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sábado, 12 de março de 2016

10 formas de amar minha namorada sem sexo

É possível amar sua namorada sem ter relação sexual com ela
Quando se fala de namoro, logo se pensa num monte de coisa do tipo ‘pode’ ou ‘não pode’! Mais que isso, querem colocar em nossa cabeça que o namoro precisa ser um “teste drive” do outro para ver o quanto, de fato, conseguiremos levá-la ao máximo de prazer!
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Vou direto ao assunto e falarei para os homens de plantão que querem amar suas namoradas, e não usá-las. Já com os dois pés em seu peito, eu lhe digo: “ É possível amar sua namorada sem ter de fazer sexo com ela”. Sim, é possível fazê-la profundamente desejada, amada e feliz sem ter de, com isso, apelar para uma relação sexual antes do casamento.
Tá bom! Este texto caiu em suas mãos e você não acredita nessa “historinha” do século passado. Mas quero desafiá-lo a ir até o fim desta página, pois você pode estar vivendo uma mentira em seu namoro, pode estar enganado, pensando que está amando sua namorada quando a leva para o motel ou se tranca com ela no quarto para as aventuras de um sexo sem amor.



Amar é esperar e dar de si ao outro, e não querer o outro para si. Sem muitas delongas, vamos às 10 formas de amá-la sem ter relações sexuais com ela antes do casamento:
Amar no olhar: Exercite a capacidade de vê-la como uma princesa, como uma filha de Deus, como alguém que, de fato, possui virtudes inimagináveis. Exercite a capacidade de demonstrar em seu olhar o quanto ela é importante para você e como sua vida ganha sentido quando gasta tempo olhando para ela. Afinal, há quanto tempo você não passa mais de 5 minutos olhando para ela olho a olho?
Amar no ouvir: Mulheres gostam de falar, falar e falar. E nós homens precisamos exercitar a capacidade de ouvir até aquilo que elas não dizem de maneira verbal. Mulheres, na sua maioria, querem que as “adivinhemos” e que gastemos tempo ouvindo o que ela não diz. Quando você conseguir isso, terá descoberto o fio de ouro da relação de vocês.
Amar no sentir: Antes de sentir o corpo nu de sua namorada (há um tempo reservado para isso, que se chama casamento), que tal sentir o coração dela? A maior e mais profunda penetração que você pode ter com ela não será a da relação sexual, mas será quando penetrar no coração dela e assim sentir os sentimentos que ela tem!
Amar no tocar: A nossa grande “neura”, enquanto homens ( infelizmente, a sociedade nos forma assim), é tocar no corpo da namorada, a fim de alcançar as partes mais erógenas dela e, assim, deixá-la pronta para uma relação sexual. Mas isso, no namoro, é uso e não amor. Quer amar sua namorada de verdade? Gaste tempo tocando na história dela, no que ela viveu e vive.
Amar no abraçar: Como um abraço é eficaz na arte de amar! Uma mulher envolvida por um abraço que envolve não somente seu corpo, mas tem a capacidade de envolvê-la no todo, sente-se não só protegida, mas profundamente valorizada. Seus braços têm a capacidade de envolver todo mistério e beleza de sua namorada?
Amar no beijar: Beijar é muito bom! Um beijo é mais que encontro de lábios, é encontro de desejos e anseios. Exercite nos beijos que dá em sua namorada a capacidade de despertar nela a alegria de estarem juntos. Uma mulher encontrada em um beijo se sente única e irrepetível.
Amar no cheirar: Não vá pensando que estou falando de fragrância francesa! Lógico que isso é muito bom também. Mas não é isso apenas, falo de sentir o que Paulo disse: “Porque para Deus somos o bom perfume de Cristo (II Cor 2,15)”. Sentir nela o perfume de Jesus, do amor que Ele tem, dos sonhos que Ele traz, a fará insubstituível.
Amar no falar: Desde Eva, a mulher espera a fala de um homem. Foi na ausência da fala de Adão que Eva escolheu um caminho ruim. Sei que não somos tão bons no falar, e aí está justamente nossa maior arma. Exercite a capacidade de demonstrar o que sente, de falar realmente o que pensa. Não se canse de dizer “eu te amo”. Como disse Pier Giorgio, “o amor nunca diz ‘já chega’!”. Fale com ela de seus sonhos, dos seus desejos, da importância que ela tem em sua vida! Se soubéssemos a força de nossa voz…
Amar no pensar: Acredito que uma das maiores provas de amor é tentar pensar sobre o que o outro pensa. Não digo pensar igual, mas chegar ao lugar que o outro pensa. E quando se trata da sua namorada, pensar sobre o que ela pensa é ter a capacidade de chegar em suas motivações mais profundas. Depois de pensar sobre os pensamentos dela, suas ações serão bem mais assertivas.
Amar no sonhar: Quando se gasta tempo sonhando, projeta-se o futuro. Quando você tem a possibilidade de sonhar junto com sua namorada, o futuro se apresenta cheio de possibilidades. Não ter sexo no namoro o faz sonhar muito mais ainda com sua noite de núpcias! Ame-a nos sonhos que ela traz – e lhe digo não são poucos. E quando ela sentir que você sonha junto com ela, eu lhe garanto: vocês mirarão um céu a dois!
Acha pouco? Se colocar isso como meta do amor em seu namoro, você, de fato, será muito feliz, pois a estará fazendo feliz! E depois de casados, cada relação sexual será o transbordar de todas essas formas de amar, pois elas se convergirão e assim tocarão na plenitude do amor.
E aí? Depois dessas 10 formas de amar sem ter relações sexuais no namoro, eu lhe pergunto: você ama sua namorada?
Muitos casais de namorados, quando resolvem viver a castidade, terminam; não porque não tenha sido uma boa ação, mas foi uma ação que revelou uma relação que não tinha pessoas, mas apenas “sexo”.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Oração de noivo por noiva momentos antes do casamento emociona o mundo

