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domingo, 24 de maio de 2015

Lula debocha de evangélicos durante palestra

Ex-presidente ironizou retórica de lideres religiosos em tom de intolerância


O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva perdeu completamente a noção de limite. Durante uma palestra a sindicalistas na noite desta quarta-feira (20), em um hotel no centro de São Paulo, ele ironizou em tom de deboche os pastores evangélicos por culparem o diabo quando algo está errado.
Ao tentar justificar os erros do governo petista o ex-presidente explicou aos sindicalistas que nas ocasiões em que não é possível atender às reivindicações da categoria a melhor saída é colocar a culpa no governo, passando a ofender os evangélicos.
“Os pastores evangélicos jogam a culpa em cima do diabo. Acho fantástico isso. Você está desempregado é o diabo, está doente é o diabo, tomou um tombo é o diabo, roubaram o seu carro é o diabo”, disparou Lula.
Como a plateia foi receptiva ao tom de intolerância promovido pelo ex-presidente, Lula passou a debochar dos dízimos entregue as igrejas. “E a solução também está ali. É Deus. Pague o seu dízimo que Jesus te salvará”, disse em tom eloquente, imitando uma pregação religiosa.
Lula aconselhou os dirigentes sindicalistas a assimilar os métodos dos pastores, sugerindo que a culpa pela crise é do diabo. O ex-presidente usou os evangélicos para tentar aliviar o clima de tensão do ambiente, pois os sindicalistas estão pessimistas com os rumos do governo Dilma.
Os que participaram do Seminário Nacional de Estratégia promovido pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf) ficaram empolgados com as piadas de Lula sobre os evangélicos.
A ironia de Lula se dá justamente em um momento em que líderes evangélicos conquistam espaço na Câmara dos Deputados, onde o governo Dilma tem sofrido grandes derrotas com o apoio da bancada religiosa.

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Partidos que pregam contra os valores cristãos

A associação Pró-Vida de Anápolis (GO) organizou uma lista com 12 partidos políticos que trazem ameaças aos cristãos em seus estatutos. O objetivo da lista chamada de “Os doze fatais” é alertar os eleitores cristãos para não votarem em tais legendas.


A Pró-Vida de Anápolis está ligada à Igreja Católica e é uma das principais instituições na luta contra a descriminalização do aborto. Na lista ela chama de “perigosíssimos” por se constituírem como “um verdadeiro exército organizado contra os valores cristãos”.


Em seu site a associação usa uma fala de João Paulo II contra o socialismo, dizendo que o erro dessa teoria de organização econômica é considerar cada pessoa como simplesmente um elemento do organismo social. “O homem é reduzido a uma série de relações sociais, e desaparece o conceito de pessoa como sujeito autônomo de decisão moral”, teria escrito o papa.


Outra diferença de pensamento apresentada pelo Pró-Vida em comparação aos partidos socialistas e comunistas seria a forma como a criança é vista. “O cristianismo vê na criança por nascer alguém que deve ser respeitado como pessoa e amado independentemente de sua ‘qualidade’, beleza ou utilidade. O socialismo vê na criança algo que está subordinado à vontade da sociedade”, diz trecho do texto.


Diante desta afirmação, a lista mostra o que cada um dos partidos citados como “perigosíssimos” pensam sobre o aborto, mostrando para os cristãos porque não é possível apoiá-los.


Entre as legendas citadas, encontramos o Partido dos Trabalhadores que defende em sua resolução a ” autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público”.


O PSB, de Marina Silva, também está lista. Por ser um partido socialista, ele defende em seu estatuto a “gradual e progressiva socialização dos meios de produção” [23], a “abolição de todos os privilégios de classe” e a estatização da educação, ou seja, acabar com as escolas privadas.


Partidos como PSOL, PCdoB e PV, também defendem o aborto pregando a “autonomia das mulheres”, defendendo também outros temas contrários aos preceitos cristãos que são a descriminalização das drogas e o relacionamento homossexual.


