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quinta-feira, 7 de maio de 2015

COMO MANTER O SUCESSO DO EMPREENDIMENTO


LIDERANÇA
COMO MANTER O SUCESSO DO EMPREENDIMENTO Dicas para se adequar às tecnologias e se manter à frente dos concorrentes
Por: msbrasil.com.br

     Não basta o empreendedor abrir uma empresa, ele precisa fazer o mais difícil, manter seu sucesso ao longo dos anos, adequá-la às novas tecnologias e se manter a frente dos concorrentes. Para o empreendedor conseguir isso, é muito importante que ele elabore metas e objetivos. Pensando nisso, definimos 5 dicas para manter o sucesso de seu empreendimento.
     1. Leve seu trabalho a sério. Acredite sempre no que você vende ou nos serviços que presta. Contagie as pessoas com sua motivação, isso é muito importante na hora de negociar com fornecedores ou de conquistar novos clientes. Saiba transmitir garra e seriedade aos outros.
     2.  Aumente seu network. Quando você investe em seu network profissional, pode conseguir um aumento da visibilidade de sua empresa, da sua reputação e da sua influência. Para aumentar seu network, participe de eventos relacionados ao seu setor, tenha sempre em mãos um cartão de visitas, escreva artigos e opiniões sobre sua área de atuação, saiba criar opotunidades.
     3. Atenção ao fluxo de caixa. Sem dúvida, essa é uma parte fundamental de seu empreendimento, o sucesso da empresa depende de como você mantem seu fluxo de caixa. Um empreendedor não pode esquecer nunca de controlar todas as finanças. Falta de organização com o dinheiro pode levar organizações a falência.
     4. Invista em seus funcionários. É muito importante o investimento em seus funcionários, eles são sua matéria-prima, a empresa depende deles para crescer. Desperte em sua equipe o conhecimento por coisas novas, afinal o mercado está cada vez mais competitivo. Treinamentos, cursos e palestras são uma ótima aposta.
     5. Foco no consumidor/cliente. Não adianta possuir ótimos funcionários e um excelente marketing se você não manter o foco no seu público-alvo. Busque sempre por aperfeiçoamento, qualidade e um preço justo, os produtos e serviços devem estar sempre de acordo com as expectativas deles, pois eles também são peças fundamentais para o crescimento da empresa.
     Alcançar tudo isso não é uma tarefa muito fácil, mas lembre-se que por trás de uma grande empresa de sucesso, existe a persistência, criatividade, determinação e a eficiência de um grande empreendedor!
Data: 8/10/2012 10:17:02

sábado, 27 de dezembro de 2014

Confratenização dos lideres dos jovens Umadetse 2014




Foi realizado 21-12-14, após do culto da Santa Ceia, almoçamos no restaurante Piemonte, que fica proximo ao Wallmart no Morumbi.





Tivemos alguns lideres de algumas congregações, mas quem não foi, perdeu!

Para aqueles que foram no almoço, receberam pequenas lembranças e puderam dar uma palavra sobre este ano que passou. Glória a Deus!


terça-feira, 23 de dezembro de 2014

Confraternização após o Retiro Regional dos jovens da Umadetse 2014


No dia 13-09-14, tivemos a celebração de um culto para agradecer o quanto Deus abençoou o Retiro Regional Umadetse.



O grupo da Umadetse após da extinção do grupo athus, que agora são formado pelo Alexandre, Marcos, Shizuo, Jonatas, Andressa, Niura e Betania.




As aconselhadoras recebem presente por mais um ano juntos trabalhando para Jesus!



O grupo Celebrai recebem presentes por mais um ano recepcionando os jovens durante os cultos Regionais.





Os jovens da Umadetse fizeram uma festa surpresa para Keila.




sábado, 7 de junho de 2014

Jesus, A Sabedoria


Deus me livre!

Jesus é muito mais do que um homem sábio. Ele é literalmente a sabedoria de Deus.

É, porém, por iniciativa dele que vocês estão em Cristo Jesus, o qual se tornou sabedoria de Deus para nós, isto é, justiça, santidade e redenção,  para que, como está escrito: “Quem se gloriar, glorie-se no Senhor”.
I Cor. 1: 30-31

Em Jesus estão escondidos todos os tesouros da sabedoria. E Jesus, a sabedoria de Deus, habita em todo discípulo!
 
 Nele estão escondidos todos os tesouros da sabedoria e do conhecimento.  Eu lhes digo isso para que ninguém os engane com argumentos que só parecem convincentes.  Col. 2:3-4

Que Deus me livre de argumentos que só parecem convincentes.
Que Deus me livre da ideia que sou mais sábio porque fiz cursos teológicos.
Que Deus me livre da convicção que o fato de eu ter liderado igrejas procurados por centenas de pessoas me faz mais sábio.
Que Deus me livre da tentação de explicar o que Jesus quis dizer em vez simplesmente declarar fielmente o que Ele disse.
Que Deus me livre da tentativa impossível de ser em algum assunto mais inteligente de Jesus.
Que Deus me livre de mim mesmo e minha própria sabedoria.
Que Deus me livre para viver somente a sabedoria que Jesus é em mim neste momento.

Quando Deus me livra completamente da minha sabedoria e Jesus realmente é a minha única sabedoria, finalmente serei livre de viver a sabedoria que está escondido em Jesus que habita em mim.


 
 