Foto do momento se torna viral nas redes sociais


Fonte: Infor Gospel / com informação de Today.com | 29/05/2015 - 17:00
Oração de noivo por noiva momentos antes do casamento emociona o mundo
Antes de ir para o altar um noivo foi capturado pelas lentes do fotografo oficial da cerimônia, num momento comovente entre o noivo e a noiva. A imagem mostra Caleb Earwood orando pela sua noiva Maggie, segurando a mão dela sem se verem minutos antes de dizer o “Sim”.
Caleb Earwood, 21 anos disse ao Today.com, que estavam prestes a dar nossos primeiros passos na vida juntos, e nós não queríamos dar um passo sem ser na vontade de Deus” e acrescentou “Orei a Deus pela minha bela e inteligente esposa, com a qual Deus me abençoou e pela incrível família que terei ao me casar”, concluiu Caleb.
Na foto pode-se ver claramente que o casal não queria ver uma ao outro até a cerimônia e Maggie recorda o momento que a encheu de grande emoção:
“Me esconderam em uma sala, e ele subiu a escada, estendeu a sua mão, quando eu peguei a mão dele, ela estava tremendo, estava muito nervoso” e “Eu fiquei muito feliz em saber que a pessoa com quem estava prestes a me casar, ama a Deus como eu, tentei não chorar, me segurei”, concluiu.
Caleb e Maggie cresceram em Asheville, Carolina do Norte-EUA, os dois eram amigos na escola. Começaram a namorar há cerca de dois anos e desde então não sairam do lado um do outro. Caleb bastante feliz disse: “Ela é tão linda. Não pude me conter!”
Fotógrafo Dwayne Schmidth, que fotografou cerca de cem casamentos em seus quatro anos de carreira, disse que esta é uma de suas experiências mais memoráveis. Apesar de quase não sobreviver ao casamento, depois de ter passado por uma cirurgia, uma semana antes para remover uma pedra no rim, ele reuniu forças suficientes para estar lá no grande dia da vida do casal e fotografar este belo momento.
O feliz casal está visitando Dollywood no Tennessee para sua lua de mel. E Caleb diz a respeito da grande repercussão da foto nas redes sociais, que registra o momento de fé e gratidão a Deus, por estar unindo-se a sua esposa e formando uma família, sob as bençãos do Senhor – “Estamos agradecidos pela nossa foto ter sido capaz de abençoar tantas pessoas e tocar os corações de muitos” – finalizou.

Fonte: http://www.cpadnews.com.br

sexta-feira, 3 de abril de 2015

Casal de jovens cristãos deu o primeiro beijo no altar

Vídeo do casamento emocionou e intrigou a muitos

Fonte: Gospel Prime | 31/03/2015 - 11:15
Casal de jovens cristãos deu o primeiro beijo no altar
O vídeo de casamento de Amanda e Leonardo foi visto milhares de vezes nas redes sociais por não se tratar de um casamento comum, mas da união de duas pessoas que nunca se beijaram.
O casal fez uma escolha: só se beijariam no altar, quando o pastor finalizasse o casamento e dissesse a famosa frase “pode beijar a noiva”.
A ideia foi da noiva que teve um encontro com Deus e começou a analisar os relacionamentos das pessoas próximas e a repensar sobre a banalização do sexo. Amanda e Leonardo entenderam que queriam um relacionamento santo e resolveram não se beijar até o dia do casamento. “O beijo não define o namoro santo, mas foi uma escolha nossa”, explica a noiva.
A falta de contato físico fez com que o casal se conhecesse melhor, como eles mesmo disseram. “Sem o contato físico, os toques foram trocados por conversa, os beijos por risadas e as carícias por tempo com Deus, família e amigos”.
A história do casal de Campo Grande (MS) foi postada nas redes sociais no dia 9 de março pela equipe que filmou o casamento. O vídeo “Amanda + Leo – ‘O beijo tão esperado…'” enfatiza a escolha do casal e ressalta o falto deles nunca terem se beijado.
A repercussão comoveu a muitos e gerou grandes debates nas redes sociais. Ao perceber como o vídeo foi compartilhado e assistido, Amanda afirmou que entende como o amor foi deturpado e atitudes como a dela geram mesmo muita curiosidade e comentários tanto positivos, quanto negativos.
“Ouvimos muitas críticas e também muitas pessoas sendo impactadas através da nossa história… Cada minuto de espera valeu à pena e ser recompensado pelo primeiro beijo, era tudo o que eu mais quis”.

Fonte: CPADnews
Assista:



sábado, 7 de fevereiro de 2015

Meu namorado quer transar, e agora?


Este é um grande problema que enfrentam, hoje, as jovens cristãs que desejam viver a lei de Deus; elas não querem viver a vida sexual no namoro, mas são pressionadas por seus namorados, às vezes pelas próprias amigas, pelo ambiente, pela mídia, etc. Não é uma pressão pequena, às vezes, esta acontece até dentro de casa.

O sexo só deve ser vivido no casamento por causa de sua finalidade e suas conseqüências. As finalidades são: unitiva e procriativa. 

A dimensão unitiva tem em vista unir o casal que se comprometeu um com o outro a vida toda, um compromisso selado pela aliança matrimonial diante de Deus e dos homens. A dimensão procriativa gera os filhos; esses têm o direito de nascer em um lar constituído com pais preparados para acolhê-los, amá-los e educá-los. E isso não pode acontecer ainda no namoro, porque eles podem se separar a qualquer momento.

Ora, o ato sexual é o selo de uma união definitiva, permanente, compromissada para sempre; não é uma brincadeira, um passatempo, uma diversão. Na verdade, os casais que usam o sexo antes do casamento estão realizando um ato egoísta, não um ato de amor, por mais que insistam em que o fazem porque se amam.

A última “entrega” ao outro deve ser a do próprio corpo; só depois que os corações e as vidas estiverem unidas para sempre. Isso está longe de acontecer no namoro, que é um tempo de escolha. É o tempo de conhecer a pessoa do outro, seus valores e seus limites, para se fazer uma escolha com quem um dia se casar. Não é o tempo de viver a intimidade sexual dos casados.

Amor não é sentimentalismo, romance e prazer; amor é responsabilidade, é fazer os outros felizes. O verdadeiro amor espera, respeita.

As coisas da vida somente são boas e nos fazem felizes se são usadas dentro de sua finalidade e no momento certo. Ninguém come uma banana ainda verde, ou usa um microfone como se fosse um martelo. Desvirtuando a sua finalidade, você provoca dano. Com o sexo se dá o mesmo; se for vivido fora do seu sentido, estraga tudo.
Muitos e muitos abortos são realizados por causa da vida sexual dos jovens no namoro. Muitas meninas e adolescentes ficam grávidas e se tornam mães sem as condições mínimas necessárias de educar os filhos; e muitas vezes estes são criados sem os pais, que abandonam a namorada após a gravidez. Ora, isso não pode ser chamado de amor, e sim de nefasto egoísmo.
O ato sexual, para estar de acordo com a natureza e ser moral, deve estar aberto à vida; por isso a contracepção não deve acontecer por meio de camisinha, pílulas anticoncepcionais e outros meios artificiais. Pior ainda quando a jovem ingere a “pílula do dia seguinte”, abortiva, que mata seu filho e causa um dano tremendo a seu organismo por possuir uma carga hormonal altíssima.
Quantas jovens engravidaram no namoro e tiveram de mudar totalmente o rumo de suas vidas! Às vezes, são obrigadas a deixar os estudos para trabalhar; vão morar na casa dos pais sem poderem constituir uma família como convém. Você já pensou nisso?
Então, o seu namorado não pode exigir que você tenha uma vida sexual com ele, pois não há um compromisso definitivo entre vocês. Ele está sendo egoísta. Não é justo que ele queira cobrar isso de você; isso não é amor, é egoísmo. Ele não corre o risco de uma gravidez; e se o namoro terminar, ele vai embora como se nada tivesse feito; mas para você é diferente, porque nunca mais você vai esquecer o que aconteceu.
São Paulo, há dois mil anos, já ensinava aos Coríntios: “A mulher não pode dispor do seu corpo: ele pertence ao seu marido. E também o marido não pode dispor do seu corpo: ele pertence à sua esposa” (ICor 7,4). O Apóstolo não diz que o corpo da namorada pertence ao namorado nem que o corpo da noiva pertence ao noivo.
Por isso, jovem cristã, resista e diga “não” a seu namorado. Deus quer que você se guarde e se prepare para aquele homem que um dia vai ser seu esposo, pai de seus filhos. Tente mudar a maneira dele de pensar; traga-o para Deus. Mas, se ele ameaçar deixar você, deixe que ele vá, pois ele não merece o seu amor; ele não está “à altura de recebê-la um dia como esposa”. Deus não a desamparará, pois tem algo melhor para você; Ele a ama. Ninguém pode ser infeliz por cumprir a Sua lei e fazer a Sua vontade. Nunca faça do seu corpo uma arma para segurar o seu namorado, pois a vítima pode ser você!

