Mostrando postagens com marcador Familia. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Familia. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de março de 2016

20 Dicas para quem deseja ser um Pai Ideal!



20 dicas para quem deseja ser um Pai Ideal!
PR. Josué Gonçalves
  1. Declare seu amor ao filho.
  2. Desenvolva a auto-estima do seu filho.
  3. Seja amigo pessoal do seu filho.
  4. Ouça com o coração o coração do seu filho.
  5. Peça perdão sempre que errar com o filho.
  6. Conte sua história ao filho.
  7. Não abra mão da disciplina sempre que for necessário.
  8. Não anule o efeito da disciplina.
  9. Cumpra suas promessas.
  10. Respeite as emoções do filho.
  11. De carinho, porém imponha limites.
  12. Supervisione seu filho quanto à internet.
  13. Conheça os amigos dos seus filhos.
  14. Ensine-os a amar a igreja, sendo um cristão exemplar.
  15. Treine seu filho para ser um vencedor.
  16. Não super proteja.
  17. Procure praticar o que você ensina.
  18. Cuidado com o seu nível de estresse.
  19. Seja ame e seja fiel a mãe dele.
  20. Não repita os erros dos seus pais.

Fonte: Amofamilia

sexta-feira, 1 de maio de 2015

Casamento, tirando as mascaras – parte 2



Ter intimidade é permitir que o outro veja a nossa imperfeição. Por causa do orgulho que há em todos nós, é sempre complicado quando nossas mascaras impendem que o nosso cônjuge conheça quem nós realmente somos. Quando falo em intimidade, não tem nada a ver com deixar a porta do banheiro aberta enquanto se faz xixi, não é isso. Intimidade tem a ver com auto-revelação, é o desnudamento da alma. A questão aqui é reconhecer as coisas que escondemos e porque escondemos. Infelizmente a maioria não sabe qual é o impacto dessa decisão no relacionamento conjugal.
Vou sugerir uma lista, responda qual destas áreas você não é totalmente aberto com o seu cônjuge.
 Seu sentimentos Seus medos
Seu ideais Suas opiniões
Suas necessidades Seu passado
Suas esperanças e seus sonhos Sua sexualidade
Seus amigos e sua família Seu corpo
Sua criatividade Seu trabalho
Suas paixões Seus gostos
Sua personalidade Sua espiritualidade
 Tire um momento para uma breve reflexão e veja como cada um desses itens afeta o seu relacionamento.
 Há pessoas que vivem debaixo do mesmo teto, fazem as refeições na mesma mesa, dormem na mesma cama, mas estão dolorosamente separadas. São estranhos íntimos que se escondem atrás de suas máscaras. Manter um casamento de aparência para os outros verem, é como construir uma casa na areia, quando vier uma chuva mais forte essa casa não vai resistir e certamente cairá.
 Onde você se esconde?
Tire um tempinho agora e pense em vários esconderijos que você tem usado para não revelar o seu verdadeiro eu.
Você se esconde atrás de…
  • Seu emprego ou seu estilo de vida agitado?
  • Roupas caras ou acessórios chamativos?
  • Seus hobbies?
  • Sua vida profissional?
  • Seu senso de humor?
  • Sexo?
  • Comida, bebidas ou drogas?
  • Suas palavras?
  • Seu dinheiro?
  • Seus amigos, irmãos, sua mãe ou seus filhos?
O caminho para libertação das máscaras passa pela identificação das áreas da usa vida que você mais esconde. Quando lançamos luz sobre esses recantos há libertação e transformação

Fonte: amofamilia

Casamento, tirando as máscaras – parte 1


Se revelar é a melhor forma de se deixar conhecer para construir uma parceria conjugal saudável.”

