reis 11:9-10 e o servo negligente em Lucas 12:48-49- pessoas reconhecidamente confiáveis flagradas em pecado; Natã descrevendo o pecado de Davi com Bete-Seba em 2 Samuel 12:7-10; e os judeus apresentados como guias portadores da luz do céu em Romanos 2:17-23.
Segundo, as transgressões são categorizadas em função das pessoas ofendidas, ou seja, numa graduação que vai do Pai, Filho e Espírito Santo para qualquer dos santos, particularmente o irmão mais fraco. Por exemplo, ha os que publicamente desonram a Cristo, em Hebreus 10:28-29; e os que levam as pessoas a tropeçarem em Mateus 18:6, Romanos 14:13-15, e 1 Coríntios 8:9-12.
Terceiro, na medida em que se desfia a consciência e a censura impostas pelos outros, os transgressores agem deliberadamente, intencionalmente, presunçosamente, impudentemente, orgulhosamente, maliciosamente, freqüentemente, obstinadamente, com gáudio, contumácia, ou reincidência após o arrependimento. Assim temos um desafio cumulativo a Deus em Jeremias 5:8 e Amos 4:8-11; indiferença à consciência e correção em Romanos 1:32 e Mateus 18:15-17; e recaída da graça em 2 Pedro 2:20-22.
Quarto, as circunstâncias dos tempos e lugares, fazem o mal ser pior por exemplo, a junção de pecado com a religiosidade hipócrita em Ezequiel 23:37-39, e envolvimento de outros no pecado de alguém em 1 Samuel 2:22-24.
Finalmente, há o pecado imperdoável, a resistência obstinada à luz do Espírito acerca da divindade e graça de Jesus Cristo, que leva a retirada de qualquer possibilidade de fé e arrependimento, e sua conseqüência letal. Sua natureza está evidente em Mateus 12:31-32 e Marcos 3:28-30.
Precisamos aprender a ver o pecado de forma translúcida, tratar a nós mesmos de forma realista e repudiá-lo e odiá-lo de todo o coração.
Por J. I. Packer é da Junta de Dirigentes e Professor de Teologia do Regent College e Editor Executivo de Christianity Today. VIa Teorlogico Via: www.guiame.com.br |
quinta-feira, 24 de maio de 2012
Beleza
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terça-feira, 22 de maio de 2012
Astrologia
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segunda-feira, 21 de maio de 2012
Quente, Frio ou Morno
“Ao anjo da igreja em Laodicéia escreva:
“Estas são as palavras do Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o soberano da criação de Deus. Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente. Melhor seria que você fosse frio ou quente! Assim, porque você é morno, não é frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca.
Apocalipse 3: 14-16
“Estas são as palavras do Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o soberano da criação de Deus. Conheço as suas obras, sei que você não é frio nem quente. Melhor seria que você fosse frio ou quente! Assim, porque você é morno, não é frio nem quente, estou a ponto de vomitá-lo da minha boca.
Apocalipse 3: 14-16
Um cristão pode escolher entre três tipos de experiência espiritual. Podemos viver uma experiência espiritual “quente”, “fria”ou “morna”. A decisão é nossa e somos responsáveis pelas obras que vem do estado espiritual que escolhemos.
Estes três estados descrevem níveis de contato e cooperação com o Espírito de Cristo em nós. Uma cooperação continua com a perfeita presença de Cristo em nós pelo Espírito produz o estado espiritual “quente”. Isto é chamado “andar no Espírito”. A falta completa de cooperação produz o estado “frio”. Isto é chamado estar “na carne”. Uma cooperação que fica vacilando entre o Espírito e a carne produz o estado “morno”. Isto é chamado “indecisão”.
O que chama a atenção neste trecho é esta possibilidade sensacional de viver num estado espiritual “quente” por causa da presença de Cristo em nós pelo Espírito. Desprezar ou não viver neste estado quente é realmente uma perda trágica. Todo cristão pode viver assim!
Ainda mais surpreendente é o resultado de ficar indeciso e parado no estado “morno”. Quando vivemos num estado “morno” isto deixa Deus com o desejo de vomitar! Que ilustração triste.