Fonte: http://formacao.cancaonova.com

quinta-feira, 26 de junho de 2014

8 Mulheres com quem os homens cristãos nunca deveriam se casar

8 mulheres com quem os homens cristãos nunca deveriam se casar

Por J. Lee Grady


Nos Estados Unidos, meu post "10 Homens com quem as mulheres cristãs nunca deveriam se casar" se tornou viral. 
Mais de 1,2 milhões de pessoas  compartilharam essa mensagem até agora, provavelmente porque muitos homens e mulheres solteiros vem pedindo orientações sobre como encontrar um parceiro compatível.
Em resposta, recebi inúmeros pedidos para compartilhar diretrizes semelhantes para os homens que estão à procura de esposas. Uma vez que sou tutor de vários jovens e tenho visto alguns deles se casarem com sucesso durante os últimos anos, não foi difícil elaborar essa lista. Estas são as mulheres que eu digo aos meus filhos espirituais para evitar:

1. A ímpia. Os cristãos não devem se casar com incrédulos. Lemos em 2 Coríntios 6:14 Não se ponham em jugo desigual com descrentes. Pois o que têm em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas?
Depois da sua decisão de seguir a Cristo, o casamento é a decisão mais importante que você vai tomar. Não a estrague ignorando o óbvio. Você precisa de uma esposa que ame Jesus mais do que ela te ama. Coloque a maturidade espiritual no topo da sua lista de qualidades em uma mulher.

2. A materialista. Um jovem amigo meu estava noivo de uma moça de família rica. Ele economizou dinheiro por meses para comprar um anel, quando a pediu em casamento ela lhe disse que voltasse a joalheria para comprar um anel melhor. Ela forçou seu noivo a se endividar por um anel que se encaixasse em suas expectativas. Ela queria estilo o de vida da Tiffany em seu orçamento do Wal-Mart. Avisei meu amigo que ele estava entrando em sérios apuros. A menos que queira viver endividado pelo resto da sua vida, não se case com uma garota que tenha cifrões nos olhos e oito cartões de crédito em sua bolsa Gucci.

3. A diva. Alguns machistas gostam de se exibir e fingir que são superiores às mulheres. Divas são a versão feminina deste pesadelo. Elas acham que o mundo gira em torno delas, e não pensam duas vezes antes de ferir alguém para provar seu ponto de vista. Suas palavras são duras e suas demandas imediatas não são razoáveis. Algumas dessas mulheres podem acabar ocupando posições de liderança na igreja, mas não se deixe enganar por sua conversa super-espiritual. Os verdadeiros líderes são humildes. Se você não vê a humildade de Cristo na mulher que está namorando, fique longe dela e continue procurando.

4. A Dalila. Lembra de Sansão? Ele foi ungido por Deus com força sobre-humana, mas  perdeu esse poder quando uma mulher sedutora descobriu o seu segredo e deu ao seu homem o corte de cabelo mais famoso do mundo. Como Dalila, a mulher que não  rendeu sua sexualidade a Deus vai cegá-lo com seus encantos, arrasar o  seu coração e cortar a sua unção. Se a mulher "cristã" que você conheceu na igreja veste-se de forma provocante, flerta com outros homens, posta comentários sexualmente inadequados no Facebook ou diz que concorda com o sexo antes do casamento, saia dessa relação antes que ela aprisione você.

5. A mulher controversa. Um jovem me disse recentemente que namorou uma menina com sérios ressentimentos em seu coração por conta de mágoas do passado. "Antes de propor, eu disse à minha noiva que ela precisaria resolver isso", explicou. "Era um fator decisivo, mas houve muita dedicação e agora estamos noivos." Esse rapaz percebeu que a amargura não resolvida poderia arruinar o casamento. Provérbios 21:9 diz: Melhor é viver num canto sob o telhado do que repartir a casa com uma mulher briguenta. Se a mulher que você está namorando estiver cheia de raiva e rancor, sua vida a dois será arruinada por brigas , bater de porta na cara e drama sem fim. Insista para que ela busque oração e aconselhamento.
6. A Controladora. Casamento é uma parceria 50/50, e a unica forma de dar certo é quando tanto o marido quanto a esposa praticam a submissão mútua de acordo com Efésios 5:21. Assim como alguns homens acham que podem levar um casamento como uma ditadura, algumas mulheres tentam manipular as decisões para que a sua vontade seja feita. É por isso que o aconselhamento pré-nupcial é tão importante! Você não quer esperar até estar casado por duas semanas para descobrir que sua esposa não confia em você e quer chamar tomar todas as decisões.

7. A filhinha da mamãe. É normal que uma esposa recém casada ligue para a mãe dela regularmente em busca de aconselhamento e apoio. Não é normal que ela ligue para a sua mãe cinco vezes por dia para falar sobre cada detalhe do seu casamento, incluindo sua vida sexual. Isso é estranho. No entanto, aconselhei homens cujas esposas permitiam que seus pais tivessem o controle absoluto de seus casamentos. Gênesis 2:24 orienta que o homem deixe seus pais e se una à sua mulher. Os pais devem ficar no pano de fundo do casamento dos seus filhos. Se a sua namorada não cortou o cordão umbilical, proceda com cautela.

8. A viciada. Muitas pessoas na igreja hoje em dia não foram devidamente discipuladas. Muitos ainda lutam com vários tipos de vícios - álcool, drogas ilícitas, medicamentos de prescrição ou pornografia - seja porque não confrontamos esses pecados do púlpito ou não oferecemos apoio suficiente para apoiar os que lutam contra isso. Jesus pode libertar por completo uma pessoa, mas você não vai querer esperar estar casado para descobrir que sua esposa não está sóbria. Você ainda pode querer se casar, mas não é sábio assumir compromisso até que sua namorada enfrente seus problemas de frente.

A melhor regra a seguir na escolha de uma mulher encontra-se em Provérbios 31:30: "A beleza é enganosa, e a formosura é passageira; mas a mulher que teme ao Senhor será elogiada.
Fonte: Charismamag.com
Tradução e adaptação: Carla Ribas

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

VALE A PENA SE CASAR?



