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domingo, 10 de novembro de 2013

Cheques sem fundo



Pois quantas forem as promessas feitas por Deus, tantas têm em Cristo o "sim".  (2Coríntios 1.20)

Cheques são promessas. Promessas, ainda que bem intencionadas, se não tem fundos para pagar, são fonte de muita dor. Prometer sem ter como cumprir é maldade. Políticos e governos realmente aperfeiçoaram a técnica de prometer sem "fundos". Eles sabem que não vão poder manter sua palavra. Um dia alguém terá de avisar o povo que as promessas não podem ser cumpridas. Logo depois virão as manifestações violentas e os governantes que fizeram as promessas acharão alguém para poder culpar.

À luz da dificuldade que temos em fazer promessas verdadeiras, fica lindíssima a declaração de que todas as promessas de Deus tem seu "sim" em Cristo.

As promessas Dele têm "fundos" sim!  Pode confiar nelas e fazer seus planos para a eternidade. Construa seu futuro nas promessas de Deus em Cristo.  Jesus nunca prometeu mais que Ele pode entregar.  Eu gosto de promessas de verdade.
 
Carlos McCord
Presidente do Ministério Permanecer

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Para se sentir feliz

Para se sentir feliz, você precisa…
…estar casado?
…ter muito dinheiro?
…passear bastante?
…ter amigos?
…ter um diploma?
…ser admirado?
…ter carro do ano?
…ter o smartphone de última linha?
…vestir as roupas mais finas?
…ter namorado?
…beber Coca-Cola?
Se você depender dessas coisas para ser feliz, o que será de você se…
…seu casamento acabar?
…perder tudo o que tem?
…só puder viver de casa para o trabalho?
…não tiver nem um amigo?
…não puder terminar os estudos?
ninguém lhe notar?
…depender de transporte público?
…só puder ter um celular básico?
…suas roupas forem das mais simples?
…ninguém quiser lhe namorar?
…a Coca-Cola for à falência? (Ok, esta até que não seria uma má ideia)
É claro que coisas boas contribuem para nossa felicidade. Porém, se você condicionar sua felicidade a algo sobre o qual você não tem total controle, então você está entregando sua felicidade àquele algo. É isso que você quer—confiar sua felicidade a algo ou alguém que não é confiável ou garantido?
Ser feliz é um estado de espírito que nasce de dentro para fora. Se você não é feliz por dentro, nada externo lhe fará verdadeiramente feliz. É por isso que existem mendigos felizes e bilionários miseráveis.
O dia que sua felicidade depender da sua fé em Deus—o único que combina imutabilidade, bondade, e poder—então você estará pronto para desfrutar de um casamento, dinheiro, amigos, e todas as outras coisas que você vier a conquistar. Mas elas serão apenas melhorias na sua vida—não a razão de sua felicidade

Fonte: bprenatocardoso

terça-feira, 9 de abril de 2013

4 MOTIVOS QUE COSTUMAM CAUSAR DEMISSÕES


LIDERANÇA

Problemas de relacionamento e com metas são as razões que mais levam profissionais a perderem o emprego, de acordo com especialistas
Por: Exame