Você já ouviu falar no “eu cego” e no “eu secreto”? O “eu cego” é tudo aquilo que o seu cônjuge vê em você que você não consegue enxergar, e o “eu secreto” é tudo o que você esconde do seu cônjuge por trás de algumas máscaras. Falar sobre máscaras que precisam ser tiradas é fundamental, porque é impossível construir uma parceira conjugal saudável e uma conexão honesta quando não temos coragem de revelar o nosso verdadeiro eu. Tirar as máscaras significa mostrar quem se é de verdade.
A maioria das pessoas esconde alguma coisa, principalmente do cônjuge. As vezes escondemos fatos do passado, ou mentimos sobre nossas esperanças para o futuro ou então disfarçamos sentimentos e emoções importantes. Alguns escondem seus fracassos, outros, seus temores, e outro ainda tentam ocultar os cabelos brancos ou a celulite. Alguns escondem um vício, o habito de ver filmes pornográficos. Alguns escondem suas dívidas e outros, seu dinheiro. Responda com sinceridade: Quanto da sua intimidade você está preparado para revelar? Quanto de sua personalidade você mostra e quanto você esconde? A sua resposta para estas perguntas pode revelar quais são algumas máscaras que precisam ser tiradas.
AS MÁSCARAS ATRAPALHAM A CONEXÃO ENTRE O CASAL. O relacionamento conjugal não é estático. Esta sempre se movendo, seja na direção de uma conexão mais profunda, seja na direção do afastamento. Os sentimentos e os fatos que decidimos ocultar do nossos cônjuge alimentam o motor do distanciamento; os sentimentos e os fatos que estamos dispostos a compartilhar nos aproximam mais.Essa é a matemática básica de um relacionamento amoroso e por isso é vital aprendermos a deixar de lado nossas máscaras. Se quisermos construir uma parceria sólida não temos outra opção.
TODAS AS MÁSCARAS TEM UM CUSTO EMOCIONAL. Isto não significa que você não tenha direito de ter segredos. Algumas coisas não devem ser compartilhadas, outras não estão prontas para serem divididas. Mas todo segredo tem um custo emocional oculto, que é cobrado diretamente da sua experiência de parceria. A medida que os segredos se acumulam, a sensação de distanciamento se intensifica. Quando muitos segredos são ocultados, eles passam a atuar como paredes. Você não pode esconder partes de si mesmo e esperar que isso não causa nenhum impacto no seu relacionamento. O relacionamento conjugal dever ser um ambiente com grande potencial de intimidade.
Todos nós devemos tirar as máscaras, porque elas tem o poder de nos levar ao isolamento, o que é prejudicial em todos os aspectos.

Fonte: Amofamilia

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Casamento é uma viagem para toda a vida


Desde o jardim do Édem que o casamento é um assunto complexo, empolgante, desafiador, misterioso, delicado e que insiste em ser sempre atual. Todos nós sabemos que o casamento ao longo do tempo e principalmente em nossos dias, sofreu e sofre ataques,  bombardeios, quando muitos que se dizem pós-modernos tentam desvalorizá-lo a todo custo. Porém, a maioria dos jovens ainda sonham com a aliança conjugal.
Falar de casamento com reverência, é reconhecer que Deus sempre se preocupou com o bem estar do homem e da mulher. Deus como Pai, sempre quer o melhor para os seus filhos. Você pode perguntar: Por que nem sempre os filhos de Deus são felizes no casamento? Porque nem todos respeitam o “manual” do fabricante – A BIBLIA. É impossível um casamento orientado pelos princípios das Escrituras Sagradas dar errado e ser infeliz.
A mais de vinte anos que eu viajo pelo mundo ministrando aos casais, todas as semanas eu me encontro com centenas, talvez milhares de casais, posso lhe afirmar que os casais que mais sofrem são aqueles que o marido ou a mulher, ou os dois insistem em não praticar os princípios deixados por aquele que criou o casamento – Deus.
É comum eu ouvir pessoas dizendo depois de participarem de um dos nossos seminários: “Pastor Josué, depois que eu comecei a praticar aqueles princípios da Palavra que aprendi no seminário, o meu casamento passou por uma transformação radical em termos de qualidade.”
Qual é o segredo? Os casais precisam ter um coração orientado pela humildade, porque só os humildes são capazes de negar a si mesmo para obedecer ao Senhor e sua Palavra. O caminho da obediência sempre foi e será o caminho da construção de uma vida feliz em todas as áreas. É por isso que o salmista escreveu: “Feliz o homem que teme (obedece) ao Senhor e anda nos seus caminhos.” (Salmo 128.1) Obediência aos princípios da Palavra leva a santidade no casamento, e a santidade traz a felicidade segundo Deus.
Na leitura da mensagem deste livro, você irá perceber que Deus tem seu caminhos pelos quais nossa viagem conjugal deve acontecer. Observe que o Salmista disse que “feliz é o homem que anda nos caminho de Deus.” Para viver tudo quanto Deus planejou para ser vivido no relacionamento conjugal, precisamos abrir mão dos nossos caminhos para andar nos caminhos de Deus. É claro que os caminhos de Deus exige humildade, renúncia, verdade, sacrifício, trabalho, entrega, disciplina etc., mas são caminhos de vida, paz e segurança.
Quando Deus pensou em casamento, ele pensou em um relacionamento que produzisse tudo o que a alma do homem e da mulher precisava para alimentar-se. Infelizmente, o pecado adoeceu o homem e consequentemente comprometeu a saúde do relacionamento conjugal. Porém, Jesus veio para resgatar aquilo que foi perdido. Em Jesus, há sempre a esperança de uma vida com qualidade, principalmente do casamento.
Nossa viagem conjugal pode ser prazerosa, apesar dos momentos de tempestades, dor e provações. É no casamento que o homem e a mulher podem ter experiências enriquecedoras que sozinhos jamais teriam. A pergunta que muitos fazem, é: COMO FAZER A NOSSA VIAGEM CONJUGAL SER A VIAGEM QUE TODOS SONHOS, MARCADA PELA ALEGRIA DE VIVER A DOIS? Isso é possível, convido você a caminhar comigo neste estudo sobre CASAMENTO É UMA VIAGEM PARA TODA A VIDA!