O senhor derramou em seu coração o mesmo amor, que superará a descofiança sobre o casamento

Em conversas casuais, brincadeiras ou em sessões de aconselhamento com jovens e adolescentes, tenho notado certa aversão à idéia do casamento e suas implicações naturais, tais como: compromisso para a vida, criação de filhos, dedicação ao lar, submissão, amor incondicional, etc.

Ao indagar dos jovens as razões que os levam a assumir tal postura negativa quanto ao casamento, obtive quase sempre as mesmas respostas:
- Sou produto de um casamento desfeito.

- Não sei quem é meu verdadeiro pai.

- Meus pais brigam e se agridem constantemente.

- Perdi a confiança nas pessoas.

- Não quero depender de ninguém.

- Não quero me comprometer com outra pessoa.

- Não posso colocar em risco a minha carreira profissional.

- Não acredito no amor verdadeiro.

- Não tenho visto bons exemplos ao meu redor.
A verdade é que 60% da população brasileira é composta de pessoas com menos de 30 anos de idade, das quais a grande maioria não acredita que o casamento seja uma instituição fundamental e imprescindível para uma sociedade sã. Esta minha afirmativa pode ser corroborada por um artigo que li num periódico nordestino cujo título era: "Casamento, O Túmulo do Amor". Nele, o autor ressaltava que um número cada vez maior de pessoas está optando pela separação, a fim de evitar os contratempos da rotina, da convivência e do compromisso envolvidos no relacionamento matrimonial.

Jovem, que seja evangélico ou não, você está sofrendo a influência maciça de uma sociedade que, além de não temer a Deus, está sob o domínio do "deus do século" - Satanás (2 Co 4.4; 1 Jo 5.19). Ele tem influenciado esta sociedade incrédula no estabelecimento de uma filosofia que nega o casamento. Não como os agnósticos ascetas (1 Tim 3.6), barateando o sexo num mercado onde o corpo virava mero objeto sem valor.

O mundo moderno está produzindo uma geração de pessoas solitárias e individualistas que preferem "momentos juntos", sem nenhum compromisso duradouro. O jornal "The New York Times" publicou recentemente um artigo que definia esta geração como "The Uncommitted Generation" (A Geração Sem Compromisso). Então, não é de se admirar que os jovens educados para constituírem uma nação de indivíduos, não acreditem que a família seja o único meio de se preservar o verdadeiro amor a partir de um compromisso que gera relacionamentos sadios, duradouros e equilibrados; condições indispensáveis para a preservação da sociedade.

Qual a posição da Igreja Evangélica nesse particular? Dos quase 20 milhões de pessoas que pertencem à alguma denominação evangélica, cerca de 60% compõem-se de jovens. Será que estamos de olhos vendados para a realidade dos conflitos e das dúvidas que afligem nossa juventude? No que diz respeito ao amor, sexo e compromisso, eles gravitam entre tabus, preconceitos, medo, curiosidade, apelos, tentações, conselhos tímidos, desconfiança e chavões pastorais. Andam como quem procura uma cidade num território sem mapa. Qualquer trilha pode ser a opção.

A revista evangélica "Christianity Today" publicou uma pesquisa feita pelo conferencista e escritor Josh MacDowell, na qual constava que: "65% dos jovens que freqüentam regularmente as Igrejas conservadoras já tiveram algum tipo de experiência sexual" (CT 18/03/88). Isto, entre outras coisas, mostra que estamos mais contaminados do que pensamos e devemos, sem demagogia e farisaísmo, interceder por nossos jovens.

Precisamos estar conscientes de que os livros, os periódicos, os seminários, os vídeos e os sermões sobre o valor da castidade e felicidade no casamento até que a morte nos separe não nos isenta da responsabilidade de transformamos nossos relacionamentos conjugais em exemplos; modelos dignos de serem imitados pelos adolescentes e jovens que precisam ver a família do seu pastor, dos diáconos, de seus professores e líderes, a materialização ou a concretização dos princípios bíblicos que tanto pregamos.

Ao entregar sua vida ao senhorio absoluto de Jesus Cristo, você pode ter a certeza de fazer parte de uma nova criação (2 Co 5.17), podendo contar com o poder do Espírito Santo para o estabelecimento dos relacionamentos fundamentados no amor genuíno e no compromisso duradouro. Isto não significa "mares de rosa", mas a promessa da graça de Deus para superar as lutas do dia- a- dia. Se o problema por falta de exemplos, temos o amor de Cristo por sua Igreja, o qual se constitui o parâmetro mais fidedigno que pode existir.

A hora é esta, jovem - "Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade..." (Ec 12.1) e, embora marcado pelas decepções deste mundo, confie nAquele que pode renovar a sua mente, perdoa-lhe os pecados e lançar fora todo o temor. Ele o amou primeiro com seu amor incondicional (1 Jo 4.19) e derramou em seu coração esse mesmo amor que o ajudará a superar o receio e a desconfiança em relação ao casamento. Permita que Ele o conduza a experimentar o caminho sobremodo excelente. Então dirá...

Valeu a pena!

Data: 27/10/2011 10:16:06
Fonte: Armando Bispo da Cruz

quarta-feira, 18 de maio de 2011

NOIVADO: COMPROMISSO OU ENROLAÇÃO?



Visto como coisa do passado, o noivado ainda mexe com muitas mulheres. Mas, afinal, vale a pena?

Primeiro, vem a conquista. Depois, o namoro e, finalmente, o casório. Opa, faltou alguma coisa! O noivado. Festa, pedido de casamento na frente dos pais, discursos inflamados, lágrimas incontroláveis, troca de alianças – momento mágico ou mico do ano? Pois é, esse cenário, para muitas mulheres, está mais para novela mexicana do que para uma etapa da vida a dois. Só falta o noivo se ajoelhar e beijar a mão da donzela para deixar o momento ainda mais brega. Coisa do tempo da avó, sabe? No entanto, as defensoras do trio “namoro, noivado e casamento” insistem que noivar é um toque especial e necessário antes do ´grande dia´. O.K., em briga de marido e mulher, a gente sabe que ninguém mete a colher. Entre nós, portanto, está valendo! Noivar ou ir direto ao ponto e casar?

De fato, noivado é coisa do passado. Calma, literalmente! O conceito foi descrito pela primeira vez em 1215, pela Igreja Católica, quando o Papa Inocêncio III decretou que os casamentos deveriam ser anunciados pelos padres publicamente nas igrejas, durante um período fixo. Hoje, noivado é apenas o período entre a proposta de casamento e o casamento propriamente dito, permitindo que o casal viva a experiência da “oficialização” dos laços sem que seja tarde para desmanchá-los.

Muitos noivados são, inclusive, uma espécie de “prova de fogo”: por vezes, é preciso enfrentar a oposição da família e dos amigos, sem contar o jogo de cintura que o casal deve aprender a ter para lidar com outros problemas, como a estressante rotina de organização – e gastos – do casamento.

