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sábado, 25 de outubro de 2014

Menino deficiente visual lê a Bíblia pela primeira vez em Braille

Um garoto deficiente visual teve a oportunidade de ler, pela primeira vez, a Bíblia Sagrada, depois que um exemplar impresso em Braille foi doado pela Sociedade Bíblica do Brasil (SBB).

O menino Leonardo, que teve apenas o primeiro nome revelado, é estudante do Centro de Atendimento Especializado (CAE), em Cianorte, no Paraná.

A SBB doou o exemplar da Bíblia Sagrada em Braille à prefeitura de Cianorte, e a entrega foi feita ao prefeito da cidade, Claudemir Bongiorno, durante um Seminário de Ciências Bíblicas, que foi realizado no Seminário Presbiteriano de Cianorte.

Impressa em 38 volumes, a Bíblia Sagrada em Braille será mantida na Biblioteca Municipal de Cianorte, e ficará disponível à comunidade para uso de outros deficientes visuais, de acordo com informações do portal local O Diário.

A Bíblia Sagrada em Braille custa R$ 3 mil cada, e a Sociedade Bíblica do Brasil tem capacidade de impressão de apenas dois por dia.

A proposta do projeto da Bíblia Sagrada em Braille é promover a inclusão do deficiente visual, de acordo com o secretário regional da SBB, Walter Eidam: “É uma alegria muito grande poder doar essas Bíblias aqui para Cianorte, que já desenvolve um trabalho belíssimo com o CAE”.

Braille
Segundo o Wikipedia, O Braille é um alfabeto convencional criado pelo francês Louis Braille no ano de 1827 em Paris. Os caracteres são caracterizados por pontos em alto relevo, que o deficiente visual distingue por meio do tato. A partir de seis pontos, é possível fazer 73 combinações que podem representar letras simples e acentuadas, pontuações, números, sinais matemáticos e notas musicais.


Fonte: Cpadnews

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Piauí é o Estado mais católico; Roraima é o menor




     Do total da população do estado do Piauí, 87,93% são fiéis da igreja romana, revela o Novo Mapa das Religiões, da Fundação Getúlio Vargas.
    Nos últimos anos, o número de fiéis do catolicismo vem caindo lenta e persistentemente no Brasil, mas no Piauí essa religião ainda mantém uma hegemonia confortável -- o Estado é o mais católico do país. Do total da população, 87,93% são fiéis da igreja romana.
    O dado é do Novo Mapa das Religiões, feito pela Fundação Getúlio Vargas com dados de 2009 da POF (Pesquisa de Orçamento Familiar), do IBGE.
    Ceará ficou em segundo lugar no ranking dos Estados mais católicos, com 81,08%, seguido por Paraíba (80,25%).
    São Paulo ficou em 18º lugar, com 66,12%, e o Rio, na penúltima colocação, a 26ª, com 49,83%. O Estado com o menor índice de católicos é Roraima, com 46,78%. É onde também se verificou o maior índice de pessoas sem religião, com 19,39%.
    Em 1991, do total da população do país, 83,34% eram católicos. Esse índice caiu para 68,43% em 2009. O número de evangélicos cresceu no período de 17,88% para 20,23%.
    O número de católicos brasileiros é o menor da história estatisticamente documentada, informou o pesquisador Marcelo Néri, responsável pelo mapa. “A queda se verifica em todas as faixas etárias”, disse.

Ranking dos mais católicos

Estados

1 - Piauí: 87,93%
2 - Ceará: 81,08%
3 - Paraíba: 80,25%
4 - Sergipe: 79,96%
5 - Maranhão: 78,04%
6 - Alagoas: 77,10%
7 - Santa Catarina: 75,88%
8 - Rio Grande do Norte: 73,98%
9 - Minas Gerais: 73,32%
10 - Bahia: 71,39%
11 - Rio Grande do Sul: 71,37%
12 - Amapá: 70,89%
13 - Mato Grosso: 70,63%
14 - Tocantins: 70,60%
15 - Paraná: 69,82%
16 - Amazonas: 67,68%
17 - Pará: 66,55%
18 - São Paulo: 66,12%
19 - Goiás: 65,42%
20 - Pernambuco: 63,84%
21 - Mato Grosso do Sul: 63,70%
22 - Espírito Santo: 57,04%
23 - Espírito Santo: 57,04%
24 - Rondônia: 52,89%
25 - Acre: 50,73%
26 - Rio de Janeiro: 49,83%
27 - Roraima: 46,78%

Região metropolitana (periferia da capital)

1 - Fortaleza: 74,30%
2 - Porto Alegre: 68,74%
3 - Belém: 65,46%
4 - São Paulo: 61,26%
5 - Belo Horizonte: 57,23%
6 - Curitiba: 55,87%
7 - Salvador: 52,%
8 - Recife: 45,75%
9 - Rio de Janeiro: 40,02%

