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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Henry P. Crowell: "Se me deixar ganhar dinheiro…


Henry P. Crowell contraiu tuberculose quando menino e não podia ir à escola. Depois de ouvir um sermão de Dwight L. Moody, o jovem Crowell orou: “Eu não posso ser pregador, mas posso ser um bom empresário. Deus, se o Senhor me deixar ganhar dinheiro, vou usá-lo em seu serviço.”
Sob o conselho de seu médico, Crowell trabalhou ao ar livre durante sete anos, e recuperou a saúde. Ele então comprou um moinho velho em Ravanna, Ohio. Dentro de dez anos a Aveia Quaker era uma palavra familiar para milhões de pessoas. Crowell também operou uma empresa de fogões com muito sucesso.
Por mais de quarenta anos, Henry P. Crowell deu fielmente de 60 a 70 por cento de sua renda para Deus, tendo começado a dar dízimo de 10% inicialmente. Ainda hoje, desde 1901, a Aveia Quaker é líder de mercado. A companhia fatura mais de $10 bilhões de dólares por ano.

Fonte: bprenatocardoso

domingo, 10 de novembro de 2013

Cheques sem fundo



Pois quantas forem as promessas feitas por Deus, tantas têm em Cristo o "sim".  (2Coríntios 1.20)

Cheques são promessas. Promessas, ainda que bem intencionadas, se não tem fundos para pagar, são fonte de muita dor. Prometer sem ter como cumprir é maldade. Políticos e governos realmente aperfeiçoaram a técnica de prometer sem "fundos". Eles sabem que não vão poder manter sua palavra. Um dia alguém terá de avisar o povo que as promessas não podem ser cumpridas. Logo depois virão as manifestações violentas e os governantes que fizeram as promessas acharão alguém para poder culpar.

À luz da dificuldade que temos em fazer promessas verdadeiras, fica lindíssima a declaração de que todas as promessas de Deus tem seu "sim" em Cristo.

As promessas Dele têm "fundos" sim!  Pode confiar nelas e fazer seus planos para a eternidade. Construa seu futuro nas promessas de Deus em Cristo.  Jesus nunca prometeu mais que Ele pode entregar.  Eu gosto de promessas de verdade.
 
Carlos McCord
Presidente do Ministério Permanecer

terça-feira, 23 de julho de 2013

FINANÇAS PARA A VIDA


VIDA EM FAMÍLIA - FINANÇAS PARA A VIDA
Não mire na riqueza,é um alvo pobre. (M. Clark) Então [Jesus] lhes respondeu: "Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância, a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens". Lucas 12.15
Não mire na riqueza,é um alvo pobre. (M. Clark)
Memorize:
Então [Jesus] lhes respondeu: "Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância, a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens". Lucas 12.15
  Vivemos em uma sociedade impregnada pela ganância. O dinheiro e o ganho material ocupam o primeiro lugar como critério de decisão de muitas pessoas. É possível que você e eu estejamos entre essas pessoas. Somos facilmente influenciados pelo poder do dinheiro e dos bens materiais e pela falsa segurança que oferecem. Precisamos aprender a resistir a essa influência. No texto de hoje lemos sobre um homem que foi até Jesus muito interessado em parte da herança do seu irmão. A palavra “irmão” no verso 13 talvez não esteja referindo um “irmão de sangue”, mas um amigo ou conhecido da sua comunidade. Lendo atentamente o texto, qual você acha que foi a motivação desse homem ao desejar parte da herança? Será que ele estava querendo beneficiar seu irmão ou outras pessoas, ou estava em busca de seus próprios interesses? O início da resposta de Jesus, no verso 14, mostra que o Mestre captou as intenções e motivações do homem. E como de costume, aproveitou uma circunstância do dia-a-dia no seu convívio com as pessoas para expor e confrontar o pecado dos homens.
  Nos devocionais desta semana, através dos ensinos de Jesus, queremos incentivá-lo a analisar e avaliar seus planos, ambições e objetivos de vida. Procure discernir se o que você está buscando é coerente com a vontade de Deus e reflete amor a Ele e ao próximo (Mt 22.37-40) ou se sua motivação é a ganância e a influência da sociedade consumista.
Não é muito difícil observar e perceber que a maioria das pessoas naturalmente tende a estabelecer seus objetivos de vida baseando-se em ganho financeiro e material. O que Jesus alerta no texto de hoje? Como lidar com a ganância? Talvez involuntariamente ou inconscientemente, as pessoas acreditam que mais dinheiro e maior patrimônio é o que importa. Você já leu um livro de finanças pessoais ou guia de orientação financeira escrito por “especialistas” em economia e finanças da nossa sociedade? Já ouviu palestras ministradas por eles? Embora seus ensinos pareçam muito convincentes, em geral, são diretamente confrontados e contrários ao que Jesus adverte no texto de hoje. Infelizmente, temos de admitir que uma boa parte das pregações sobre dinheiro e prosperidade feitas por pastores e líderes cristãos também são questionáveis e deficientes, quando comparadas com esse texto. Por isso, creio que o ensino de Jesus nesse único verso é extremamente importante para o crente que busca viver a vida cristã autêntica, pois lhe dá compreensão de como, em geral, as decisões no mundo em que vive são tomadas, ou seja, motivadas pela ganância, e como não incorrer no mesmo erro.
Memorize Lucas 12.15. Em que consiste a sua vida? Aproveite para relembrar alguns textos bíblicos que mostram o que deve direcionar a vida do cristão: Mt 6.33a; Mt 22.37-40; Jo 14.15; Cl 3.17; Mt 28.16-20 e At 1.8.
Data: 29/6/2012 11:10:24

Fonte: Creio

terça-feira, 18 de junho de 2013

VIDA EM FAMÍLIA - FINANÇAS PARA A VIDA



Não mire na riqueza,é um alvo pobre. (M. Clark) Então [Jesus] lhes respondeu: "Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância, a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens". Lucas 12.15
Não mire na riqueza,é um alvo pobre. (M. Clark)
Memorize:
Então [Jesus] lhes respondeu: "Cuidado! Fiquem de sobreaviso contra todo tipo de ganância, a vida de um homem não consiste na quantidade dos seus bens". Lucas 12.15
  Vivemos em uma sociedade impregnada pela ganância. O dinheiro e o ganho material ocupam o primeiro lugar como critério de decisão de muitas pessoas. É possível que você e eu estejamos entre essas pessoas. Somos facilmente influenciados pelo poder do dinheiro e dos bens materiais e pela falsa segurança que oferecem. Precisamos aprender a resistir a essa influência. No texto de hoje lemos sobre um homem que foi até Jesus muito interessado em parte da herança do seu irmão. A palavra “irmão” no verso 13 talvez não esteja referindo um “irmão de sangue”, mas um amigo ou conhecido da sua comunidade. Lendo atentamente o texto, qual você acha que foi a motivação desse homem ao desejar parte da herança? Será que ele estava querendo beneficiar seu irmão ou outras pessoas, ou estava em busca de seus próprios interesses? O início da resposta de Jesus, no verso 14, mostra que o Mestre captou as intenções e motivações do homem. E como de costume, aproveitou uma circunstância do dia-a-dia no seu convívio com as pessoas para expor e confrontar o pecado dos homens.
  Nos devocionais desta semana, através dos ensinos de Jesus, queremos incentivá-lo a analisar e avaliar seus planos, ambições e objetivos de vida. Procure discernir se o que você está buscando é coerente com a vontade de Deus e reflete amor a Ele e ao próximo (Mt 22.37-40) ou se sua motivação é a ganância e a influência da sociedade consumista.
Não é muito difícil observar e perceber que a maioria das pessoas naturalmente tende a estabelecer seus objetivos de vida baseando-se em ganho financeiro e material. O que Jesus alerta no texto de hoje? Como lidar com a ganância? Talvez involuntariamente ou inconscientemente, as pessoas acreditam que mais dinheiro e maior patrimônio é o que importa. Você já leu um livro de finanças pessoais ou guia de orientação financeira escrito por “especialistas” em economia e finanças da nossa sociedade? Já ouviu palestras ministradas por eles? Embora seus ensinos pareçam muito convincentes, em geral, são diretamente confrontados e contrários ao que Jesus adverte no texto de hoje. Infelizmente, temos de admitir que uma boa parte das pregações sobre dinheiro e prosperidade feitas por pastores e líderes cristãos também são questionáveis e deficientes, quando comparadas com esse texto. Por isso, creio que o ensino de Jesus nesse único verso é extremamente importante para o crente que busca viver a vida cristã autêntica, pois lhe dá compreensão de como, em geral, as decisões no mundo em que vive são tomadas, ou seja, motivadas pela ganância, e como não incorrer no mesmo erro.
Memorize Lucas 12.15. Em que consiste a sua vida? Aproveite para relembrar alguns textos bíblicos que mostram o que deve direcionar a vida do cristão: Mt 6.33a; Mt 22.37-40; Jo 14.15; Cl 3.17; Mt 28.16-20 e At 1.8.
Data: 29/6/2012 11:10:24

Fonte: Creio

quarta-feira, 12 de junho de 2013

Namoro exige planejamento financeiro

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MARIA PAULA AUTRAN
DE SÃO PAULO