     Com muitas empresas fechando seus ciclos de avaliação de funcionários neste mês, a época é mais tensa para a carreira  de muitos profissionais. “Nas empresas em que o ano fiscal bate com o ano cronológico, os funcionários vão colher em novembro a avaliação de um ano de trabalho”, diz o coach Homero Reis.
     De acordo com ele, a permanência do profissional no quadro de funcionários das empresas depende, em grande parte, do resultado desta avaliação anual. Pensando nisso, EXAME.com consultou especialistas para saber quais os motivos que mais rendem demissões nas empresas. Confira quais as quatro razões mais frequentes:
     1 Ter dificuldade de relacionamento
     Problemas comportamentais são os campeões, de acordo com dois especialistas consultados. “Por incrível que pareça, é o dado número 1”, diz Reis. Isso acontece, explica ele, porque a manutenção da relação de trabalho depende diretamente da qualidade dela.
     “O profissional pode ser ótimo do ponto de vista técnico, mas se ninguém conseguir conviver com ele na empresa, ele não vai ficar”, diz Reis.
Silvio Celestino, da Alliance Coaching, concorda. “A dificuldade em se relacionar significa que a pessoa não quer se adaptar à cultura da empresa e não quer aprender a se desenvolver para se relacionar com pessoas diferentes dela”, diz Celestino.
     Com a diversidade em alta nas empresas, saber se relacionar com pessoas de outras culturas é cada vez mais importante, na opinião de Celestino. “Se o profissional não sabe se relacionar, não vai produzir o resultado esperado”, diz o especialista.
      2 Não bater metas
     Não produzir os resultados esperados faz de você um forte candidato à demissão, já que as empresas precisam bater metas para sobreviver no mercado e crescer. Portanto, se a atuação do profissional não ajuda a pagar a contas nem faz a empresa crescer, as chances de demissão crescem. “Se o trabalhador não bate a meta - nem em um eixo nem em outro - ele fica no hall das pessoas que podem ser demitidas”, diz ele.
     Mas, se você ainda não entregou os resultados esperados, também não há motivo para pânico. “Aquele profissional que sabe explicar bem os motivos pelos quais ele não conseguiu bater as metas e ainda apresenta as soluções para voltar a gerar resultados tem chances de continuar. Mas, só explicar as razões, colocar a culpa em outras pessoas e não sugerir soluções não resolve”, diz Celestino.
       3 Não se envolver
     Fazer o estritamente necessário, não saindo nunca das suas atribuições de trabalho, é o terceiro motivo que mais aparece em demissões, diz Reis. “É aquele profissional contratado para apontar lápis e que não move uma borracha porque não faz parte da sua função”, explica o especialista.
     Para Celestino, é imprescindível que o profissional esteja comprometido com o propósito da empresa e sempre busque oportunidades para ter mais responsabilidade. “Estar envolvido é fazer com que a empresa venda mais e estar comprometido com o negócio”, explica.
     Escorregar no envolvimento com o trabalho, na opinião dele, pode complicar, em longo prazo, a sua permanência no quadro de funcionários. “No curto e médio prazo, esse erro não aparece muito”, diz Celestino.
     4 Não ter conhecimento técnico
     Embora muita gente ache que cometer erros técnicos signifique demissão certa, esse é apenas o quarto motivo da lista. Isso ocorre, na opinião de Reis, porque a deficiência técnica pode ser compensada. “Quando o funcionário não sabe, alguém ensina. É muito mais fácil qualificar uma pessoa do ponto de vista técnico do que do ponto de vista comportamental”, diz Reis.
     “Se o profissional tem o espírito de aprender, ele recebe o feedback e resolve”, diz Celestino. Os problemas só surgem se ele não vai atrás dos conhecimentos necessários. “Acaba sendo uma deficiência de comportamento”, afirma o especialista.
     Ele também explica que muitas vezes as pessoas são demitidas por erros técnicos depois de receberem uma promoção. “Acontece quando o profissional é colocado em um cargo que está acima de sua capacidade e não se prepara para isso”, diz.
Data: 17/10/2012 09:00:26

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Adora dinheiro, odeia trabalho



Muita gente não gosta de trabalhar. Odeia esforço. Lembra daqueles colegas de escola que reclamavam, “Por que tenho que estudar? Por que tenho que ir a escola? Eu nunca vou usar isso…” Se você era aquele colega, me desculpe. Ou melhor, me desculpe nada—você entende ainda melhor o que estou falando. Pois bem.
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Tem gente que foge do trabalho.
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Essas mesmas pessoas são aquelas que querem ser ricas, alcançar seus sonhos, ter uma vida confortável, mas não estão dispostas a pagar o preço. Daí vêm as ilusões: jogar na loteria, esperar por um governante messiânico que venha lhe salvar, orar a Deus para que Ele faça o que elas têm que fazer, culpar os outros pelos seus fracassos. E a vida nunca muda.
Como essas pessoas genuinamente creem que é possível ter muito fazendo pouco, as vezes elas saem por aí anunciando e vendendo idéias baratas para os trouxas. “Ganhe dinheiro fácil.” “Perca peso sem fazer dieta.” “Fique rico trabalhando nas horas de folga.” “Jesus te ama, não precisa fazer sacrifício.” Esteja avisado.
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O que essas pessoas querem é que você seja como elas – derrotadas.
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Se você realmente quer mudar de vida, entenda que não se conquista muito fazendo pouco. Ou você abraça as lutas com garra e sede da vitória, ou aceita de uma vez sua situação de derrotado.
Todos os homens que lamberem a água com a língua, como fazem os cachorros, devem ser separados dos que se ajoelharem para beber. Jz 7.5


quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

TOMADA DE DECISÕES


LIDERANÇA
TOMADA DE DECISÕES A todo instante estamos envolvidos em decisões
Por: Altair Germano

Em nossas vidas, a todo instante, estamos envolvidos em decisões. Questões pessoais, familiares, acadêmicas, profissionais e outras, fazem parte desta realidade.

Conforme Chiavenato (1999, p. 283)
A decisão ocorre sempre quando nos deparamos com cursos alternativos de comportamento, ou seja, quando podemos fazer algo de duas ou mais formas diferentes. Essa encruzilhada de alternativas conduz à decisão. Quando só existe uma única maneira para fazer as coisas, não há decisão a tomar. Assim, decisão é a escolha gente a várias alternativas de ação. Decisão envolve sempre opção de escolha.

Todas as pessoas que ocupam cargos de liderança vivem envolvidas em tomadas de decisões. Um grande volume de recursos financeiros são gastos em reuniões e análises de dados objetivando a melhor escolha ou alternativa possível. O erro é sempre uma possibilidade.

Dessa forma, surge o seguinte problema: “Como devemos proceder para tomar decisões corretas?” Rush (2005, p. 103) afirma categoricamente “A Bíblia nos dá a resposta”. Em Salmos 25:12 ela diz “Ao homem que teme ao Senhor, ele o instruirá no caminho que deve escolher.”

O caminho mental que o administrador utiliza para chegar a uma decisão é chamado de processo decisorial (CHIAVENATO, 1999, p. 287). Ele classifica em seis etapas este processo. São elas:

Identificar a situação. Este primeiro estágio procura mapear a situação. Três aspectos são aqui apresentados; definição do problema; diagnóstico das causas e identificação dos objetivos da decisão.

Obter informação sobre a situação. Neste estágio, o administrador ouve as pessoas, pede relatórios, observa pessoalmente, lê sobre o assunto, verifica antecedentes e fatos passados.

Gerar soluções ou cursos alternativos de ação. As decisões programadas facilitam a criação de alternativas. Quanto melhor o número de alternativas desenvolvidas, melhor. A avaliação ou verificação da viabilidade das alternativas propostas não fazem parte deste estágio.

Avaliar as alternativas e escolher a solução ou curso de ação preferido. Num processo comum, as alternativas são avaliadas e comparadas, a fim de se buscar a mais propícia à solução.

Transformar a solução ou curso de ação escolhido em ação efetiva. A solução escolhida é aqui implementada. Implementar uma decisão envolve vários fatores, como por exemplo, a aquisição de recursos, elaboração de orçamentos, planos de ações, delegação de responsabilidades, relatórios de progresso são essências nesta etapa.

Avaliar os resultados obtidos. Tal avaliação ocorre quando as seguintes questões são respondidas: O que aconteceu internamente e externamente como resultado das decisões? As expectativas foram alcançadas? O problema foi resolvido parcialmente, definitivamente ou se agravou?

No caso de líderes cristãos, tal processo é diferenciado, pois deve levar em alta e primordial consideração a vontade de Deus. Para Rush (2005, p. 104-107, conhecer tal vontade envolve o seguinte processo:

- Assumir o compromisso de realizá-la (Romanos 12: 1-2)

- Reconhecer que Deus tem um plano específico para o indivíduo e para a sua instituição ou empresa (Jeremias 29:11)

- Deus nos revela sua vontade produzindo em nós o desejo de realizá-la (Filipenses 2:13; Salmo 37:4)

- Se um desejo nosso for proveniente da vontade de Deus, sentiremos paz e teremos os meios para realizá-lo (Isaías 26:3)

O processo decisorial segundo Rush (idem, p. 108-111), envolve cinco passos bíblicos:

Avaliar corretamente a situação ou problema. Tal princípio é ilustrado pelo episódio em que Moisés enviou os doze espiões a Canaã (Números 13:1-20). Em razão de avaliar a situação por uma perspectiva equivocada, a maiorias dos espias concluíram que não seria possível conquistar a terra, mesmo tendo Deus já falado que a daria ao povo de Israel. A perspectiva humana não deve nunca sobrepujar a de Deus.