Capitais

1 - Teresina (PI): 80,66%
2 - Fortaleza (CE): 74,25%
3 - Florianópolis (SC): 73,91%
4 - Macapá (AP): 72,54%
5 - Aracaju (SE): 72,26%
6 - São Luís (MA): 71,85%
7 - Natal (RN): 71,58%
8 - Cuiabá (MT): 68,66%
9 - João Pessoa (PB): 67,33%
10 - Porto Alegre (RS): 66,70%
11 - São Paulo (SP): 66,13%
12 - Manaus (AM): 65,26%
13 - Curitiba (PR): 64,64%
14 - Maceió (AL): 63,92%
15 - Palmas (TO): 62,65%
16 - Belo Horizonte (MG): 61,91%
17 - Goiânia (GO): 61,39%
18 - Belém (PA): 60,89%
19 - Vitória (ES): 56,69%
20 - Brasília (DF): 55,36%
21 - Rio de Janeiro (RJ): 53,71%
22 - Recife (PE): 53,07%
23 - Campo Grande (MS): 52,85%
24 - Salvador (BA): 52,34%
25 - Porto Velho (RO): 49,49%
26 - Rio Branco (AC): 41,99%
27 - Boa Vista (RR): 40,87%
FONTE: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=15085

Acre é o Estado mais evangélico pentecostal; Sergipe é o menor




    A população da Acre é a mais evangélica pentecostal do país, com 24,18% do total. Em Rio Branco, a capital, a proporção é de 28,43%
    Em segundo lugar, na relação de Estados, vem Rondônia, com 19,95%, seguido por Pará (19,41%) e Amapá (19,01%). São Paulo ficou em 13º lugar, com 14,62%, e o Rio de Janeiro em 15º, com 14,18%. Esses dados são do Novo Mapa das Religiões elaborado pela Fundação Getúlio Vargas com dados de 2009 da POF (Pesquisa de Orçamento Familiar), do IBGE.
    Os fiéis das pentecostais representaram naquele ano 12,76% da população. As igrejas pentecostais são as que mais têm se expandido. O pesquisador Marcelo Néri, o responsável pelo mapa, disse que a Assembleia de Deus já é a segunda maior igreja do Brasil, abaixo da Católica.
    Os evangélicos -- pentecostais e de outras denominações -- subiram de 17,9% em 2003 para 20,2% em 2009. Eles são representativos principalmente nas classes D e E, afirmou Néri.

Ranking dos mais evangélicos pentecostais

Estados

1 - Acre: 24,18%
2 - Rondônia: 19,75%
3 - Pará: 19,41%
4 - Amapá: 19,01%
5 - Distrito Federal: 18,87%

sábado, 27 de agosto de 2011

Em MS, 2 mil católicos migram para igrejas evangélicas mensalmente




    O novo Mapa das Religiões da Fundação Getúlio Vargas (FGV) revela que a Igreja Católica perdeu aproximadamente 2,7 mil fiéis por mês em Mato Grosso do Sul entre 2003 e 2009.
    Pelo menos 75% dos ex-devotos, ou 2 mil por mês, migraram para igrejas evangélicas. Em seis anos, o percentual de evangélicos aumentou de 19,31% para 25,32% (somando pentecostais e não pentecostais), ou seja, cerca de 178 mil novos fiéis, 2,4 mil a cada mês. No mesmo período, os católicos passaram de 71,96% dos sul-mato-grossenses para 63,7% em 2009, ou 195 mil a menos, considerando para o cálculo a estimativa populacional do IBGE de 2009.
    Os católicos continuam sendo maioria em Mato Grosso do Sul, mas o número de devotos caiu pelo menos oito pontos percentuais. Em Campo Grande, a queda foi ainda maior, 12,5 pontos, embora continue com mais da metade dos habitantes da cidade. Passou de 65,38% para 52,85%. Isso significa que, só na Capital, a Igreja Católica perdeu 94,6 mil fiéis.
    O percentual de sul-mato-grossenses que professam a fé Espiritualista ou pertencem a religiões orientais ou asiáticas permanece praticamente o mesmo. Os espíritas tiveram pequeno declínio, passando de 1,98% para 1,93%. Devotos de religiões orientais e asiáticas passaram de 0,37% para 0,38%. Quase dobrou o o número de praticantes de religiões afrobrasileiras, embora ainda seja um grupo muito pequeno. Passou de 0,15% para 0,26%.
   Além do crescimento dos evangélicos em Mato Grosso do Sul, também aumentou o número de pessoas que declaram pertencer a outras religiões e dos que dizem não ter religião. O número de pessoas de outras religiões mais que dobrou - de 1,03% em 2003 para 2,25% em 2009. Oito anos atrás, 5,91% dos sul-mato-grossenses diziam não ter religião, em 2009, o percentual passou para 6,7%.

Campo Grande
    O número de católicos em Campo Grande caiu 12,5 pontos percentuais e o de evangélicos, cresceu 8,4. Os pentecostais passaram de 13,28% para 17,18% em 2009 e os outros evangélicos, de 9,16% para 13,71%. Na Capital, os espiritualistas passaram de 3,54% para 3,72%; os que professam crenças afrobrasileiras, de 0,22% para 0,35%. Fiéis de igrejas orientais e asiáticas representavam 0,17% em 2003 e 0,30% em 2009.
   Aumentou consideravelmente o número de pessoas que professam outras crenças, de 0,55% para 2,77%. O percentual de moradores de Campo Grande que disse não ter religião passou de 7,68% para 8,95%.