FolhainvestA decisão de namorar, em geral, passa longe de questões financeiras. Mas a vida a dois envolve despesas que precisam ser planejadas e feitas com racionalidade.
Um simulador interativo feito pelo professor da FGV Samy Dana para a Folha permite calcular o gasto total de um namoro no ano.
Carolina Daffara/Editoria de Arte/Folhapress
Em um exemplo em que o casal sai para jantar quatro vezes por mês, vai ao cinema três vezes e faz uma viagem anual, entre outros gastos, o total chega a R$ 12.670 no ano (veja quadro).
Para organizar as finanças do namoro, os especialistas recomendam tocar no assunto "dinheiro" assim que o relacionamento começar a ficar sério. Uma forma é comentar sobre um show gratuito ou sobre a cotação do seguro do carro e prestar atenção na resposta do parceiro.
"Pode vir algo do tipo 'o que é isso' ou 'vou te indicar meu corretor'. Então você vê a relação da pessoa com dinheiro'", diz o educador financeiro Mauro Calil.
"Se cerca de 50% dos casamentos terminam por divergências relacionadas ao dinheiro, há que se sondar como o outro o trata, se gosta de se planejar ou se é obsessivo", afirma a educadora financeira Cássia D'Aquino.
METAS
Depois de iniciado o tema, a orientação é estabelecer metas conjuntas, como uma viagem. Assim, fica mais fácil definir quanto é necessário guardar por mês e onde será preciso investir para atingir o objetivo.
"Trocar o consumo imediato simplesmente para ter dinheiro no banco não me atrai, mas trocar pela viagem ou pela pós-graduação sim", afirma o planejador financeiro Valter Police.
Feito isso, é hora do controle das metas. O casal deve colocar na ponta do lápis tudo o que gasta em conjunto, sem esquecer dos pequenos mimos --como um sorvete na rua aos finais de semana ou um pequeno presente semanal para o parceiro-- que, muitas vezes, são esquecidos.
Com uma planilha dos dois em mãos, fica mais fácil visualizar se há excessos e onde é possível cortar para alcançar o objetivo conjunto.
Um jantar em casa feito pelo casal pode ser uma opção mais barata --e um programa até mais romântico-- do que ir a um restaurante.
Ir ao cinema na quarta-feira --quando o ingresso é mais barato--, fazer um piquenique no parque, frequentar eventos gratuitos, museus e participar de promoções são outras alternativas para ajudar a poupar e atingir os objetivo do casal.
Police recomenda, no entanto, não dividir todas as informações financeiras com o parceiro e ter também um orçamento próprio. Assim, é possível fazer surpresas e manter a individualidade e os objetivos de cada um.
"Se você quer fazer uma surpresa ou comprar algo que seja só seu, é melhor não dividir tudo", diz.
 
Fonte: Folha

quinta-feira, 2 de maio de 2013

Dez Dicas Para Você Fazer Muito Com Pouco


Crescer financeiramente é o desejo de todas as pessoas que sonham grande. Infelizmente, educação financeira não se aprende na escola, eis a razão porque encontramos médicos, dentistas, advogados, engenheiros, professores universitários com sérios problemas financeiros. Administrar com inteligência o dinheiro, é uma habilidade que qualquer um pode aprender. O problema é que são poucas as pessoas que investem tempo buscando conhecimento sobre “como administrar seu dinheiro com inteligência”. Tudo na vida é o resultado daquilo que sabemos e praticamos. Quantos livros você já leu sobre finanças? Quantas palestras em cd ou dvd você já ouviu ou assistiu sobre educação financeira pessoal? Quando você está com uma pessoa bem sucedida financeiramente, você procura ouvir muito e faz perguntas inteligentes para aprender quais são os segredos do sucesso financeiro? Quero lhe dar dez dicas para você fazer muito com pouco. 1. O dinheiro que você ganha é “vida”. Você deixou horas da sua vida trabalhando, e estas horas foram convertidas em dinheiro. Se o dinheiro tem tanto valor assim, administre-o com muito critério cada centavo. 2. Toda pessoa bem sucedida sabe planejar, elas pensam antecipadamente e sabem fazer planos a longo prazo. Planeje, planeje, planeje… 3. Faça uma lista das suas prioridades e assuma um compromisso radical com elas. 4. Esteja sempre envolvido em algum projeto que force você a economizar para atingir um objetivo. INVESTIMENTO. 5. Leve a sério os pequenos vazamentos, os desperdícios. Por exemplo, luzes acesas durante o dia, torneira aberta enquanto escova o dente etc. 6. Compre primeiro por necessidade e não por desejo. CUIDADO COM SUA VAIDADE PESSOAL. 7. Procure não andar com muito dinheiro no bolso. Use mais cheque ou o cartão. 8. Seja disciplinado, não compre porque todos estão comprando. Saiba dizer não para as pessoas que forçam você a comprar e não compram nada. 9. Leve a sério os juros, por menor que seja. 10. Seja generoso(a), a Bíblia diz que, o generoso será abençoado. O nosso sucesso está sempre ligado as instruções que seguimos. Pessoas sabias seguem instruções sabias, pense nisso.

Fonte: Amofamilia

sexta-feira, 2 de novembro de 2012

PASTOR DEBATE DÍZIMO NAS IGREJAS



Ivonildo fala sobre percentual e sobre onde deve ser entregue
Por: Redação Creio - Danilo Aguiar

Um texto publicado pelo portal CREIO em setembro deste ano reacendeu um intenso debate sobre um assunto que é motivo de muitas discussões no meio evangélico: a visão sobre o percentual estabelecido na lei de Moisés sobre dízimo e onde ele deve ser entregue. Um artigo escrito pelo pastor René Kivitz, da Igreja Batista Agua Branca, São Paulo, que falava sobre ofertas e dízimo, causou ponderação de alguns fiéis, líderes e pastores que discordaram de maneira veemente das ideias contidas no texto.
Uma destas pessoas é o pastor emérito da Igreja do Nazareno, consultor financeiro e autor de 27 livros sobre finanças, Ivonildo Teixeira, que pediu ao Creio um direito de resposta aos assuntos pontuados por Kivitz.
Em uma entrevista exclusiva, Teixeira criticou alguns caminhos escolhidos por pregadores a respeito do dízimo: “Por um lado extremista, o dízimo virou ‘Trízimo’ e a oferta e dízimo são as mesmas coisas; pelo lado do abuso bíblico, dependendo do valor da oferta terá como “brinde” o cancelamento do dízimo, ou seja, caso o contribuinte persista em fazer certas quantias estipulada pelo “líder espiritual”, receberá imediatamente a “isenção” do dízimo. A crítica surge da declaração dada por Kvitiz no artigo que diz que a pessoa que quer ofertar ou dizimar por generosidade não faz contas: “Quem é solidário não faz conta: reparte, compartilha, doa generosamente sem se preocupar com percentuais. E justamente porque seu coração é generoso, se alegra em doar sempre e cada vez mais”, falou.
Para Teixeira, a bíblia deixa claro que o dízimo não pertence à pessoa e é uma devolução a Deus de tudo o que foi proporcionado: “Quando estudamos a raiz da palavra dízimo, entendemos claramente, "é a décima parte de um valor", seja nas línguas maternas da Bíblia, Hebraico e Grego ("Maaser e Dexáten) ou em qualquer idioma. A Palavra diz que o dízimo é santo ao Senhor. Se ele não pertence a mim, logo, não posso usá-lo, preciso devolvê-lo ao Eterno e com respeito, reverência e em um ato de gratidão e Adoração”. 
O pastor critica também a visão de Kivitz sobre o local de entrega do dízimo. Kivitz diz que “a riqueza deve circular para beneficiar o maior número de pessoas, tanto através da estrutura organizacional da Igreja quanto das redes de relações: comunitária, familiar e fraterna, que existe ao seu redor”. Mas para Teixeira destaca que, a partir do embasamento bíblico, há um lugar específico para entregar o dinheiro: “Não vemos base na bíblia para o dízimo ser entregue nas mãos do tesoureiro, muito menos nas mãos do pastor ou qualquer outro líder religioso, nem também em casas filantrópicas, bases missionárias ou nas sedes das denominações, projetos sociais de recuperação aos dependentes químicos. A referência é que o valor deve ser entregue na casa do Senhor, que entendemos no Novo Testamento ser a igreja, o templo que frequentamos em comunidade”.

Confira abaixo a entrevista na íntegra realizada com o pastor Ivonildo Teixeira:

1. Qual a principal proposta do dízimo?
Quando decorremos as Escrituras Sagradas e entendemos que toda ela, Velho e Novo Testamento, é a Palavra de Deus (II Tm. 3.16), certificaremos que a proposta do dízimo era na verdade o desejo de Deus revelar ao homem alguns princípios de autoridade, o que uma vez praticado traria uma nova e saudável relação do homem para com Deus:
1) Obediência. O Eterno ordenou o dízimo, não temos que discutir Gn. 2.16-17;14.20, Ex.34.26; A palavra chave em toda a Bíblia é a obediência.
2) Gratidão. Deus tendo tudo dá ao homem o ar para respirar, saúde para trabalhar, supre suas necessidades, o pão de cada dia. Por que o homem não devolveria o dízimo como ato de gratidão? Gn. 28.18-22.
3)Honras. O homem mais sábio da terra e que mais possuiu dinheiro oferecido pelo próprio Deus, disse: Honra ao Senhor com os teus bens e com as primícias de toda a tua renda, PV. 3.9-10. Honrar significa atribuir valor a Esse Deus fantástico!
4)Fidelidade. Deus é fidelidade! O rei Davi escreveu, "Os meus olhos procurarão os fieis da terra..." Sl 101.6. Quando passamos a ter o caráter de Cristo, percebemos que a nossa fidelidade se estende também na devolução da parte sagrada: o dízimo, LV. 27.32
5)Adoração. Livro de II Cr. 29.10-13, deparamos o rei Davi externando a sua adoração com todo o povo ao fazer suas contribuições, mas ao mesmo tempo dizendo, "Teu é o poder, a grandeza, honra, a vitória e a majestade..."
6)Dependência. Ao devolver o dízimo ao Eterno, o homem revela a sua dependência através da fé que ele deposita no Deus soberano e que de fato, a sua vida está totalmente nas mãos de Deus; "Ao Senhor pertence à terra, e tudo o que nela se contêm, o mundo e os que nele habitam. Tudo é dele, nada temos. Sl. 24.1.
7) Amor. Todo cristão ao conhecer a teologia da cruz, logo entende que foi gerado pelo amor do Deus doador que presenteou o seu único filho como a maior prova de amor, Jo 3.16. Diante de tanto amor, até os miseráveis e avarentos se curvam diante do Eterno com uma pequena parte, porém santa, o dízimo e por amor. Quem é gerado do amor, faz tudo com amor.