Vale a pena

Noiva que nasceu para ser noiva mal pode esperar! Depois de um tempão namorando, quer logo exibir a mão para todas as amigas. Foi assim com Léa Pimentel, fisioterapeuta. Após quatro anos de namoro, ela e o noivo resolveram oficializar o casamento. “O noivado é uma etapa mais consolidada para o ´grande dia´, é como um marco. Tão importante quanto ter gravada na memória a data do casamento é ter na lembrança o dia em que você decidiu se casar”, diz.

“Brega, que pensem os outros!”, ri. Mas confessa que não se vê completamente livre de piadas. “Os amigos dele costumam brincar direto, dizendo que eu estou enrolando o meu noivo”, diz Léa, que acha graça. “É porque a gente se dá muito bem, então as pessoas não entendem por que não nos casamos logo. Mas foi uma escolha nossa fazer as coisas desse jeito. Para nós, a vida a dois precisa dessa etapa, até por uma questão financeira. Casamento é coisa muito cara”, afirma.

A fisioterapeuta não fez festa nem nada, mas garante que o noivado foi divertidíssimo. Como as duas famílias são católicas, os noivos participaram de uma cerimônia na igreja. “O padre era muito divertido, descontraído. Me colocou lá na frente, antes do meu noivo, para fazer o pedido de casamento!”, diverte-se. Segundo ela, depois do noivado, o sentimento um pelo outro só cresceu. Eles ficaram mais unidos, pensando mais juntos e estabelecendo projetos concretos para o futuro a dois.

Compromisso oficial

Para a publicitária Palmyra Couto, noivado é, também, um processo que dá a certeza de que é com aquela pessoa que você quer viver, mas pode ser mais importante para a família do que para os noivos em si. “Noivado funciona, às vezes, mais como um título. Para a minha família, que é portuguesa e bem tradicional, é importante, porque expressa oficialmente o compromisso”, explica. “Sou mesmo à moda antiga”, brinca.

E para quem pensa que ser noiva é tarefa fácil, a publicitária dá o recado: “As responsabilidades aumentam, você passa a ter ainda mais envolvimento com o outro. Quando a gente namora, damos ´satisfações´ ao parceiro porque gostamos dele. Com o noivo é diferente, porque ele faz parte, definitivamente, da nossa vida. É quase um casamento!”, avisa. Digamos, um “test drive”. “As pessoas costumam nos dizer que um está enrolando o outro, que noivado é desnecessário, mas nunca damos ouvidos. Isso, para mim, é inveja de quem não tem com quem noivar!”, espeta Palmyra.

“Noivado é justamente isso, um tempo em que você começa a sentir a pressão do que vai assumir e começa a construir a estrutura do casamento”, explica a psicóloga Adriana Falcão Duarte, de São Paulo. “Porque, quando a gente namora, geralmente não sentimos tanta obrigação de frequentar a casa do namorado, de estarmos presentes nos eventos familiares”, explica.

Então, o noivado é o momento de vivenciar, em menor escala, tudo o que está por vir na vida conjugal. “Você aprende a lidar, por exemplo, com a família do noivo. Como sabemos, parentes adoram dar opinião sobre a vida do casal e, como noiva, você pode experimentar isso antes de se casar”, diz Adriana. E ver se agüenta o tranco!

Noivos? Nem pensar!

Daniel Ribeiro*, funcionário público, e a noiva não aguentaram. “Estávamos muito apaixonados e queríamos curtir cada etapa do relacionamento. Então, fizemos tudo como manda o figurino. Demos a festa de noivado e trocamos alianças, com o casamento já marcado para depois de cinco meses”, conta. “Mas o noivado não deu certo. Nossas mães começaram a bater de frente por coisas bobas e depois passaram atormentar a minha vida e a da Michele*. Olha que o nosso namoro já durava três anos, as nossas famílias se conheciam, já tínhamos feito programas juntos. Não sei o que deu nelas”, lembra Eduardo.

Mas a situação ficou tão feia que o próprio casal começou a brigar e resolveu abortar o noivado. “Voltamos a namorar, sem ter ninguém no pé”, suspira, aliviado. “Noivado, nunca mais! Esse negócio de rotular de noivo, noiva, mexe muito com a cabeça das pessoas, pode dar um curto”, ri Daniel, agora já casado. Sim, com a namorada ex-noiva!

Outra que passa, ou pelo menos passava, longe de noivado é Carla Mateus*, publicitária. “Comecei a namorar em abril e, depois de alguns meses, numa festa de amigos, notei que o meu namorado estava estranho, disse que queria conversar comigo. Achei até que ele fosse terminar”, lembra. “Até que, quando chegamos na minha casa, ele disse que eu era a mulher da vida dele e que queria casar comigo! Achei lindo, chorei e, pronto, ele disse que estávamos noivos”, conta.

Carla, que nunca foi muito adepta dessas formalidades do tipo jantar de noivado e festas de casamento, conseguiu fazer com que o noivo não fizesse muito alarde. “Sempre quis morar junto e tal, mas ser noiva não. Até porque acho breguíssima a ideia de chegar em algum lugar e apresentar o cara do lado como meu ´noivo´. Isso nem é estado civil!”, ri. E apesar de ter dito não fazer questão de ganhar aliança de noivado, o noivo a surpreendeu com uma, tempos mais tarde, num jantar a dois. “Ele é o homem da minha vida, com certeza, mas não falo que somos noivos. Prefiro dizer que somos namorados que vão se casar”, afirma.

Já Silvana Martins*, relações públicas, conseguiu fugir do noivado em comum acordo com o namorado. “Espera aí! Para que gastar dinheiro com festa? Além do mais, qual é o sentido de unirmos nossas famílias no noivado se elas já se conhecem, se dão bem?”, pensaram. “Então, preferimos deixar tudo como estava, sem pedido de casamento, discurso, sem choro nem vela”, conta Silvana. Hoje, com três anos de casada, a relações públicas garante que ela e o marido são muito felizes. “Sem precisar ficar noiva”, frisa.

O que manda a etiqueta?

A consultora de etiqueta Ligia Marques explica que o noivado, como foi instituído um dia, realmente perdeu um pouco a razão de ser. “Era um tempo de transição entre a condição de solteira e a de casada. Nessa fase, as moças ganhavam um pouco mais de liberdade com os noivos, já que havia a promessa formal de sair um casamento. Hoje, as mulheres já têm intimidade com os namorados, sem a necessidade de um rito de passagem”, revela. O que, porém, não é motivo para esquecer o noivado de uma vez por todas, ainda mais se você sempre sonhou em trocar alianças antes do casamento.

“Não há problema algum em ficar noiva, não considero fora de moda, mas, ajoelhou, tem que rezar. Se optou pelo noivado, tem que fazer bonito”, avisa a consultora. A etiqueta é a mesma de antigamente: pedido formal do noivo para o pai da noiva, entrega do anel e festa (do tipo que quiserem e que o bolso permitir), onde há a apresentação das famílias de cada um dos noivos para a outra, agendamento da data do casamento, um breve discurso do noivo agradecendo a mão da noiva e demonstrando sua felicidade neste momento, a retribuição do pai da noiva com uma pequena fala, além de bolo e espumante para celebrar.