Reunir e analisar os fatos. “Qualquer empreendimento é feito com planos sábios, torna-se forte com o bom senso, e dá resultados maravilhosos por estar em dia com os fatos.” (Provérbios 24:3-4, Salmos e provérbios Vivos). A Bíblia orienta e aprova a reunião e análise dos fatos, dentro um processo decisorial. “Se você se apressa em dar sua opinião, antes de ouvir os fatos, está mostrando que é um tolo. Você deveria se envergonhar!” (Provérbios 18:13, A Bíblia Viva). A análise dos fatos deve ser orientada pelas seguintes questões: O que a Bíblia diz sobre este assunto (Josué 1:8)? Quando oro, que orientações Deus me dá (Jeremias 33:3)? Estou comprometido em fazer a vontade de Deus no tocante a esta situação (Romanos 12:1-2)? De onde procedem meus interesses e desejos relativos a esta situação (Salmos 37.4)? Que tipo de aconselhamento tenho pedido aos outros acerca desta situação (Provérbios 11:14)? Nesta situação, o que as condições e as circunstâncias revelam (Provérbios 24:3-4)?

Encontrar alternativas. Criar alternativas é algo que conduz o líder no processo de avaliação dos dados e fatos, possibilitando dessa forma a reflexão sobre as várias opções de ação (Provérbios 19:2).

Avaliar os prós e os contras de cada alternativa. Quais os pontos fortes e fracos das alternativas propostas? Aqui se dá o processo eliminatório de algumas alternativas. A importância de avaliarmos nossas alternativas pode ser percebida no texto de Lucas 14:31-32: “Ou qual é o rei que, indo para combater outro rei, não se assenta primeiro para calcular se com dez mil homens poderá enfrentar o que vem contra ele com vinte mil? Caso contrário, estando o outro ainda longe, envia-lhe uma embaixada, pedindo condições de paz”.

Escolher uma das alternativas aprovada. É o passo mais difícil de ser dado. O medo de não ter feito a escolha certa, faz com que muitos lideram temam a tomada final da decisão. Para os tais, que seguiram os passos aqui expostos, fica a exortação bíblica: “Instruir-te-ei e te ensinarei o caminho que deves seguir; e, sob as minhas vistas, te darei conselho”. (Salmos 32.80).

Os fatores que compões o clima da tomada de decisões precisam ser também considerados. São eles:

- A necessidade de ação
- O declínio gradual das condições, caso a ação seja protelada
- A insuficiência de dados
- O fator de risco
- As consequências de um possível fracasso
- As recompensas pelo sucesso
- A existência de mais de uma solução viável

Tomar decisões não implica na resolução automática e imediata do problema. É preciso entender que os problemas em geral, podem ser resolvidos num período de tempo relativamente curto, desde que as condições ou fatores circunstanciais sejam favoráveis. Neste caso, por vezes, a mudança nas condições implica na necessidade de um período de tempo considerável.

Por fim, é preciso salientar que o líder ou administrador cristão eficaz é aquele que ajuda os que estão sob o seu comando a tomar decisões, ao mesmo tempo em que os envolve e os permitem participar das suas.
Data: 11/6/2012 08:50:36