Carlos McCord
Presidente do Ministério Permanecer

terça-feira, 16 de julho de 2013

O papel do líder na organização


LIDERANÇA
O papel do líder na organização é imprescindível
Por: Patrícia Pessotti para o RH.com.br
  O papel do líder na organização é imprescindível, uma vez que se faz necessário que a empresa tenha um caminho a percorrer em busca de objetivos satisfatórios. Portanto, o líder faz a integração dos liderados na execução dos seus trabalhos, favorecendo uma aprendizagem mais consistente, significativa e se aproximando da realidade da organização, tornando suas tarefas dinamizadas.
  Dessa forma, a organização precisa redimensionar suas atividades, a fim de promover a interação entre os liderados e os líderes, melhorando e propiciando uma relação de diálogo, debates sobre determinados temas referentes à organização de maneira a incentivá-los para um comportamento social e baseado na ética profissional.
  Observa-se nas empresas a necessidade de uma liderança que esteja preparada para a realidade que perpassa o espaço organizacional de maneira contextualizada, para instigar a capacidade de transformar uma equipe bem melhor a cada dia de trabalho.
Cabe à organização como espaço de aprendizado:
- Reconhecer a importância dos líderes, saber identificá-los e propiciar o desenvolvimento humano, para conquistar melhores resultados através dos desafios que surgem.
- Estar preparada para as frustrações, para os problemas diários e não desanimar. Incentivar as pessoas para enfrentar esses problemas, conscientizando-as da necessidade de mudança.
- É preciso ser um educador, acreditar no potencial das pessoas, dando liberdade e autonomia para colocar seus projetos em prática, construindo um ambiente favorável e agradável para realizar suas atividades organizacionais.
As lideranças, por sua vez, conseguem agregar valor à organização através do respeito e da humildade, que são os princípios da sabedoria. Se quiserem manter as organizações e as equipes bem-sucedidas, para enfrentar os obstáculos que existem no mercado, é preciso saber trabalhar esse fator organizacional.
É preciso, ainda, comunicar-se diretamente com a equipe. Ao perceber que o líder é uma pessoa comprometida e que se preocupa em delegar tarefas de uma forma clara e objetiva, a equipe torna-se mais confiante. Nesse sentido, as lideranças devem buscar estrategicamente desenvolver equipes de alto desempenho que sejam capazes de assumir tarefas e ter competência suficiente para realizá-las com foco nos objetivos organizacionais.
Saber quando e como fazer críticas para melhorar o desempenho de cada um, resolver os conflitos existentes, dar e receber feedback, estar disposto a aprender e ensinar a equipe são peculiaridades essenciais a todos os líderes. Uma organização será competitiva quando aprender que o papel das lideranças é fundamental para o alcance de objetivos.
Desenvolver uma relação de confiabilidade e de comportamento ético é importante, para influenciar as equipes, despertar suas forças competitivas, sensibilizá-las para criar estratégias nos pontos e desenvolver de cada pessoa e de tornar o ambiente organizacional mais harmonioso.
As organizações que querem ter um diferencial de mercado devem atuar para conseguir atingir a fase da maturidade, precisam estimular o comprometimento e a produção de resultados por meio da sinergia dos esforços de cada membro da equipe para fazer a diferença e contarem com times coesos no âmbito organizacional. Nesse sentido, as lideranças devem buscar estrategicamente desenvolver equipes de alto desempenho, que sejam capazes de assumir uma tarefa e ter competência suficiente para realizar suas atividades sempre com foco voltado para os objetivos corporativos.
Diante das mudanças que acontecem no mercado em que a competição é altamente acirrada, faz-se necessário que os líderes das organizações encontrem caminhos para desenvolver o potencial das pessoas.
Vale ressaltar que as algumas pessoas que atuam como líderes possuem consciência da importância de liderar e têm a capacidade de influenciar a equipe para o crescimento da empresa. Para isso, é preciso que conheçam o cenário em que atuam para alcançar o sucesso.
Quando os líderes se comunicam de maneira eficiente, conseguem obter relacionamentos positivos dentro do ambiente de trabalho por meio das observações que eles fazem com relação às pessoas lideradas. Eles consegue, ainda, o poder de empatia que visa agregar valores que podem ser transformados em ambiente positivo para todos dentro da organização, com intuito de solucionar os conflitos e a resistência que existe entre os liderados. A percepção é valor indispensável para o alcance do sucesso organizacional, devendo-se seguir um caminho orientado por um líder, já que é importante para sua manutenção no mercado competitivo e assim fazer a diferença.
Os responsáveis pelas equipes devem sempre fazer apontamentos, a fim de que os liderados possam otimizar seus trabalhos e estejam mais motivados a encontrar melhorias que sirvam para aumentar sua performance no ambiente de trabalho.
Data: 18/7/2012 10:46:01

Fonte: Creio

terça-feira, 9 de abril de 2013

4 MOTIVOS QUE COSTUMAM CAUSAR DEMISSÕES


LIDERANÇA

Problemas de relacionamento e com metas são as razões que mais levam profissionais a perderem o emprego, de acordo com especialistas
Por: Exame

     Com muitas empresas fechando seus ciclos de avaliação de funcionários neste mês, a época é mais tensa para a carreira  de muitos profissionais. “Nas empresas em que o ano fiscal bate com o ano cronológico, os funcionários vão colher em novembro a avaliação de um ano de trabalho”, diz o coach Homero Reis.
     De acordo com ele, a permanência do profissional no quadro de funcionários das empresas depende, em grande parte, do resultado desta avaliação anual. Pensando nisso, EXAME.com consultou especialistas para saber quais os motivos que mais rendem demissões nas empresas. Confira quais as quatro razões mais frequentes:
     1 Ter dificuldade de relacionamento
     Problemas comportamentais são os campeões, de acordo com dois especialistas consultados. “Por incrível que pareça, é o dado número 1”, diz Reis. Isso acontece, explica ele, porque a manutenção da relação de trabalho depende diretamente da qualidade dela.
     “O profissional pode ser ótimo do ponto de vista técnico, mas se ninguém conseguir conviver com ele na empresa, ele não vai ficar”, diz Reis.
Silvio Celestino, da Alliance Coaching, concorda. “A dificuldade em se relacionar significa que a pessoa não quer se adaptar à cultura da empresa e não quer aprender a se desenvolver para se relacionar com pessoas diferentes dela”, diz Celestino.
     Com a diversidade em alta nas empresas, saber se relacionar com pessoas de outras culturas é cada vez mais importante, na opinião de Celestino. “Se o profissional não sabe se relacionar, não vai produzir o resultado esperado”, diz o especialista.
      2 Não bater metas
     Não produzir os resultados esperados faz de você um forte candidato à demissão, já que as empresas precisam bater metas para sobreviver no mercado e crescer. Portanto, se a atuação do profissional não ajuda a pagar a contas nem faz a empresa crescer, as chances de demissão crescem. “Se o trabalhador não bate a meta - nem em um eixo nem em outro - ele fica no hall das pessoas que podem ser demitidas”, diz ele.
     Mas, se você ainda não entregou os resultados esperados, também não há motivo para pânico. “Aquele profissional que sabe explicar bem os motivos pelos quais ele não conseguiu bater as metas e ainda apresenta as soluções para voltar a gerar resultados tem chances de continuar. Mas, só explicar as razões, colocar a culpa em outras pessoas e não sugerir soluções não resolve”, diz Celestino.
       3 Não se envolver
     Fazer o estritamente necessário, não saindo nunca das suas atribuições de trabalho, é o terceiro motivo que mais aparece em demissões, diz Reis. “É aquele profissional contratado para apontar lápis e que não move uma borracha porque não faz parte da sua função”, explica o especialista.
     Para Celestino, é imprescindível que o profissional esteja comprometido com o propósito da empresa e sempre busque oportunidades para ter mais responsabilidade. “Estar envolvido é fazer com que a empresa venda mais e estar comprometido com o negócio”, explica.
     Escorregar no envolvimento com o trabalho, na opinião dele, pode complicar, em longo prazo, a sua permanência no quadro de funcionários. “No curto e médio prazo, esse erro não aparece muito”, diz Celestino.
     4 Não ter conhecimento técnico
     Embora muita gente ache que cometer erros técnicos signifique demissão certa, esse é apenas o quarto motivo da lista. Isso ocorre, na opinião de Reis, porque a deficiência técnica pode ser compensada. “Quando o funcionário não sabe, alguém ensina. É muito mais fácil qualificar uma pessoa do ponto de vista técnico do que do ponto de vista comportamental”, diz Reis.
     “Se o profissional tem o espírito de aprender, ele recebe o feedback e resolve”, diz Celestino. Os problemas só surgem se ele não vai atrás dos conhecimentos necessários. “Acaba sendo uma deficiência de comportamento”, afirma o especialista.
     Ele também explica que muitas vezes as pessoas são demitidas por erros técnicos depois de receberem uma promoção. “Acontece quando o profissional é colocado em um cargo que está acima de sua capacidade e não se prepara para isso”, diz.
Data: 17/10/2012 09:00:26

quinta-feira, 14 de março de 2013

12 SEGREDOS PARA UMA BOA LIDERANÇA


LIDERANÇA
Saiba quais são as condutas ideias de um líder eficiente
Por: Luciano Santos
1.  Não perca seu tempo desprendendo forças em tarefas improdutivas, nem se atenha a gerenciar ideias sem valor. Ponha sua ‘massa cinzenta’ para laborar e prover o seu corpo, enriquecer sua vida e se auto realizar.

2. Crie rotinas para o fluxo dos seus trabalhos no ministério. Com isso você perceberá ‘gargalos’, evitará a repetição de operações e economizará tempo e insumos. E, recorde-se da teoria da ‘economia de escala’: Produzir mais, em menos tempo, com o menor custo possível.