2. Qual o compromisso que o fiel deve ter com o dízimo?
Ser imensamente agradecido a Deus pelo privilégio de poder devolver todos os dízimos sagrados como dar ofertas generosas ao Senhor. Só isto e nada mais. O que passar disso vem do maligno! Os homens honram proezas, Deus a fidelidade! I Cr. 29.10-14; Pv 3.9-10.

3. O dízimo precisa ser programado (uma porcentagem) ou deve ser dado de acordo com a possibilidade financeira ou a generosidade? Na hora de separar o dízimo é preciso tirar os 10% do salário ou ganho mensal?
Quando estudamos a raiz da palavra dízimo, entendemos claramente, "é a décima parte de um valor", seja nas línguas maternas da Bíblia, Hebraico e Grego ("Maaser e Dexáten) ou em qualquer idioma. O problema é que há muitos “mestres teólogos” ensinando aos fieis, que agora o dízimo passou a ser "trízimo", como há outros que parecem ter uma procuração de Deus, liberando o dízimo aos percentuais de 1% a 5% para facilitar a "obrigação" de todos os contribuintes. Outros ensinam que você deve entregar o dízimo como o seu coração mandar. Como também há outros que afirmam que o dízimo é coisa ultrapassada, o dízimo morreu com a lei, ninguém precisa se sentir culpado em não entregar o dízimo.
Tais líderes estão delirando por falta de conhecimento bíblico, e outros exprimindo “tanto" conhecimento e outros que nada sabem, mas querem "ensinar", no final, todos acabam caindo no mesmo buraco. Quando um líder não tem conhecimento do que fala ou escreve, a melhor coisa que ele deveria fazer, é dizer eu não sei, ou no mínimo ficar com a boca fechada. Seja o rico ou o pobre, quando estiver passando pelo vale financeiro ou vivendo em tempos de fartura, o dízimo deve der devolvido a quem de direito. Em nenhuma passagem na Bíblia, encontramos Deus dizendo, "trazei os meus dízimos somente quando vocês puderem, quando a crise passar, ou se a sua situação melhorar". Nem em caso de necessidades, dá um desconto nos dízimos, fazendo uma promoção, ou quando a "safra tiver boa, faz um trízimo" e como brinde dá um livro, uma bíblia. Nada disso! Deus nunca negociou os dízimos e as ofertas. Aliás, em Dt. 12.11-12, Deus até pedia ofertas votivas ao seu povo; oferta essa que era oferecida em tempos de crise, e mais, com um detalhe, "e vos alegrareis".
O salmista Davi no conhecido Salmo 23.1, diz, "o Senhor é o meu pastor e nada me faltará...ainda que eu ande até pelo vale da sombra da morte". No livro best-seller sobre o dinheiro na Bíblia, a orientação deixada e como uma ordenança é, "Trazei todos os dízimos..."(Ml.3.10) não simplesmente o dízimo do salário, mas de todos os rendimentos lucrativos que um servo fiel recebe do Eterno. Abraão devolveu os dízimos de tudo( Gn. 14.18). Jacó votou, de tudo quanto tu me deres, certamente darei o dízimo (Gn. 28.22). Quem é honesto com Deus, ao receber o seu salário, o décimo terceiro, o Fundo de Garantia, horas extras, negócios lucrativos, a venda de uma propriedade, uma herança recebida, tudo o que vier às suas mãos, ele separa o dízimo e com a maior alegria, pois além do dever, sente-se feliz por saber que está investindo no reino que jamais terá fim.

4. O dízimo atrasado deve ser quitado?
Alguns líderes acham que se a igreja aceitar os dízimos atrasados, tal atitude caracterizará como se fosse uma cobrança. Na minha visão, a questão passa longe de cobranças, e sim de consciência, quem deve precisa reconhecer o que deve e a quem deve e acertar a sua vida; isso também é uma questão de caráter. A guisa de exemplo, compro em uma loja alguns objetos, peço para dividir em algumas parcelas, pago a primeira, mas depois me escuso pagar o restante por estar apertado ou não ter sobrado dinheiro para saldar aquela dívida. Isso revela uma série de problemas: falta de caráter, vida desorganizada, sem planejamento, vida sem palavra, pessoa não confiável. O dízimo é santo ao Senhor (Lv. 27.32), se ele não pertence a mim, logo, não posso usá-lo, preciso devolvê-lo ao Eterno e com respeito, reverência e em um ato de gratidão e adoração(Gn14.18). Quando o povo de Deus atrasava ou usava o dízimo, a orientação era, "coloque um quinto a mais", ou seja 20% (Lv 27.31).
Quem discorda ironiza com o "velho discurso" de a citação não procede, de é Velho-testamentária, está em Levítico, lei, puro legalismo. Para você que raciocina assim, chamo a sua atenção a este texto que está entre dois textos que afirmam que o dízimo é santo ao Senhor (Lv 27. 30, 32) Deus é tão fantástico que para os que gostam das análises profundas, as chamadas hermenêuticas, que, se tais 'analistas das coisas celestiais', ainda que quisessem anular tamanha verdade, esbarrariam exatamente nas ferramentas que aprenderam com a valiosa matéria Hermenêutica: tanto o contexto anterior (Lv 27.30) como o posterior (Lv 27.32) afirmam que o dízimo é Santo ao Senhor. No Livro dos Judeus, a "Torá", a expressão é o dízimo é SANTIDADE AO SENHOR.

5. Onde o dízimo deve ser entregue?
Vamos mais uma vez para a Bíblia, nada de opinião pessoal. Ex 34.26, Dt 12.6,11,12. Um lugar específico, A CASA DO SENHOR TEU DEUS. A minha casa será chamada casa de oração (Mc 11.17). Não vemos base na bíblia para o dízimo ser entregue nas mãos do tesoureiro, muito menos nas mãos do pastor ou qualquer outro líder religioso, nem também em casas filantrópicas, bases missionárias ou nas sedes das denominações, projetos sociais de recuperação aos dependentes químicos. É casa do Senhor Deus mesmo, que entendemos no Novo Testamento ser a igreja, o templo que frequentamos em comunidade (At 2.46).

6. O dízimo é uma forma de ensinar como você deve administrar a sua vida financeira?
Com certeza. A boa administração parte do principio do maior consultor financeiro que já pisou na terra, Jesus Cristo: "Buscai em primeiro lugar o meu reino... e as demais coisas vos serão acrescentadas", Mt. 6. 33. Quem é zeloso na fidelidade, será acumulado das benesses do Eterno em sua vida. Quando Deus percebe que ao colocar 100% nas mãos de um filho seu, o mesmo com toda maestria administrativa já separa a parte sagrada, o dízimo que na verdade é mais que um dever, e, além disso, ainda faz ofertas generosas, Deus, conclui que este filho saberá administrar tudo o que vier às suas mãos. O famoso pregador D.L.Moody afirmou: “Cuida da tua integridade que Deus cuidará da tua prosperidade". Se o homem prioriza a Deus em suas finanças, entende-se que tal dizimista lança nos braços de Deus na certeza de que será assistido por Deus também na sua vida financeira.

7. Como administrar os dízimos que foram consagrados ao Senhor?
Cada igreja possui uma administração formada por homens que foram achados competentes, fieis e generosos. Eles juntamente com o pastor presidente, são as pessoas autorizadas a administrar com sabedoria todas as doações feitas como a entrega dos dízimos. Certamente, as igrejas escriturísticas, investirão nos pastores que presidem bem, famílias necessitadas não só da igreja, mas a todos que vão além dos nossos olhos, nas obras missionárias, na evangelização, na expansão do reino. E as construções dos templos? Por que você não as incluiu nas listas, perguntaria alguém? Todas as vezes que a Bíblia menciona em construção, o que Deus pedia para a conclusão das mesmas eram ofertas e nunca dízimos, é só conferir: o Tabernáculo: Ex 35.1-9; 20-29; 36.1-7, e o templo construído por Salomão: I Cr 29.1-22, a reconstrução dos muros (Ne 7.70-73). 