Estado de espírito

Mas, segundo a psicóloga Patrícia Madruga, do Espaço Criar-se, no Rio de Janeiro, noivado não passa apenas pelo nome ou pela festa. “Só porque você não chama o seu namorado de noivo, nem fez festa para anunciar o casamento à família, não significa que ele não o seja. Assim como não significa que você não é uma autêntica noiva”, diz. “Noivado não precisa ser um rótulo. É, aliás, um estado, um conceito”, argumenta.

Ele começa a partir do momento em que o casal convive diariamente e faz planos, mesmo que distantes, para o casamento. “Não existe tempo certo para o noivado. O casal sabe, no final das contas, estabelecer o tempo que é melhor para os dois”, garante a psicóloga Adriana Falcão. “É preciso apenas bom senso”, frisa. “Muita gente usa o noivado como forma de prender ou enrolar o parceiro, mas, não adianta, se não tiver que dar certo, não vai dar”, acredita a fisioterapeuta Léa Pimentel. Com ou sem noivado!

Data: 26/2/2010 08:56:38
Fonte: Daniela Pessoa / Bolsa de mulher

quinta-feira, 3 de março de 2011

CIÚME NÃO É SINAL DE AMOR





Seu relacionamento há crises de ciúmes? Saiba como isto é prejudicial


Se quisermos dar um golpe mortal na violência contra a mulher, precisaremos analisar em profundidade a situação que permite que as ações violentas ocorram. Embora conscientes de que muitas variáveis estejam envolvidas nestes processos, faremos um “zoom” num aspecto que se destaca como relevante o suficiente para merecer atenção especial, o ciúme.

Para esclarecer o termo ciúme, neste momento, o definiremos como o sentimento doloroso de ameaça de perda de algo que se possui. Na opinião de muitos o ciúme é natural, normal e inclusive inevitável. O que importa aqui não é a natureza da emoção em si e sim o que se faz com ela. Como qualquer outra emoção, pode ser bem ou mal utilizada.

Os comportamentos dos casais que vivem a violência, psicológica ou física, mostram que, na base dela há a crença de que “o ciúme é sinal de amor”; às vezes, até mais do que isto, ele é visto como uma grande prova de amor, como se fosse parte integrante e inseparável desta vivência. Vale observar que isto abre uma grande brecha: este princípio faz com que a hostilidade gerada pelo ciúme se torne tolerável.

Esta análise cabe perfeitamente para os dois sexos, já que o ciúme não é característico de um só, mas usaremos aqui o exemplo do homem como sendo o ciumento, já que o tema em questão é a violência contra a mulher. O homem que usa o seu ciúme para hostilizar alguém, a quem diz amar, está sendo, no mínimo, absolutamente incoerente. Pode-se afirmar que lhe falta competência emocional para não permitir que esta emoção prejudique o relacionamento, mas olhando por outro ângulo, também se pode inferir que ele esteja se aproveitando da crença geral de que o ciúme é normal, aprovável e até desejável, para buscar ter poder e influência sobre o comportamento da sua parceira afetiva. Prova disto acontece quando, a partir disto, ele passa a exigir mudanças dela e até a culpa pelo seu mal-estar e sofrimento. E, numa competição de poder perigosa com ela, ele, de ameaçado pela perda, passa agora a ameaçar, utilizando-se de várias artimanhas para confundir e dominá-la. Aqui entramos no terreno da hostilidade, da tortura psicológica. Esta é uma armadilha que pode aprisionar e levar o casal cada vez mais para o caminho da violência, até o fundo do poço.

A realidade mostra que o jogo do ciúme só acontece com os pares, não individualmente. Então, como se manifesta o outro lado, o da mulher? Muitas vezes, nota-se que ela entra na autodefesa ferrenha, mostrando sua dificuldade em enxergar o jogo dele, não percebendo que, agindo assim, já escorregou para o papel da vítima. Assim, o parceiro, no lugar de vilão, se sente por cima e o jogo se instala na relação. Noutros casos, ela age de modo a se aproveitar do ponto vulnerável do parceiro, provocando realmente o seu ciúme, como que numa brincadeira cruel de “quem domina quem aqui”. O pior que a mulher pode fazer, no sentido de caminhar inexoravelmente para a violência e talvez isto seja o mais comum, é ceder ao domínio do parceiro, tentando mudar o próprio comportamento de acordo com a vontade dele, numa tentativa vã de conseguir fazê-lo se sentir seguro, para agradá-lo, ou aplacar a sua ira. Em todas estas respostas ao ciúme, o jogo tende a ser perpetuado, porque faz com que o homem se sinta mais poderoso na relação, num jogo que se torna cada vez mais violento e perigoso.

A mulher que está nesta situação pode sair deste círculo vicioso observando-se e decidindo não mais compactuar com o jogo, por exemplo, sendo indiferente, ou seja, agir pensando: “a loucura é dele e eu não tenho que me envolver com isto. Que brigue e esperneie sozinho”. Para isto, ela precisa se esforçar para não ceder ao comando do parceiro, não se defender ao notar que tenta explicar e não está sendo ouvida. Além disto, naturalmente não deve provocá-lo, alimentando o ciúme dele.
Agindo assim, ela convidará o parceiro a atuar de forma mais adulta e eficaz para o casal. Se houver realmente amor da parte dele, a tendência é de esvaziar a importância e a força do jogo. Mas, talvez algumas mulheres temerosas considerem a possibilidade de ele resistir a mudar e insistir em jogar, ou seja, de ir embora, para procurar outra pessoa que compartilhe “da loucura dele”. Isto é realmente possível, mas, pensando no flagelo da violência que pode ocorrer no futuro, se ele for embora, não será muito melhor?

O ideal e mais preventivo para a mulher é não entrar no jogo. Abrir mão da crença, absolutamente frágil, de que o ciúme é sinal de amor é uma forma bastante inteligente e eficaz, porque mesmo que o ciúme surja naturalmente, através da insegurança de quem ama, querer destruir alguém nunca será normal. Por isto, a hostilidade é um ótimo sinal do início deste jogo cruel. Cabe a ela estar atenta e preparar-se para conseguir ser firme o suficiente para impedir o avanço do jogo e da dominação. Isto sim é uma grande vitória!

Dependência emocional: a base da relação violenta

No último século, houve importantes mudanças no mundo ocidental, que resultaram numa razoável independência financeira e maior individualidade da mulher. Porém, houve uma defasagem nesta evolução, com a manutenção da crença compartilhada de que pessoas precisam da companhia, da atenção e do amparo umas das outras, como se fossem frágeis por natureza. Isto resultou na manutenção da imaturidade emocional de muitos adultos, especialmente no ambiente familiar, o que é definido como dependência emocional.

E por que isto é um problema? Porque quanto mais severa a dependência, mais a pessoa tende a colocar as suas possibilidades de escolha e ação nas mãos do outro. Um segundo motivo é que, assim como a criança se fixa na mãe, o dependente tende a se fixar num companheiro, como se este fosse a sua salvação e passa a exigir que este supra as suas necessidades. Além disto, ele sofre de baixa auto-estima, sentimento de inferioridade e de não merecimento, baixa autoconfiança, pouco autoconhecimento e incompetência para administrar as próprias emoções etc. Sintetizando, esta é uma composição “altamente explosiva”, pois suas conseqüências nas relações, especialmente nas afetivas, podem ser graves.