3. Para você ter sua equipe de trabalho ‘na mão’, deve evitar nervosismo ou perturbação na hora de tratar qualquer assunto. Entenda que seus comandados estão esperando uma ordem coesa para executar um trabalho no ministério e com isso aprender com você.

4. Não revele desânimo ou mau humor para não permitir comentários impróprios. Entenda que você, como líder, é referência para seus comandados. Seus bons, e até seus maus exemplos, poderão ser copiados por eles; por isso cuide-se para ser um bom referencial!

5. Ao orientar alguém para realizar uma tarefa, procure falar ‘olhos nos olhos’. Não fale olhando para o céu, para os lados, para o chão, displicentemente, pois sua orientação poderá não ser compreendida.

6. Jamais humilhe ou deprecie um membro da sua equipe perante os demais. Você pode demonstrar força e poder, mas aos olhos deles será visto com menosprezo.

7.Se você orientou errado reconheça o erro e assuma o prejuízo. Com esse gesto você será enaltecido como alguém íntegro e de palavra.

8. Faça reuniões com os membros de seu mistério e ouça deles opiniões de como melhorar os trabalhos. Comandado motivado é sinônimo de menor desperdício e garantia de sucesso.

9. Esforce-se e zele pela bandeira que se chama Cristo Jesus. Você é um dos pedestais que a sustém.

10. No curso da explicação de um trabalho, expresse-se com naturalidade, sem ser erudito. Evite gestos obscenos ou termos chulos. Fale de forma simples, de fácil compreensão, tom de voz firme e educado.

11. Critique construtivamente se um trabalho estiver mal feito, orientando como melhorá-lo. Porém, mostre satisfação e valorize-o quando estiver bem feito. Ao valorizar um bom trabalho o executor sentirá orgulho do que fez e desejará fazer ainda melhor.

12. Realizar um trabalho difícil pode ser um misto de céu e inferno. Mas se você se sente capaz, confie em si e execute. E certamente estará mais para a brisa suave do que para o calor do fogo.

Data: 4/7/2012 09:02:27
Fonte: Creio

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

PORQUE HÁ PASTORES RUINS?



Bispo Walter McLister questionam líderes com baixo caráter

    Um texto contundente e que levanta um debate interessante: porque há pastores ruins. O líder da Igreja Cristã Nova Vida questiona porque há pastores ruins em nosso meio. Neste texto veja o que pode ser feito para melhorar a teologia brasileira.

PORQUE HÁ PASTORES RUINS?

 De uns tempos para cá tenho visto, com uma incredulidade cada vez maior, um fenômeno que me força a fazer esta reflexão. Minha incredulidade se resume a isto: será que há tantos pastores ruins e tão poucos bons pastores neste nosso Brasil, meu Deus?!
 Pergunto isso (primeiro a mim mesmo e, em segundo lugar, de modo mais temático) porque na blogsfera-internet-facebook-twitter-cultura (neologismo meu, confesso) o consenso parece ser o de uma condenação generalizada da categoria. Anteontem foi o Dia do Pastor. Mas, será que resta o que celebrar? Pelo que leio por aqui, poderíamos muito bem chamar a data de O Dia do Farsante.
 O clero anda em baixíssimo conceito com os internautas. Será que é o caso entre os que não navegam pelos fios óticos e wi-fis deste mundo virtual? Não sei. Sinceramente, não sei. Mas, já que estou aqui na blogsfera, lá vai a minha reflexão para quem compartilha do universo virtual.
 Primeiro, quero afirmar que conheço muitos pastores. Muitos dos que conheço são bons pastores. São pessoas movidas por um desejo de servir a Deus (pelo menos é como eles começaram). Há um desnível de preparo e oportunidade entre eles, claro. Mas há uma motivação inicial que me parece uma regra. Cada um se sentiu chamado por Deus para servi-lo e, consequentemente, alimentar as suas ovelhas.
 Há maus pastores, confesso. Creio que nem todos têm um pastor em quem podem confiar, a quem recorrer ou de quem sequer têm orgulho de ter como o seu pastor. E, sabendo desse fato, creio ser importante pontuar algumas razões para isso.
 Há muitos pastores no Brasil, hoje, que não foram bem preparados para o ministério. Alguns foram criados em situações que sequer exigia um ensino ou treinamento (teológico, bíblico ou ministerial). Bastava “levar jeito” pra esse “negócio” e logo foram promovidos para ocupar lugares para os quais não têm a menor noção do que se trata. Sem preparo teológico, bíblico ou ético, acabaram lançando mão de qualquer maluquice que parece “dar certo”. Fizeram correntes de toda sorte. Suas mensagens não passam de capítulos de livros que leram ou que estão na moda, como: prosperidade, guerra espiritual, conquista de cidades ou coisa parecida.
 Vivem de campanha em campanha e querem criar uma “grande obra” para a glória de Deus. Essa “grande obra” (geralmente um prédio ou um programa de TV, rádio ou algo parecido) não passa de uma fonte de enorme despesa que vai sacrificar o povo, que é visto como fonte de muito lucro. Para tanto, precisam de cada vez mais povo. E para que tenham isso, vão ter que lançar mão de mensagens e promessas que atraem esse povo (se chamarem um dos cantores “gospel” ou o coral das crianças for posto para cantar, também funciona).
 O balcão de ofertas abre, a birosca fica aberta e o povo vem. Com as músicas da hora, os jovens berram ao microfone, de olhos fechados (claro, porque precisam demonstrar que estão no enlevo), e todos assistem atônitos às versões locais e genéricas dos superastros da música gospel. É quase cómico, se não fosse tão trágico.
 Por sua vez o pastor tem que assumir ares de “Grande Servo do Senhor”, chegando a ter que se autodenominar “Apóstolo”, “Profeta”, e só falta alguém se declarar o “Quarto Membro da Santíssima Trindade”. É uma igreja em agonia. Seus gritos e gemidos (que muitos acham serem sinais de “poder”) só denunciam a falta de vida real íntima com Deus, e conhecimento profundo das Escrituras (que é a obrigação de qualquer um que se propõe a ser um obreiro aprovado).
 Por outro lado (e agora me remeto ao extremo oposto), há homens extremamente bem preparados nas Sagradas Letras. Mas sua vida ministerial é sujeita a um regime massacrante de comitês, relatórios e avaliações. Se lançaram no serviço do Senhor, mas se acham hoje como serviçais de leigos que nunca deveriam ter o poder sobre eles que têm.
 Compaixão é uma das vítimas dessas estruturas. O pastor teme pelo bem-estar da sua família: sua esposa, que é duramente cobrada pelas irmãs da igreja; seus filhos, que são maltratados na escola por serem os filhos do pastor, mas que são cobrados pelos seus pais na igreja (pois, se pisarem fora da linha, o comitê talvez não renove o contrato e aí fazer o quê? Vai botar comida na mesa como?) Mesmo empregados, os pastores são mal, mas muito mal remunerados – pois, afinal, existem tantos “marajás” no ministério, mas “aqui não!”. Entre os oportunistas marajás e os bons servos que são reduzidos ao medo e mendicância para poderem pastorear, não me admiro que haja tão poucos bons pastores. Os poucos que vencem o sistema são os vitoriosos e poderosos, que acabam sentando em comitês denominacionais, envergando um poder político além da sua igreja local, e que acaba redundando num prestígio cada vez maior, para assegurar a sua longevidade no púlpito local. É a morte.
 Os sistemas, as estruturas e as políticas eclesiásticas não permitem que haja bons pastores. Não comportam líderes de verdade. Os maus se dão bem em sistemas que não exigem política. Com o seu talento de convencimento, o povo vem, sofre, mas apanha por achar que tem que ser assim. Enquanto há bons pastores que são esmagados por sistemas vítimas da nefasta politicagem eclesiástica.
 O povo dessas igrejas fica sem pastor, que de fato está na mão de leigos. Ou o povo fica nas mãos de lobos e anticristos que, com charme, lábia e encenações de “unção” lideram para o seu próprio enriquecimento. E os bons pastores ficam sem púlpito e seus filhos abandonam a igreja (pois viram como ela esmagou os seus pais), deixando pai e mãe de coração partido, pois o eles que mais queriam era ver seu filhos seguindo nos caminhos de Deus.
 O coração dói. Os anjos choram. O Corpo de Cristo sangra. Pastores fogem do ministério e vendem seguros ou recorrem a uma capelania. E a blogosfera registra o fel dos que queriam algo mais. Queriam líderes que manifestassem devocionalidade sem afetação, liderança sem abuso, compaixão sem politicagem, ensino das Escrituras sem modismos. E os pastores queriam apenas um lugar onde pudessem alimentar as ovelhas, pois, como Pedro, confessam o seu amor pelo Mestre.
 Conheço bons homens assim. Tenho o privilégio de liderar muitos deles. Vejo o povo que pastoreiam feliz, com prazer em se reunir para louvar a Deus, e alimentados pela Bíblia. Mas o coração pesa. Ouço o choro de muitos, o lamento dos desigrejados (os que fugiram para não morrer) e já vi pastores de joelhos aos prantos pelos filhos perdidos no mundo. Não bastasse o dano, vejo que ainda muitos lobos patrulham a blogosfera e os escombros da Igreja de Cristo, tentando abocanhar os que vivem desgarrados do rebanho, com palavras suaves e antigas heresias requentadas e vendidas como algo novo e relevante. Se tão somente tivessem um bom pastor, que desse a sua vida pelo rebanho! Se tão somente os bons pastores achassem um lugar para servir com pureza de coração!
 Ah, Senhor da seara, vivifica a Tua Igreja – Noiva do Cordeiro e Corpo de Cristo – “a plenitude daquele que enche todas as coisas, em toda e qualquer circunstância” (Ef 1.23). Tem misericórdia de nós e vivifica-nos, Pai.