Fonte: creio

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

Trabalhar não enriquece ninguém


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Trabalhar não enriquece ninguém. Pode parecer loucura, mas não é! O post desta semana está baseado em uma palestra ministrada por Renato Cardoso em Londres, no final do ano passado, em um congresso financeiro para mais de 750 pessoas (e pode ser conferida acessando este link). Como a palestra foi em inglês, resolvi passar o conceito para vocês em português (com a devida anuência do autor).
A base dessa grande palestra foram duas pequenas frases (que se eu fosse você, anotava em letras garrafais e pendurava em um lugar que pudesse visualizar todos os dias). Vamos a elas:
OS POBRES SÓ DEIXARÃO DE SER POBRES NO DIA EM QUE PERCEBEREM QUE PENSAR É DE GRAÇA.
Você não precisa ter dinheiro para pôr sua cabeça para funcionar. Não importa se você não estudou ou se não tem muita cultura. Ou ao contrário, você teve lá suas oportunidades mas nunca foi fã da vida acadêmica. Pensar não tem nada a ver com estudo ou formação. Todo mundo pode fazê-lo, mas apesar disso, poucos o fazem. E daí vem a segunda frase:
VOCÊ SÓ PODE SER RICO PENSANDO.
Pois é, se você achava que só podia ficar rico trabalhando, se enganou… Claro que parte disso é o trabalho, mas trabalhar não é tudo. Se fosse, você deveria estar rico, não? E mais: seu pai não trabalhou ou trabalha muito? Antes dele, seus avós não trabalharam muito? Então onde está a sua grandiosa herança…?
Vamos pensar a respeito. Como os ricos que você conhece se tornaram ricos? Você já analisou a história de alguns deles? Talvez tenha lido alguma biografia ou assistido algum documentário ou mesmo visto o sucesso deles nos noticiários. Porém, é muito provável que você não tenha notado algo comum entre eles, e que não é comum na cultura de muitas nações e, por isso, a grande maioria das pessoas nasce, vive e morre pobre. Eles investiram em seus talentos.
Você só vai multiplicar o seu ganho se souber quais são e como usar os seus talentos. E isso, apesar de ser de graça, nem todo mundo se propõe a fazer. Já trabalhar todo mundo se propõe (ou tem que se propor, queira ou não). É triste, mas muita gente vive neste planeta por 70, 80, 90 anos sem descobrir seus talentos e vive com o que “a vida lhe trouxe”, sem ir atrás do que realmente quer.
Provavelmente o ensinamento que seus avós passaram para os seus pais e que estes passaram para você com respeito à vida financeira foi: “Estude bastante, tire boas notas na escola para quando você crescer poder arranjar um bom emprego!Vale o alerta: se você tem passado isso para seus filhos, por favor, pare! Você deve educa-los para uma visão maior. Seus filhos devem ser educados para serem líderes. Para descobrirem e desenvolverem os seus talentos, assim como você.
Você tem talento. E provavelmente tem mais do que um (já comentamos isso aqui em posts anteriores). Mas será que você já os descobriu? Caso sim, no que os tem usado? E o quanto você tem investido neles?
Descubra o seu talento e use-o para se tornar um líder, para ser um empreendedor, para ser o seu próprio patrão. Os benefícios e a estabilidade que um bom emprego pode lhe proporcionar não serão suficientes para fazê-lo rico. Então se é esse o seu objetivo, comece a pensar como um líder para tornar-se um. Inspire-se em líderes e, muito em breve, seus filhos e as pessoas ao seu redor serão inspirados por você. Líderes inspiram pessoas.
Saia da sua zona de conforto, use seu tempo livre para pensar em estratégias de como ganhar dinheiro e coloque-as em prática. Se a primeira ideia não der certo, vá para a segunda. Se esta também falhar, vá para a terceira. Você só não pode entregar os pontos. Um líder é determinado e não aceita um não como resposta!

Fonte: bprenatocardoso

terça-feira, 24 de abril de 2012

NOVA PERSPECTIVA SOBRE O TRABALHO

LIDERANÇA


O trabalho capacita o uso de talentos, habilidades e dons inatos
Por: Robert Tamasy