A prevalência é maior entre as mulheres porque elas aprendem a dar mais importância às relações desde criança. No início de um namoro, a dependência pode parecer natural, inofensiva e até mesmo agradável. Num plano consciente ou não, esta mulher tem a expectativa de ser cuidada e protegida pelo parceiro, ou seja, deposita nele as funções de um pai, o que demonstra sua imaturidade. Mais adiante, um sinal do distúrbio se dá quando ela freqüentemente faz jornada dupla de trabalho, tendo que cuidar da casa, dos filhos e da alimentação da família, além do seu trabalho externo. Este é um exemplo de quanto o machismo ainda está presente na sua intimidade.

Mas, o que explica isto? Por que esta mulher não negocia firmemente com seu companheiro a administração da casa e da família? Parece um direito tão óbvio! Aparentemente, ela nem se dá conta de quanto compactua com o machismo, oferecendo estas vantagens ao companheiro. Analisando-se, nota-se que este esforço ou sacrifício já é um fruto da dependência emocional, da sua crença de que precisa daquele homem para ser feliz e do seu medo de perdê-lo. Isto também faz com que ela ceda a outras vontades, jogos ou imposições do companheiro. Assim, colocando-se como dependente ou infantil, ou seja, numa posição hierarquicamente inferior na relação, ela abre uma brecha perigosa para o abuso de poder por parte do parceiro, isto é, o início do processo da violência psicológica e/ou física.

Por outro lado, o preço que ela cobra para ceder tanto são as exigências citadas anteriormente, de cuidados, proteção, fidelidade e amor. No entanto, ele tem condições de supri-la?

Observando-se a dinâmica do homem que se torna violento na relação afetiva, o que talvez seja mais difícil de notar, especialmente no início da relação, é que ele também é emocionalmente infantil. O fato é que ele assume defensivamente um papel de superior ou arrogante, visando justamente esconder esta fragilidade ou dependência. No entanto, uma análise mais acurada mostra que ele também vive a crença de precisar “daquela mulher” para se sentir bem e seguro.
Um sinal desta dependência é o processo constante de dominação da parceira à sua vontade.

Quando ela cede, ele se sente confortável, o que funciona como prova de que ela continua nas mãos dele e vai continuar atendendo às suas necessidades. Porém, o alívio é momentâneo, pois a insegurança dele vai ressurgir e ele vai pedir outra prova. O processo vai se agravando, especialmente quando ela “acorda” e tentar escapar das suas garras. Por tudo isto, nota-se então que ele, não só não tem condições psicológicas para suprir sua companheira, como funciona como egoísta e carrasco, para manter este status de comandante e superior na relação.

As conseqüências destes desencontros entre expectativas e ações são muitas frustrações, confusão, sentimento de injustiça, medos, ressentimentos, conflitos, ódio, hostilidades, desespero, competição pelo poder ou pela posse desta mulher e um contexto absolutamente favorável à violência física. Quando a situação chega a este nível de gravidade, o mais comum é que os dois sofram de séria dependência emocional e isto explica por que nenhum deles consegue sair da relação doente, mesmo quando notam que ela pode levá-los a um fim desastroso.

A boa notícia é que é possível curar este distúrbio. Para isto, uma pessoa precisa reconhecer que o problema está em si mesma e procurar ajuda através de livros sobre o tema da co-dependência, de psicoterapia especializada, de um grupo de mútua ajuda como o MADA (Mulheres que Amam Demais Anônimas) etc. Um passo fundamental é que deverá aprender a tirar o parceiro do centro da sua atenção 24 horas por dia e a centrar-se mais em si mesma e a suprir as suas necessidades de cuidados e de realização com seus próprios recursos, em vários aspectos da vida, não só amoroso e familiar. Ela iniciará um caminho de autodescoberta, especialmente do seu próprio poder para sentir mais prazer em viver momentos sem seu parceiro, sozinha ou com outras pessoas.

A saída está em permitir o amadurecimento emocional, responsabilizando-se pela própria vida e não pela do outro, comprovando que uma pessoa pode viver bem sozinha. Uma pergunta-chave que ela passará a fazer, quando se sentir desconfortável, é “o que posso fazer por mim?”. diferentemente da ladainha mental anterior de “o que ele(a) deve fazer por mim?”.

Enfim, o roteiro para sair desta relação violenta é a pessoa retomar o seu poder para se cuidar, assegurar-se em si mesma e achar seus próprios caminhos para tornar-se realmente realizada. Assim, tornando-se emocionalmente independente e adulta ela não mais precisará da companhia, da atenção e do amparo de um parceiro e sim quererá usufruir destes aspectos de um bom relacionamento porque são muito bons e saudáveis.

Elizabeth Zamerul é especialista em Protagonismo e autora do livro Corações Poderosos – Uma visão positiva das emoções no trabalho. www.elizabethzamerul.com.br
Data: 28/10/2010 08:35:52
Fonte: Amor Conjugal

terça-feira, 1 de março de 2011

DEZ DICAS PARA NÃO SE CASAR COM A PESSOA ERRADA

VIDA EM FAMÍLIA - CASAIS
DEZ DICAS PARA NÃO SE CASAR COM A PESSOA ERRADA Com a taxa de divórcio acima de 50%, aparentemente pessoas demais estão cometendo um grave erro ao decidir com quem pretendem passar o resto de sua vida

Com a taxa de divórcio acima de 50%, aparentemente pessoas demais estão cometendo um grave erro ao decidir com quem pretendem passar o resto de sua vida. Para evitar tornar-se uma "estatística", tente interiorizar estes dez pontos a fim de não entrar em uma "fria".

1. Você escolhe a pessoa errada porque espera que ele/ela mude depois do casamento.
O erro clássico.. Nunca despose um potencial. A regra de ouro é: Se você não pode ser feliz com a pessoa como ela é agora, não se case. Como disse, muito sabiamente, um colega meu: "Na verdade, pode-se esperar que alguém mude depois de casado... para pior!"
Portanto, quando se trata da espiritualidade, caráter, higiene pessoal, habilidade de se comunicar e hábitos pessoais de outra pessoa, assegure-se de que pode viver com estes como são agora.

2. Você escolhe a pessoa errada porque se preocupa mais com a química que com o caráter.
A química acende o fogo, mas o bom caráter o mantém aceso. Esteja consciente da síndrome "Estar apaixonado". "Estou apaixonado" freqüentemente significa "Sinto atração física." A atração está lá, mas você averiguou cuidadosamente o caráter dessa pessoa?
Aqui estão quatro traços de personalidade para serem definitivamente testados:
Humildade: Esta pessoa acredita que "fazer a coisa certa" é mais importante que o conforto pessoal?
Bondade: Esta pessoa gosta de dar prazer aos outros? Como ela trata as pessoas com as quais não tem de ser agradável? Ela faz algum trabalho voluntário? Faz caridade?
Responsabilidade: Posso confiar que esta pessoa fará aquilo que diz que fará?
Felicidade: Esta pessoa gosta de si mesma? Ela aprecia a vida? É emocionalmente estável?
Pergunte-se: Eu desejo ser como esta pessoa? Quero ter um filho com esta pessoa? Gostaria que meu filho se parecesse com ela?