Data: 15/6/2012 

Fonte: creio

quinta-feira, 22 de novembro de 2012

COMO IDENTIFICAR E DESENVOLVER LÍDERES?


LIDERANÇA
É importante observar o dia-a-dia como o colaborador se comporta
Por: Patrícia Bispo

Não são poucos os casos de empresas que buscam novos líderes para assumirem funções estratégias e, para isso, recorrem ao mercado e realizam processos seletivos muitas vezes demorados. No entanto, esses profissionais que podem fazer a diferença para o negócio podem estar na própria empresa e só precisam ser "notados" pelos dirigentes. O que algumas vezes falta, nesses casos, é apenas um pouco mais de atenção para quem já atua na companhia e, claro, os olhos atentos dos líderes - personagens mais indicados para identificar as pessoas das suas equipes, com potenciais para se tornarem futuros gestores. Abaixo listo algumas sugestões para quem deseja identificar e incentivar colaboradores para assumirem funções de liderança.

1 - É importante observar no dia-a-dia como o colaborador se comporta diante dos seus pares e se é o tipo de profissional que busca soluções, toma iniciativas que influenciam os demais colegas de trabalho. Se houver sinergia entre o "futuro líder" e a equipe, ótimo. Caso a presença do autoritarismo seja observada, é um péssimo sinal.

2 - Quando um gestor notar que um dos membros da sua equipe possui potencial para liderar, não custa estimular uma conversa para saber o que ele espera do futuro, para sua carreira e seus planos do "amanhã".

3 - Estimular a tendência do colaborador para a liderança deve ser uma constante. Para isso, por exemplo, indique leituras sobre o tema, através de revistas, sites e livros que abordem o tema "Liderança".

4 - Durante os processos de avaliação de desempenho não valorize apenas as competências dos profissionais, mas também as comportamentais imprescindíveis ao "futuro líder". Podemos destacar: assertividade, capacidade de dar e receber feedback, comunicação, condução de situações inesperadas, flexibilidade para mudanças, entre outras.

5 - O potencial de um líder também está diretamente vinculado ao estímulo que ele tem pelo seu autodesenvolvimento. Se o profissional não espera pela empresa para se desenvolver, é sinal de que ele não se candidatou à zona de conforto.

6 - No momento em que uma liderança depara-se com uma situação que requer uma tomada de decisão rápida, ele pode aproveitar a situação para ouvir a opinião do "futuro líder". Isso, lógico, se for pertinente que o fato seja compartilhado.

7 - Um líder que assume os seus erros não mostra sinais de fraqueza, de derrota; pelo contrário. Não existe pessoa que não cometa um engano e reconhecer isso é sinal de amadurecimento. Só no dia-a-dia, é possível saber se alguém se considera ou não o "dono da verdade".

8 - Hoje, fala-se muito em empresa socialmente responsáveis e isso só é possível quando a organização conta com líderes que expressam a ética em suas ações. Através do comportamento, a liderança conquista a confiança das equipes e isso, por sua vez, é fundamental para o sucesso do negócio.

9 - Não foi uma ou duas vezes que ouvi casos de bons profissionais promovidos para cargos de liderança e que pouco tempo depois, o desempenho tornou-se negativo. Nem sempre um colaborador exemplar está preparado ou quer ser líder. Por esse motivo, o plano de carreira é uma ferramenta valiosa na vida da empresa e dos profissionais. Antes de dar a alguém a responsabilidade de gerir outras pessoas, é preciso manter uma conversa franca e objetiva com o funcionário.

10 - Para quem será ou já é líder, a área de Recursos Humanos precisa estruturar um Programa de Desenvolvimento de Gestores, pois quem dá um norte às equipes precisa estar em constante processo de evolução.



PARA VER OUTRAS NOTAS SOBRE LIDERANÇA CLIQUE AQUI

Data: 15/5/2012 09:51:03
Fonte: Creio

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

LIDERANÇA ENTRE AS ADVERSIDADES


LIDERANÇA
LIDERANÇA ENTRE AS ADVERSIDADES É diferente servir em uma igreja estruturada e em um igreja na favela
Por: Nivaldo Filho

Falar sobre liderança sempre é difícil, porque a liderança não envolve só as teorias que são pertinentes na arte de liderar, tem a ver com o caráter e a personalidade de quem lidera, o conhecimento adquirido com o tempo e o coração que se dispõe a liderar, principalmente quando se trata de servir ao próximo. Servir ao próximo é servir quem está precisando, servir a todos e servir a Jesus, mas principalmente, servir a Jesus.

Servir em uma comunidade/ministério quando esta é uma igreja bem localizada, estruturada é diferente de servir a Deus em uma favela ou até mesmo em um contexto de extrema miséria. Servir em um contexto de necessidades humanas latentes é protagonizar na história a mesma dimensão social que o nosso Senhor Jesus viveu e protagonizou: o de ir onde às pessoas estão, incluindo sua salvação a todos.

É presenciar na íntegra suas dificuldades, é cheirar o esgoto que passa em frente à casa, é ver que sua dispensa está vazia, é observar e acompanhar uma família desestruturada, é ver o desemprego que tira toda e qualquer perspectiva de vida, é sentir a dor e o vazio que assola o coração do homem, é poder ver de perto a miséria do seu semelhante e perceber que embora com alguns ou muitos problemas, levamos uma vida bem melhor do que as de muitos brasileiros que são nossos irmãos de pátria e que vive uma vida sofrida e angustiante.

