Mostrando postagens com marcador Mulher. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Mulher. Mostrar todas as postagens

quinta-feira, 26 de junho de 2014

8 Mulheres com quem os homens cristãos nunca deveriam se casar

8 mulheres com quem os homens cristãos nunca deveriam se casar

Por J. Lee Grady


Nos Estados Unidos, meu post "10 Homens com quem as mulheres cristãs nunca deveriam se casar" se tornou viral. 
Mais de 1,2 milhões de pessoas  compartilharam essa mensagem até agora, provavelmente porque muitos homens e mulheres solteiros vem pedindo orientações sobre como encontrar um parceiro compatível.
Em resposta, recebi inúmeros pedidos para compartilhar diretrizes semelhantes para os homens que estão à procura de esposas. Uma vez que sou tutor de vários jovens e tenho visto alguns deles se casarem com sucesso durante os últimos anos, não foi difícil elaborar essa lista. Estas são as mulheres que eu digo aos meus filhos espirituais para evitar:

1. A ímpia. Os cristãos não devem se casar com incrédulos. Lemos em 2 Coríntios 6:14 Não se ponham em jugo desigual com descrentes. Pois o que têm em comum a justiça e a maldade? Ou que comunhão pode ter a luz com as trevas?
Depois da sua decisão de seguir a Cristo, o casamento é a decisão mais importante que você vai tomar. Não a estrague ignorando o óbvio. Você precisa de uma esposa que ame Jesus mais do que ela te ama. Coloque a maturidade espiritual no topo da sua lista de qualidades em uma mulher.

2. A materialista. Um jovem amigo meu estava noivo de uma moça de família rica. Ele economizou dinheiro por meses para comprar um anel, quando a pediu em casamento ela lhe disse que voltasse a joalheria para comprar um anel melhor. Ela forçou seu noivo a se endividar por um anel que se encaixasse em suas expectativas. Ela queria estilo o de vida da Tiffany em seu orçamento do Wal-Mart. Avisei meu amigo que ele estava entrando em sérios apuros. A menos que queira viver endividado pelo resto da sua vida, não se case com uma garota que tenha cifrões nos olhos e oito cartões de crédito em sua bolsa Gucci.

3. A diva. Alguns machistas gostam de se exibir e fingir que são superiores às mulheres. Divas são a versão feminina deste pesadelo. Elas acham que o mundo gira em torno delas, e não pensam duas vezes antes de ferir alguém para provar seu ponto de vista. Suas palavras são duras e suas demandas imediatas não são razoáveis. Algumas dessas mulheres podem acabar ocupando posições de liderança na igreja, mas não se deixe enganar por sua conversa super-espiritual. Os verdadeiros líderes são humildes. Se você não vê a humildade de Cristo na mulher que está namorando, fique longe dela e continue procurando.

4. A Dalila. Lembra de Sansão? Ele foi ungido por Deus com força sobre-humana, mas  perdeu esse poder quando uma mulher sedutora descobriu o seu segredo e deu ao seu homem o corte de cabelo mais famoso do mundo. Como Dalila, a mulher que não  rendeu sua sexualidade a Deus vai cegá-lo com seus encantos, arrasar o  seu coração e cortar a sua unção. Se a mulher "cristã" que você conheceu na igreja veste-se de forma provocante, flerta com outros homens, posta comentários sexualmente inadequados no Facebook ou diz que concorda com o sexo antes do casamento, saia dessa relação antes que ela aprisione você.

5. A mulher controversa. Um jovem me disse recentemente que namorou uma menina com sérios ressentimentos em seu coração por conta de mágoas do passado. "Antes de propor, eu disse à minha noiva que ela precisaria resolver isso", explicou. "Era um fator decisivo, mas houve muita dedicação e agora estamos noivos." Esse rapaz percebeu que a amargura não resolvida poderia arruinar o casamento. Provérbios 21:9 diz: Melhor é viver num canto sob o telhado do que repartir a casa com uma mulher briguenta. Se a mulher que você está namorando estiver cheia de raiva e rancor, sua vida a dois será arruinada por brigas , bater de porta na cara e drama sem fim. Insista para que ela busque oração e aconselhamento.
6. A Controladora. Casamento é uma parceria 50/50, e a unica forma de dar certo é quando tanto o marido quanto a esposa praticam a submissão mútua de acordo com Efésios 5:21. Assim como alguns homens acham que podem levar um casamento como uma ditadura, algumas mulheres tentam manipular as decisões para que a sua vontade seja feita. É por isso que o aconselhamento pré-nupcial é tão importante! Você não quer esperar até estar casado por duas semanas para descobrir que sua esposa não confia em você e quer chamar tomar todas as decisões.

7. A filhinha da mamãe. É normal que uma esposa recém casada ligue para a mãe dela regularmente em busca de aconselhamento e apoio. Não é normal que ela ligue para a sua mãe cinco vezes por dia para falar sobre cada detalhe do seu casamento, incluindo sua vida sexual. Isso é estranho. No entanto, aconselhei homens cujas esposas permitiam que seus pais tivessem o controle absoluto de seus casamentos. Gênesis 2:24 orienta que o homem deixe seus pais e se una à sua mulher. Os pais devem ficar no pano de fundo do casamento dos seus filhos. Se a sua namorada não cortou o cordão umbilical, proceda com cautela.

8. A viciada. Muitas pessoas na igreja hoje em dia não foram devidamente discipuladas. Muitos ainda lutam com vários tipos de vícios - álcool, drogas ilícitas, medicamentos de prescrição ou pornografia - seja porque não confrontamos esses pecados do púlpito ou não oferecemos apoio suficiente para apoiar os que lutam contra isso. Jesus pode libertar por completo uma pessoa, mas você não vai querer esperar estar casado para descobrir que sua esposa não está sóbria. Você ainda pode querer se casar, mas não é sábio assumir compromisso até que sua namorada enfrente seus problemas de frente.

A melhor regra a seguir na escolha de uma mulher encontra-se em Provérbios 31:30: "A beleza é enganosa, e a formosura é passageira; mas a mulher que teme ao Senhor será elogiada.
Fonte: Charismamag.com
Tradução e adaptação: Carla Ribas

terça-feira, 3 de abril de 2012

Virgindade subversiva


Tá, eu admito. Eu tenho 22 anos e ainda sou virgem. Não por falta de oportunidade, minha vaidade se apressa para acrescentar. Se eu tivesse me sentido muito sobrecarregada por minha inocência antiquada, eu poderia ter encontrado alguém para resolver o problema. Mas nunca o fiz.
Nossa cultura me diz que alguma força opressiva deveria ser a causa da minha virgindade tardia – talvez um excessivo temor de homens, de Deus ou de ser pega no flagra. Talvez seja isso mesmo, já que eu posso apontar um número de influências que me levaram a permanecer virgem. Minha mãe me ensinou que auto-respeito exige autocontrole, e o meu pai me ensinou a exigir o mesmo dos homens. Eu sou bastante caipira para suspeitar que contraceptivos talvez não bastem para prevenir uma gravidez indesejada ou uma DST, e eu acho que aborto é matar um bebê. Eu realmente acredito na doutrina cristã da lei e da promessa, que significa que os dez mandamentos ainda estão entranhados na minha consciência. E ainda sou ingênua o suficiente para acreditar em um permanente, exclusivo e divinamente ordenado amor entre um homem e uma mulher, um amor tão valoroso que me motiva a manter as minhas pernas firmemente cruzadas nas mais tentadoras situações.
Definindo a sexualidade