Nós precisamos desenvolver uma sensibilidade espiritual que sente continuamente a temperatura da nossa cooperação com o Espírito de Cristo em nós. Temos que buscar esta medida da temperatura espiritual para não ficar frio ou morno.
Para medir a sua temperatura espiritual examine as obras atuais da sua vida.
Da mesma forma que você pode colocar o seu dedo na água para ver se ela está quente, morna ou fria, você pode medir a temperatura da sua vida espiritual.
É só tocar nas obras do seu dia e ver se o amor está quente.
Uma vida espiritual quente sempre produz as obras do amor continuo. Se o seu amor não está sendo repartido constantemente da sua vida, sua cooperação com o Espírito de Cristo é indeciso ou ausente. Somente Cristo em nós pelo Espírito consegue fazer o nosso amor “quente” e continuo.
Se fizer esta medição de temperatura espiritual e descobrir que o amor é morno ou frio, é só focar a sua atenção de volta na fonte do amor de Cristo por você e em você. O amor de Jesus por você e em você é sempre “quente”! Quando você fica focado em Jesus sem parar o seu amor ficará quente e continuo.
“Como o Pai me amou, assim eu os amei;
permaneçam no meu amor. Se vocês obedecerem aos meus mandamentos,
permanecerão no meu amor, assim como tenho obedecido aos mandamentos de
meu Pai e em seu amor permaneço. João 15: 9-10
Carlos McCord
Presidente do Ministério Permanecer
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Abuso
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quinta-feira, 17 de maio de 2012
AGORA AGUENTA, OBAMA!
Cristãos se manifestam após declaração sobre casamento gay nos EUA
As declarações de Obama de
apoio ao casamento homossexual, provocaram reações diversas na comunidade
religiosa dos Estados Unidos. Tanto houve opiniões a favor como contra à sua
decisão.
Para o presidente da Family
Research Council, Tony Perkins, a declaração do presidente não foi uma surpresa
e isso agora faz mais sentido com suas ações.
“O anúncio do presidente
hoje de que ele apoia a legalização do casamento homossexual finalmente traz
para suas palavras, sincronia com suas ações”, disse Perkins na quarta-feira,
explicando sobre uma conduta ambígua que Obama vinha
tomando.
Maggie Gallagher,
co-fundadora da Organização Nacional para o Casamento (NOM) é contra o casamento
homossexual e afirma que agora será o momento de mostrar que é uma má ideia para
um candidato nacional apoiar o casamento de mesmo sexo.
Apesar disso, politicamente,
ela diz que Obama fez a coisa certa. “Por um lado isso é bom, porque mentir para
o povo americano é sempre errado.”
As declarações de Obama
tornaram agora claras as diferenças entre ele e Romney, que assinou um
compromisso de apoiar uma emenda de proteção ao casamento na constituição dos
Estados Unidos.
Obama fez o anúncio depois
de sofrer “pressão” com o vice-presidente, Joe Biden, tendo dito ser
“confortável” com o casamento de mesmo sexo e o secretário de Educação, Arne
Duncan, que apoiou explicitamente essas uniões.
Nem todos do meio religioso,
entretanto, foram contra a declaração de Obama. O diretor da Bend the Arc, uma
Parceria Judaica para a Justiça, Alan van Capelle, que apoia o casamento entre
homossexuais, disse que ele e seu grupo irão pessoalmente ser beneficiados pela
nova posição de Obama.
“Hoje à noite quando eu for
para casa e olhar para o meu filho de seis meses, será a primeira vez que eu
serei capaz de dizer a ele que nosso presidente acredita que somos uma família.
Para os americanos, isso é uma questão de política. Para milhões, isso é
profundamente pessoal”.
Para o Rev. Mark Harris,
presidente da Convenção Batista do Estado da Carolina do Norte, é uma decisão
“fascinante”, pois foi feita um dia depois que 31 dos estados americanos votaram
esmagadoramente, que o casamento, sob a constituição, é entre um homem e uma
mulher.