Data: 18/10/2012 

Fonte: Creio

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Trabalhar não enriquece ninguém


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Trabalhar não enriquece ninguém. Pode parecer loucura, mas não é! O post desta semana está baseado em uma palestra ministrada por Renato Cardoso em Londres, no final do ano passado, em um congresso financeiro para mais de 750 pessoas (e pode ser conferida acessando este link). Como a palestra foi em inglês, resolvi passar o conceito para vocês em português (com a devida anuência do autor).
A base dessa grande palestra foram duas pequenas frases (que se eu fosse você, anotava em letras garrafais e pendurava em um lugar que pudesse visualizar todos os dias). Vamos a elas:
OS POBRES SÓ DEIXARÃO DE SER POBRES NO DIA EM QUE PERCEBEREM QUE PENSAR É DE GRAÇA.
Você não precisa ter dinheiro para pôr sua cabeça para funcionar. Não importa se você não estudou ou se não tem muita cultura. Ou ao contrário, você teve lá suas oportunidades mas nunca foi fã da vida acadêmica. Pensar não tem nada a ver com estudo ou formação. Todo mundo pode fazê-lo, mas apesar disso, poucos o fazem. E daí vem a segunda frase:
VOCÊ SÓ PODE SER RICO PENSANDO.
Pois é, se você achava que só podia ficar rico trabalhando, se enganou… Claro que parte disso é o trabalho, mas trabalhar não é tudo. Se fosse, você deveria estar rico, não? E mais: seu pai não trabalhou ou trabalha muito? Antes dele, seus avós não trabalharam muito? Então onde está a sua grandiosa herança…?
Vamos pensar a respeito. Como os ricos que você conhece se tornaram ricos? Você já analisou a história de alguns deles? Talvez tenha lido alguma biografia ou assistido algum documentário ou mesmo visto o sucesso deles nos noticiários. Porém, é muito provável que você não tenha notado algo comum entre eles, e que não é comum na cultura de muitas nações e, por isso, a grande maioria das pessoas nasce, vive e morre pobre. Eles investiram em seus talentos.
Você só vai multiplicar o seu ganho se souber quais são e como usar os seus talentos. E isso, apesar de ser de graça, nem todo mundo se propõe a fazer. Já trabalhar todo mundo se propõe (ou tem que se propor, queira ou não). É triste, mas muita gente vive neste planeta por 70, 80, 90 anos sem descobrir seus talentos e vive com o que “a vida lhe trouxe”, sem ir atrás do que realmente quer.
Provavelmente o ensinamento que seus avós passaram para os seus pais e que estes passaram para você com respeito à vida financeira foi: “Estude bastante, tire boas notas na escola para quando você crescer poder arranjar um bom emprego!Vale o alerta: se você tem passado isso para seus filhos, por favor, pare! Você deve educa-los para uma visão maior. Seus filhos devem ser educados para serem líderes. Para descobrirem e desenvolverem os seus talentos, assim como você.
Você tem talento. E provavelmente tem mais do que um (já comentamos isso aqui em posts anteriores). Mas será que você já os descobriu? Caso sim, no que os tem usado? E o quanto você tem investido neles?
Descubra o seu talento e use-o para se tornar um líder, para ser um empreendedor, para ser o seu próprio patrão. Os benefícios e a estabilidade que um bom emprego pode lhe proporcionar não serão suficientes para fazê-lo rico. Então se é esse o seu objetivo, comece a pensar como um líder para tornar-se um. Inspire-se em líderes e, muito em breve, seus filhos e as pessoas ao seu redor serão inspirados por você. Líderes inspiram pessoas.
Saia da sua zona de conforto, use seu tempo livre para pensar em estratégias de como ganhar dinheiro e coloque-as em prática. Se a primeira ideia não der certo, vá para a segunda. Se esta também falhar, vá para a terceira. Você só não pode entregar os pontos. Um líder é determinado e não aceita um não como resposta!

Fonte: bprenatocardoso

segunda-feira, 23 de abril de 2012

POBRE COM DINHEIRO NO BANCO


Preletor: Ken Korkow

Não é benéfico herdar tudo o que é necessário para ser como Cristo se você reivindica
Há alguns anos estávamos tão “apertados” financeiramente que não tínhamos dinheiro para comprar um pinheirinho de natal, quanto mais presentes para colocar nele. Nossos filhos ficaram tristes. Minha esposa Liz ficou triste e eu também. 


Foi então que após o primeiro dia do ano, descobri que surpreendentemente tínhamos dinheiro no banco, mas não sabíamos disso. Eu não havia lançado o depósito do meu pagamento do mês anterior no canhoto do talão de cheques.  Assim, pensávamos que estávamos pobres – e vivemos dessa maneira – embora tivéssemos dinheiro no banco. 

Algo assim já aconteceu com você? Você já descobriu ter recursos que não estava usando, pelo menos não completamente como poderia? Não falo apenas no que se refere a dinheiro, mas também a dons e habilidades exclusivos que você permitiu diminuírem por usá-los raramente, e até relacionamentos que poderiam ser-lhe úteis para ajudá-lo a resolver problemas ou tomar decisões profissionais, mas que você deixou de aproveitar.

Descobri que essa verdade também se aplica no sentido espiritual. Geralmente tentamos fazer mudanças difíceis em nossa vida, mudar comportamentos ou padrões de pensamento, mas ao invés de nos voltarmos para as fontes espirituais que estão disponíveis a nós, escolhemos confiar em nossa força e boas intenções, quase sempre fracassando.

O Dr. Henry Blackaby, orador e escritor muito respeitado, fala de recursos espirituais que estão disponíveis e deveríamos aprender a usá-los. Para provar seu argumento, ele cita uma afirmação da Bíblia feita pelo apóstolo Pedro, um  seguidor de Jesus Cristo: “Visto como o Seu (de Jesus) divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento Daquele que nos chamou por Sua glória e virtude”. Ele faz as seguintes observações: 

“Como cristão, você tem tudo o que precisa para viver uma vida de santidade e abundância. Sua inteligência, educação ou origens não determinam a santidade de sua vida. Tudo o que você precisa para ter vitória, alegria e vida abundante é encontrado no Espírito Santo que habita em você. De acordo com Pedro, todo cristão, pela fé tem acesso a essas qualidades: bondade, conhecimento de Deus, domínio próprio, perseverança, graça, gentileza fraterna e amor.

"Não teria nenhum benefício herdar uma fortuna e não saber que ela lhe pertence. De igual modo, não é benéfico herdar tudo o que é necessário para ser como Cristo se você não reivindica isso. Se deixarmos de ter domínio próprio quando Deus já o tornou disponível, roubamos a nós mesmos e aos que estão ao nosso redor. Se Deus está disposto a inserir a bondade fraternal em nosso comportamento, mas não exibimos isso, as pessoas à nossa volta sofrem desnecessariamente.

"A chave para tudo quanto Deus disponibilizou é nossa fé. Precisamos crer que Deus quer edificar essas qualidades em nossa vida. Nos Evangelhos, Jesus Se relacionava com as pessoas de acordo com a fé que elas tinham. Ele recompensou a fé genuína garantindo salvação e cura. Ele não recompensou os que não tinham fé. 

"Reveja as qualidades que Pedro disse que Deus queria instilar em você. Se você carece de alguma delas, peça a Deus para trabalhar em seu caráter, a fim de que você se pareça cada vez mais com Cristo”. 

Creio que este é um bom conselho, quer nos encontremos fazendo parte da diretoria de uma corporação, trabalhando num cubículo, fazendo apresentação de vendas, formulando um orçamento anual ou lidando com questões domésticas e familiares.


PARA LER OUTRAS MENSAGENS ACESSE AQUI

Data: 19/3/2012 09:07:37

Fonte: Creio

domingo, 31 de julho de 2011

ISENÇÃO DE IMPOSTO - Deputado propõe benefício para Igrejas com transparência nas contasDeputado propõe benefício para Igrejas com transparência nas contas


Deputado propõe benefício para Igrejas com transparência nas contas
    O deputado Audifax Barcelos (PSB-ES) protocolou o PLC (Projeto de Lei Complementar) 65/11 que regulamenta a isenção fiscal às religiões e concede o benefício somente aos templos que apresentarem transparência em sua contabilidade. Pela proposta, os templos deverão registrar com “exatidão” em livros ou em meios digitais suas receitas e despesas.
    O PLC determina que as igrejas não poderão “distribuir [a terceiros] qualquer parcelas de seu patrimônio ou de sua renda a qualquer título”. No caso de a religião ser extinta, seu patrimônio – incluindo os templos -- será doado a outra entidade religiosa que atenda aos requisitos da lei.
    As religiões ficarão também obrigadas a aplicar seus recursos no Brasil de acordo com os objetivos registrados em seu estatuto ou contrato social.
    O PLC define como templo todo “edifício ou o terreno dedicado ao culto religioso, todo o patrimônio imóvel, as edificações que permitam, direta ou indiretamente, a realização, a manutenção ou a extensão das atividades religiosas”.
    Barcelos afirmou que decidiu apresentar o PLC porque existem pessoas que se aproveitam da isenção fiscal para obter vantagens pessoais. “Elas tentam ocultar a ocorrência de fatos gerados de obrigações tributárias, mediante a utilização indevida de aparato religioso, visando a confundir a autoridade fiscal”.
    Para ser votado no plenário, o PLC terá de obter parecer favorável nas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, além de sobrevir ao poderoso lobby no parlamento das religiões.