Apesar de tudo isso, eu ainda acho que tenho um quê de feminista, já que a virgindade tem o resultado de criar respeito e de defender o valor da mulher assim disposta. Mas descobri que o reinado do feminismo de hoje vê pouco uso nisso. Houve um tempo quando eu era boba o bastante para procurar na literatura entre as publicações para mulheres que poderiam oferecer suporte nessa minha decisão pessoal. (Tudo é uma questão de escolha, afinal de contas, não é?) A escassez de informação sobre virgindade pode levar alguém a acreditar que o assunto é um tabu. Entretanto, eu fui bastante feliz ao descobrir um pequeno artigo sobre o assunto que referenciava o volume do feminismo, Our Bodies, Ourselves (Nossos Corpos, Nós mesmos – tradução livre).
A edição mais recente do livro tem uma atitude mais  positiva que a edição anterior, onde reconhece a virgindade como uma legítima escolha e não somente um subproduto da cultura patriarcal. Apesar disso, em menos de uma página, presume-se a cobrir o conjunto da emoção e experiência envolvida na virgindade, a qual parece consistir simplesmente na noção de que a mulher deveria esperar até ela estar realmente pronta para expressar sua sexualidade. E isso seria tudo a se dizer sobre o assunto. Aparentemente, a expressão sexual toma lugar somente dentro e depois do ato da relação sexual. Qualquer coisa mais sutil – como o amor delicado pela cozinha, a tendência a chorar assistindo filmes, o instinto maternal irreprimível, ou até um beijo apaixonado de boa-noite – é julgado como uma demonstração inadequada de identidade sexual. A mensagem velada de Nossos Corpos, Nós Mesmos é clara o suficiente: enquanto uma mulher for virgem, ela permanece completamente assexuada.
Surpreendemente, esta atitude tem se infiltrado no pensamento de várias mulheres da minha idade.  Mulheres que deveriam ainda ser novas o bastante na rede de mentiras chamada de idade adulta para terem um pouco mais de noção. Uma das memórias mais vívidas da faculdade é uma conversa com uma grande amiga sobre minha (para ela) bizarra aberração da virgindade. Ela e outra garota estavam divagando sobre os terríveis detalhes de suas vidas sexuais. Finalmente, depois de algum tempo, minha amiga de repente exclamou para mim: “Como você consegue isso?”
Um pouco surpresa, eu disse, “Consegue o que?”
“Você sabe”, ela respondeu um pouco relutante, talvez em usar a grande e temerosa palavra-com-V. “Você ainda não… dormiu com ninguém. Como você consegue isso? Você não quer?”
Essa pergunta me intrigou, porque estava totalmente distante da resposta. Claro que eu quero – que pergunta estranha! – mas simplesmente querer não é lá um bom guia para a conduta moral. Garanti à minha amiga em questão que minha libido estava funcionando normalmente, mas então eu tinha que apresentar uma boa razão por que eu estava prestando atenção às minhas inibições todos estes anos. Propus as razões comuns – saúde emocional e física, princípios religiosos, “me guardar” até o casamento – mas nada a convencia até que eu disse “Acho que não sei o quê estou perdendo”. Ela ficou satisfeita com aquilo e terminou a conversa.
Por um lado, claro, eu não sei o que estou perdendo. E é muito comum entre aqueles que sabem o que estão perdendo percorrer grandes distâncias para garantir que não perderão por muito tempo. Por outro lado, entretanto, eu poderia listar um monte de coisas que eu sei que estou perdendo: dor, traição, ansiedade, auto-engano, medo, desconfiança, raiva, confusão e o horror de ter sido usada. E estes são apenas aspectos emocionais; há ainda doenças, gravidez indesejada e aborto. Como se para provar meu caso do outro lado, minha amiga passou por uma traição traumática dentro de um mês ou dois depois da nossa conversa. Acontece que o homem envolvido tinha prazer em dormir com ela, mas se recusou a ter um “relacionamento real” – uma triste realidade que ela descobriu somente depois de algum tempo.
Poder da escolha


De acordo com a sabedoria feminista, sexualidade é para ser entendia através dos conceitos de poder e escolha. Não é uma questão de algo tão banal biológico quanto a produção de crianças, ou até mesmo a noção mais elevada de criação de intimidade e confiança. Às vezes até parece que o sexo nem deveria ser divertido. O objetivo da sexualidade feminina é afirmar o poder sobre os homens infelizes, para controle, vingança, prazer próprio ou forçar um compromisso. Uma mulher que se recusa a expressar-se na atividade sexual, assim, cai vítima de uma sociedade dominada pelos homens, que pretende impedir as mulheres de se tornarem poderosas. Por outro lado, diz-se, uma mulher que se torna sexualmente ativa descobre seu poder sobre os homens e o exercita, supostamente para sua valorização pessoal.
Esta é uma mentira absurda. Este tipo de guerra dos sexos da sexualidade resulta somente em uma vitória pírrica – vitória obtida a alto preço com prejuízos irreparáveis. Os homens não são aqueles que ficam grávidos. E quem já ouviu falar sobre um homem comprar uma revista para aprender os segredos para fisgar uma esposa? Sacrifício e renuncia do poder são naturais para as mulheres – pergunte a qualquer mãe – e elas também são o segredo do apelo feminino. A pretensão que agressão e verdade absoluta são as únicas opções para o sucesso do sexo feminino tem aberto portas aos homens predadores. O desequilíbrio do poder se torna maior que nunca em uma cultura de fácil acesso.
Contra este sistema de exploração mútua está a alternativa mais atraente da virgindade. Ela foge do ciclo cruel de ganhar e perder, porque se recusa a jogar o jogo. A promiscuidade de ambos os sexos vai tentar ferir, um ao outro, disfarçando infidelidade e egoísmo como liberdade e independência, e culpando o resultado sempre no outro. Mas ninguém pode reivindicar o controle sobre o virgem. Virgindade não é uma questão de afirmar o poder para manipular. É uma recusa em explorar ou ser explorado. Isso é o real e responsável poder.
Mas há mais do que mera fuga. Há um apelo inegável em virgindade, algo que escapa ao rótulo de desprezo feministas ressentidas de “puritana”. A mulher virgem é um objeto de desejo inatingível, e é precisamente sua inatingibilidade que aumenta o desejo. O feminismo tem dito uma mentira em defesa de sua própria promiscuidade, que não há poder sexual na virgindade. Pelo contrário, a sexualidade virgem tem um poder extraordinário e incomum. Não há como duvidar dos motivos de uma virgem: sua força vem de uma fonte além de seus caprichos transitórios. A sexualidade é dedicada à esperança, ao futuro, ao amor conjugal, às crianças e a Deus. Sua virgindade é, ao mesmo tempo, uma declaração de sua madura independência dos homens. Permite que uma mulher se torne uma pessoa completa em seu próprio direito, sem a necessidade de um homem para se revoltar contra ou a completar o que falta. É muito simples, na verdade: não importa o quão maravilhoso, charmoso, bonito, inteligente, atencioso, rico ou persuasivo ele é, ele simplesmente não pode tê-la. Uma virgem é perfeitamente inalcançável.
Claro, houve algumas mulheres que tentaram reivindicar essa independência dos homens, voltando-se para si mesmas, optando pela sexualidade lésbica em seu lugar. Mas este é apenas mais uma, e talvez mais profunda, rejeição de sua feminilidade. Os sexos se definem em sua alteridade. Lesbianismo esmaga a concepção de alteridade afogar a feminilidade num mar de mesmice, e no processo perde qualquer noção do que faz o feminino, feminino. Virgindade defende de forma simples e honesta o que é valioso e exclusivo para mulheres.
O corolário do poder é a escolha. Novamente, a feminista pressupõe que mulheres poderosas sexualmente serão capazes de escolher seus próprios destinos. E mais uma vez, isso é uma mentira. Ninguém pode se envolver em relações sexuais extraconjugais e controlá-las. Em nenhum lugar isso é mais aparente do que no pesadelo do colapso moral de nossa sociedade desde a revolução sexual. Algum tempo atrás eu vi na TV a introdução do inovador “preservativo feminino.” Uma porta-voz numa conferência de imprensa, comemorando o lançamento, declarou alegremente a nova liberdade que deu às mulheres. “Agora as mulheres têm mais poder de barganha”, disse ela. ”Se um homem diz que ele se recusa a usar preservativo, a mulher pode responder, tudo bem, eu uso!” Fiquei embasbacada por seu entusiasmo com a dinâmica da nova situação. Por que será que duas pessoas com tanta animosidade entre si consideram manter relações sexuais? Que bela opção de liberdade foi dada a eles!
A terrível realidade, claro, é que não há nada de livre escolha quando as mulheres têm de convencer os homens a amá-las e precisam convencer-se que são mais do que apenas “bens usáveis”. Há tantas jovens que tenho encontrado, para quem a atividade sexual de livre escolha significa um breve momento de prazer – se tanto – seguido pelos efeitos colaterais não escolhidos de incerteza paralisante, raiva pelo envolvido e, finalmente, um profundo ódio a si mesmas que é impenetráveis pela análise feminista. A chamado liberdade sexual é, na verdade, apenas proclamar-se estar disponível gratuitamente e, assim, sem valor. ”Escolher” essa liberdade é equivalente a dizer que não se vale nada.
Reconhecidamente, há algumas pessoas que dizem que sexo não é nada tão sério ou importante, mas somente mais uma atividade recreativa não tão diferente do ping-pong. Eu não acredito nisso por nem um segundo. Aprendi, de uma forma muito significativa, com outra mulher a força destrutiva do sexo fora do controle quando eu mesma estava sobre uma considerável pressão em atender as demandas sexuais de um homem. Eu discuti a perspectiva com esta amiga, e depois de algum tempo ela finalmente me disse, “Não faça isso. Até agora na sua vida, você fez as escolhas certas e eu fiz todas as escolhas erradas. Eu me importo o suficiente com você para não querer ver você acabar como eu.” Naturalmente, aquilo fez a minha cabeça. Sexo importa, importa muito; e eu posso somente esperar que aqueles que negam isso acordem para tal erro antes que se machuquem cada vez mais.
As mentiras que o feminismo tem pregado são assustadoras e destrutivas às mulheres. Tem criado a ilusão de que não há espaço para a autodescoberta fora do comportamento sexual. Não apenas isso é uma mentira grotesca, mas também é bem chata. Fora a dispensa implícita de toda riqueza fora do domínio do sexo, esse falso conceito tem imposto duros limites ao alcance dos relacionamentos humanos. É dito para nós que amizades entre homem e mulher são apenas uma enrolação até que eles finalmente se envolvam. Enquanto o romance é natural e uma expressão de amor recomendável entre um homem e uma mulher, não é simplesmente a única opção. E na nesse clima sexualmente competitivo, mesmo o amor romântico mal merece esse título. Virgindade entre aqueles que buscam o amor marital ajudaria muito a melhorar o desempenho e solidificar o mesmo, criando uma atmosfera de honestidade e descoberta antes da igualmente necessária e desejada consumação. Onde o feminismo vê a liberdade dos homens em colocar partes de seus corpos à disposição, neste jogo bizarro de auto-engano, a virgindade reconhece igualmente o vulnerável, embora frequentemente negligenciado, estado dos corações dos homens, e busca um caminho para os amarem verdadeiramente.
É estranho e incomodo para mim que o feminismo nunca tenha reconhecido o poderoso valor da virgindade. Eu tendo a pensar que muito da agenda feminista é mais investida em uma cultura de autonomia e darwinismo sexual do que em elevar genuinamente as mulheres. Claro, virgindade é uma batalha contra a tentação sexual, e a cultura popular sempre opta pelo caminho mais fácil ao invés das dificuldades que moldam o caráter. O resultado são mulheres superficiais moldadas por escolhas sem sentido, dignas de serem tratadas como estereótipos, ao invés de mulheres caráter louvável, dignas de serem tratadas com respeito.
Preparar para amar