Lista dos 12 partidos contrários aos princípios cristãos:
1º Partido dos Trabalhadores (PT)
2º Partido Comunista Brasileiro (PCB)
3º Partido Popular Socialista (PPS)
4º Partido Comunista do Brasil (PCdoB)
5º Partido da Causa Operária (PCO)
6º Partido Democrático Trabalhista (PDT)
7º Partido da Mobilização Nacional (PMN)
8º Partido Pátria Livre (PPL)
9º Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)
10º Partido Socialista Brasileiro (PSB)
11º Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU)
12º Partido Verde (PV)

Fonte: www.cpadnews.com.br

sábado, 20 de setembro de 2014

Partidos que pregam contra os valores cristãos

A associação Pró-Vida de Anápolis (GO) organizou uma lista com 12 partidos políticos que trazem ameaças aos cristãos em seus estatutos. O objetivo da lista chamada de “Os doze fatais” é alertar os eleitores cristãos para não votarem em tais legendas.


A Pró-Vida de Anápolis está ligada à Igreja Católica e é uma das principais instituições na luta contra a descriminalização do aborto. Na lista ela chama de “perigosíssimos” por se constituírem como “um verdadeiro exército organizado contra os valores cristãos”.


Em seu site a associação usa uma fala de João Paulo II contra o socialismo, dizendo que o erro dessa teoria de organização econômica é considerar cada pessoa como simplesmente um elemento do organismo social. “O homem é reduzido a uma série de relações sociais, e desaparece o conceito de pessoa como sujeito autônomo de decisão moral”, teria escrito o papa.


Outra diferença de pensamento apresentada pelo Pró-Vida em comparação aos partidos socialistas e comunistas seria a forma como a criança é vista. “O cristianismo vê na criança por nascer alguém que deve ser respeitado como pessoa e amado independentemente de sua ‘qualidade’, beleza ou utilidade. O socialismo vê na criança algo que está subordinado à vontade da sociedade”, diz trecho do texto.


Diante desta afirmação, a lista mostra o que cada um dos partidos citados como “perigosíssimos” pensam sobre o aborto, mostrando para os cristãos porque não é possível apoiá-los.


Entre as legendas citadas, encontramos o Partido dos Trabalhadores que defende em sua resolução a ” autodeterminação das mulheres, da descriminalização do aborto e regulamentação do atendimento a todos os casos no serviço público”.


O PSB, de Marina Silva, também está lista. Por ser um partido socialista, ele defende em seu estatuto a “gradual e progressiva socialização dos meios de produção” [23], a “abolição de todos os privilégios de classe” e a estatização da educação, ou seja, acabar com as escolas privadas.


Partidos como PSOL, PCdoB e PV, também defendem o aborto pregando a “autonomia das mulheres”, defendendo também outros temas contrários aos preceitos cristãos que são a descriminalização das drogas e o relacionamento homossexual.


Lista dos 12 partidos contrários aos princípios cristãos:
1º Partido dos Trabalhadores (PT)
2º Partido Comunista Brasileiro (PCB)
3º Partido Popular Socialista (PPS)
4º Partido Comunista do Brasil (PCdoB)
5º Partido da Causa Operária (PCO)
6º Partido Democrático Trabalhista (PDT)
7º Partido da Mobilização Nacional (PMN)
8º Partido Pátria Livre (PPL)
9º Partido Socialismo e Liberdade (PSOL)
10º Partido Socialista Brasileiro (PSB)
11º Partido Socialista dos Trabalhadores Unificados (PSTU)
12º Partido Verde (PV)

Fonte: www.cpadnews.com.br

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

CGADB



Pastor Samuel fala que representação é desespero da oposição

  Nesta terça-feira o pastor Samuel Câmara, presidente da Assembleia de Deus em Belém, encaminhou uma carta-resposta sobre a representação que pede seu afastamento da Convenção Geral das Assembleias de Deus do Brasil. Ele nega ter recebido qualquer informação sobre o pedido de afastamento junto a CGADB.
  O pastor Samuel Câmara defende a rotatividade na direção do órgão e acredita que nestes 25 anos com um só presidente, a Convenção já poderia ter tido 12, 3 de cada estado do Brasil. Além disso, o pastor diz que a oposição esta desesperada por causa da proximidade das eleições.
“Nestes 25 anos de regime de exceção, com um presidente só, que não vê ninguém em condições de sucedê-lo, já poderíamos ter tido 12 presidentes,  3 de cada região do Brasil”, diz.
  A proposta de Câmara é que se eleito, ele renunciaria a seu direito de reeleição e iria propor um mandato de dois anos para o líder alçado à presidência da entidade.“Vamos mudar isso, voltar às nossas origens e resgatar o direito de eleger presidentes e mesa diretora que a cada eleição honra lideres das igrejas em todas regiões”, conclama o líder da Igreja-Mãe.
OUTRAS NOTÍCIAS
:: CGADB
Pastor pede desligamento de Samuel Câmara  >> Leia mais
Data: 18/7/2012 09:17:09 

Fonte: Creio

terça-feira, 24 de julho de 2012

IRMÃO VOTA EM IRMÃO?