Data: 13/7/2011 09:12:06
Fonte: Paulopes

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Aprovado no Congresso, mensal sobre para R$ 616 em 2012

SALÁRIO MÍNIMO
Aprovado no Congresso, mensal sobre para R$ 616 em 2012
    O Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2012, aprovado pelo Congresso, manteve o valor do salário mínimo previsto pelo Executivo de R$ 616,34. Além disso, a LDO estabelece que o Orçamento da União para o ano que vem terá que preservar uma dotação para o aumento real aos aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
    O Congresso alterou a proposta do Executivo de excluir de reajuste, em 2012, o auxílio-alimentação e a assistência pré-escolar, médica e odontológica quando o valor do benefício pago aos aposentados e pensionistas superar o valor médio da União, praticado em março de 2011. Os deputados e senadores mantiveram nessa regra, apenas, o auxílio-alimentação.
    O presidente do Congresso, José Sarney (PMDB-AP), considerou as mudanças nas regras de reajuste dos benefícios previdenciários um avanço.“Enquanto na Europa se cria um movimento de acabar com o Estado Social de Direito, nós aqui no Brasil e nos países em desenvolvimento, estamos em um movimento contrário garantindo os direitos sociais.”
    No que diz respeito às transferências de recursos para o setor privado, a LDO para 2012 acrescenta novas entidades beneficiáveis, como as de assistência social que trabalhem com idosos, crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade ou risco, além de habilitação de pessoas com deficiências. Pelo texto, a entidade que receber recursos para investimento terá que comprovar capacidade gerencial, operacional e técnica para desenvolver as atividades e informar a quantidade e qualificação de seus profissionais.
    O relator-geral, Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG), preservou os parâmetros macroeconômicos do governo federal pelos quais o crescimento esperado da economia brasileira neste ano será de 4,5% e 5% em 2012. A meta de inflação prevista pelo Índice de Preço ao Consumidor Agregado (IPCA), para 2011, continua em 5%, segundo o relator da LDO e de 4,5% em 2012.
    Sobre as “metas e prioridades de 2012”, o relator-geral incluiu o pagamento pelo Executivo das emendas individuais de deputados e senadores, além das ações referentes ao Programa de Aceleração e Crescimento (PAC) e à superação da extrema pobreza, já previstas no texto do Executivo.
    Quanto às metas de superávit primário para 2012, a LDO aprovada pelo Legislativo manteve o valor nominal de R$ 139,822 bilhões para União, estados e municípios. Desse total, R$ 96,973 bilhões caberá ao governo federal. Os deputados e senadores restringiram, entretanto, a redução máxima desse valor em R$ 40,6 bilhões, no caso das ações previstas no PAC.
   O déficit nominal aprovado não poderá ser superior a 0,87% do PIB e o crescimento das despesas correntes – gastos com pessoal, por exemplo – não poderá superar o crescimento dos investimentos. Já as emissões de títulos da dívida do Tesouro Nacional terão que ser previstas na lei orçamentária e nos créditos adicionais.
    De acordo com o texto aprovado, acerca da paralisação de obras públicas, por conta de problemas detectados pelo Tribunal de Contas da União (TCU), os congressistas estabeleceram que a decisão deverá ser encaminhada pelo órgão à Comissão Mista de Orçamento no máximo em 40 dias, a contar da conclusão das auditorias.
    Também ficou definido na LDO que dentro desse prazo de 40 dias, 15 serão reservados para a manifestação preliminar do gestor da obra. Foi estabelecido, ainda, que a suspensão das obras e serviços só poderá ser evitada por decisão da Comissão Mista de Orçamento.
    Além disso, segundo o texto da LDO, o governo federal não poderá executar qualquer investimento antes de aprovado o Orçamento Geral da União, pelo Congresso. O texto do Executivo previa investimentos, mesmo sem a sanção do orçamento até 31 de dezembro, em obras do PAC e com inversões financeiras relativas à participação da União no capital de empresas.
Data: 16/7/2011 08:15:00
Fonte: Agência Brasil

quarta-feira, 23 de março de 2011

O que é Prosperidade?



Prosperidade é a ausência de necessidade.
Ser próspero é também estar satisfeito com aquilo que se tem, seja qual for a quantidade ou o que. Se uma pessoa pobre estiver plenamente satisfeita e suprida de suas necessidades, podemos considerá-la próspera, pois ela não sente falta de nada. E
é justamente isso o grande desafio nesse mundo.

Ser próspero não significa ser rico.

Crescemos com uma idéia formada de que ser próspero é ser rico, mas prosperar não é a mesma coisa que enriquecer. DEUS quer que todos os seus filhos sejam prósperos, mas nem todos irão enriquecer. Uma pessoa pode até ser rica, porém não ser próspera. Isso acontece quando as necessidades delas não são supridas.
Fatalmente essa pessoa ainda não conheceu JESUS de verdade, aquele que supre todas as necessidades, materiais e emocionais. Prosperidade financeira não significa acúmulo de bens materiais.
Já quando falamos em termos financeiros, a prosperidade é a capacidade de aumentar ou melhorar o patrimônio que se possui. Essa prosperidade financeira é o resultado da união de alguns fatores: a nossa boa administração e planejamento, a nossa fidelidade, ambos aliado com a fidelidade de DEUS.

Não perca tempo correndo atrás do dinheiro.

DEUS não prometeu que todos serão ricos. Ele prometeu que todos nós seremos prósperos, o que é bem diferente. E se DEUS quiser nos enriquecer, e quando isso acontecer, não poderemos de forma alguma colocar nelas o nosso coração. A bíblia não condena o dinheiro, mas condena a confiança nele.

“Se as vossas riquezas prosperam não ponhais nelas o coração” (Salmo 62: 10 b)

Salomão, o homem mais sábio e rico que já existiu em Israel, disse ao final de sua vida, que o dinheiro não traz felicidade e que tudo o que ele viveu foi vaidade.

“Empreendi grandes obras, edifiquei para mim casas; plantei para mim vinhas. Fiz jardins e pomares para mim, e nestes plantei árvores frutíferas de toda espécie. Fiz pra mim açudes pra regar com eles o bosque em que reverdeciam as árvores.
Comprei servos e servas, e tive servos nascidos em casa; também possuí bois e ovelhas, mais do que possuíram todos os que antes de mim viveram em Jerusalém. Amontoei também para mim prata e ouro, e tesouros de reis e de províncias; provi-me de cantores e cantoras, e das delícias dos filhos dos homens: mulheres e mulheres. Engrandeci-me e sobrepujei a todos os que viveram antes de mim em Jerusalém; perseverou também comigo a minha sabedoria. Tudo quanto desejaram meus olhos não lhes neguei, nem privei o coração de alegria alguma, pois eu me alegrava com todas as minhas fadigas, isso era a recompensa de todas elas. Considerei todas as obras que fizeram as minhas mãos, como também o trabalho que eu, com fadigas, havia feito; e eis que tudo era vaidade e correr atrás do vento, e nem um proveito havia debaixo do sol.” (Eclesiastes 2: 4-11)

Isso porque sua receita anual era de cerca de 25 milhões de dólares, tinha 40
mil animais, e morava em um palácio recheado de utensílios de ouro que demorou
treze anos para ser construído. Deve ter algum fundo de verdade nessa conclusão de
Salomão, não é verdade?

“Quem ama o dinheiro, jamais dele se farta; e quem ama a abundância nunca se farta da renda; também isto é vaidade.“ (Eclesiastes 5: 10)

Salomão nos ensinou que nossa vida não se limita ao trabalho e à prosperidade financeira. Quem age em busca de conquista material corre atrás do vento.

“Então vi que todo trabalho, e toda destreza de obras, provém da inveja do homem contra o seu próximo. Também isso é vaidade e correr atrás do vento.” (Eclesiastes 4: 4)


A mensagem do evangelho não é a prosperidade.

Cremos que poucas pessoas – dissemos poucas pessoas – foram chamadas por DEUS para serem ricas. Caso contrário, nós veríamos pessoas se convertendo ao evangelho de JESUS simplesmente para se tornarem ricas. Se fosse assim, faltariam igrejas para comportar tanta gente.

E o evangelho autêntico tem como base de pregação a salvação pela cruz, e não a prosperidade financeira e o enriquecimento. É nítida a importância de se ensinar conceitos financeiros bíblicos, mas isso nunca poderá ser o objetivo final de vida.

Um milionário homem de DEUS é alguém chamado por DEUS para ser um mantenedor da obra, e isso sim ou sim. Se você possui esse chamado empresarial, jamais se esqueça de que tudo que você tem veio das mãos de DEUS, e por isso, deve ser conduzido sob orientação do Alto.

A prosperidade segundo a Bíblia.

No hebraico, encontramos quatro significados para a palavra “prosperidade”. A primeira palavra é “shalu”, que é traduzida como “descanso, paz, tranqüilidade”. Esse conceito aparece, como exemplo, no salmo de Davi quando ele ora pela paz sobre Jerusalém.
“Orai pela paz de Jerusalém! Sejam prósperos os que te amam. Reine paz dentro em teus muros, e prosperidade nos teus palácios.” (Salmo 122: 6 e 7)

A segunda palavra é “sekel”, que pode ser traduzida como “ser sábio, entendido, capacitado”. Essa idéia é exemplificada quando Davi instrui seu filho Salomão sobre os preparativos para a construção do templo a DEUS.