Talvez a virgindade pareça um pouco fria e até arrogante e insensível. Porém, a virgindade quase nunca tem a exclusividade de assumir estes defeitos, se é que assume algum deles. Promiscuidade oferece um destino muito pior. Eu tenho uma grande amiga que, infelizmente, tem mais conhecimento do mundo que eu. Pelos padrões da libertinagem feminina, ela deveria se orgulhar de suas conquistas e estar pronta para mais, mas ela não está. O momento mais revelador sobre o que se passa em seu coração veio a mim uma vez enquanto estávamos ao telefone, especulando sobre o nosso futuro. Geralmente essas especulações são cheias de viagens exóticas, aventuras e pós-graduações. Naquela hora, entretanto, elas não eram. Ela confessou para mim que o que ela realmente queria era viver numa fazenda no interior de Connecticut, criando várias crianças e bordando toalhas de chá. É um adorável sonho, nada ambicioso, e doméstico. Mas os seus curtos e fracassados relacionamentos sexuais não a levaram de qualquer forma mais perto de seu sonho e deixaram pouca esperança de que ela sequer conseguirá alcançá-lo. Devo ser honesta aqui: a virgindade também não me levou a uma fazenda no interior de Connecticut. A inocência sexual não é garantia contra dor-de-cotovelo. Mas há uma diferença crucial: não perdi uma parte de mim para alguém que posteriormente tratou com desprezo, rejeitou e talvez nunca se importou com isso.
Eu espero sinceramente que a virgindade não seja um projeto de vida para mim. Muito pelo contrário, meu compromisso subversivo com a virgindade serve como preparação para outro compromisso, de amar um homem completamente e exclusivamente.  Reconhecidamente, há uma pequena frustração em meu amor: eu ainda não conheci O homem (pelo menos, não que eu saiba). Mas a esperança, aquela que não desaponta, me sustém.
Por Sarah Hinlicky
Via Ipródigo




Via: www.guiame.com.br

quinta-feira, 15 de março de 2012

MISSÕES PARA MULHERES


No Dia Internacional da Mulher conheça os projetos da JMM pelo mundo

     A Junta de Missões Mundiais comemora o Dia Internacional da Mulher durante todos os dias do ano através de ações que levam amor e dignidade a estas que são as principais vítimas no histórico desrespeito pelos direitos humanos em todo o mundo.
     A JMM trabalha para apresentar a Paz de Cristo e auxilia a resgatar sonhos destruídos pela violência doméstica, miséria, prostituição, turismo sexual e tantas outras agressões.
     São vários projetos desenvolvidos nos 65 países onde a JMM está presente e que atendem, direta ou indiretamente, às mulheres. Veja alguns exemplos:

ELA – Especiais, Lindas e Amadas
     Usando como ferramenta de evangelismo a oferta de serviços gratuitos de estética e beleza, este projeto contribui para melhorar a autoestima de jovens muçulmanas do Sudeste da Ásia. Através do ELA, essas moças aprendem a cuidar da saúde, da higiene pessoal, da aparência física e também a compreender o cuidado e o amor de Deus.

Projeto Oásis no Deserto
     Este projeto é desenvolvido no Mali, país africano de maioria islâmica e com forte pressão da sociedade sobre as mulheres. Por meio do discipulado e do ensino da Palavra de Deus, Missões Mundiais contribui para que as malinesas façam frente à pressão do mundo e sejam agentes de transformação na sociedade local a partir de suas igrejas.

Projeto Rahma
    Misericórdia. Este é o significado da palavra Rahma. Direcionado às mulheres de uma país no Norte da África, este projeto tem como ferramenta de evangelização o ensino de técnicas de artesanato. Essas mulheres, impedidas pela sociedade local de ir à escola e andar sozinhas pelas ruas, aprendem não somente a ter uma fonte de renda através da criação de bijuterias e peças de artesanato, como também a conhecer o plano de salvação.

Projeto Norte do Iraque
      Nesta região do Oriente Médio são grandes os índices de mortes por doenças femininas como o câncer de mama, pois os homens proíbem suas mulheres de se consultarem com médicos. Para ajudar a salvar estas vidas, dentro do Projeto Norte do Iraque há previsão de construção de ambulatórios femininos, cujo atendimento será feito por médicas voluntárias. Além de atender esse público, as médicas terão a oportunidade de falar e testemunhar do amor do Pai.

Projeto Jeevan Sach
    Este projeto está em fase de implantação no Sul da Ásia, em uma região onde as mulheres, desde pequenas, são exploradas sexualmente. Quando adquirem o HIV, elas são dispensadas e vão morar nas ruas, onde permanecem até a morte. A ideia do Jeevan Sach é abrigar meninas de 5 a 12 anos, recolhidas de áreas de prostituição por autoridades locais. As meninas que chegarem à casa, administrada por um casal missionário da JMM, aprenderão a viver a realidade de uma família, tendo acesso à educação, escola, hospital, lazer e ao Evangelho de Cristo, a Paz que liberta.
    Neste mês de março, faça você também a sua homenagem pelo Dia Internacional da Mulher. Interceda e contribua com o trabalho da JMM junto a meninas e mulheres de várias nações. Adote um desses projetos.