O “Dia do Trabalho” foi criado, em parte, como reconhecimento da importância da mão-de-obra especializada e seu resultado no desenvolvimento das nações. Por isso, não deixa de ser irônico que o “Dia do Trabalho” seja “dia de folga”!
Geralmente se refere a trabalho em termos pouco apaixonados. Para alguns é um “mal necessário”. Outros o consideram como algo a ser suportado durante os dias úteis, esperando impacientemente pelo fim de semana, quando poderão ficar em casa ou fazer o que bem entenderem. Um amigo costumava dizer: “Eu amo o trabalho; posso me sentar e ver pessoas trabalhando o dia inteiro”.  Traduzindo: trabalho é ótimo, quando é outra pessoa a realizá-lo. Esse tipo de atitude é infeliz, já que nega as virtudes inerentes ao trabalho e ao trabalhador. 
É interessante notar que a maioria dos aspectos positivos do trabalho pode ser encontrada no Livro que trata das realidades da vida cotidiana – a Bíblia. Eis um pouco do discernimento que ela oferece:
Trabalho proporciona maneira produtiva para se gastar tempo e energia. Realisticamente, se não tivéssemos que trabalhar, como gastaríamos as 24 horas que temos todos os dias, quando não estamos comendo ou dormindo? Muita satisfação deriva de trabalho bem feito. “Para o homem não existe nada melhor do que comer, beber e encontrar prazer em seu trabalho...” (Eclesiastes 2.24). 
Trabalho capacita ao uso de talentos, habilidades e dons inatos. Cada um de nós é equipado com exclusividade para diferentes tipos de trabalho. Somos habilitados a fazer coisas que outros não podem fazer. “Eu Te louvo (Deus) porque me fizeste de modo especial e admirável...” (Salmos 139.14). “Ora, assim como o corpo é uma unidade, embora tenha muitos membros, mesmo sendo muitos, formam um só corpo... (I Coríntios 12.12).
Trabalho proporciona meio de suprir nossas necessidades. Há em nossa sociedade reivindicação crescente dos direitos a que fazemos jus. Mas a verdade é que o mundo não nos deve nosso sustento. Como adultos, devemos arcar com as responsabilidades de prover nossas necessidades e satisfazer nossas obrigações financeiras. “Se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e é pior que um descrente” (I Timóteo 5.8). 
Trabalho capacita a servir aos outros. Quer estejamos vendendo computadores, curando enfermidades, lecionando, escrevendo um livro, construindo uma casa, plantando alimentos ou consertando uma máquina, o que fazemos pode melhorar e muito a vida de outras pessoas. “...Certamente vocês se lembram do nosso trabalho esgotante e da nossa fadiga; trabalhamos noite e dia para não sermos pesados a ninguém, enquanto lhes pregávamos o evangelho de Deus” (I Tessalonicenses 2.9).  
Trabalho honra a Deus. Quando trabalhamos, reconhecemos Deus como Fonte de tudo – de nosso intelecto, nossas habilidades, até mesmo nossa motivação.  Trabalhando, podemos honrar a Deus.“Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus... Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens...É a Cristo, o Senhor que vocês estão servindo” (Colossenses 3.17, 23-24).  
Data: 8/9/2011 08:52:58

Fonte: http://creio.com.br/2008/lideranca01.asp?noticia=549

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Quatro erros que as pessoas cometem quando buscam um emprego na web


A internet facilitou a busca por um novo emprego, no entanto, ela exige alguns cuidados dos profissionais
26 de Agosto de 2011 | 08:30h
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carreira TI
A internet facilitou o trabalho para quem quer buscar um novo emprego. Hoje, existem diversos sites específicos que mostram as vagas disponíveis no mercado, além disso, as redes sociais servem, cada vez mais, para divulgar oportunidades de trabalho.

A jornalista especializada em carreira e colunista do Wall Street Journal, Elizabeth Garone, alerta que as pessoas precisam evitar alguns erros que são comuns a quem busca um emprego pela internet. A seguir, a especialista cita os quatro equívocos mais frequentes cometidos pelos internautas:

1. Deixar de lado as boas maneiras

As pessoas não podem esquecer de que tudo o que elas escrevem na internet - em sites, blogs, redes sociais, entre outros - pode ser facilmente buscado, inclusive pelos recrutadores, quando eles procuram referências para um candidato a uma vaga de emprego na web. Elizabeth lembra que um estudo da Microsoft, divulgado em dezembro de 2009, mostrou que 79% dos profissionais que cuidam de recrutamento e seleção nas empresas procuram informações online sobre quem se candidata a uma vaga.