3. Você fica com a pessoa errada porque o homem não entende aquilo que a mulher mais precisa.
Homens e mulheres têm necessidades emocionais específicas, e quase sempre, é o homem que simplesmente "não consegue." A tradição judaica coloca sobre o homem o ônus de entender as necessidades emocionais de uma mulher, e de satisfazê-las.
Para a mulher, o mais importante é ser amada - sentir que é a pessoa mais importante na vida do marido. O marido precisa dar-lhe atenção consistente e verdadeira.
Isso fica mais evidente na atitude do judaísmo para com a intimidade sexual. A Torá obriga o marido a satisfazer as necessidades sexuais da mulher. A intimidade sexual é sempre colocada em termos femininos. Os homens são orientados para um objetivo, principalmente quando se trata desta área. Como disse certa vez uma mulher inteligente: "O homem tem duas velocidades: ligado e desligado." As mulheres são orientadas pela experiência. Quando um homem é capaz de trocar as marchas e torna-se mais orientado pela experiência, descobrirá o que faz sua esposa muito feliz. Quando o homem se esquece de suas próprias necessidades e se concentra em dar prazer à mulher, coisas fantásticas acontecem.

4. Você escolhe a pessoa errada porque vocês não partilham metas de vida em comum e prioridades.
Existem três maneiras básicas de nos conectarmos com outra pessoa:
1. Química e compatibilidade
2. Partilhar interesses em comum
3. Compartilhar o mesmo objetivo de vida
Assegure-se de que você compartilha o profundo nível de conexão que objetivos de vida em comum proporcionam. Após o casamento, os dois crescerão juntos ou crescerão separados. Para evitar crescer separado, você deve entender para que "está vivendo" enquanto é solteiro - e então encontrar alguém que tenha chegado à mesma conclusão que você.
Esta é a verdadeira definição de "alma gêmea." Uma alma gêmea tem o mesmo objetivo - duas pessoas que em última instância compartilham o mesmo entendimento ou propósito de vida, e portanto possuem as mesmas prioridades, valores e objetivos.

5. Você escolhe a pessoa errada porque logo se envolve sexualmente.
O envolvimento sexual antes do compromisso de casamento pode ser um grande problema, porque muitas vezes impede uma completa exploração honesta de aspectos importantes. O envolvimento sexual tende a nublar a mente da pessoa. E uma mente nublada não está inclinada a tomar decisões corretas.
Não é necessário fazer um "test drive" para descobrir se um casal é sexualmente compatível. Se você faz a sua parte e tem certeza que é intelectual e emocionalmente compatível, não precisa se preocupar sobre compatibilidade sexual. De todos os estudos feitos sobre o divórcio, a incompatibilidade sexual jamais foi citada como o principal motivo para as pessoas se divorciarem.

6. Você fica com a pessoa errada porque não tem uma profunda conexão emocional com esta pessoa.
Para avaliar se você tem ou não uma profunda conexão emocional, pergunte: "Respeito e admiro esta pessoa?"
Isso não significa: "Estou impressionado por esta pessoa?" Nós ficamos impressionados por um Mercedes. Não respeitamos alguém porque tem um Mercedes. Você deveria ficar impressionado pelas qualidades de criatividade, lealdade, determinação, etc.
Pergunte também: "Confio nesta pessoa?" Isso também significa: "Ele ou ela é emocionalmente estável? Sinto que posso confiar nele/nela?"

7. Você se envolve com a pessoa errada porque escolhe alguém com quem não se sente emocionalmente seguro.
Faça a si mesmo as seguintes perguntas: Sinto-me calmo, relaxado e em paz com esta pessoa? Posso ser inteiramente eu mesmo com ela? Esta pessoa faz-me sentir bem comigo mesmo? Você tem um amigo realmente íntimo que o faz sentir assim? Assegure-se que a pessoa com quem vai se casar faz você sentir-se da mesma forma!
De alguma maneira, você tem medo desta pessoa? Você não deveria sentir que é preciso monitorar aquilo que diz porque tem medo da reação da outra pessoa. Se você tem receio de expressar abertamente seus sentimentos e opiniões, então há um problema com o relacionamento.
Um outro aspecto de sentir-se seguro é que você não sente que a outra pessoa está tentando controlá-lo. Controlar comportamentos é sinal de uma pessoa abusiva. Esteja atento para alguém que está sempre tentando modificá-lo. Há uma grande diferença entre "controlar" e "fazer sugestões." Uma sugestão é feita para seu benefício; uma declaração de controle é feita para o benefício de outra pessoa.

8. Você fica com a pessoa errada porque você não põe todas as cartas na mesa.
Tudo aquilo que o aborrece no relacionamento deve ser trazido à baila para discussão. Falar sobre aquilo que incomoda é a única forma de avaliar o quão positivamente vocês se comunicam, negociam e trabalham juntos. No decorrer de toda a vida, as dificuldades inevitavelmente surgirão. Você precisa saber agora, antes de assumir um compromisso: Vocês conseguem resolver suas diferenças e fazer concessões que sejam boas para ambas as partes?
Nunca tenha receio de deixar a pessoa saber aquilo que o incomoda. Esta é também uma maneira para você testar o quanto pode ficar vulnerável perante esta pessoa. Se você não pode ser vulnerável, então não pode ser íntimo. Os dois caminham juntos.

9. Você escolhe a pessoa errada porque usa o relacionamento para escapar de problemas pessoais e da infelicidade.
Se você é infeliz e solteiro, provavelmente será infeliz e casado, também. O casamento não conserta problemas pessoais, psicológicos e emocionais. Na melhor das hipóteses, o casamento apenas os exacerbará.
Se você não está feliz consigo mesmo e com sua vida, aceite a responsabilidade de consertá-la agora, enquanto está solteiro. Você se sentirá melhor, e seu futuro cônjuge lhe agradecerá.

10. Você escolhe a pessoa errada porque ele/ela está envolvido em um triângulo.
Estar "triangulado" significa que a pessoa é emocionalmente dependente de alguém ou de algo, ao mesmo tempo em que tenta desenvolver um outro relacionamento. Uma pessoa que não se separou de seus pais é o exemplo clássico de triangulação. As pessoas também podem estar trianguladas com objetos, tais como o trabalho, drogas, a Internet, passatempos, esportes ou dinheiro.
Assegure-se de que você e seu parceiro estejam livres de triângulos. A pessoa apanhada em um triângulo não pode estar emocionalmente disponível por completo para você. Você não será a prioridade número um. E isso não é base para um casamento.
Data: 8/2/2010 09:29:55




fonte http://www.creio.com.br/2008/vida01.asp?noticia=156