“Agora, pois, meu filho, o SENHOR seja contigo, a fim de que prosperes e edifiques a casa do SENHOR teu DEUS, como Ele disse a teu respeito. Que o SENHOR te conceda prudência e entendimento, para que, quando regeres sobre Israel, guardes a lei do SENHOR teu DEUS. Então prosperarás, se cuidares em cumprir os estatutos e os juízos que o SENHOR ordenou a Moisés acerca de Israel; sê forte e corajoso, não temas, não te desalentes.” (1 Crônicas 22: 11-13)

A terceira palavra hebraica é “tzalach”, que pode ser traduzida como “ser livre, ter sucesso, ser próspero”. Esse sentido aparece quando o salmista desconhecido
retrata a diferença entre os justos e os ímpios.

“Ele é como a árvore plantada junto a corrente de águas, que, no devido tempo, dá o seu fruto, e cuja folhagem não murcha; e tudo quanto ele faz será próspero.” (Salmo 1: 3)

A quarta palavra do original hebraico é “chail”, que aponta para aquilo que naturalmente associamos com a palavra prosperidade. Nesse caso, sua tradução transmite a idéia de “riquezas, bens materiais”. Esse é o contexto de quando Davi alerta as pessoas que, ao receberem riquezas, jamais ponham sua confiança nelas.

“Não confieis naquilo que extorquis, nem vos vanglorieis na rapina; se as vossas riquezas prosperam não ponhais nelas o coração.” (Salmo 62: 10)

Curiosamente, essa última tradução da palavra “prosperidade” para “riquezas, bens materiais” é a que menos aparece na bíblia. A partir daí concluímos que a teologia da prosperidade (veremos mais adiante) não possui respaldo bíblico em seus conceitos. O plano de DEUS é que seus filhos alcancem a prosperidade mais importante que é na alma e no espírito. E isso somente acontecerá se ouvirmos a Sua voz e guardarmos Seus mandamentos, tendo o cuidado de cumpri-los.

“Se atentamente ouvires a voz do SENHOR, teu DEUS, tendo cuidado de guardar todos os seus mandamentos que hoje te ordeno, o SENHOR, teu DEUS, te exaltará sobre todas as nações da terra. Se ouvires a voz do SENHOR, teu DEUS, virão sobre ti e te alcançarão todas estas bênçãos: (...) O SENHOR determinará que a bênção esteja nos teus celeiros e em tudo o que colocares a mão; e te abençoará na terra que te dá o SENHOR, teu DEUS. (...) O SENHOR te dará abundância de bens no fruto do teu ventre, no fruto dos teus animais e no fruto do teu solo, na terra que o SENHOR, sob juramento a teus pais, prometeu dar-te. O SENHOR te abrirá o seu bom tesouro, o céu, para dar chuva à tua terra no seu tempo e para abençoar toda obra das tuas mãos; emprestarás a muitas gentes, porém tu não tomarás emprestado.” (Deuteronômio 28: 1, 2, 8, 11 e 12)

“Para que entre ti não haja pobre; pois o SENHOR, teu Deus, te abençoará abundantemente na terra que te dá por herança, para a possuíres, se apenas ouvires, atentamente, a voz do SENHOR, teu Deus, para cuidares em cumprir todos estes mandamentos que hoje te ordeno.” (Deuteronômio 15: 4 e 5)

Para todas as promessas de bênçãos descritas no livro de Deuteronômio há uma condição. As promessas estão atreladas à condição de “se ouvires”. A palavra “ouvir”, no hebraico, é “shamá”, que significa “cumprir, obedecer, viver, praticar”. Ou seja, não basta apenas escutar e ouvir a Palavra de DEUS. Qualquer um escuta, até mesmo nosso adversário. Ouvir a DEUS vai muito mais além do que isso. Ouvir a DEUS é um processo que se inicia ao escutar a voz Dele, mas é seguido de ações que refletem nossa disposição em servi-Lo: cumprir, obedecer, viver e praticar.

Concluímos, portanto, que o alvo da prosperidade de DEUS é a nossa alma e o nosso espírito. E é nisso que devemos nos atentar. A prosperidade financeira é um segundo plano que poderá ou não acontecer, dependendo da nossa obediência, e também dos planos que DEUS tem para nós. Mas nada impede que a nossa oração seja para que DEUS derrame suas bênçãos materiais sobre nós, para que, não só as necessidades sejam supridas, mas que também os desejos sejam atendidos, e assim experimentemos uma abundância financeira.

“Agrada-te do SENHOR, e Ele satisfará aos desejos do teu coração.” (Salmo 37:4)

A prosperidade não é medida pela quantidade de bens ou dinheiro que alguém possui. Lembre-se, ser próspero não é a mesma coisa que ser rico. Prosperidade é não ter falta de nada, é viver a ausência de necessidades. È ser suprido por DEUS em todas as questões da vida. Excede, e em muito, os conceitos materiais.

No Reino de DEUS não há miséria. Lá pode haver a abundância ou somente a provisão daquilo que é básico. O que ocorre são fases da vida ou chamados específicos para aprendermos a dar valor, e não colocar o dinheiro em primeiro lugar. DEUS nos chamou para comer o melhor dessa terra, se andarmos em obediência.

“Se quiserdes, e me ouvirdes, comereis o melhor dessa terra. Mas se recusardes, fordes rebeldes, sereis devorados à espada; porque a boca do SENHOR o disse.” (Isaías 1: 19 e 20)

A aliança de DEUS com seu povo abrange vários aspectos da vida. E um deles é o aspecto financeiro. O detalhe é que, a abundância financeira está condicionada à obediência. E se a obediência é uma questão totalmente espiritual, isso significa dizer então que as conquistas materiais estão totalmente relacionadas com as questões espirituais. Crescimento material é apenas umas das possíveis conseqüências de um crescimento espiritual.

Nem todos os cristãos prosperarão financeiramente e enriquecerão, e nem todos os servos de CRISTO serão pobres. É um erro querer fazer uma regra nisso, e querer limitar a ação e vontade do ESPÍRITO SANTO. DEUS jamais garantiu que daria dinheiro para todos seus servos. E também jamais garantiu que tiraria o dinheiro deles. Ele faz aquilo que quiser.

‘O SENHOR empobrece e enriquece; abaixa e também exalta.” (1 Samuel 2: 7)

O exemplo de Jó.

Imaginem a situação de Jó: ele sabia o que era ter uma vida abastada, cheia de dinheiro. E então, de repente, DEUS permitiu que ele perdesse tudo, exceto a própria vida (capítulos 1 e 2 do livro de Jó). Começava então a provação desse homem.

“Recordar-te-ás de todo o caminho, pelo qual o SENHOR teu DEUS te guiou no deserto estes quarenta anos, para te humilhar, para te provar, pra saber o que estava no teu coração, se guardarias ou não os seus mandamentos.” (Deuteronômio 8: 2)

A palavra “provar”, no hebraico, aponta para o sentido de “exercitar a obediência aos mandamentos de DEUS”. Em outras palavras, quando Jó foi provado, todas as experiências a que ele foi submetido indicariam se ele obedeceria ou não aos mandamentos de DEUS, mesmo que estes ainda não tivessem sido oficializados no monte Sinai. Quando somos colocados à prova, percebemos que muitas vezes a nossa fé não condiz com nosso comportamento, e que precisamos perseverar para provar através das atitudes, que a nossa fé é genuína e verdadeira. Cada aprovação resulta em crescimento espiritual, fortalecimento da alma e caráter moldado à imagem e semelhança de DEUS.

Jó perdeu suas posses, seus filhos, seus empregados, seus animais e sua saúde. Isso equivale a dizer que, se fosse conosco, perderíamos nossa família, nossos amigos, nossas empresas, nossas propriedades, nosso status, nossa história, sendo reduzido simplesmente ao pó, nos tornando nada, sem ninguém e sem saúde. Tudo isso já nos seriam motivos para nos decepcionarmos com DEUS. Mas no caso de Jó, uma coisa não lhe foi tirada: sua esperança da salvação. Que assim como foi com ele, que a certeza da salvação também jamais seja tirada de nós.

“Porque eu sei que o meu Redentor vive, e por fim se levantará sobre a terra.” (Jó 19: 25)

Era como se a única esperança de Jó estivesse na salvação de sua alma. E de certa forma ele tinha razão. Não há bem mais precioso que a eternidade com DEUS. Isso era uma certeza que nada, e nem ninguém, poderiam arrancar do coração desse homem. Não importa o que acontecesse, ele sabia que o seu Salvador estava vivo, observando tudo, e que ao final de um tempo, Ele daria um basta em tudo aquilo, e levaria Jó a salvo para a eternidade.

Mas, antes que isso acontecesse, ele foi restituído em dobro em tudo que um dia ele já teve. Perceba que Jó nunca orou para que a restituição fosse dada a ele. Era algo que ele não esperava, ou melhor, não era a sua motivação. Sua motivação continuava sendo a eternidade ao lado de seu Criador. E de alguma forma, DEUS moveu o coração de Jó, para que este passasse a orar e interceder pelos seus três amigos, que tentavam encontrar explicações para a sua provação. E foi justamente isso que ele fez.

“(...) o meu servo Jó orará por vós; porque dele aceitarei a intercessão, para que Eu não vos trate segundo a vossa loucura; porque vós não falastes de mim o que era reto, como o meu servo Jó. (...) e o SENHOR aceitou a oração de Jó.” (Jô 42: 8 e 9)

E quando Jó intercedia pelos seus amigos, certamente para que eles conhecessem a salvação, DEUS o restitui em dobro de tudo o que ele um dia já teve e que lhe foi tirado. A restituição de DEUS chegou numa hora em que Jó não estava esperando, não era esse seu pensamento, não era essa a sua motivação. Conosco também é assim. É quando não estamos nem esperando as bênçãos de DEUS que Ele vem e nos dá. É quando nós estamos concentrados em questões mais importantes como salvação, unção, intimidade, conhecimento e transformação pessoal que Ele nos surpreende com as bênçãos materiais.