Com base nisso, em momento algum, as pessoas podem esquecer as boas maneiras na internet, seja por meio de comentários inapropriados, fotos e vídeos com imagens inadequadas ou detalhes sobre a vida pessoal que possam ser prejudiciais no ambiente de trabalho. Os principais problemas ocorrem quando os indivíduos escrevem na web coisas que não falariam em público - como piadas racistas ou de conteúdo sexual -, achando que estão em um ambiente protegido.

2. Não divulgar informações suficientes

Ter um perfil em uma rede social, só com metade das informações preenchidas não serve para nada mais do que irritar quem o acessa, avisa a jornalista. Assim, os profissionais que querem ser facilmente achados em ambientes como LinkedIn ou Facebook devem perder algum tempo para escrever um perfil nas redes sociais, o mais detalhado possível.

Além disso, ter uma rede de contatos online qualificada dentro de uma determinada área profissional pode servir como chamariz para potenciais recrutadores. Em outras palavras, não basta apenas estar na rede social, é necessário ser ativo para conseguir conexões interessantes.

De acordo com Krista Canfield, porta-voz do LinkedIn, os profissionais que têm um perfil completo e mais de 35 contatos apresentam 40 vezes mais chances de receber oportunidades de emprego pela rede social.

3. Ser generalista

Antes de encaminhar o currículo para uma vaga de emprego divulgada na internet, o profissional precisa ter o cuidado de entender quais os requisitos necessários para a função e escrever uma carta de apresentação que o qualifique ao trabalho.

O que acontece na prática, no entanto, é que pela facilidade de encontrar vagas online, as pessoas enviam currículos para diversas oportunidades, de forma genérica. O que fica perceptível também para quem está fazendo o recrutamento e seleção.

Também em relação a ser generalista, os profissionais que se encontram desempregados costumam omitir essa informação nas redes sociais. O que é um erro, segundo Elizabeth, em especial, pelo fato de que boa parte das pessoas conseguem um novo emprego por meio de indicações.

4. Ficar concentrado apenas na internet

Por mais que a web tenha facilitado a busca por um novo emprego, a rede de contatos pessoais ainda é o caminho mais rápido para a recolocação. Assim, quem quer ser contratado por uma empresa não pode apenas mandar currículos ou acessar as redes sociais e achar que isso é suficiente.

O caminho para cultivar essa rede de contatos - na vida real - é participar de eventos, estimular encontros informais com profissionais que atuem no mesmo setor e, até mesmo, buscar ajuda ou dicas de pessoas que estejam em áreas correlatas.
Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/negocios/digital_news/noticias/quatro_erros_que_as_pessoas_cometem_quando_buscam_um_emprego_na_web

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Sabe qual é a melhor hora para começar um estágio?


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6 / 7 / 2011

O que é melhor para a carreira: procurar estágio logo no começo da faculdade ou esperar pelos últimos anos? Não existe uma regra, mas os especialistas reconhecem a importância de começar a fazer alguma atividade relacionada ao trabalho o mais cedo possível. "Quem está estudando deve fazer um ou mais estágios sejam remunerados ou não. O aluno ganhará segurança e desenvoltura para participar de seleções no futuro", explica Neli Barboza, diretora da consultoria Ricardo Xavier Recursos Humanos. Para Fábia Barros, gerente de projetos da Foco Talentos, a participação em atividades dentro ou fora da universidade agregam qualidades valorizadas pelas empresas, como organização, iniciativa e criatividade. "O importante é experimentar de tudo para agregar conhecimentos. As empresas apreciam muito quem tem disposição para aprender".
Vamos deixar claro: começar não significa necessariamente assinar um contrato com horário fixo e rotina diária de segunda à sexta. O estudante precisa tentar descobrir que tipo de atividades podem acrescentar mais à sua formação. Muitos universitários preferem dedicar-se integralmente ao curso que escolheram, estudar e acompanhar palestras na área. Quem ainda tem o inglês fraco, pode ganhar mais investindo no estudo do idioma do que em um estágio, por exemplo. Também há boa opções para considerar na própria faculdade. Muitas oferecem monitorias e a chance de participar de empresas júnior.
Os especialistas também lembram que o período universitário é ideal para planejar uma carreira profissional. Sugerem que visitar empresas e fazer estágios mais curtos em algumas delas também pode ser proveito. Nos Estados Unidos e em alguns países onde a legislação trabalhista é menos rígida é comum os jovens trabalharem e estudarem desde o segundo grau e passarem por várias empresas até iniciarem uma carreira. No Brasil, as regras impedem essa movimentação mas existem muitas oportunidades de trabalho temporário. Todas essas atividades são iniciativas valorizadas pelas empresas.
Naturalmente, a maior parte dessas sugestões só vale para quem não precisa do dinheiro do estágio para completar a renda, ou para pagar a faculdade. Para esses, a questão da hora já está respondida: imediatamente
Fonte: iG estágio e trainee