Harris é um dos mais
proemintes defensores do Estado, especificamente proibindo o casamento sexual
por meio da emenda constitucional aprovada.
Os católicos, por sua vez,
acreditam que a postura do presidente vai em contra os ensinamentos da Igreja
Católica.
“Mais uma vez, o presidente
está passando o tempo avançando uma agenda anti-católica. O casamento foi criado
muito antes de qualquer governo ter vindo a existir. É uma questão resolvida aos
olhos da Igreja Católica e não tem que ser redefinida”, disse o presidente da
Catholic Advocate, Matt Smith.
Obama declarou abertamente o
seu apoio ao casamento gay, depois de ter estado se limitando a dizer que sua
opinião sobre o tema estava evoluindo. Atualmente o casamento entre pessoas do
mesmo sexo é permitido legalmente em 6 dos 50 Estados
americanos.
OUTRAS NOTÍCIAS:: LOBBY GAY
Obama arrecada US$ 1 mi em uma hora e meia após apoio gay >> Leia mais
:: BAIXA NA DEFESA DA FAMÍLIA
Obama, em busca de eleitorado, se diz a favor do casamento gay >> Leia mais Data: 11/5/2012 08:55:13
Fonte: Christian Post
quarta-feira, 16 de maio de 2012
DESCRIÇÕES BÍBLICAS
Arqueológos confirmam detalhes descritos sobre Templo de Salomão
A descoberta é composta de
três caixas esculpidas em pedra, com cerca de 20 centímetros de altura, usadas
para armazenar objetos do culto.
“Seu design meticuloso
correspondem às descrições bíblicas do palácio e do Templo de Salomão”, disse
Garfinkel, que passou cinco anos escavando Khirbet Qeiyafa, também conhecida
como a “Fortaleza de Elá”, uma cidade cercada por muralhas e localizada
estrategicamente entre Jerusalém e as cidades habitadas pelos
filisteus.
O Antigo Testamento narra com
grande detalhe os reinados de Davi e Salomão, durante o século 10 aC, mas até
hoje há pouquíssimas evidências que confirmem sua magnitude ou até mesmo a sua
existência. Em Jerusalém há abundância de vestígios do período do Segundo Templo
(século 6 aC), mas as referências ao primeiro Templo ainda são objeto de debate
acadêmico e político.
Um deles é um muro de 70
metros, com uma alta torre de vigia que foi desenterrada perto das muralhas da
cidade antiga de Jerusalém, dois anos atrás. Ela foi identificada como um
possível trabalho do rei Salomão. Estruturas fortificadas do mesmo tamanho foram
encontrados em Khirbet Qeiyafa, cuja construção data entre os séculos 10 e 11
aC.
Entre os achados de agora estão
peças de cerâmica, ferramentas feitas de pedra e metal, obras de arte, e três
salas que serviriam de santuários. Os itens encontrados, diz Garfinkel, revelam
que as pessoas que viviam ali eram monoteístas e não tinham um ícone. Ou seja,
não adoravam imagens de escultura de seres humanos ou animais. Os israelitas da
Bíblia eram assim, muito diferentes dos povos vizinhos.
“Ao longo dos anos, milhares
de ossos de animais foram encontrados, incluindo ovelhas, cabras e gado, mas
nunca de porcos. Agora descobrimos três salas de culto, com vários apetrechos,
mas nenhuma imagem de culto humana ou animal foi encontrada”, disse Garfinkel.
“Isto comprovaria que a população
local obedecia duas proibições bíblicas – carne de porco e imagens esculpidas. E
também que seu culto diferia dos cananeus ou dos
filisteus”.
Pequenos “santuários
portáteis” ou “miniaturas” foram descobertos no local. Eles possuem marcas que
os arqueólogos acreditam serem capazes de esclarecer o significado de algumas
palavras bíblicas que perderam o seu verdadeiro significado ao longo do
tempo.