Liderar não é só conhecer técnicas apuradas para motivar seus liderados, realizar excelentes atividades e eventos, liderar também é se importar com o outro é andar com pessoas e ajudá-las a elaborar melhor suas vidas, é poder servir com o seu tempo, com seu dinheiro, com seu carro, telefone ou simplesmente com seus ouvidos e coração. Ouvir o lamento de um necessitado, e nos mobilizarmos em fazer algo para melhorar a vida desse ser humano à imagem e semelhança de Deus, mesmo que esse algo seja orar e ensiná-las a Palavra de Deus. Sim, porque quando oramos e ensinamos a palavra, conspiramos contra as trevas e apontamos outro caminho que é o de conhecer o verdadeiro Deus, Cristo Jesus.

Quando usamos a inteligência que Deus nos deu para capacitar e mobilizar pessoas, capitanear recursos humanos e materiais, contribuímos para a realidade de pessoas desesperançosas de ajuda, contribuímos para colocar ordem no caos.

Portanto liderar é ir a frente e é andar ao lado de quem nós servimos. Essa tem sido a mensagem da cruz e da Igreja ao longo da história do cristianismo, buscando levantar líderes que tenham não só um sonho, mas também o compromisso de mudar a realidade a sua volta e de conspirarem contra toda a impiedade e desigualdade seja ela em que nível for como bem diz Helena Eurípedes: "Os Caminhos de Deus são complexos e é difícil predizê-los. Ele move as peças e, de alguma maneira, elas ficam em ordem".

Como cristão e cidadão do céu e da terra poder ajudar nessa conspiração não é só um prazer, mas também um dever espiritual e social. É ter o privilégio, na sua história, de contribuir para o engrandecimento do Reino e sua expansão.
Data: 18/6/2012 08:54:02

Fonte: Creio

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

PRINCÍPIOS BÍBLICOS DE LIDERANÇA PASTORAL


LIDERANÇA
Primeiro tópico: O problema da disciplina
Por: Ary Velloso

INTRODUÇÃO

Nesta série abordarei vários Princípios Bíblicos que um pastor, liderando a sua igreja, enfrenta no seu dia a dia. Procurarei não ser tão técnico, mas ir de encontro às necessidades reais que todos nós enfrentamos no ministério pastoral. Estes estudos são frutos de pesquisa, mas sobretudo associados a minha vida diária de pastor.

Neste primeiro artigo, desejo chamar atenção para um problema que nós pastores enfrentamos constantemente em nossas igrejas, ou seja: "0 problema da disciplina".

Em uma estatística notei que, numa certa região do país, as igrejas haviam recebido 989 membros e excluídos, nesse mesmo ano, 809. Por que tantas exclusões? Será que estamos realmente zelando pela pureza da fé e pela beleza da vida cristã em nossas igrejas? Será que muitas destas exclusões não são resultados de partidarismo que divide a igreja, legalismo extremo ou, muitas vezes, capricho pastoral? É certo que uma das razões de tantas exclusões é a falta de ensino bíblico, de uma integração sadia dos novos convertidos, e de uma preocupação incessante com o crescimento dos que já estão envolvidos em nossas igrejas.

Mas, o que desejo aqui, é levantar uma pergunta para o pastor amigo: Será que estamos, nós, cientes, dos princípios que envolvem a disciplina e consequentemente a exclusão de um irmão?

Antes de disciplinarmos qualquer pessoa, temos que considerar alguns textos chaves que lidam com esta matéria: Mateus 18.15-20; 1Coríntios 8; Romanos 14; 1Coríntios 5.
Ainda que brevemente, notemos os passos a serem tomados na disciplina de alguém: Mateus 18.15-20: Primeiro Passo: "Se o teu irmão pecar, vai argüi-lo entre ti e ele só. Se ele te ouvir, ganhaste a teu irmão". Temos nós, realmente, partido para obedecer este princípio? Temos dado ouvido àquele irmão que caiu em pecado? Está o irmão realmente arrependido?

Se aquele irmão,genuinamente mostra arrependimento, por que não perdoar e restaurar aquele irmão? Quem sabe se aquilo que você considera pecado, seu irmão não julga ser pecado? Exemplo: "Ir ao cinema"? "Jogar bola ou ir à praia no domingo". Eu não creio que isto seja pecado, mas à luz de 1Coríntios 8, é possível que até venha a ser, mas, é necessário muito amor, discernimento espiritual para ajudar este irmão. Mas, suponhamos que seja adultério, e este irmão confessa e abandona o pecado, só há uma coisa a fazer: amá-lo e encorajá-lo, ajudando-o a superar, porque, excluí-lo, não é a maneira de ajudá-lo.

No versículo 16, encontramos o Segundo Passo a ser tomado, caso o irmão persista no seu pecado (verifique se realmente é pecado e não legalismo de sua parte). "Se, porém, não te ouvir,toma ainda contigo uma ou duas pessoas, para que, pelo depoimento de duas ou três testemunhas, toda palavra se estabeleça". Neste verso encontramos então o pastor acompanhado de outro irmão, conversando amorosa, mas firmemente com o irmão em pecado, e ele persistindo no erro. Então partimos para o Terceiro Passo encontrado no verso 17: "E, se ele não os atender, dize-o à igreja; e, se recusar ouvir também a igreja, considera-o como gentio e publicano".

Como notamos nestes três passos a serem tomados, Deus está preocupado que haja uma harmonia entre os crentes. Vemos no versículo 20: "Porque onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles". Este verso é muito usado em dias de chuva, quando apenas meia dúzia de pessoas aparece no culto ou na reunião de oração. Para nos justificar ou confortar os irmãos presentes, nós dizemos: "somos poucos, mas está escrito que onde estiverem dois ou três reunidos em meu nome, ali estou no meio deles". Mas isto não é a verdade! O que Jesus está dizendo é que Ele não estará no nosso meio a não ser que os versículos 15, 16 e 17 já tenham sido aplicados. De fato no versículo 19 nós lemos: "Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que porventura pedirem, ser-lhes-á concedida por meu Pai que está nos céus". A palavra usada no grego para "concordarem" significa sintonizar. Sintonia, sinfonia são derivados desta palavra. Em outras palavras, Jesus está dizendo que onde estiverem dois ou três reunidos em harmonia, em sintonia de espírito com o mesmo propósito de honrar e glorificar o nome d'Ele, Ele ali estará. Mas se o pecado que aparece no versículo 15, não for biblicamente resolvido, não haverá harmonia e a orquestra estará desafinada e a benção do Senhor ausente.

ILUSTRAÇÃO

Um irmão da igreja, veio falar comigo sobre a pressão em que ele se encontrava para mentir e conseqüentemente sair de uma grande dificuldade. Abri a Bíblia e mostrei para aquele irmão o que Deus pensava sobre a mentira. Ele saiu. No outro dia, voltou abatido, mas dizendo que não resistira a pressão, e mentiu. Eu lhe disse: Agora,já não é algo entre mim e você. No domingo, reuni alguns irmãos e em uma sala à parte, expus o problema para eles, estando presente o irmão envolvido. Em amor, mas com firmeza exortamos aquele irmão ao arrependimento, mostrando-lhe que uma igreja que deseja viver biblicamente, não pode ter os seus membros mentindo.

Houve choro, orações e saímos daquela reunião mais unidos e fortes em Cristo. E esta pessoa era um dos principais
líderes da igreja, mas não podemos em matéria de disciplina, nos comprometer fazendo acepções de pessoas; se fizermos, estaremos vendendo o nosso ministério em troca da aprovação dos homens e Deus não nos deixará impune.