Brasil
   Em 2003, 74% dos brasileiros se declaravam católicos. Em 2009, 68,4%. O número de evangélicos subiu de 17,9% para 20,2%. Também aumentou o número de pessoas que afirmam não ter religião: de 5,1% para 6,7%. Se esse ritmo de declínio do catolicismo continuar, o Brasil pode deixar de ser o País mais católico do mundo nos próximos 20 anos. "Se continuar essa perda de 1 ponto de porcentagem de católicos por ano, em 20 anos você teria menos da metade da população", calculou Marcelo Neri, cpprdenador da pesquisa, em entrvista à Agência Brasil.

Testemunhos
    Para o presidente da Aliança Evangélica, pastor Ronaldo Leite Batista, o crescimento das igrejas evangélicas pode ser atribuído aos testemunhos dos fiéis, ampliados pela mídia em dezenas de programas de rádio e televisão, e também por meio da internet, revistas e jornais especializados. "Existe uma busca maior pela espiritualidade no mundo pós-moderno", considerou. "Eu creio que os evangélicos conseguiram romper essa barreira da religiosidade para se tranformar numa espiritualidade relacional com o Deus chamado Jesus Cristo. E quando contam essa experiência pessoal de se encontrar com Jesus, eles estão testemunhando de maneira muito forte aquilo que as pessoas mais têm necessidade", relatou. "Obviamente com a ajuda crescente dos evangélicos na mídia".

Resgate de devotos

    Na avaliação do arcebispo de Campo Grande, Dom Dimas Lara Barbosa, a Igreja Católica precisa sair de "sair de uma pastoral de manutenção para uma pastoral missionária". Ele explicou que não se trata de buscar pessoas que frequentam outras igrejas, mas resgatar os católicos não praticantes e os "católicos eventuais".
    "Nossa preocupação primária é com o grande número daquels que foram batizados na igreja católica e não saíram dela oficialmente e esses são mais de 90% dos que se dizem católicos", explicou. "Para a igreja num estado permanente de missão é muito importante criar o ministério do acolhimento", explificou.
      Com base em dados do Atlas da Filiação Religiosa no Brasil (montados com informações do Censo 2000), Dom Dimas observou que a maior evasão de católicos acontece nas fronteiras de migração agrícola, entre elas, mato Grosso do Sul e Mato Grosso, e nas periferias de grandes cidades. "Quando a pessoa migra, ela fica fragilizada porque se desvincula de sua cultura original, de sua igreja original e da própria raiz familiar em que ela vive".
    Em recente entrevista ao Correio do Estado, ele destacou, no entanto, que existem dioceses em franca expansão, sobretudo na região sudeste do Brasil. "A FGV, há 3 anos, fez uma pesquisa muito interessante que mostra que onde os programas sociais do governo tinham dado certo, o trânsito religioso estagnou. Isso mostra um vínculo entre o transito religioso, portanto a instabilidade religiosa, que passa pelo cultural e pelo familiar, e a situação de instabilidade sócio-econômica das pessoas".
 FONTE: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=15096

terça-feira, 29 de março de 2011

PASSADO, PRESENTE E FUTURO DA IGREJA

Fórum sobre crescimento da Igreja acontece hoje em SP

    Qual futuro da Igreja Brasileira e como o mercado está se preparando para receber este novo público? Esta é uma das inúmeras questões que serão debatidas no fórum‘O Brasil de 2020 com mais de 100 milhões de evangélicos’ que a EBF COMUNICAÇÕES promove hoje, dia 29, a partir das 14h no Holiday Inn em São Paulo e é uma prévia da EXPOCRISTÃ, o maior evento de produtos e serviços para cristãos, que acontece entre os dias 20 a 25 de setembro, no Anhembi (SP).

    Tendo como público alvo lideranças, empresários do segmento evangélico e expositores, o Fórum traz como pauta principal as demandas e ofertas para a Igreja e o consumidor cristão. Entre outras lideranças e profissionais do meio, nomes como: José Wellington Júnior, Rubens Muzio - missionário da Sepal e professor da Faculdade Teológica Sul Americana do Paraná; José Wellington Júnior – presidente da Casa Publicadora das Assembleias de Deus (Cpad); Mauricio Soares, diretor artístico da Sony Music, Alessandro Tostes – diretor da gravadora Novo Tempo, e José Paulo Fernandes Jr. – Diretor da Universidade Presbiteriana Mackenzie; Omar de Souza - jornalista e publisher da Thomas Nelson Brasil, e Adílson Ferreira dos Santos Jr. - Coordenador de mobilização de missionários da JMM, e Juanribe Pagliarin - diretor executivo da Rádio Vida FM.


            O portal CREIO transmitirá o evento pela internet.

Data: 29/3/2011


Fonte: http://www.creio.com.br/