Na descrição do palácio de
Salomão, em 1 Reis 7:1-6, por exemplo, a palavra “Slaot” foi traduzida como
“pilares”, mas agora eles dizem que seria melhor ser entendido como “triglifos”,
que seriam as vigas do telhado, também comuns nos templos gregos. O termo
“Sequfim”, que já havia sido traduzida como “três ordens de janelas”, agora está
sendo entendida como “três portas de entrada rebaixadas”.
Foram encontradas casas na
cidade cuja altura é exatamente duas vezes sua largura, como são muitos
edifícios de Jerusalém. Esse seria o teste de conexão entre a capital e o que se
acredita que foi a cidade bíblica de Saaraim, habitada nos tempos de Davi e
Salomão e mencionada nos livros de 1 Samuel e 1 Crônicas.
“Saaraim, aqui no Vale de Elá, significa
“duas portas”. É uma cidade única do período do Primeiro Templo, pois possuía
duas portas de entrada, todas as outras tinham apenas uma”,
disse.
Para os pesquisadores, essas
últimas descobertas reforçam a corrente de estudo que vê na Bíblia um relato
confiável dos acontecimentos históricos. “A precisão das descrições não nos
deixa outra opção, mas quem ainda não acredita me explique como tal similaridade
é possível”, finaliza Garfinkel.
Hershel Shanks, editor da
revista Biblical Archaeology Review, disse ao Christian Post que as descobertas
são “extremamente interessantes” e que nem 20% do local foi escavado ainda,
então o mais é provável que podem haver algumas surpresas pela
frente”.
Data: 10/5/2012 09:16:43Fonte: Christian Post
terça-feira, 15 de maio de 2012
OS ISENTOS
Uma das coisas que mais me frustra como ser
humano é ver algumas pessoas recebendo uma isenção de obedecer as
regras no meio das multidões que tem que obedecer as regras. Tem muitas
pessoas que acreditam que são realmente “Os Isentos” quando as leis são
escritas para as outras pessoas na sociedade.
Quando uma sociedade permite a existência
dos Isentos a estrutura social enfraquece. Tenho visto este efeito dos
Isentos em ação e, é muito feio! O caos anda junto com o crescimento dos
Isentos numa cultura.
Para ver o comportamento dos Isentos é só
visitar o aeroporto e observar como certas pessoas estacionam onde
querem, ficam quanto tempo querem num lugar onde ninguém deve parar e
insistem que a fila não é para elas. Se um aeroporto não fica fácil para
você visitar é só ir para um bom restaurante e observar como os Isentos
sempre acham uma mesa antes das pessoas na fila. Se realmente quer ver
como a vida dos Isentos funciona visite qualquer governo após a
aprovação de uma nova lei e veja como as isenções começam a serem
distribuídas para quem pode pagar.
A boa notícia é que o Reino de Deus não
permite a entrada dos Isentos! O fato é que não existe isenção no
Reino. Que alívio! Isenção não funciona no Reino, mas a graça em Jesus
é igual para todos!
Recentemente estava super frustrado pela
cultura dos Isentos onde moramos. Estava com a minha esposa no transito
e os Isentos estavam presentes conosco o tempo todo. Para eles as leis
do transito existem para nós, mas não para eles. Estava ficando muito
nervoso quando a minha esposa Pamela disse calmamente “Ninguém fica
isento de glorificar a Deus.”
Que alívio invadiu a minha alma! Como
pecador que sou não quero ver Deus punir os Isentos. Ainda assim, quero
viver numa cultura onde a isenção não existe Quero viver num lugar onde
só existe uma cultura de igualdade na graça e no amor.
Romanos 3:23 disse: “pois todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus,”
Não tem lugar para os Isentos neste
versículo. “Todos” significa exatamente “todos”. Não importa o que
acontece, Deus não oferece isenção. Todos tem que glorificar a Deus -
que significa amar como Deus ama sem parar. Já que nenhum de nós
consegue fazer isto, precisamos de amor e graça e não uma isenção.
Mais uma vez, não existe no Reino uma
cultura de isenções. Não existem no reino os Isentos. Existe no reino o
amor e graça de Deus igualmente para todos que não querem ser Isentos,
mas são perdoados e amados.
Carlos McCord
Presidente do Ministério Permanece
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