Rio de Janeiro, RJ – 02/2012
Hotel do Aeroporto do Galeão

Fonte: Amofamilia

sábado, 6 de dezembro de 2014

Casamento deve ser ensinado e reconstruído pelas igrejas, e não apenas defendido

Um comitê de líderes cristãos falou sobre o atual estado do casamento e da visão distorcida que os jovens têm do seu significado, durante uma conferência sobre Ética e Liberdade Religiosa, a ERLC, em Nashville, no estado americano do Tennesee.

A geração de hoje tem "uma visão e um entendimento romantizados do casamento, onde o casamento é basicamente a confirmação para fins legais do amor romântico entre duas pessoas com algum tipo de compromisso”, disse Trevin Wax, editor do The Gospel Project.

Wax declarou que esta definição não apenas domina a cultura popular, mas pensa que “esse tipo de compreensão limitada de casamento já prevalece nas igrejas evangélicas”.

Os palestrantes explicaram que a única maneira de combater este "entendimento limitado" é que as igrejas comecem a ensinar e re-ensinar o que o amor e o casamento significam no contexto bíblico e na sociedade.

"É hora de começar a reconstruir o casamento. Pare de defendê-lo e passe a reconstruí-lo", afirmou John Stonestreet, membro do “Centro Chuck Colson de Visão Cristã”, aos conferencistas. "Não há mais o que defender a nível cultural", acrescentou.

Embora as pesquisas tenham mostrado que muitos solteiros desejam se casar, os participantes concordaram que a ideia romântica do que é o casamento, leva muitos jovens a evitar se comprometer até adiar o matrimônio.

Lindsay Swartz, gerente do TrueWomen.com, blog de mulheres cristãs, explicou que muitos são tão obcecados em encontrar o amor romântico que eles têm medo de “apertar o gatilho", porque "eles não querem se comprometer com algo, porque coisa melhor pode vir e eles não querem se prender”.

Filhos de pais divorciados também tendem a adiar o casamento, disse Stonestreet.

Ele opinou dizendo: “Eu acho que uma das razões por que o casamento tem diminuído é porque você tem alguns jovens bem intencionados, mas que já passaram pelo trauma – e eles vão usar essa palavra – de um divórcio quando eles eram crianças e não querem cometer esse erro. E embora eles evitem, acabam reforçando a visão romântica de casamento – por isso eles estão indo morar juntos antes de se casar, como que fazendo um teste, e vão estender isso até ter certeza que o que sentem um pelo outro vai ser o suficiente para sustentar essa relação a longo prazo. Então, ao invés de enxergarem que, parte da cultura do divorcio é devida a essa versão (romantizada) do casamento, eles estão na verdade se agarrando ainda mais a esses conceitos enquanto tentam não cometer os erros de seus pais”.

Aqueles que são casados não têm noção das responsabilidades pessoais e sociais que vêm com essa união, disse ele. Cera observou que entre as gerações mais velhas, o casamento foi "orientado para a procriação", bem como a estabilidade da família e do bem comum.

As novas gerações, acredita ele, afastaram-se dessa noção e migraram para uma visão mais pessoal e individual.

"A destruição de nosso entendimento do matrimônio e da família tem consequências reais para os nossos filhos, a nossa economia e para o futuro da sociedade como um todo." disse Eric Teetsel, diretor-executivo da Manhattan Declaration (organização que defende a Vida, o casamento e a liberdade religiosa). Teetsel disse que estudos científicos mostram que crianças ficam melhores em uma casa com mãe e pai biológicos. Quando as crianças são criadas sob um conjunto diferente de circunstâncias, isso custa aos contribuintes "bilhões e bilhões de dólares" para subsidiar essas famílias desestruturadas.