Data: 8/3/2012 08:15:00
Fonte: JMM

quarta-feira, 14 de março de 2012

AS MULHERES DA BIBLIA


No dia da Mulher se inspire em personagens que fizeram história

  Na Bíblia encontramos uma boa coleção de mulheres famosas pela sua maneira de agir, umas para o bem, outras para o mal.
1 - EVA – Cometeu a bobagem de dar ouvidos à serpente, quando esta veio com aquele papo de que Deus estava querendo passar o casal para trás e que se comessem do fruto da Árvore do Conhecimento do Bem e do Mal ficariam sábios como o próprio Deus. Eva acreditou na mentira, deu o fruto a Adão, o qual, como todo marido que se preza, aceitou e comeu. Cometeram, assim, o maior genocídio espiritual de todos os tempos. Depois deles só mesmo a Igreja de Roma para matar tanta gente e, também, Adolfo Hitler. Todas as religiões que pregam o homem como um ser superior, que pode se realizar espiritualmente pelo próprio esforço provém daquela maldita serpente que enganou EVA. O homem é um ser corrupto, pecador e destituído de toda glória. Somente através da fé e da aceitação do Salvador JESUS CRISTO ele pode ser salvo e progredir espiritualmente. O amaldiçoado sincretismo chamado “Nova Era” nega totalmente as verdades bíblicas. O papa deste movimento afirma que para ser aceito dentro do sistema o homem precisa receber um sinal na mão direita ou na testa e quem se negar a tal coisa deverá “ser enviado para outra dimensão”. Isso é mais que “nacional socialismo” (nazismo), é simplesmente “internacional socialismo”, preparando o trono para o famigerado Anticristo. (Gênesis 3)
2 – SARA - esposa de Abraão, o pai da raça hebraica. Foi mãe aos 90 anos e era tão bela que os reis das terras onde Abraão entrava queriam todos que ela se tornasse sua concubina. Como era meio-irmã de Abraão, ele aproveitava para pregar a “meia verdade” que ela era sua irmã, a fim de escapar da cupidez dos monarcas daquele tempo. Sara deu a Abraão licença para ele gerar na escrava egípcia AGAR um filho, que se chamou ISMAEL. Depois nasceu ISAQUE, o herdeiro legítimo de Abraão, que seria o pai de Jacó, do qual nasceriam as doze tribos de Israel, formando depois a maior nação daquele tempo em matéria de prestígio e riqueza, sob o reinado de Salomão. “Isaque” significa riso, porque Sara deu uma boa risada, quando o Anjo de Deus, que conversava com Abraão, anunciou que ela seria mãe de um lindo garoto, dentro de um ano. Esse anjo, que seria o próprio Senhor Jesus, viera em companhia de dois outros, que seguiram para Sodoma e Gomorra, para destruí-las, naquela mesma noite, por causa do homossexualismo que as dominava. O irmão mais velho de Isaque, filho da escrava, seria o pai da raça árabe, hoje constituída quase totalmente de muçulmanos, os maiores inimigos dos cristãos… (Gênesis 19,21)
3 – REBECA – Prima e esposa de Isaque. Deu à luz os gêmeos Esaú e Jacó. Esaú era o primogênito, mas como Deus havia separado Jacó desde o ventre materno para ser o patriarca, Esaú vendeu-lhe o direito de primogenitura por um prato de lentilhas e nunca mais conseguiu recuperá-lo. Por menos que um prato de lentilhas (ou seja, um prato de feijão preto) muita gente que não conhece o Senhor Jesus Cristo como Senhor e Salvador está se vendendo por aí… (Gênesis 24:43-67)
4 – MADAME POTIFAR – É a primeira mau-caráter desta seleção de mulheres. Casada com um alto funcionário da corte egípcia, apaixonou-se pelo mordomo de seu marido, o famoso e santo José do Egito. Quando ele a desprezou, por ser puro de coração e fiel ao seu amo, Madame ficou indignada, agarrou-lhe o manto e começou a gritar que José havia tentado estuprá-la, etc. O rapaz foi para a prisão e lá ficou uns 12 anos, ajudando todos os que sofriam ali dentro. Graças à interpretação do sonho do copeiro do Faraó, José conseguiu sair da prisão para interpretar os sonhos do Faraó. Como recompensa recebeu o maior cargo do Egito, tornando-se a segunda pessoa daquele país. Como vocês vêem, ao contrário da mídia atual, mulher safada e adúltera não dá IBOPE na Bíblia, por isso a gente tem de falar mais de José, sua vítima, do que dela mesma. (Gênesis 39-41)
5 – MIRIà– Irmã de Moisés e Aarão, era a líder feminina durante a travessia do deserto. Moisés conduzia o povo e Miriã resolveu fundar o “Movimento Feminista”, querendo competir com o irmão, por ser mais velha do que ele e ter ajudado a salvá-lo das águas do Rio Nilo, quando ainda era um bebê. Por causa da sua atitude de rebeldia contra o líder dos Israelitas, Miriã foi atacada de lepra, que naquele tempo tinha o mesmo estigma da AIDS, hoje em dia. Moisés intercedeu pela irmã, Deus curou Miriã e ela ficou viva até quase o final da travessia. (Números 12)
6 – RAABE – a meretriz. Por ter colaborado com os espiões israelitas em Jericó, foi salva, com toda a família, na destruição da cidade e de todos os seus habitantes. Mais tarde casou-se com Salmon, que seria o pai de Boaz, marido de Ruth, avô de Jessé e bisavô de Davi, o grande rei de Israel. Portanto Raabe foi uma ascendente do Senhor Jesus Cristo. Ela é citada no Novo Testamento (Tiago 2:25 e Hebreus 11:31), como tendo sido justificada diante de Deus pela sua fé.
7 – ANA – Mulher de Elcana e mãe do profeta Samuel. Era estéril e sofria muito porque ser estéril no contexto social do seu tempo era uma desgraça. Ana sofria da outra mulher de Elcana, a Penina (que apesar do nome não tinha pena de ninguém), a qual tinha filhos. UM dia, quando o Elcana levou Ana até Silo, lugar de reunião e adoração dos judeus, ela orou muito pedindo que Deus lhe desse um filho que ela iria consagrá-lo ao seu serviço. Deus ouviu a oração e deu-lhe Samuel, que foi criado junto ao sacerdote Eli, cujos filhos eram muito perversos. Samuel era puro e amoroso e um dia Deus o chamou para lhe dar a primeira profecia, referindo-se ao trágico fim de Eli e seus filhos. A profecia se cumpriu e Samuel tornou-se o sacerdote e profeta oficial dos Israelitas. Foi ele quem sagrou o primeiro Rei de Israel, Saul. Depois sagrou Davi, que escreveu muitos salmos e conquistou todas as terras prometidas por Deus a Abraão. Ana teve outros filhos e viveu feliz e realizada ao lado do marido e dos filhos (1 Samuel 1-2)
8 – A RAINHA DE SABÁ – Provavelmente era negra e veio do seu país para visitar o Rei Salomão, trazendo-lhe muitos presentes em ouro e preciosidades. Ficou maravilhada com o Templo e o Rei de Israel e provavelmente teve um caso de amor com ele, que era um terrível garanhão, pois tinha 700 esposas e 300 concubinas. Lembro-me que certa vez, ao comentar este assunto com meu marido alemão, inteligente, culto e, sobretudo, muito fleumático, ele respondeu: “Sim, ele suportou as 1.000 mulheres porque nenhuma delas era cearense”. Estava se referindo ao meu temperamento colérico-sanguíneo. Salomão foi o único Rei que teve a sorte de reinar sobre todo o Israel, exatamente nas terras que Deus havia prometido ao seu antepassado Abraão. O famoso ditador africano Haile Salassié, que viveu na primeira metade do Século 20, dizia ser descendente direto da Rainha de Sabá com Salomão.
9 – A SUNAMITA – Residia em Sunen, e pediu ao marido que construísse um quarto a mais na casa para hospedar o “homem de Deus”, como chamavam o profeta Eliseu. Ganhou miraculosamente um filho, pois também era estéril, como Ana, mãe de Samuel. Certo dia, quando o menino estava com o pai no roçado, teve um ataque de insolação e morreu. Ela ficou desesperada, mandou chamar o profeta, ele se estendeu sobre o menino e o ressuscitou, devolvendo-o são e salvo à amorosa mãe.