RESUMINDO:

Temos  que  disciplinar  os crentes faltosos, mas temos que ter todo cuidado para que a nossa disciplina seja executada de acordo com os princípios da Palavra de Deus e não por causa do nosso legalismo ou preconceitos pessoais.

Pastor amigo, como está você nesta área?
Data: 18/5/2010 08:42:45

Fonte: Creio

sexta-feira, 15 de junho de 2012

SER PASTOR NÃO É DAR SHOW

LIDERANÇA


Convém que Jesus Cristo cresça e que eu diminua a cada dia
Por: Ari Oliveira de Sousa

     Em Julho de 2006, muitos cristãos protestantes de todo o Brasil expressaram sua insatisfação ao lerem a reportagem de capa da revista VEJA (edição de 12 de julho de 2006), cujo título reflete com muita precisão o conteúdo da referida matéria: “O Pastor é Show”.

     A matéria publicada aponta para o novo momento do protestantismo brasileiro, que não mais tem se representado pelo estigma da prosperidade, mas pelo advento dos “gurus” apostólicos, ou os assim chamados pregadores das multidões, mega pastores ou show-men´s da fé. Que através do emprego de técnicas de marketing, comunicação e até mesmo da psicologia têm emplacado como os novos expert’s da auto-ajuda nacional.

     Infelizmente, mais uma vez os “evangélicos” como temos sido usualmente chamados, não têm sido diferenciados quanto suas crenças e práticas. Onde igrejas sérias e históricas são confundidas com algumas “curiosas” igrejas locais e denominações em seus ritos e práticas (estranhos ao evangelho de Cristo). O cristianismo da Terra de Vera Cruz vive um momento de profunda crise de identidade, onde muitos modismos e teologias decadentes advindos de diversos lugares do mundo encontram abrigo, sobrando ainda até um pouco de espaço para as heresias made in Brazil, 100% nacionais.

     Para minha surpresa, folheando a referida edição de Veja (em quanto aguardava numa sala de espera), li na seção de Cartas, diversas mensagens de leitores evangélicos em manifestação de total aprovação a reportagem da edição anterior. Tantas mensagens, e quase nenhum conteúdo, tantos elogios e apenas uma crítica.

     Diante disso, confesso que meu espírito amargurou-se. Acho que o que aprendi até aqui é totalmente inútil. Ou como diria Sócrates: “o que sei é que nada sei”. Reflito nas palavras de João Batista (precursor do Senhor) sobre Jesus: “Convém que Ele cresça e que eu diminua” (Jô 3.30). Pois é, talvez João Batista estivesse errado, e por não ter pensado e se comportado como os “gurus” que surgem nos canais de TV aberta em nossas manhãs de sábado, perdeu provavelmente a oportunidade de fundar sua própria denominação, ou até mesmo destacado ainda mais o seu nome na história. Sinto-me tentado, a exemplo de meus colegas, a me auto-proclamar Apóstolo de Jesus, seguindo talvez a sucessão Joanina ou Paulina, já que a “franquia” Petrina já foi patenteada por algumas igrejas.

     Infelizmente, é cada vez mais evidente a tendência de descentralização de Jesus Cristo em sua igreja. Jesus tem “perdido” seu espaço para egos inflamados que se dizem seus representantes. E por falar nisso, acho que o termo “Igreja” deve mesmo cair em desuso. Novos termos como tribo, encontros, point, etc. devem mesmo emplacar. Sinceramente, acho tudo isso muito show, ficarei no anonimato.

     Que meu “espírito de grandeza” seja sufocado pelo serviço. Pois, segundo Jesus, “para ser grande tenho de ser pequeno” (Mt 23.11). Me esconderei atrás da cruz sem demagogia ou falsidade. Quero ser pequeno! Aliás, aproveito a ocasião para me solidarizar com João Batista. Por resistir bravamente à tentação de ser grande. Concluo meu pensamento com a seguinte afirmação: Ser pastor é não dar show.

     Convém que Jesus Cristo cresça e que eu diminua a cada dia!
 
     Ari Oliveira de Sousa é pastor da Igreja Presbiteriana de Higienópolis

Fonte: http://www.creio.com.br/2008/lideranca01.asp?noticia=513

quarta-feira, 6 de junho de 2012

JOEL OSTEEN - fala do Evangelho da Prosperidade




Em entrevista, líder americano fala do Evangelho da Prosperidade

    Joel Osteen não gosta de levantar polêmica; ele é conhecido por sua cordialidade, positividade, pela abordagem do Cristianismo de que Deus quer abençoar a todos, o que lhe proporcionou milhões de seguidores em todo o mundo e uma igreja que hoje é a maior e a que tem o crescimento mais rápido na história dos EUA.
   Mas apesar de seu esforço contra qualquer tipo de exclusão e pela inclusão de todos, Osteen tem, na verdade, isolado um segmento de evangélicos que o acusam de enfraquecer o Evangelho e pregar um “Evangelho açucarado”.
    O jornal americano The Christian Post se encontrou com Osteen no estádio de baseball Nationals Park, em Washington, na 6ª. feira - um dia antes do evento “A Noite da Esperança da América” (que foi transferido para o domingo devido ao mal tempo) - para conversar sobre a sensação geral de que ele é o representante do Evangelho da Prosperidade, as dificuldades que ele enfrenta como pastor e como ele pretende transferir a liderança da igreja de Lakewood.

A seguir, um trecho editado da entrevista.
Os eventos da Noite da Esperança têm sido muito bem sucedidos em relação aos números, chamando a atenção de milhares de pessoas. Como você gostaria que estivesse a Noite da Esperança ou o Projeto Geração da Esperança, o qual é ligado, em 5 anos?
Eu espero vê-los crescendo e com muito sucesso e, no caso do Geração da Esperança, ainda há muito espaço para crescer. Estamos apenas no início, em vez de 500 voluntários, talvez no próximo evento teremos 5.000 e, de fato, emocionando a comunidade. No que diz respeito ao Noite da Esperança, eu adoro dar às pessoas a oportunidade de fortalecer a sua fé e é por isso que fazemos esses encontros em grandes estádios.