Os conferencistas concordaram que a melhor solução é o ensino. Cera repreendeu os líderes de igreja por não alcançarem os solteiros em suas congregações. "Nós agora vivemos em uma cultura, e acho que as estatísticas mostram isso, que existem mais pessoas solteiras do que o contrário, especialmente em ambientes urbanos, e principalmente quando você olha para as gerações mais jovens. A igreja tem sido lenta para combater essa realidade, porque não é para isso que nos preparamos”, disse ele.

Ambos Swartz e Stonestreet exortaram a Igreja a dar aos jovens uma visão de matrimônios duradouros e fiéis. "Gostaria de dizer para as igrejas ensinarem e servirem de modelo.. e convidar solteiros e jovens casais para orarem por ele[o casamento]", aconselhou Swartz.

"Uma das coisas que fazemos na igreja é dividir a todos por idade", disse Stonestreet. "Uma forma de dar o exemplo (de um casamento bem-sucedido) é juntar essas pessoas”.

Stonestreet, Cera, Swartz e Teetsel falaram durante uma palestra intitulada "Os jovens e o casamento: Avaliando a visão das novas gerações sobre sexualidade e o matrimônio". A discussão foi uma das várias sobre o Evangelho, a homossexualidade e o futuro do casamento organizada pela ERLC.


Fonte: Cpadnews

quarta-feira, 23 de julho de 2014

A VIDA DEVOCIONAL EM FAMÍLIA


A família precisa formular alvos espirituais

A vida devocional no lar dá resultados imediatos e futuros. Na bíblia temos o exemplo de uma mulher que orou a DEUS pedindo um filho. Deus ouviu a oração de ANA e ela consagrou seu filho SAMUEL ao Senhor. Este veio ser um dos maiores profetas de Israel.

Pena que muitas de nossas famílias abandonaram ou nunca tiveram uma vida devocional séria. A maioria usa os velhos chavões: “não tenho tempo, meus filhos são pequeninos demais para entenderem”, “nem todos almoçam no mesmo horário”, “não sei como fazer”, etc. 

Essas objeções nada mais são que meras desculpas. Se a família não sabe orar em conjunto, na certa é uma família que não conversa, não brinca, não resolve seus problemas. 

I – A FAMÍLIA QUE NÃO TEM VIDA DEVOCIONAL EM CONJUNTO COLHE CONSEQUENCIAS:

1. Derrotas internas
O lar que não ora e não lê a Bíblia unido quase sempre não vive unido. A oração individual não substitui a oração em família. Muitas das tentações no lar seriam diminuídas se houvesse uma vida devocional mais constante. (Fp 4:5-7).

2. Derrotas externas
Quem não se reveste da armadura de Deus não está pronto para enfrentar as ciladas do inimigo lá fora. (Ef 6:10-20).

3. Crise vocacional
Quando não se busca a vontade de DEUS no lar, os filhos encontram dificuldades para descobrir o propósito que DEUS tem para suas vidas. (Jz 13:8 e 12).

4. Enfraquecimento da igreja
A espiritualidade da famílias se reflete na igreja. Famílias fortes, igrejas fortes. Por isso os líderes das igrejas precisam ser ajustados familiarmente (1 Tm 3:2,4).

II – A FAMÍLIA QUE QUER TER VIDA DEVOCIONAL PRECISA

Formular alvos espirituais para a família.
Alvos possíveis de serem alcançados e medidos.
Mãe e pai fazendo sua parte, sem esperar somente da igreja.
Incentivar a busca de DEUS, em todos os aspectos da família.
Lembrar de definir junto com todos um horário possível para o encontro devocional.
Incentivar todos a serem espirituais em tudo.
Ativar o interesse de todos para a prática dos momentos devocionais.

O lar cristão é renovado dia a dia; renova-se em conforto e consolação (2Cor 1:3-5); em paciência e alegria (Cl 1:11); em sabedoria (Tg 1:5); em justiça (Fp 3;9) e em esperança (Rm 13:13).

A família cristã que reconhece a necessidade de Cristo, como fonte de vida renovada, não será dominada e vencida pelas tensões e pressões da jornada. Seu objetivo comum é louvar a Deus e servi-LO. À medida que vence obstáculo após obstáculo, pela graça de Cristo, pode repetir com certeza o que Josué disse: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor” (Js 24:15).
Data: 4/7/2012 09:51:03
Fonte: IBNM