DataFolha diz que evangélicos votarão em outros para cargos públicos

O apoio dos pastores tem grande influência sobre o eleitorado evangélico, indica o Datafolha com base no público presente na Marcha para Jesus no dia 14.Entre os participantes do evento, 31% afirmaram que o apoio dos pastores de sua igreja a um candidato a prefeito "com certeza" o levariam a votar nessa pessoa.
A influência dos líderes religiosos vai além, já que outros 34% dos entrevistados disseram que "talvez" escolham seu candidato a partir da indicação dos pastores.No total, portanto, 65% dos que foram à marcha são direta ou parcialmente influenciados pelos comandos das igrejas na eleição.
A margem de erro da pesquisa Datafolha é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.
O ministro Marcelo Crivella (Pesca), bispo licenciado da Universal, também defendeu a orientação política dos fiéis. "O povo pergunta ao pastor em quem votar", afirmou.Ele disse ainda que é importante o envolvimento dos evangélicos na política, inclusive se candidatando, para promover os princípios das igrejas  de uma vida focada em trabalho, família e oração.
Segundo Crivella, senador licenciado pelo PRB-RJ, o candidato a prefeito de São Paulo "mais próximo" dos evangélicos é Celso Russomanno (PRB).
O pastor Ariovaldo Ramos criticou alianças políticas e pediu um maior esclarecimento, recentemente no Creio. "A Igreja se mantém isenta, porque é a palavra de profecia, ética e moral. Nosso envolvimento com a política é com ‘P’ maiúsculo, nunca política partidária"

Data: 17/7/2012 

Fonte: Creio

quarta-feira, 18 de julho de 2012

APÓS DECLARAR APOIO AOS GAYS




Barack Obama segue empatado com adversário à presidência dos EUA

  O provável candidato republicano nas eleições presidenciais de novembro, Mitt Romney, abriu vantagem sobre o atual líder americano, Barack Obama, e agora soma 46% das intenções de voto, contra 43% do democrata, assegura nesta segunda-feira (14) uma pesquisa CBS/New York Times. A margem de erro é de quatro pontos percentuais, o que caracteriza um empate técnico. A enquete foi realizada entre 11 e 13 de maio com 615 adultos de todo o país, incluídos 562 eleitores registrados.
  No mês passado, a mesma enquete mostrara os dois empatados com 46%, enquanto em março Obama tinha vantagem de 47% a 44% sobre Romney.Apesar da polêmica iniciada depois que o presidente expressou publicamente seu apoio a casamentos homossexuais, a economia continua sendo a questão mais importante para os eleitores.
  Dos 615 adultos ouvidos para a produção da pesquisa, 62% citaram a economia como o tema mais importante, deixando para trás o déficit fiscal, com 11%, e a saúde, com 9%.Na sequência aparecem os casamentos homossexuais (7%), a política externa (4%) e a imigração (2%).
  Dos consultados, 67% acreditam que a economia vai mal, enquanto 32% estão satisfeitos com o atual momento.A empresa de consultoria assinala um maior otimismo entre os indagados, já que 36% esperam uma melhora, frente aos 24% que preveem uma piora e aos 39% que acreditam na manutenção do atual panorama.Para 50% dos ouvidos, Obama vem fazendo uma boa gestão, enquanto 48% estão descontentes com a administração do democrata.
  A empresa de consultoria aponta que, excetuando o mês posterior ao da morte de Osama bin Laden, que foi abatido em maio do ano passado em uma operação liderada por forças especiais americanas, essa está entre as melhores notas obtidas nas últimas pesquisas.
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Data: 15/5/2012 09:21:24
Fonte: UOL

quarta-feira, 11 de abril de 2012

QUEM DEFENDE A IGREJA É CRISTO


Ariovaldo Ramos defende disciplina para políticos cristãos que erram
Por: Redação Creio