10 – ESTER – A Rainha que salvou o povo hebreu da destruição. É minha personagem favorita no Velho Testamento, pois era ousada e corajosa, além de extremamente bela e inteligente. Criada pelo parente Mardoqueu (que era melhor do que eu), Ester casou-se com o Rei Assuero, substituindo a Rainha Vasti, que havia sido repudiada como esposa rebelde. Um dia o Primeiro Ministro do Rei, um mau caráter chamado Hamã, bolou uma trama para liquidar Mardoqueu e o povo hebreu. Mardoqueu pediu a ajuda de Ester, que apresentou-se ao Rei, sem ser convidada, coisa que naquele tempo poderia significar a morte. Ela fez uma programação tão bem bolada contra o tal Ministro Hamã, que a forca edificada para Mardoqueu acabou sendo usada para enforcar Hamã e assim ele caiu em sua própria cova, como Davi escreve no Salmo 7:15, referindo-se ao ímpio. Eu só aguardo o dia em que a Igreja de Roma, a qual tem cavado milhões de covas para os que ela detesta (judeus, ortodoxos e protestantes), cairá dentro de uma profunda cova… provavelmente cavada pelo próprio Anticristo (Apocalipse 17-18). Essa instituição pseudo-cristã, que aderiu descaradamente à NOVA ERA, com a desculpa do Ecumenismo, na certa levará o Anticristo ao poder, com a ajuda dos pastores emergentes americanos, fundadores do Reconstrucionismo!
11 – RUTH – Nora de Abimeleque, homem pobre que havia emigrado de sua terra para Moabe, onde seus dois filhos se casaram com mulheres moabitas. Anos depois morreram os homens da família e ficaram viúvas as três mulheres: Noemi, Ruth e Orfa. Noemi despachou as noras para as respectivas famílias e resolveu regressar à sua pátria. Ruth, porém, teimou em acompanhá-la e, lá chegando, para não morrer de fome junto com a sogra, foi trabalhar na roça do rico parente Boaz, catando grãos. Como era honesta, trabalhadora e agradecida, Boaz distinguiu-a no meio das outras mulheres, resgatou a dívida de sua sogra e casou com ela, daí nascendo Obede, que seria o pai de Jessé e avô de Davi. Ruth é mais uma ascendente do Senhor Jesus Cristo na encarnação. Jesus foi descendente de uma prostituta (Raabe), de uma “viúva fácil” (Ruth) e de uma adúltera (Betsabá), etc., o que mostra claramente que Deus não faz acepção de pessoas.
12 – ANA – A Bíblia fala de uma mulher que estava viúva há cerca de 60 anos, pois vivera apenas sete com o marido e já contava 84 anos. Ela se dedicara inteiramente ao serviço da casa de Deus, o Templo de Jerusalém, e um dia, quando teve a felicidade de contemplar a face de Jesus Menino, começou logo a profetizar a todos que aquele era o Messias esperado. ANA viveu sozinha durante muitas décadas, quando ser viúva era uma coisa terrível, pois não havia pensão e se dependia apenas da caridade da família. Seu coração foi mais forte que o de muitas mulheres. Por isso teve a maior de todas as compensações que foi contemplar o rosto daquele que um dia seria massacrado por amor dela e de todos nós (Lucas 2:36-38).
13 - A VIUVA POBRE – A maioria das viúvas naquele tempo era realmente pobre, porque não tinha o direito de trabalhar e, portanto, dependia somente da caridade dos parentes, quando lhe morria o marido. Aquela viúva possuía apenas alguns trocados, levou-os à “caixa coletora do templo” e ali depositou as parcas moedinhas com que poderia comprar um pouco de pão. Ela sabia que “Vale mais o pouco que tem o justo, do que as riquezas de muitos ímpios” e também aceitou o conselho de Davi, quando dizia: “Entrega o teu caminho ao SENHOR; confia nele, e ele o fará”. (Salmos 37:16, 5). Ao colocar ali as únicas moedinhas que lhe restavam, naquela oferta anual (não era o dízimo), ela foi contemplada com um grande elogio do próprio Deus encarnado, Jesus Cristo, que falou: “Em verdade vos digo que esta pobre viúva deitou mais do que todos os que deitaram na arca do tesouro. Porque todos ali deitaram do que lhes sobejava, mas esta, da sua pobreza, deitou tudo o que tinha, todo o seu sustento” (Marcos 12:43-44).
14 – MARIA DE BETÂNIA – Era uma apaixonada pela Palavra de Deus. Quando Jesus estava hospedado em sua casa, enquanto sua irmã Marta cuidava do jantar, ela se colocou aos pés de Jesus para ouvi-lo. A irmã reclamou, mas Jesus defendeu Maria com estas palavras: “Marta, Marta, andas inquieta e te preocupas com muitas coisas. Entretanto, pouco é necessário e mesmo uma só coisa; Maria, pois escolheu a melhor parte e esta não lhe será tirada” (Lucas 38-42). Mais tarde, quando seu irmão Lázaro faleceu, Jesus apareceu 4 dias depois, e ao vê-lo Maria lançou-se-lhe aos pés, dizendo: “Senhor, se estiveras aqui, meu irmão não teria morrido”. Jesus vendo-a chorar junto aos amigos de Lázaro, ficou tão comovido que também chorou. Mandou, então, que retirassem a pedra do túmulo, onde Lázaro jazia morto há já 4 dias, e mandou que ele saísse para a vida. Por ter amado tanto a Jesus, Maria pôde ver esse estupendo milagre acontecer dentro de sua própria família. Mais tarde, quando se comemorava a ressurreição de Lázaro com um banquete, Maria novamente provou o seu grande amor por Jesus, derramando aos seus pés uma libra de bálsamo de nardo puro, que naquela época equivalia a um ano de trabalho de um operário judeu. Hoje seria o preço de um Volkswagen novo, pois todas as essências orientais, como a de rosa, jasmim e outras custam cerca de 10 a 12 mil dólares o Kg. Mais uma vez Maria foi censurada pelo seu “desperdício”, mas Jesus novamente a defendeu, dizendo: “Deixai-a; para o dia da minha sepultura guardou isto; porque os pobres sempre os tendes convosco, mas a mim nem sempre me tendes. (João 12:7-8).
15 – A SAMARITANA – É uma das mais ricas personagens femininas da Bíblia, porque foi a primeira mulher a quem Jesus se revelou como o Messias de Israel. Era uma mulher perdida, que já havia tido cinco maridos (como as estrelas da TV hoje em dia), sempre procurando o marido perfeito que jamais existiu. Agora tinha um ou alguns amantes e Jesus sabendo disso, em vez de censurá-la, resolveu se tornar seu amigo, coisa raríssima naquela época. Primeiro um homem nunca devia se dirigir a uma mulher em lugar público. Segundo, um judeu nunca devia se dirigir a um samaritano. Terceiro, um Rabi, homem considerado santo, jamais poderia se dirigir a uma pecadora pública. Jesus passou por cima destes e mais outros preconceitos, dirigiu-se à mulher pedindo água e iniciou com ela um diálogo que terminou na conversão não apenas dela, mas de muitos Samaritanos (João 4).
16 – DORCAS – a costureira caridosa. Possuía dois nomes: Dorcas e Tabita. Tabita é o nome de uma amiga adorável que eu tenho, aliás a mulher mais culta, mais santa, mais importante da minha lista de amizades. É a Reitora do Seminário Teológico Betel, onde estudei Teologia, na década de 80. Dorcas morreu e as viúvas da cidadezinha rodeavam-na chorando porque ela sempre lhes costurava os vestidos de graça. As viúvas pobres em geral são mal vestidas porque uma costureira sempre custa caro. Quem quer economizar hoje em dia, entra numa loja de roupas e compra tudo pronto, que sai mais em conta do que mandando fazer pela costureira. Mas naquele tempo não havia lojas de roupa e quem quisesse se vestir teria de mandar costurar pelas amigas. E quando uma viúva pobre chegava a Dorcas, ela jamais cobrava o preço da costura. Dava de presente. Dorcas tinha a compulsão de dar, sempre dar, sem nada receber. Para pessoas assim Jesus disse: “Mais bem-aventurada coisa é dar do que receber”. (Atos 20:35) e Dorcas foi uma bem-aventurada, que o apóstolo Pedro, chamado às pressas da vizinha cidade de Lida, veio e ressuscitou para a alegria de suas amigas (Atos 9:36-41).
17 – MARIA, Mãe de Jesus
As fontes mais seguras para o estudo de Maria se encontram no Novo Testamento e nas escavações arqueológicas realizadas neste século. Temos ainda os chamados escritos apócrifos, os quais merecem pouca ou nenhuma confiança, uma vez que se baseiam na tradição oral, geralmente falaciosa. Tais escritos vieram de homens criadores ou associados a alguma corrente herética, como os pelagianos e os ebionitas, que muitas vezes se escondiam sob os nomes dos apóstolos de Cristo, e começaram a aparecer cinco séculos após a morte dos apóstolos.