Você falou em seu livro que seu pai passou muito tempo na Índia ministrando. A Igreja de Lakewood vai levar adiante a paixão de seu pai pelo trabalho do ministério no exterior? Como?
Sim, nós já o fazemos. A principal missão do meu pai no exterior era formar pastores e isso nós ainda fazemos, de uma outra forma. Eu não viajo muito como meu pai fazia, mas nós ainda mandamos materiais e também temos muitas missões para assistência médica. Meu irmão é cirurgião e temos muitas outras equipes de médicos na igreja, que vão a diferentes países para trabalhar, levar suprimentos e coisas assim. Por isso, nós acreditamos que somos abençoados por poder estender a mão a quem precisa.
Você viu esse livro? É o novo livro do colunista do New York Times, Ross Douthat, chamado "Má religião: Como nos tornamos uma nação de heréticos". E você faz parte desse livro...
 [Risos] Não é uma coisa boa, é? Não ouvi falar, não.
Bem, é um livro novo, foi lançado na semana passada e tem um capítulo chamado "Ore e fique rico" - Capítulo 6 - e ele inicia o capítulo citando você. Ele fala que você ora um evangelho animado que diz que "Deus dá sem exigir nada em troca, perdoa sem julgar e dá as recompensas ainda nesta vida. ...Osteen incorpora o remodelamento do Cristianismo, para se adaptar a uma época de abundância, na qual a antiga guerra entre religião e dinheiro parece ter acabado, para muitos crentes, criando uma união entre Deus e os bens materiais”. Resumindo, Douthat fala que você incorpora o Evangelho da Prosperidade e promove a heresia ao Cristianismo. Você se considera um pregador do Evangelho da Prosperidade? Isso é uma heresia?
Eu não me considero um... Eu realmente não sei o que é o Evangelho da Prosperidade. A forma como eu defino é que eu acredito que Deus quer que você tenha prosperidade na sua saúde, na sua família, nos seus relacionamentos, nos seus negócios e na sua carreira. Eu também... se isso é o Evangelho da Prosperidade, então eu acredito.
Eu não acredito que nós devemos passar pela vida derrotados e sem dinheiro para pagar nossas contas ou a escola de nossos filhos. Então, quando eu escuto uma coisa dessas, eu penso que não pode ser para mim, ele não me conhece, nem sabe o que eu ensino. Porque ele diz que Deus não acredita nisso...que Ele não exige nada, eu não quis dizer isso, porque eu sempre falo que Deus recompensa a obediência. Quando você O segue, a Bíblia diz que as Suas bênçãos vão te perseguir e envolvê-lo.
Minha vida é um exemplo disso. Eu vi a bondade de Deus. Eu não considero o Evangelho da Prosperidade...Eu não creio que ele tenha me julgado corretamente. Às vezes as pessoas pegam uma coisa aqui, outra ali... Mas eu sempre falo sobre julgamentos, sofrimento, de você dar o seu melhor mesmo quando suas orações não são atendidas.

Cristãos, você acha que é verdade? Você acha que esse número pode ser maior ou menor?
Eu acho que o problema, ou dificuldade, está na definição de Cristão. Se algumas pessoas me dizem que se eu sou norte-americano, que eu sou cristão – eu não necessariamente vou acreditar nisso. Eu creio que um cristão é uma pessoa que acredita no Senhor e que é um seguidor de Cristo, eu acho que esta é a diferença.
As pessoas têm uma definição diferente de Cristianismo. Acho que uma grande parte de nossa população é cristã, eles não desenvolvem a sua fé, não são muito praticantes, mas creio que muitas pessoas acreditam em Jesus e acreditam que Ele é nosso Senhor e Salvador.
Qual você acha que foi o principal problema que causou a queda da Catedral de Cristal?
Bom, eu não sei muitos detalhes sobre isso. O que eu sei é que os Schullers são boas pessoas. Eu encontrei o Dr. Schuller e a família e eles amam ao Senhor e têm feito muitas coisas boas pelo Cristianismo. E nós sentimos muito ao vê-la cair. Eu acho que houve alguma divisão dentro da igreja, mas eu fiquei muito triste quando isso aconteceu, porque eu amo os Schullers.
De qual pregador você gosta de ouvir sermões? Há algum em particular?
Ah, são muitos e não gostaria de dar nomes porque posso deixar alguém de fora. Mas sempre ouço diferentes ministros, de todas as categorias, alguns dos mais velhos nem estão mais vivos – como meu pai. Mas existem muitos contemporâneos e, de novo, tenho receio de deixar alguém de fora, mas estou sempre escutando vários deles.
Você diz abertamente que não fez nenhum seminário de treinamento, não sei se isso mudou. Mas você pode falar como você acha que o treinamento teológico pode ajudar o pastor a pregar o Evangelho, e se ele pode atrapalhar?...
Claro, creio que seja útil para entender melhor a Bíblia. Se eu iniciasse a carreira de ministro hoje, se eu fosse jovem, com certeza eu gostaria de ir a seminários. Só que não foi assim comigo. Acho que, acima de tudo, é muito importante aprender melhor a Bíblia. É claro que eu acho que às vezes você pode aprender coisas que podem te afastar de quem você realmente é. Mas eu acho que como um todo, sou a favor de que as pessoas vão para o seminário e estudem mais. Acredito que seja muito útil.

Temos visto em todos esses anos que você faz um trabalho maravilhoso, que ecoa nas pessoas, compartilhando o Evangelho. O que você acha desses dizeres: “Eu sou o caminho, a verdade e a vida, ninguém chega ao Pai senão por meu intermédio” e "no mundo tereis tribulações” – como você ensina a verdade dessas mensagens?
Bem, no final de cada culto eu chamo as pessoas ao altar para que elas possam professar a sua fé. Eu estava lendo a Bíblia, há uns dois dias atrás, e uma tradução dizia que Jesus disse que "se você me reconhecer publicamente diante das pessoas, eu te reconhecerei diante de meu Pai no céu". Então, há uma grande parte dentro desses encontros (Noite da Esperança) onde as pessoas têm a oportunidade de dizer: "Jesus, eu creio que és o Messias, és o Cristo, meu Senhor". Então, é assim que eu transmito as escrituras. E mostrando às pessoas que eu creio que Jesus é o único caminho. Se você não acredita, tudo bem, mas eu acredito nisso e é assim que eu reforço a minha fé.
Estas escrituras que você citou dizem que nesse mundo você terá muitos problemas, provações e sofrimento, mas elas também dizem das alegrias que você terá ao vencer os obstáculos. Uma parte da minha mensagem diz que Deus não falou que nós nunca passaríamos por dificuldades, mas Ele disse para enchermos nossos corações de alegria, e eu vou te ajudar a vencer. Eu acho que é isso que ecoa nas pessoas e ajuda a chamá-las à atenção para isso. Porque essa não é uma mensagem que você mal consegue seguir, você é uma vítima. Nós não somos vítimas, somos vitoriosos.
Qual a pior parte em ser um pastor da sua importância e popularidade? Nós sempre te vemos sorrindo, mas às vezes você sente vontade de desistir?
Às vezes você se sente desencorajado e as coisas parecem ir contra você, mas eu não sei se eu já pensei em desistir alguma vez. Eu acho que uma das coisas mais difíceis é quando eu estou ministrando aos domingos e eu tenho que ter uma palavra nova, tenho que ser prático, preciso manter a atenção das pessoas e assim, tudo novamente, dentro de sete dias. Então, acho que você deve sempre se renovar, esta é provavelmente a coisa mais difícil, estar em equilíbrio, renovado e dar o seu melhor enquanto está lá em cima ministrando.
Você já planejou como vai ser a entrega da liderança da sua igreja?
Não, eu não acho que eu tenha planejado, mas já pensei nisso e preparei em minha cabeça e em meu ministério quais passos eu devo dar. Mas eu ainda tenho 49 anos, sou jovem ainda, eu faria diferente do que fez meu pai. Ele não promoveu ninguém abaixo dele. Aos 77 anos ele ainda ministrava. Não estou dizendo que não ministraria em algum lugar, mas, à minha maneira, eu gostaria de ter alguém comigo dentro de 10 ou 15 anos, e gostaria que fosse o meu filho.
O senhor gostaria de acrescentar algo sobre a Noite da Esperança ou alguma outra coisa?
Não, acho que é só. Estou muito feliz em estar aqui em Washington. Viemos porque é um ano de eleições e a política está muito dividida, é quase 50/50. E nós pensamos que seria um bom ano para tentar trazer unidade. As escrituras dizem que Deus abençoa os homens que andam unidos, então nós pensamos que seria bom para nós ficarmos juntos, Democratas e Republicanos, crentes e não crentes, todos os diferentes estilos de vida e dizermos: ”Olha, estamos aqui esta noite para celebrar a bondade de Deus”.
Data: 9/5/2012 10:01:06
Fonte: Christian Post

sexta-feira, 1 de junho de 2012

6 Estratégias para Lutar Contra a Lascívia


6 Estratégias para Lutar Contra a Lascívia


  • O que significa deixar e unir em relação ao casamento?