        Como estamos em ano eleitoral, políticos e aliados já discutem como será a participação dos evangélicos nas eleições municipais que acontecem em outubro. Ariovaldo Ramos, como sempre, não poupou palavras ao classificar este momento em um recente debate. No vídeo que circula pela internet e disparou: “ A Igreja não precisa de advogado e político. Nós não temos nada a ver com o Estado e eles conosco.” E aos que desejam alçar uma carreira política ele dá um recado primordial: “ Se eles acham que podem usar a igreja como curral eleitoral e que os irmãos são obrigados a votar, perdeu o bonde da história.”
        A declaração vem um bom momento. Na última semana interlocutores do Governo Federal, foram a campo acalmar deputados e senadores evangélicos após declarações sobre o crescimento cristão do secretário de Dilma Rousseff, Gilberto Carvalho. ”As instituicoes que trairam o evangelho, se macomunam com a politica humana e o estado. Nós somos os profetas de Deus e profeta não vai em festa de Rei. Nós podemos cooperar com estado, isto podemos. Cooperamos ao fazer que as pessoas sejam melhores. Conclamando a sociedade ao arrependimento. Mas não dependemos de politica alguma.”
        Para aqueles que seguem vida pública e se afastaram da ideologia cristã Ariovaldo Ramos dá um aviso: Devem ser disciplinados. “Se ele quiser voto terá que mostrar ser digno de qualquer cidadao, e não só o convertido. E ser cristao em qualquer lugar que estiver. Igreja não precisa de defesa, quem defende é cristo.”

Data: 24/2/2012


Fonte: Creio

quarta-feira, 28 de março de 2012

LULA RECORRE A GUIA ESPIRITUAL




Ex-presidente se encontrou com médium João de Deus
Por: Redação Creio
O ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, que está em tratamento de um câncer na laringe, recorreu à ajuda de um  guia espiritual de Goiás, João Teixeira de Faria, o João de Deus. De acordo com informações do Jornal O Dia, o ex-presidente se encontrou três vezes com o médium.
Tão logo foi diagnosticado câncer na laringe, em outubro do ano passado, além do tratamento tradicional, o ex-presidente já se encontrou pelo menos três vezes em São Paulo com o médium, a quem são atribuídos milagres como fazer cegos enxergarem, reduzir tumores e conseguir que paraplégicos voltem a andar.
Não é a primeira vez que um importante líder político recorre à ajuda de guias em momentos de dificuldades. Maria Cecília da Silva, em entrevista a revista Enfoque e a Isto È, falou que fazia despachos na Casa da Dinda na época do governo de Fernando Collor de Mello. “Durante a campanha para a Presidência, vi que Silvio Santos seria uma grande ameaça. Collor disse que eu fizesse o que fosse preciso. Fiz um trabalho grande que incluía pôr um azougue (espécie de amuleto) na boca de sete pessoas mortas, recém-enterradas no cemitério”, falou a Época. A ex-mãe de Santo, hoje convertida ao evangelho, disse que Collor poderia ter evitado o impeachment? “Se tivesse se mantido fiel aos orixás, tenho certeza que sim. As entidades contribuíram para a derrota porque ele não colaborava mais com elas. Me tratava com indiferença, não dava mais dinheiro para os trabalhos.”
Data: 13/3/2012 