O que sabemos com certeza a respeito de Maria é que era uma virgem nascida em Nazaré da Galiléia, provavelmente descendente de uma família sacerdotal e desposada com um justo homem chamado José, da linha de Davi. (Lucas 1:27). O casamento judaico era efetuado em duas etapas, a primeira chamada erusim ou kiduschin, quando os noivos se comprometiam perante algumas testemunhas, porém não iam viver juntos. Se houvesse relação sexual comprovada nesse período os noivos eram censurados. Caso a moça tivesse uma relação sexual com outro homem seria acusada de adultério e conseqüentemente apedrejada, conforme a lei judaica. Após cerca de um ano de compromisso os noivos se casavam numa cerimônia conhecida como nisuim ou kuplah e iam residir juntos, a fim de constituir família. Às vezes a mulher podia ser repudiada por ser estéril ou mesmo muito feia.
Quando lemos Lucas 1:26-38 ficamos sabendo que Maria engravidou e em Mateus 1:18-19, que José tencionava abandoná-la secretamente, a fim de que não fosse apedrejada. Foi quando ele teve um aviso em sonho de que Maria era inocente e havia concebido um filho pelo Espírito Santo. Então José continuou a viver com ela (Mateus 1:18-20). Após a anunciação do anjo Gabriel, conforme lemos em Lucas 1:28-38, Maria ficara radiante porque nela se cumpria a gloriosa promessa feita a Israel da vinda do Messias. Foi então visitar sua prima Isabel, que morava numa cidade montanhosa da Judéia, casada com o sacerdote Zacarias. O encontro foi jubiloso, pois o filho que Isabel trazia no ventre (João Batista) saltou de alegria ao escutar a voz da mãe do Salvador. Maria ouviu uma bela mensagem de boas vindas da parte de Isabel. Ficou inspirada e compôs o lindo poema conhecido como Magnificat, louvando e glorificando o Deus de Israel, por ter sido escolhida, pela salvação do seu povo e tudo o mais, declarando também ser uma pecadora necessitada de salvação pessoal (Lucas 1:46-55). Permaneceu três meses com Isabel, em seguida voltou à companhia de José.
A partir daí nada sabemos do casal José/Maria, nos próximos seis meses, até que ficamos conhecendo os detalhes do nascimento de Jesus, conforme Lucas 2:1-20. Oito dias após o nascimento o menino foi circuncidado em obediência à Lei de Moisés, recebendo o nome de Jesus. O dia ideal para a circuncisão infantil era o 8o. após o nascimento, quando a quantidade de protrombina no sangue chegava ao grau máximo e não havia perigo de hemorragia. Após os dias da purificação, Jesus foi levado ao Templo de Jerusalém para ser apresentado como primogênito ao Deus de Israel. Um casal de pombos foi ofertado (conforme Levítico 12:6-8 e Lucas 2:22-23), e o menino se tornou membro da tribo de Judá. Aí apareceram Simeão e Ana, duas pessoas idosas, que testemunharam da missão messiânica de Jesus. Em seguida o casal se retirou para Nazaré da Galiléia (Lucas 2:1-39), onde Jesus teria uma infância saudável, crescendo em estatura e graça diante de Deus e dos homens. O Evangelho de Mateus (2:1-18) trata da adoração dos Magos e também nos conta sobre a matança dos infantes de dois anos para baixo, que fora ordenada pelo monstruoso Herodes, o Grande. Foi uma tenebrosa manobra de Satanás para liquidar Aquele que iria redimir a humanidade dos seus pecados. Nesse tempo José, que havia sido previamente advertido por sonho, havia fugido com Maria e o menino para o Egito, de lá regressando somente após o hediondo massacre (Mateus 2:19-22). A partir daí a vida da família se torna agradável e tranqüila e só vamos ficar sabendo algo a respeito, quando Jesus, aos 12 anos de idade, é focalizado no Templo, dando sábias lições aos doutores. Ao ser encontrado pelos pais, depois de três dias de ausência, sua mãe o repreende e Jesus lhe responde de maneira enigmática: “Por que é que me procuráveis? Não sabeis que me convém tratar dos negócios de meu Pai? “ (Lucas 2:41-49).
Maria era uma mulher judia comum, de vida santa e irrepreensível, mas imperfeita como todas as mães, incapaz de reconhecer a alta responsabilidade do filho diante do seu ministério divino.
Nas Bodas de Caná encontramos Maria tentando usar os poderes do seu filho, quando afirmou que o vinho acabara, esperando que Ele resolvesse o problema. Jesus lhe respondeu com certa rispidez, porém atendeu o seu pedido e transformou imediatamente cerca de 450 litros d’água em precioso vinho. Desse episódio guardamos o único mandamento de Maria aos Cristãos: “Façam tudo o que Ele (Jesus) mandar” (João 2:5-BLH). Em seguida Jesus, seus discípulos, Maria e seus irmãos, retiraram-se para a Galiléia (João 2:1-11). Como toda mãe judia, Maria desejava interferir na vida do filho, porém Jesus, após o início do Seu ministério, sempre fez questão de deixar claro que não dependia mais dos conselhos dela. Isso podemos ver em passagens como Marcos 3:31-35 e Lucas 8:19-21. Em Lucas 11:27-28, lemos o seguinte: “Bem-aventurado o ventre que te trouxe e os peitos em que mamaste. Mas ele disse: Antes bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a guardam”.
Jesus jamais deu uma ênfase especial ao papel de sua mãe, provavelmente para evitar que um dia ela fosse adorada como deusa, através de estátuas fabricadas pelos homens, em aberrante contraste com a Palavra de Deus, que diz: “Eu sou o SENHOR; este é o meu nome; a minha glória, pois, a outrem não darei, nem o meu louvor às imagens de escultura”. (Isaías 42:8). Em sua opinião, o fato de Maria ser sua mãe na carne era realmente uma grande bênção para ela, porém muito maior era a bênção dada por Deus aos que lêem e praticam a Sua Palavra. Jesus conhecia muito bem as suas prioridades e não permitia de modo algum que Maria e seus seis filhos, meio irmãos de Jesus, pudessem interferir em Seu ministério divino. Mesmo porque nenhum deles havia percebido a grandeza do objetivo do Pai enviando o Filho ao mundo como Salvador da humanidade.
Quando na cruz Jesus suportava a agonia da morte, entregou Maria ao seu discípulo João, considerando que seus irmãos eram incrédulos (João 7:5) e não iriam cuidar espiritualmente dela, como o faria o seu discípulo amado. As palavras de Jesus em João 19:25-27 seriam usadas séculos mais tarde para criar uma mentira, apresentando Maria como a Mãe da humanidade. O teólogo católico conservador L. Ott afirma que as palavras de Jesus; “Mãe, eis ai o teu filho”… foram dirigidas apenas àquele a quem Jesus entregou sua mãe. (Fundamentals of Catholic Dogma, 1966).
As informações sobre Maria após a morte de Jesus são escassas. Provavelmente ela se encontrava entre os 500 discípulos a quem Jesus apareceu após a morte e antes de sua ascensão aos céus (1 Coríntios 15:6). Como estava sempre presente nas reuniões de oração da comunidade cristã (Atos 1:14), aguardando a promessa do derramamento do Espírito, é provável que Maria tenha sido uma das pessoas que foram fortalecidas com as línguas de fogo derramadas no Dia de Pentecostes (Atos 2:1-6). Entretanto, a partir de Atos 1:14 Maria deixa totalmente de ser mencionada no Novo Testamento, o que prova que ela não desempenhou um papel relevante na Igreja Primitiva.
Isso contaria os mitos católicos, de acordo com os quais Maria tem praticamente o mesmo poder espiritual do seu filho Jesus Cristo. De acordo com a teologia católica, Maria é Virgem Perpétua, Imaculada, Mediadora, Co-Redentora, Rainha dos Céus, Rainha da Igreja, Rainha dos Anjos, Mãe de Misericórdia, Rainha da Terra e dos Mares, e outras coisas mais…
Mary Schultze