“Mudou o SENHOR a sorte de Jó, quando este orava pelos seus amigos; e deu-lhe o dobro de tudo o que antes possuíra. Assim abençoou o SENHOR o último estado de Jó mais do que o primeiro, (...)” (Jó 42: 10 e 12 b)

E tem gente que nunca viu dez por cento do que Jó tinha e vive reclamando por não ter o dinheiro que gostaria de ter. Qual foi a postura de Jó quando ele, de um dia para outro, não tinha mais nada? Ele simplesmente renunciou as suas exigências por explicações de DEUS para tudo que se passava com ele.

Enquanto ele exigia respostas de DEUS, ele não as teve. Em contrapartida, DEUS o visitou com a Sua presença, e isso para ele foi o suficiente. A experiência de conhecer a DEUS, de com Ele andar, foi a melhor resposta que Jó poderia ter recebido. Descansar em DEUS é ter fé quando as más notícias aparecem repentinamente. E no final de tudo isso, ele foi aprovado por DEUS.

Quando a prosperidade é financeira.

Prosperidade financeira não é a essência do evangelho. Do que adianta ter tudo, exceto o mais importante? Para conseguir viver tanto nos dois extremos como na média, ou seja, tanto ser rico, pobre ou mediano, é preciso da ajuda de DEUS.

Há pessoas que têm muito dinheiro, mas que são verdadeiras miseráveis, e pessoas que não tem nada, mas que são extremamente generosas. Quando o assunto é prosperidade, ter dinheiro não significa ser rico, e não ter dinheiro não significa ser pobre.

“Uns se dizem ricos sem ter nada; outros se dizem pobres, sendo mui ricos.” (Provérbio 13: 7)

Mas, qual é então, a postura que devemos ter quando a prosperidade financeira nos atinge? Receber riquezas de DEUS não é errado. DEUS pode sim fazer enriquecer, e realmente esse é o Seu plano para certas pessoas. Mas que sentido faz ter as mãos prósperas sem ter primeiro a alma próspera? Acima de tudo, a alma precisa ser próspera, e isso só pode acontecer através da intimidade com DEUS.
Não é errado sonhar com uma viagem, com um carro novo, com um casa maior, com uma casa própria, com uma roupa da moda, com a melhor escola para os filhos, etc. É claro que DEUS pode nos enriquecer, e é justamente aí que mostraremos aonde repousa nosso coração. O mundo está cheio de pessoas que enriqueceram e se esqueceram de DEUS, deram as costas para JESUS, se esqueceram de orar, de clamar e jejuar, de dar, de ofertar, de devolver o dízimo, de depender exclusivamente Dele.

Com uma área financeira abundante, não podemos deixar DEUS de lado e em segundo plano.

“Eu amo os que me amam; os que me procuram me acham. Riquezas e honra estão comigo, bens duráveis e justiça” (Provérbio 8: 17 e 18)

Riquezas e honra, bens duráveis e justiça. Os pares citados caminham juntos.Só faz sentido se estiverem relacionados. Quando DEUS nos dá riquezas, precisamos entregar toda a honra a Ele. Quando DEUS nos entrega bens duráveis, precisamos usar esses mesmos bens de forma a agir com justiça. De nada adianta ter riquezas e reter a honra para si mesmo. De nada adianta ter bens duráveis e agir injustamente. DEUS tem riquezas e bens duráveis para dar a nós, seus servos, mas jamais podemos esquecer quem precisa ser honrado em todo o tempo, e desprezar os atos de justiça, que são tão raros hoje em dia.

Os cinco mandamentos da prosperidade financeira.


I. Não criarás prosperidade se.

II. Não estimularás a fraternidade humana se alimentares o ódio de classes.

III. Não criarás estabilidade permanente baseada em dinheiro emprestado.

IV. Não evitarás dificuldades financeiras se gastares mais do que ganhas.

V. Não poderás ajudar os homens de maneira permanente se fizeres por eles
aquilo que eles podem e devem fazer por si próprios.

Autor: Abraham Lincoln, ex-presidente americano.

A ausência de dinheiro não é sinal de espiritualidade.

Há uma mentira religiosa que satanás implantou na cultura humana por séculos,  principalmente a partir do catolicismo romano, que diz que para se aproximar de DEUS, é necessário se abster de dinheiro e dos bens materiais, que para ser santo tem que ser miserável, que para ser uma pessoa espiritual não pode ser rica, e que humildade de espírito é sinônimo de pobreza. Devemos rejeitar a idéia de que ser pobre é sinônimo de ser espiritual. Esse conceito pode estar diretamente ligado ao gnosticismo (do grego “gnosis”, que significa conhecimento) que afirma que a matéria é ruim e o espírito é bom, sendo as mesmas doutrinas que foram tão combatidas pelo apóstolo João no início da Igreja.

Da mesma forma que miséria não é sinal de humildade, a espiritualidade também não é sinal de ausência de recursos financeiros. Para a igreja católica em Roma, lidar com dinheiro de forma a aumentar a riqueza era sinônimo de usura e, portanto, pecado. Seus ensinamentos ao povo diziam que o dinheiro era improdutivo, contradizendo totalmente as escrituras sagradas e os ensinamentos de JESUS em suas parábolas.

Se abster do dinheiro não significa a solução para uma boa saúde espiritual. Portanto, é um erro o cristão achar que o dinheiro é mal e que a sua vida espiritual será melhor se abdicar completamente dele. É claro que DEUS pode sim dar uma ordem para alguém se abdicar do dinheiro, mas isso será uma ordem específica para alguns. Não podemos generalizar, pois o dom da pobreza é um chamado ministerial para algumas pessoas. Se esse não é o seu caso, DEUS não te chamou para viver apuros financeiros para sempre na sua vida.

A usura.

Essa deturpação que veio com a igreja católica começou a ser desfeita a partir de João Calvino, com o cristianismo passando a entender que a usura é apenas a cobrança excessiva de juros. Calvino ensinava que os juros deveriam ser cobrados de forma justa de pessoas que poderiam pagar por isso, e que jamais deveria ser cobrados juros dos pobres. A idéia de Calvino era simplesmente não fazer aos outros aquilo que você não faria a si mesmo.

“A teu irmão não emprestarás com juros, nem dinheiro, nem comida, nem qualquer coisa que se empresta com juros. Ao estrangeiro emprestarás com juros, porém a teu irmão não emprestarás com juros; para que o SENHOR teu DEUS te abençoe em todos os teus empreendimentos, na terra a qual passas a possuir.” (Deuteronômio 23: 19 e 20)

A usura era proibida até por uma questão moral. Sem o empréstimo de dinheiro, o mundo do comércio não existiria. Pessoas não abririam negócios próprios, não comprariam nem venderiam. O bom censo precisa ser aplicado nessa questão.

A palavra hebraica para juro é “neshekh”, que significa mordida, semelhante a uma mordida de cobra. A tradição judaica diz que “do mesmo modo que uma pessoa só percebe que foi mordida por cobra quando começa a inchar, assim é aquele que toma emprestado e que talvez só perceba o juro quando ele o incha e o consuma”. Não sejamos essa cobra venenosa ao nosso irmão.

Para ser um cristão, não é necessário ser pobre ou rico.

O cristianismo não faz nenhuma alusão à pobreza. Ele na verdade proclama dentre tantas outras coisas, a prosperidade acompanhada da generosidade. É através dessas duas condições que o Evangelho é levado até os confins da terra, com a pregação da palavra e a salvação de almas. E olhando sob uma ótica financeira, veremos que o Evangelho estimula as pessoas a abandonar os vícios, trabalhar honestamente, administrar os recursos com zelo, manter a generosidade, financiar as obras assistenciais, além de trocar o roubo pelo trabalho honesto. Portanto, o Evangelho prega o equilíbrio financeiro e a igualdade social, e não a miséria e a pobreza. Portanto, o saldo bancário não é indicador de verdadeiro cristianismo. Para ser um seguidor de CRISTO, basta obedecer e praticar a Palavra.

Dois pontos de vista completamente errados e contrários à palavra se encontram em duas extremidades: a teologia da prosperidade e a teologia da miséria. Vamos entender um pouco mais o que elas defendem.

A teologia da prosperidade.

Essa teologia está mais preocupada com as bênçãos materiais do que com as espirituais. São falsos ensinos que pregam um outro evangelho, de um outro “cristo”, para uma outra “salvação” e para um outro “reino”. Que tenhamos cuidado com mensagens do tipo: “venha para a nossa igreja que DEUS te dará o carro com que você tanto sonha, ou sua casa própria, ou sua empresa, ou dinheiro, enfim será o fim das dívidas, serás rico, basta crer, oferte mil para colher a cem por um, etc”. Se você for a qualquer igreja buscando isso, temos uma notícia a te dar: a sua frustração será do tamanho dessa mentira que lhe foi ensinada.