Fonte: Creio

sexta-feira, 9 de março de 2012

ELEIÇÕES NOS EUA




Religião é a nova arma de Barack Obama rumo a reeleição

       O conflito entre Barack Obama e a Igreja Católica a respeito dos anticoncepcionais e o perfil acentuadamente religioso dos candidatos colocaram definitivamente Deus na campanha eleitoral americana.
      Um assunto que é proposto com a intenção de deslegitimar o presidente, a quem se supõe débil em matéria de fé, poderá acabar se transformando em mais uma prova do radicalismo republicano.
     A barreira entre a religião e a política nos EUA é um pouco mais difusa que na Europa. Embora a Constituição garanta que não pode haver nenhuma religião oficial, e um dos pais fundadores americanos, Thomas Jefferson, tenha introduzido o conceito do "muro de separação" entre a Igreja e o Estado, o país não desenvolveu uma sociedade laica semelhante às europeias. Uma maioria superior a 90% se declara crente, e ainda é inconcebível um presidente ateu ou agnóstico.
     Obama é um homem religioso que se referiu diversas vezes a Deus como fonte de inspiração ou força. Mas como presidente viveu essa religiosidade com certa discrição. Não escolheu uma igreja em Washington e até agora prescindiu das tradicionais imagens dominicais junto à família com a Bíblia na mão, a caminho da oração.
    Já na campanha eleitoral anterior, Obama foi obrigado a provar que era cristão. Apesar desses esforços, ainda há uma porcentagem considerável de americanos que acreditam que ele seja muçulmano, e a controvérsia promete se estender até novembro.
     Esta semana o reverendo Franklin Graham, filho do célebre Billy Graham e herdeiro de sua enorme influência no movimento evangélico, declarou que Obama é considerado "um filho do islã pelos próprios muçulmanos" e acrescentou que é natural que seja assim porque desde o início deu "via livre ao islã".
     Em 2008 Obama teve de contrapor sua fé à de um rival que acreditava na religião como um ingrediente da vida privada. Desta vez o presidente mede sua espiritualidade com um católico ultraconservador, um ex-bispo mórmon e outro católico de recente afiliação, que exibe sem complexos o fanatismo dos convertidos: Rick Santorum, Mitt Romney e Newt Gingrich.
     Santorum saiu nestes dias em defesa de declarações feitas em 2008 nas quais advertia que "Satanás pôs os olhos nos EUA", aparentemente minado pelo materialismo e a corrupção dos valores sagrados. Romney afirmou que "Obama está destruindo a liberdade religiosa" e ameaçando o clero. E Gingrich anunciou que "Obama desencadeará uma guerra contra os católicos desde o primeiro dia de sua presidência".
     Essa denúncia sobre os perigos que ameaçam a religião cresceu de volume depois da polêmica sobre os anticoncepcionais e na medida em que a melhora da situação econômica privava os candidatos republicanos de outros argumentos. No debate eleitoral de quarta-feira, o último antes das importantes primárias de Michigan e Arizona, tanto Romney como Santorum e Gingrich concordaram que não aceitarão nenhum programa social que inclua dinheiro público para anticoncepcionais.
     Os três declararam seu compromisso com a defesa dos princípios religiosos nessa questão, algo que entusiasmou a audiência do debate, mas que pode provocar a rejeição de uma maioria de mulheres e da população em geral que assume os anticoncepcionais como um avanço médico essencial e não entende que seja um assunto em que a religião deva se misturar. Santorum é quem foi mais longe para injetar a religião na campanha, declarando que o aborto deve ser proibido inclusive nos casos de violação ou incesto, e que a função adequada do sexo é a procriação. Dessa maneira tenta fortalecer sua base de eleitores conservadores contra seus dois principais rivais.
     Mas esse extremismo está começando a se voltar contra ele. Um influente colunista conservador, George Will, que no passado havia se pronunciado contra Romney, escreveu na quinta-feira que "Santorum está transformando seu catolicismo em um assunto mais central e problemático para a nomeação do que o mormonismo de Romney".
     Ambos serão objeto de debate nos próximos meses. Romney precisa convencer os eleitores republicanos de que, apesar de mórmon, sua religiosidade se conecta perfeitamente com a ortodoxia dominante. Tanto ele como Santorum se apresentam como a alternativa da fé verdadeira diante do suposto flagelo secular que ambos anunciam.
Data: 27/2/2012 08:26:40
Fonte: FG News

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

AD TEM MAIS FORÇA QUE O PT



Os assembleianos possuem autonomia para decidir sem petistas
A Assembleia de Deus além de ser a maior igreja evangélica do Brasil também teve o maior êxito em relação aos candidatos que colocou para disputar as eleições de 2010. Foram 30 candidatos a deputado federal e destes, 22 foram reeleitos, ou seja 73,3% de sucesso, algo que nem mesmo o Partido dos Trabalhadores (PT) conseguiu fazer, pois ele lançou 334 candidatos para esse cargo e apenas 88 deles (26,3%) foram eleitos.
Esses candidatos assembleianos foram escolhidos em uma reunião entre o deputado federal Ronaldo Fonseca (PR-DF) e o pastor José Wellington Bezerra, presidente da Convenção Geral das Assembleias de Deus, meses antes de iniciar a campanha eleitoral.
Depois de eleitos, os 22 deputados federais ligados à AD se reúnem todas as terças-feiras para discutirem assuntos que estão em pauta no Congresso e a forma como eles devem se posicionar a respeito. Apesar de não representarem o mesmo partido e nem o mesmo Estado, eles possuem autonomia para decidir assuntos de ordem moral.
“Temos um acordo com nossos partidos: se o que está em pauta na Casa atentar para alguma questão moral, temos independência. Foi assim que derrubamos o kit gay”, disse o deputado Ronaldo Fonseca lembrando a importância da bancada evangélica diante de assuntos polêmicos como foi o kit anti-homofobia organizado pelo Ministério da Educação.
“Os partidos sabem que não tem como segurar esses deputados. Falou em aborto, descriminalização da maconha ou casamento gay, os evangélicos votam contra. O PSC é base do governo Dilma, mas nem adianta pedir apoio nessas questões”, observa o vice-presidente do PSC, pastor Everaldo Pereira.
Em falar na Frente Parlamentar Evangélica, um terço dela é formado por parlamentares assembleianos, sendo que o presidente, o deputado João Campos também é ligado às ADs.