Data: 8/3/2012 08:00:00
Fonte: Mundo Gospel

As Mulheres e a Administração

LIDERANÇA


A mulher sabe cooperar melhor que o homem e vem a cada dia mostrando seu potencial
Por: Nicéia Wünsch

 Com toda a evolução da humanidade e das relações humanas e comerciais, as mulheres tiveram que ir batalhar uma vaga no mercado de trabalho para poder ajudar no sustento da família. E a cada dia que passa é mais importante a presença delas dentro das empresas e na ajuda da receita familiar.
      Segundo Peter Druck, “houve duas mudanças revolucionárias na força de trabalho dos países desenvolvidos: a explosão da educação avançada e a investida das mulheres na carreira fora de casa. Ambas são fatos consumados. A passagem do centro da gravidade da população dos trabalhadores braçais para os trabalhadores do conhecimento e serviço é irrevogável, assim como o envelhecimento tanto da força de trabalho como da população”.
       Desde os primórdios sabe-se que a mulher era responsável pela educação dos filhos, a organização do lar, o plantio de verduras e legumes ao redor de suas casas e o homem responsável pela caça. Neste ínterim, as mulheres acabaram desenvolvendo a habilidade de pensar de forma mais ampla e ter flexibilidade para atender a todas as tarefas que dela eram exigidas.
       Com essa flexibilidade, sua criatividade, feeling, maturidade psicológica e sua aptidão em reinventarem-se todos os dias ela ganhou espaço neste mercado que já foi muito machista e dominado por poucos.
       Na nossa sociedade contemporânea vivemos a era da tecnologia de informação, que está mudando a forma de trabalho, bem como das atividades gerenciais, nos trazendo uma inteligência artificial com característica da humana: memória expandida, aprendizado, raciocínio lógico e solução de problemas complexos. Com isso se diminui a distancia entre o gerenciamento do homem, que é mais força física, lógica e controle, e da mulher, que é delicadeza, fragilidade, intuição, flexibilidade.
      A mulher sabe cooperar melhor que o homem e vem a cada dia mostrando seu potencial para definir as coisas, achando um meio termo entre o que consideram o certo e o errado e acima de tudo vem tirando de letra essas funções de liderança.
      Não quero aqui, de forma alguma, desprezar a força masculina, pois considero muito importante a aptidão que lhes é peculiar, que é o foco no negócio, tão essencial para os negócios como outras características citadas acima. O que pretendo é demonstrar que a mulher tem superado os limites que a sociedade lhes impôs durante séculos e tem conseguido melhorar a cada dia sua performance e capacidade gerencial.
       As características do gênero feminino alteram a cultura organizacional, os relacionamentos e a maneira de fazer o trabalho. Na sociedade a mulher tem um papel de mãe, protetora, na empresa, ela procura valorizar os membros como seres humano e indivíduos, com seus valores e necessidades individuais e não apenas como alguém que faz, carrega, empurra, transporta ou ocupa posição. Cultiva, no trabalho, o relacionamento.
      As mulheres buscaram seu espaço pela sua autenticidade, viveram sua realidade, buscaram a auto-realização e se tornaram pessoas leais e sensíveis diante das atividades rotineiras.
(Baseado no artigo Mercado Formal de Trabalho e a Mulher Executiva de Denize Grzybovski, Roberta Boscarin e Ana Maria Bellani Moggotti)

Data: 8/3/2012 09:42:09

fonte: Creio

segunda-feira, 12 de março de 2012

A MULHER RELEVANTE

VIDA EM FAMÍLIA - CASAIS


A mulher relevante não duvida de Deus mesmo que todas as possibilidades pareçam contrárias


Ao ler a narrativa acima, alguém poderá perguntar: “Jesus disse pra uma mulher Cananéia que não riria dar-lhe um milagre porque ela não era judia”. Teria Jesus sido preconceituoso. Ao analisarmos tudo o que aconteceu, vemos exatamente o contrário. O Senhor começou falando aquilo que os homens judeus queriam ouvir, para depois mostrar que aquela pessoa, mulher e Cananéia, tinha uma fé maior que a de muitos deles. O impacto foi grande. Mas o impacto foi grande porque ela foi uma mulher relevante. Uma mulher que fez a diferença. E por que?


Vejamos o que faz uma mulher relevante:


1. A mulher relevante não duvida de Deus mesmo que todas as possibilidades pareçam contrárias. Lembre-se que naquela época a mulher era um ser humano de segunda classe. Se não fosse judia, então, menos atenção lhe seria dada. Mas aquela mulher não duvida, mesmo que tudo estivesse contra ela.


2. A mulher relevante procura ajuda no lugar certo, com a pessoa certa: Jesus! Ela foi procurar em Jesus a direção que precisava. Não foi tomar como base para as suas ações o que o mundo diz. Hoje é possível que pessoas tomem como seus conselheiros as novelas, as revistas que tratam do sexo com tremenda banalidade, a família como uma entidade descartável. Busque as respostas em Jesus e você será relevante.


3. A mulher relevante é aquela que salva o seu lar. Aquela mulher Cananéia foi atrás da salvação, atrás da solução do seu problema. Talvez ela tivesse um marido que não a apoiou na sua decisão de buscar a cura de sua filha com Jesus, mas ela foi em frente. A estabilidade do lar pode estar nas mãos da mulher. Veja o que diz o versículo: A mulher sábia edifica a sua casa, mas com as próprias mãos a insensata derruba a sua. Provérbios 14.1


Quando a mulher não é relevante, ela pode se tornar um tropeço no seu lar. O mesmo autor do provérbio acima escreveu versículos que poderiam muito bem ser pintados em parachoques de caminhão. Veja como ficaria:


Mas a mulher sábia será um esteio para a sua família. Ela será louvada pelos seus atos de fé em seu lar.


4. A mulher relevante é aquela que recebe a recompensa por sua coragem e fé. A mulher do texto bíblico foi recompensada. A sua filha foi curada e ela elogiada pelo Senhor. Hoje você pode ter esta mesma experiência com Deus. Se você decidir ser alguém relevante, colocando-se a clamar pelo Senhor, crendo e obedecendo. Que Deus possa fazer em sua vida o milagre do qual você precisa. Aquela mulher tinha um problema diferente do seu, mas o mesmo Deus que cuidou dela, quer cuidar de você. Que deus o abençoe.! Amém!