“Pois nunca deixará de haver pobres na terra.” (Deuteronômio 15: 11 a)

A teologia da prosperidade ainda promete aquilo que DEUS não prometeu dar.Em seus ensinos há uma barganha com DEUS, do tipo “dar X para receber em troca 2 X ou até 10 X, dar o carro popular para receber um carro luxuoso, fazer parte de uma igreja objetivando enriquecer”. Essa teologia visa gerar uma igreja rica com líderes e membros ricos. Mas lembre-se de quem nem todos serão ricos, e, portanto, é um erro ter uma igreja integralmente formada por ricos.

Não ser rico não é sinal de falta de fé ou presença de pecado. Ser rico não é sinal de ser uma pessoa bem sucedida, com saúde física e emocional, com plenitude espiritual, com fé, etc.

JESUS não estabeleceu a Sua Igreja para que as pessoas estivessem sob uma cobertura espiritual em troco de prosperidade financeira, dinheiro, bens e enriquecimento. A cobertura espiritual da Igreja fornece ao cristão a garantia de que as portas do inferno não irão prevalecer sobre a sua vida. Não se achegue a DEUS para barganhar, mas sim para se doar e entregar sua vida aos cuidados Dele.

Quando se pergunta se uma pessoa está bem, automaticamente pensamos em dinheiro e desprezamos as questões espirituais, como a paz, a alegria e o equilíbrio emocional. Mas de acordo com a bíblia, uma pessoa de sucesso é aquela que caminha com JESUS, e não aquela que possui dinheiro.

A bíblia jamais desprezou as pessoas sem recursos financeiros, nem os tratou com preconceito, muito pelo contrário. Pobreza não é sinal de maldição e nem de espiritualidade. Lembre-se, uma pessoa pode ser pobre, cheia do ESPÍRITO SANTO e próspera ao mesmo tempo, se suas necessidades forem supridas em CRISTO JESUS.

“Então lhes recomendou: tende cuidado e guardai-vos de toda e qualquer avareza; porque a vida de um homem não consiste na abundância dos bens que ele possui.” (Lucas 12: 15)

Um homem de sucesso na bíblia é medido através de sua intimidade com DEUS e não através do seu dinheiro. O homem não é medido pela quantidade de bens que possui, mas é medido pelo seu caráter.

O fundamento do evangelho de JESUS não é ter dinheiro, ser reconhecido, ter saúde, etc, mas é a obra da cruz e nossa obediência a Ele.

A teologia da prosperidade aborda somente o lado maravilhoso da vida aos olhos do mundo, e se esquece de falar que “ainda que a figueira não floresça...” (Habacuque 3: 17). Durante a vida com JESUS, teremos aflições, tempestades, adversidades, momentos de silêncio de DEUS, etc.

É claro que a prosperidade financeira na vida do cristão é um presente e uma benção dada por DEUS. A bíblia está repleta de promessas nesse sentido. Assim foi com Davi, Salomão, Jó, entre tantos outros homens de DEUS. O ministério de JESUS foi financiado por grandes quantias de ofertas ao ponto de terem a necessidade de se levantar um tesoureiro para cuidar dos recursos doados.

Mas a teologia da prosperidade ensina que quanto mais se der, mais se receberá, e que isso, sim ou sim, irá acontecer na vida daqueles que estiverem posicionados e que crerem. E que, caso isso não ocorra, será um problema de falta de fé ou de algum pecado na vida da pessoa.

Com isso, esse ensinamento se esquece simplesmente da soberania de DEUS. Ele é, além de Todo Poderoso, o DEUS Soberano, ou seja, Ele não precisa nos dar satisfações e Ele tem o direito de fazer o que julgar ser melhor, a favor de quem Ele quiser. Está correto que a lei da semeadura nos diz que aquilo que plantarmos, colheremos, podendo ser em diferentes medidas e proporções (veremos mais sobre isso no capítulo 15). Porém acima disso está a soberania e os planos de DEUS para a vida de cada pessoa.

A soberania de DEUS remete ao fato de que, apesar de termos nossos olhos carnais e limitados, conseguimos enxergar que a vontade de DEUS continua sendo a melhor e a mais adequada, inclusive aquelas que nos causam aflições. DEUS não está chamando todos para serem ricos financeiramente, mas chamando todos para serem obedientes, submissos, e que cheguem à salvação. Isso significa que DEUS chama todos para serem ricos espiritualmente.

“... Ele é longânimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arrependimento.” (2 Pedro 3: 9 b)

A riqueza de DEUS não é a riqueza que nós conhecemos. A riqueza de DEUS é eterna, enquanto que a riqueza material é temporária.

“Não atentando nós nas coisas que se vêem, mas nas que se não vêem, porque as que se vêem são temporais, e as que se não vêem são eternas.” (2 Coríntios 4:18)


A teologia da miséria.

Aquele que vive nessa teologia se recusa a acreditar que DEUS pode nos abençoar materialmente. Essa teologia diz que o cristão verdadeiro tem que ser pobre e miserável, tem que sofrer, não pode sonhar em ter, ou muito menos ter efetivamente, vive no sufoco endividado, passando fome aqui na terra para receber alguma recompensa no céu.

Nós vivemos numa cultura eclesiástica que diz que ter dinheiro é pecado. Tem que ter uma vidinha, um empreguinho, uma condiçãozinha, tudo “inho”. Ter até um limite de cifra tudo bem, é aceitável, mas se passar disso significa que provém do maligno. Ou também não se vê capaz de ter acima do teto que a si mesmo estabeleceu. Quem realmente tem desejado e lutado para ser cabeça e não cauda? Não só na esfera da autoridade espiritual, mas, inclusive, a ponto de influenciar a sociedade. Os cristãos ou os ímpios?

DEUS irá enriquecer sim alguns de seus filhos. Serão aqueles com um chamado para serem mantenedores e financiadores da Igreja através de seus dízimos e de suas ofertas (Romanos 12: 8). Será que você não é uma dessas pessoas? DEUS conta com pessoas pobres e ricas.

Nem todos têm o mesmo chamado. Uns foram chamado para apóstolos, outros para professores, outros ainda para evangelistas, e quem sabe um profeta ou apóstolo (Efésios 4: 11). DEUS deseja usar alguns no meio artístico, outros na economia, outros no esporte, outros ainda na moda, ou até na política. DEUS tem um plano e em chamado específico para cada um de nós. É dessa forma que DEUS trabalha.

Davi sonhou em construir um templo para que DEUS fosse adorado. Ele tinha certeza que isso era algo que vinha do coração de DEUS. Ele tinha todos os recursos, tinha o projeto, tinha o local. Somente por um detalhe ele não pôde seguir em frente com seu sonho. Não era a vontade de DEUS que fosse ele a levantar o templo. DEUS tinha esse chamado para outra pessoa, mais especificamente, para seu filho Salomão (leia 2 Samuel 7).

Às vezes, o que achamos ser para nós não é. E não pense que Davi boicotou a construção do templo por não ser ele o responsável. Pelo contrário, ele deu todo apoio e suporte para que seu filho tivesse êxito. Davi soube se contentar com o plano de DEUS para sua vida. E igualmente, ele soube ver que DEUS quer contar com todos, e não com poucos.

Por tudo isso, concluímos que o plano de DEUS é o de ter pessoas com e sem dinheiro, para que haja servos Dele em todas as camadas e níveis da sociedade. DEUS levanta igualmente o pobre e o rico para pregarem o evangelho. DEUS conta com pessoas ricas, assim como conta com pessoas pobres. Lembre-se, ter ou não ter dinheiro não é condição de espiritualidade. Se assim fosse, por que todos os pobres não são crentes? Por que há pobres seguindo diversas religiões? Ou então, por que existem pessoas ricas convertidas a JESUS? DEUS tem todo o direito de manter alguém pobre, manter alguém rico, deixar alguém pobre, ou então deixar alguém rico. É por isso que Ele é DEUS.


A obediência inicia a prosperidade.

A obediência aos nossos líderes, reconhecendo que DEUS fala através da boca deles, é um grande segredo para prosperarmos. Se o pastor falar para fazer, faça. Se ele falar para poupar, poupe, Se ele falar para comprar, compre. Se ele falar para quitar, quite. Se ele falar para investir, invista. Aqueles que crerem nos profetas de DEUS nessa terra, prosperarão.

“Credes nos seus profetas, e prosperareis.” (2 Crônicas 20: 20)

Mas permita te darmos uma boa notícia! Para ser obediente, não precisamos fazer alguma faculdade, ou pós-graduação, ou até mesmo um doutorado. Não precisa ser um Phd. Não precisa ter QI elevado para conseguir obedecer. Não precisa nascer numa família modelo para obedecer. Não existem cursos especializados de obediência por aí. Nada disso. Para obedecer, por incrível que pareça, basta simplesmente, obedecer.

A obediência a DEUS é o caminho mais curto para ser abençoado financeiramente, mas atenção, lembre-se que enriquecer não é seu objetivo de vida, e que DEUS dará a quem Ele quiser, afinal de contas, Ele é SOBERANO.

“Será, pois, que, se, ouvindo estes juízos, os guardares e cumprires, o SENHOR teu DEUS te guardará a aliança e a misericórdia prometida sob juramento a teus pais; Ele te amará e te abençoará e te fará multiplicar; também abençoará os teus filhos, e o fruto da tua terra, o teu cereal, o teu vinho e o teu azeite, e as crias das tuas vacas e das tuas ovelhas, na terra que, sob juramento, a teus pais prometeu dar-te.” (Deuteronômio 7: 12 e 13)

 Escrito: Shizuo