Projetos para o segundo semestre

Nesse segundo semestre, os deputados assembleianos vão trabalhar para discutir duas pautas. A primeira é a nova versão do Projeto de Lei 122/2006 que está sendo reescrito pela senadora Marta Suplicy em parceria com o senador Marcelo Crivella (ligado à Igreja Universal do Reino de Deus). “Queremos que o empregador possa estabelecer critérios para não contratar alguém. Inclusive por diferenças de religião ou opção sexual”, afirma Fonseca, e continua: “Se você não quiser me contratar por eu ser pastor, tudo bem. Mas quero ter o direito de, caso eu tenha uma empresa só com homens, não contratar gay”.
A outra pauta se refere a promover um plebiscito nacional que substitua a aprovação do Supremo Tribunal Federal, que julgou constitucional a união civil entre pessoas do mesmo sexo. A reivindicação dos deputados evangélicos ganhou fôlego e substância após a divulgação, na semana passada, de pesquisa do instituto Ibope Inteligência, que revelou que 55% dos brasileiros são contra a união estável para casais homossexuais.
Data: 2/8/2011 08:12:40
Fonte: O Globo

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Senador diz que renuncia se aprovada lei anti-homofobia



    O senador Magno Malta (PR-ES) disse que abandonará o Legislativo se for aprovada a proposta que criminaliza a homofobia.
   "Se o projeto de lei 122, que excita a criação de um terceiro sexo, for aprovado, com dignidade de cristão, renuncio do mandato de senador", disse.
   Presidente da 'Frente Parlamentar em Defesa da Família Brasileira', Malta pendurou a promessa de renúncia em sua página na internet.
    A proposta que desgosta Malta foi apresentada na legislatura passada pela ex-senadora Fátima Cleide (PT-RO). Sem apoio, desceu ao arquivo.
   Ao chegar no Senado, Marta Suplicy (PT-SP) reapresentou o projeto, para desassossego de Malta e de toda a bancada evangélica e católica.
    Deve-se a valentia do senador à certeza nutrida por ele de que a iniciativa de Marta é natimorta: “A proposta já voltou morta e sepultada”, diz.
    Antes da promessa de renúncia de Magno Malta havia muitas razões para os congressistas aprovarem o tal projeto. Agora, há mais um motivo.

OUTRAS NOTÍCIAS
MAGNO MALTA
Senador evangélico condena visão de psicólogo sobre pedofilia. Em discurso em Plenário, o senador evangélico Magno Malta ...  Leia Mais
Data: 14/6/2011 09:12:06
Fonte: Folha Online / Blog do Josias

domingo, 22 de maio de 2011

Pastor promete ir a Brasília em junho para combater kit gay



     Enquanto grupos que lutam pelos direitos dos homossexuais batalham para ver as condutas preconceituosas ou violentas praticadas contra eles criminalizadas, correntes conservadoras – em sua maioria ligadas à igreja – planejam um contra-ataque. Além de um abaixo-assinado na internet contra o projeto de criminalização da homofobia, que já tem mais de 50 mil assinaturas, eles prometem uma grande manifestação para o dia 1º de junho contra a criminalização da homofobia.
    “Dia 1º de junho estarei em Brasília. Os homossexuais dizem que reuniram 5 mil pessoas. A sociedade não está nem aí para esses caras. Não sou exagerado, garanto que de 10 e 15 mil pessoas estarão lá” anuncia o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia.
    O temor de segmentos das igrejas católica e evangélica é de que estejam na iminência de perder o direito à livre manifestação de suas crenças, como, por exemplo, pregar que homossexualidade é pecado.
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Data: 21/5/2011
Fonte: Jornal do Brasil