PARA LER OUTRAS MENSAGENS DE VIDA EM FAMÍLIA ACESSE AQUI


Data: 8/3/2012 09:54:59
fonte: Creio

domingo, 11 de março de 2012

MULHERES DE CRISTO


Creio homenageia as mulheres. Ana Paula Valadão abre a série
Por: Redação
                                                                                                   Foto: Reprodução
                   
     No portal Creio, o Dia Internacional da Mulher não é comemorado só no dia 8 de março. Desde quinta-feira, 8, até o próximo domingo, destacamos algumas das mulheres que fizeram e fazem a diferença no cenário evangélico nacional dentro de cada área específica. Os principais feitos, a biografia, a vida pública e as curiosidades dão merecida lembrança a estas heroínas cristãs.
     A primeira homenageada desta nova séria é Ana Paula Valadão. A cada dia, uma nova personagem será homenageada. Confira:
Nome Completo: Ana Paula Valadão Bessa
Ano de nascimento: 1976
País: Brasil
Origem(ns): Belo Horizonte , Minas Gerais

     Ana Paula Valadão Bessa é uma das mais renomadas artistas da música gospel do Brasil, pastora,apresentadora, cantora e compositora. É a líder de louvor do ministério de louvor & adoração mineiro, Diante do Trono. Desde o início do grupo, grande parte das composições são suas.
  
    Dentre as suas composições no Diante do Trono estão "Preciso de Ti", "Águas Purificadoras", "Manacial" e "Tempo de Festa". Ana Paula também ficou conhecida por suas ministrações e cânticos durante as apresentações do Diante do Trono.

     Filha do pastor Márcio Roberto Vieira Valadão, pastor da Igreja Batista da Lagoinha e de Renata Valadão, Ana Paula é irmã mais velha de André Valadão e Mariana Machado Valadão. É esposa do também pastor Gustavo Bessa com quem tem dois filhos.

     Ana Paula começou participando de um grupo intitulado King's Kids (Crianças do Rei), da Missão Jocum - Jovens com uma Missão. Sua primeira participação em um álbum foi no "Expressão de Louvor", gravado para o King's Kids.

      Algum tempo depois, juntamente com sua mãe, participou do Coral El-Shammah, um dos corais mais conhecidos do Brasil. Junto com esse coral, Ana Paula Valadão gravou o álbum Ele tem sido Fiel e pôde aperfeiçoar-se como cantora solando a canção "Quero só a Ti, Senhor".

       Pouco tempo depois, Ana Paula passou para o curso de Direito na UFMG. Apesar disso, ela trancou provisoriamente o curso, pois em 1996 ela decidia ingressar no Christ for the Nations, uma escola nos Estados Unidos que visa formar líderes de louvor. 
      Começou a escrever músicas, inicialmente versões de cantores que conheceu nos Estados Unidos, como Dennis Jernigan. Depois compôs canções inéditas. Em 1998 foi gravado o primeiro álbum intitulado "Diante do Trono". Foi o início Ministério de Louvor Diante do Trono, cuja dimensão alcançada foi maior que suas expectativas


DIANTE DO TRONO

     Ana Paula, além de fundadora do Diante do Trono, é também a líder de louvor do grupo. Foi sua canção, "Diante do Trono", gravada como canção-tema do primeiro álbum do grupo que deu origem ao nome do mesmo, que até então, não possuia.

     Desde o início do grupo, Ana Paula é a responsável pela maioria das canções. Com o passar dos anos, foi aperfeiçoando-se como letrista e compôs canções que se tornaram clássicos do gospel nacional como "Preciso de Ti" e "Águas Purificadoras".


VOCÊ SABIA?

      A gravação do álbum, "Príncipe da Paz", foi lançado na cidade do Rio no dia 7 de julho de 2007 (7/7/7), que, segundo os cristãos, é o número da perfeição em contraposição ao número da besta, 666. Detalhes no site do Diante do Trono.

      Ana Paula Valadão estudou no seminário Christ for the Nations (Dallas, Texas), e logo após voltou para o Brasil para cumprir o chamado de Deus para a sua vida. Desde então, tem liderado o ministério de louvor Diante do Trono (nome de uma de suas composições), e conquistado muitas vidas para o reino de Deus.

     O CD "As fontes do amor" foi o primeiro CD solo de Ana Paula Valadão. Depois de 12 anos gravando exclusivamente à frente do Ministério de Louvor Diante do Trono.

     O nome completo de Ana Paula Valadão Bessa é Ana Paula Machado Valadão Bessa

DISCOGRAFIA
    14 discos com o Ministério Diante do Trono e 7 discos infantis com o Crianças Diante do Trono. Ana Paula é também autora do livro Adoração Diante do Trono, lançado em 2007.

OUTRAS NOTÍCIAS
:: MULHERES DE CRISTO
A homenageada de hoje é Marina Silva. Confira. >> Leia mais

:: MULHERES DE CRISTO
No terceiro dia da série, Creio homenagea a pastora Joyce Meyer >> Leia mais
:: MULHERES DE CRISTO
Creio encerra a série homenageando a pastora Flordelis >> Leia mais
:: AS MULHERES DA BIBLIA
No dia da Mulher se inspire em personagens que fizeram história >> Leia mais

:: EVANGELHO E POESIA
Poetas cristãos prestam sua homenagem ao Dia Internacional da Mulher >> Leia mais


Data: 8/3/2012 08:34:59

quarta-feira, 7 de março de 2012

Você está pronta para ser mãe?

Andresa Berger

Filho é um projeto para a vida inteira. A estabilidade financeira e a harmonia no lar são muito importantes na hora de planejar uma gravidez. É uma mudança radical na rotina que traz alegrias, satisfação pessoal, preocupações e angústias.

Pense e reflita sobre alguns pontos:

1 Você gosta de crianças? Você tem paciência com elas?

2 Você está preparada para abrir mão de algumas coisas e mudar prioridades, como carreira, horas de sono, momentos de privacidade?

3 Você tem maturidade emocional?

Suas responsabilidades (e gastos) vão aumentar: alimentação, vestuário, saúde, educação...

4 Seu corpo vai mudar e, possivelmente, não voltará a ser o mesmo.

Você consegue se imaginar administrado situações como as descritas acima? É baseada nessas reflexões que você deve tomar a sua decisão. Crianças precisam de mães dispostas a dar carinho, amor e atenção.


Fonte: Terra

MULHERES NO PODER



Dilma é eleita 3º mulher mais poderosa do mundo pela revista Forbes

A presidente Dilma Rousseff é a terceira mulher mais poderosa do mundo, segundo ranking publicado na quarta-feira, 24, pela revista Forbes. A chefe de Estado brasileira ficou atrás apenas da chanceler da Alemanha, Angela Merkel, e da secretária de Estado americana, Hillary Clinton, na lista de 100 mulheres.

A revista americana diz que a eleição de Dilma "não foi uma surpresa". A Forbes lembra que a presidente ficou presa por dois anos, por sua militância no que chamou de "política trabalhista radical".

Com uma visão "mais pragmática e capitalista", Dilma hoje enfrenta um "Congresso Nacional rebelde, que ameaça interromper sua agenda (de governo) e o boom econômico do Brasil", diz o texto.

"Fora da política, Rousseff é uma fã ávida de teatro, sobretudo de peças clássicas gregas e de ópera", diz aForbes.

No ranking feminino de 2010, Dilma ocupava a 95ª posição, atrás da modelo Gisele Bündchen (a brasileira melhor colocada então) e da presidente argentina, Cristina Kirchner (16ª em 2011).

O topo da lista era encabeçado pela primeira-dama americana Michelle Obama, que neste ano caiu para 8º lugar.

Em novembro de 2010, a presidente brasileira também figurou na lista das 68 pessoas mais poderosas do mundo (incluindo homens e mulheres), em 16º lugar. Na ocasião, ela ficou à frente do presidente da França, Nicolas Sarkozy.

Celebridades

Além de políticas, a lista de 2011 traz mulheres que se destacaram no mundo dos negócios e do entretenimento.

Atrás de Dilma, vem a diretora-executiva da PepsiCo, a indiana-americana Indra Nooyi, e em seguida Sheryl Sandberg, executiva do Facebook.

A cantora Lady Gaga (7ª lugar em 2010), caiu no ranking e agora ocupa a 11ª posição. A apresentadora Oprah Winfrey é a numero 13 e Beyoncé a 18. Outra brasileira a figurar no ranking, Gisele Bündchen ocupa a posição de número 60.
Data: 28/8/2011
Fonte: BBC Brasil