  • Anel da pureza conscientiza adolescentes sobre pureza sexual


  • Lady Gaga quer se tornar pastora para poder realizar um casamento gay


  • Projeto promove evangelismo em cemitérios da Grande Vitória


  • "Na jornada com Cristo" é o lançamento da Mundo Cristão

  • Estou pensando em homens e mulheres. Para os homens, isto é óbvio. A necessidade de lutar contra o bombardeamento de tentações visuais para nos fixarmos em imagens sexuais é urgente. Para as mulheres, isto é menos óbvio, porém tal necessidade se torna maior, se ampliamos o escopo da tentação de alimentar imagens ou fantasias de relacionamentos.




    Quando uso a palavra “lascívia”, estou me referindo principalmente à esfera dos pensamentos, imaginações e desejos que visualizam as coisas proibidas por Deus e freqüentemente nos levam a conduta sexual errada.




    Não estou dizendo que o sexo é mau. Deus o criou e o abençoou. Deus tornou o sexo agradável e definiu um lugar para ele, a fim de proteger sua beleza e poder — ou seja, o casamento entre um homem e uma mulher. Mas o sexo tornou-se corrompido pela queda do homem no pecado. Portanto, temos de exercer restrição e fazer guerra contra aquilo que pode nos destruir. Em seguida, apresentamos algumas estratégias para lutar contra desejos errados.




    EVITAR — evite, tanto quanto for possível e sensato, imagens e situações que despertam desejos impróprios. Eu disse “tanto quanto possível e sensato”, porque às vezes a exposição à tentação é inevitável. E usei os termos “desejos impróprios” porque nem todos os desejos por sexo, alimento e família são maus. Sabemos quando tais desejos são impróprios, prejudiciais e estão se tornando escravizantes. Conhecemos nossas fraquezas e o que provoca tais desejos. Evitar é uma estratégia bíblica.




    “Foge, outrossim, das paixões da mocidade. Segue a justiça” ( 2 Tm 2.22). “Nada disponhais para a carne no tocante às suas concupiscências” (Rm 13.14).




    NÃO — diga “não” a todo pensamento lascivo, no espaço de cinco segundos. E diga-o com a autoridade de Jesus Cristo. “Em nome de Jesus: Não!” Você não tem mais do que cinco segundos. Se passar mais do que esse tempo sem opor-se a tal pensamento, ele se alojará em sua mente com tanta força, a ponto de se tornar quase irremovível. Se tiver coragem, diga-o em voz alta. Seja resoluto e hostil. Como disse John Owen: “Mate o pecado, se não ele matará você”. Ataque-o imediatamente, com severidade. “Resisti ao diabo, e ele fugirá de vós” (Tg 4.7).




    VOLTAR — volte seus pensamentos forçosamente para Cristo, como uma satisfação superior. Dizer “não” será insuficiente. Você tem de mover-se da defesa para o ataque. Combata o fogo com fogo. Ataque as promessas do pecado com as promessas de Cristo. A Bíblia chama a lascívia de “concupiscências do engano” (Ef 4.22). Tais concupiscências mentem. Prometem mais do que podem oferecer. A Bíblia as chama de “paixões que tínheis anteriormente na vossa ignorância” (1 Pe 1.14). Somente os tolos cedem a elas. “Num instante a segue, como o boi que vai ao matadouro” (Pv 7.22). O engano é vencido pela verdade. A ignorância é derrotada pelo conhecimento. E tem de ser uma verdade gloriosa e um conhecimento formoso. Esta é razão por que escrevi o livro Vendo e Provando a Cristo (Seeing and Proving Christ — Crossway, 2001). Preciso de breves retratos de Cristo para me manter despertado, espiritualmente, para a sublime grandeza do Senhor Jesus. Temos de encher nossa mente com as promessas e os deleites de Jesus. E volvermo-nos imediatamente para tais promessas e deleites, depois de havermos dito “não”.




    MANTER — mantenha, com firmeza, a promessa e o deleite de Cristo em sua mente, até que expulsem a outra imagem. “Olhando firmemente para… Jesus” (Hb 12.2). Muitos fracassam neste ponto. Eles desistem logo. Dizem: “Tentei expulsar a fantasia, mas não deu certo”. Eu lhes pergunto: “Por quanto tempo fizeram isso?” Quanta rigidez exerceram em sua mente? Lembre: a mente é um músculo. Você pode flexioná-la com violência. Tome o reino de Deus por esforço (Mt 11.12). Seja brutal. Mantenha diante de seus olhos a promessa de Cristo. Agarre-a. Agarre-a! Não a deixe ir embora. Continue segurando-a. Por quanto tempo? Quanto for necessário. Lute! Por amor a Cristo, lute até vencer! Se uma porta automática estivesse para esmagar seu filho, você a seguraria com toda a sua força e gritaria por ajuda. E seguraria aquela porta… seguraria… seguraria… Jesus disse que muito mais está em jogo no hábito da lascívia (Mt 5.29).




    APRECIAR — aprecie uma satisfação superior. Cultive as capacidades de obter prazer em Cristo. Uma das razões porque a lascívia reina em tantas pessoas é porque Cristo não lhes é muito cativante. Falhamos e somos enganados porque temos pouco deleite em Cristo. Não diga: “Esta conversa espiritual não é para mim”. Que passos você tem dado para despertar sua afeição por Cristo. Você tem lutado por encontrar gozo? Não seja fatalista. Você foi criado para valorizar a Cristo — de todo o coração — mais do que valoriza o sexo, o chocolate ou o açúcar. Se você tem pouco desejo por Cristo, os prazeres rivais triunfarão. Peça a Deus que lhe dê a satisfação que você não tem. “Sacia-nos de manhã com a tua benignidade, para que cantemos de júbilo e nos alegremos todos os nossos dias” (Sl 90.14). E olhe…olhe… e continue olhando para Aquele que é a pessoa mais magnificente do universo, até que você o veja da maneira como Ele realmente é.




    MOVER – mova-se da ociosidade e de outros comportamentos vulneráveis para uma atividade útil. A lascívia cresce rapidamente no jardim da ociosidade. Encontre algo útil para realizar, com todas as suas forças. “No zelo, não sejais remissos; sede fervorosos de espírito, servindo ao Senhor” (Rm 12.11); “Sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão” (1 Co 15.58). Seja abundante em atividades. Faça alguma coisa: limpe um quarto, pregue uma tábua, escreva uma carta, conserte uma torneira. E faça tudo por amor a Jesus. Você foi criado para administrar e trabalhar. Cristo morreu para nos tornar zelosos “de boas obras” (Tt 2.14). Substitua as concupiscências e paixões enganosas por boas obras.




    Pai de misericórdias, quão freqüentemente
    Deixamos de lutar contra a lascívia.
    Temos abraçado o inimigo que faz guerra contra a nossa alma.
    Perdoa-nos, de acordo com tua promessa de ser
    Tardio em ira e abundante em misericórdia.
    Vem agora e dá-nos nova determinação
    Novo poder e nova visão de tuas
    Promessas e de teu supremo valor.
    Sacia-nos de manhã com a tua benignidade
    Destrói a raiz de nossa lascívia com um prazer superior.
    Em nome de Jesus, oramos. Amém.




    (Artigo extraído do livro Penetrado pela Palavra, de John Piper)
    Via Blog Fiel




    Via: www.guiame.com.br