quarta-feira, 18 de maio de 2011

PRESSÃO TOTAL CONTRA KIT GAYS


Bancada evangélica diz que trancará pauta no Senado em retaliação

    O vice-presidente da Frente Parlamentar evangélica, o deputado Anthony Garotinho (PR/RJ) disse nesta terça-feira, 17, que a bancada evangélica, composta por 74 deputados, não votará "nada", até que o governo recolha vídeos anti-homofobia.
   Esse material, que ainda está sob análise do Ministério da Educação, poderá ser distribuído para alunos do ensino médio das escolas públicas.
    Segundo o deputado, a decisão da bancada evangélica foi tomada durante uma reunião na tarde desta terça-feira. Garotinho fez as ameaças no plenário da Câmara e foi apoiado por outros deputados.
    "Esses livros ensinam inclusive a fazer sexo anal", disse. "Não se vota nada enquanto não se recolher esse absurdo", completou.
    De acordo com o MEC, o kit de combate à homofobia nas escolas deverá ser composto de três vídeos e um guia de orientação aos professores. A ideia, ainda em análise, é enviá-los a 6.000 escolas de ensino médio no segundo semestre de 2011.
    Com duração média de 5 minutos, os vídeos serão trabalhados em sala de aula pelos professores e não serão distribuídos aos alunos. O material irá tratar dos seguintes temas: transsexualidade, bissexualidade e a relação entre duas meninas lésbicas.

PROTESTO
      Novos projetos que ampliam os direitos dos casais do mesmo sexo levaram muita gente a Brasília nesta segunda-feira, 17.
     No Dia Mundial de Combate à Homofobia, um seminário lotou o auditório Nereu Ramos, na Câmara. Eles já discutem mudar a Constituição, que fala em casamento entre homem e mulher, para permitir que seja apenas entre pessoas. Há poucos dias, a união estável, com suas consequências, foi reconhecida no Supremo Tribunal Federal.
     O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), maior opositor da causa gay no Congresso, foi até a entrada do seminário. “Se me convidarem, eu vou. Mas será que eles vão me convidar?”, indagou.
    Ninguém convidou, mas não faltou coragem entre os participantes. “Eu sou negra e bissexual assumidamente”, afirmou a cantora Preta Gil.
     Artistas, políticos e integrantes do movimento que inclui lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais participaram do encontro. Com a bandeira que simboliza o grupo, um casal lembrou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que reconheceu a união estável homoafetiva.
    “Todos são iguais perante a lei e não haverá discriminação de qualquer natureza”, discursou o casal, sob aplausos.
    Depois da vitória no Judiciário, os integrantes do movimento querem aprovar leis no Congresso que garantam mais direitos. Com a decisão do Supremo, eles podem registrar no cartório apenas a união estável. Querem conquistar agora a possibilidade do casamento civil.
    Para isso, é preciso aprovar uma emenda à Constituição. O autor da proposta, deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), está em busca das assinaturas necessárias para apresentar o projeto.
    “Assegurar o casamento civil e a união estável na Constituição. Ou seja, deixar de ser uma decisão do Judiciário e passar a ser um direito contemplado na Constituição Federal”, defendeu o deputado Jean Wyllys.
    Lutam também por outro projeto: o que torna crime a homofobia, ou seja, discriminação contra homossexuais. Eles entregaram um abaixo-assinado com cem mil assinaturas.
    “Eu prefiro ter como prioridade o combate à homofobia nesse momento. A gente tem de dar um passo por vez, uma questão por vez, e é um caminho longo, de paciência, de alinhavo, de conversa. De dar um passo e depois dar outro”, afirmou a relatora, senadora Marta Suplicy (PT-SP).
    A proposta para tornar crime a homofobia foi apresentada no Senado em 2006. Tramita na Comissão de Direitos Humanos, mas não há previsão para ser votada. A bancada religiosa, principalmente, quer definir uma questão essencial: o que seria discriminação que configure crime de homofobia.


Data: 18/5/2011 09:13:16
Fonte: Ricardo Noblat (O Globo)

sábado, 1 de janeiro de 2011

DILMA DEFENDE LIBERDADE DE CULTO

Em seu discurso presidente pediu a Deus abençoar o Brasil
Nos 45 minutos de discurso, após ser empossada na Presidência da República, Dilma Rousseff não conteve a emoção e chorou ao lembrar dos “companheiros e companheiras” que “tombaram” na luta contra a ditadura militar, período que a história trata como “anos de chumbo”. A presidente em seu discurso reafirmou seu compromisso com a liberdade religiosa e pediu bençâo de Deus ao país.
Por duas vezes, Dilma não conteve às lágrimas. Na primeira, quando reforçou a intenção nos quatro anos em que dirigirá o país de combater os privilégios e a corrupção na administração pública e ao fazer um apelo de união em torno de seu projeto aos partidos de oposição.
“Neste momento sou presidenta de todos os brasileiros”, disse já com a voz embargada quando foi obrigada a silenciar para conter as lágrimas. Diante da emoção, coube aos parlamentares da base aliada interromper o silêncio do discurso com aplausos e gritos de “Dilma, Dilma”.
Ao fim do discurso, no qual ressaltou que uma mulher não traz em si apenas a característica da coragem mas, também, de carinho, a presidenta compartilhou sua posse com a filha, o neto e com sua mão. Encerrado seu pronunciamento, ela deixou o plenário da Câmara da mesma forma que entrou: aplaudida de pé por todos os parlamentares a autoridades e sob a entoação pelos governistas do jingle de campanha “olê, olê, olâ, Dilma, Dilma”.
A presidenta abriu seu pronunciamento no Congresso com uma homenagem especial às mulheres brasileiras. Neste sentido, ela destacou a “ousadia do voto popular”, que depois de levar um presidente operário á Presidência da República, dar a oportunidade a uma mulher de sucedê-lo. “Vim honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar para todos”.
Ela reservou no seu pronunciamento uma homenagem especial ao vice-presidente do governo Lula, o empresário José Alencar, que luta contra o câncer. Segundo Dilma, o vice-presidente “é um exemplo de coragem” a ser perseguido por ela e seu vice, Michel Temer.
Dilma destacou que, nos seus quatro anos de mandato, travará “uma luta obstinada” pela erradicação da pobreza extrema e a garantia de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras. “Não vou descansar enquanto houver um brasileiro sem comida na mesa, famílias aos desalento das ruas e crianças pobres abandonadas à própria sorte”, disse a presidenta.
Ela ressaltou que essa tarefa não é de exclusividade do governo, mas requer um pacto entre toda a sociedade brasileira. Neste sentido, Dilma Rousseff disse que o combate à miséria passa pelo crescimento econômico do país aliado à ampliação dos programas sociais.
Dilma também falou sobre a necessidade de reformas para o aperfeiçoamento da sociedade brasileira como a política e a tributária. Quanto à reforma tributária, a presidenta destacou a necessidade de se acabar com entraves que impedem o desenvolvimento.
A presidenta também assumiu, perante o Congresso, o compromisso de evitar a todo custo o retorno da inflação e a manutenção da estabilidade da economia. “Não permitiremos que essa praga recaia sob o tecido econômico e nossas famílias”.
Outro momento em que Dilma foi obrigada a interromper seu discurso, aconteceu quando falou da atenção que dará a setores como a educação, saúde e segurança pública. Segundo ela, só com avanços na qualidade de ensino se poderá melhorar, de fato, a situação do país e prometeu a ampliação do Prouni para o ensino técnico.
Dilma Rousseff também ressaltou que acompanhará diretamente os investimentos no Sistema Único de Saúde (SUS). “Vou acompanhar pessoalmente o processo de melhoria do SUS”, disse ao destacar a necessidade de a população ter acesso a um atendimento médico e hospitalar de melhor qualidade.
A ampliação da parceria entre União, estados e municípios foi lembrado pela presidenta como o caminho para a redução da violência. Ela recordou a recente operação contra o tráfico no Rio de Janeiro que uniu as polícias Militar, Civil, Federal e as Forças Armadas.
A preservação ambiental é outro objetivo a ser perseguido pelo seu governo, entretanto, sem se pautar por imposições de terceiros ou acordos internacionais que impeçam o crescimento do país, afirmou a presidenta. Para isso, ela lembrou a necessidade de se preservar as florestas brasileiras, em especial à Amazônia, e investir cada vez mais em matrizes energéticas limpas.
Na política internacional, Dilma Rousseff pretende pautar seu governo com uma atenção especial aos países emergentes e aos vizinhos da América do Sul. Ela também rebateu qualquer apoio a países que tenham por objetivo desenvolver a produção de energia nuclear para fins bélicos.

Fonte: Com reportagem da Agência Brasil
Publicado: Shizuo