Via: www.guiame.com.br

sábado, 14 de maio de 2011

Como procurar um emprego de forma ativa

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 Como procurar um emprego de forma ativa

Como procurar um emprego de forma ativa


Equipe Monster




Candidatar-se a uma vaga não publicada pode ser uma forma muito eficiente de assegurar um novo emprego e pode convencer a sua futura empresa a criar uma posição para o profissional certo – se você fizer tudo corretamente. Se você já identificou a empresa onde quer trabalhar, aqui vão algumas dicas para ter sucesso ao se candidatar a vagas que não foram publicadas.
Veja além das vagas publicadas
Às vezes você deve olhar além dos anúncios de vagas para encontrar o emprego que quer. A grande maioria dos empregos nunca é anunciada e candidatar-se a uma vaga que ainda não foi oferecida permite a você chegar a este mercado de trabalho desconhecido.
Identifique quem tem o poder de contratá-lo e personalize o seu currículo. Talvez você já conheça o nome de quem pode contratá-lo, mas, se não conhece, procure no site da empresa, ou ligue para solicitar essa informação.
Faça a sua lição de casa
A boa notícia é que maioria dos recrutadores avaliam da mesma forma candidaturas para vagas publicadas ou não.
Entretanto, esta abordagem confunde as empresas porque os pedidos de emprego são despersonalizados e não cumprem as exigências que determinada empresa está procurando.
Enfim, conheça tudo o que puder sobre a empresa pela internet, em anúncios antigos de empregos, pelo networking, ou simplesmente telefone de modo informal para a empresa e converse com um membro da equipe.
Então, deixe claro em sua carta de apresentação as razões pelas quais você tem interesse naquela empresa específica. Seja o mais entusiasta possível sobre os seus produtos, serviços e sobre a cultura geral da empresa – as empresas querem contratar pessoas que são apaixonadas pelas suas marcas, assim, você vai estar imediatamente à frente da concorrência.
Venda-se
Sua candidatura pode desenterrar empregos que vão se tornar disponíveis antes mesmo de serem divulgados interna ou externamente. Entretanto, seu currículo deve ser construído de forma objetiva para fazer com que as informações estejam na mente do recrutador quando a posição eventualmente surgir.
Dê às companhias um motivo para notarem você e diga que tipo de posição está buscando e o que você tem a oferecer. Venda suas qualificações, especialidades, conhecimento e experiências e não se limite a um cargo específico. Você está tentando abrir uma porta, e se aceitar um cargo em uma empresa é bem mais fácil posteriormente mudar internamente para a posição que você realmente quer.
Dê segmento
Não espere que uma empresa responda seu pedido. É possível que ela receba diversos currículos todos os dias e pode não ter tempo de responder de maneira individual.
Telefone ou mande um e-mail à empresa depois de uma semana para estabelecer um contato pessoal e para descobrir se existe a chance de você ser chamado caso uma oportunidade apareça. Se não, use isso como uma oportunidade para pedir um feedback que vai ajudá-lo a melhorar suas futuras candidaturas.
Candidatar-se a uma vaga que foi publicada irá posicioná-lo como “valor adicionado” para a empresa, e não como um “pedinte de empregos”. Buscar uma oportunidade de forma ativa vai demonstrar sua iniciativa e motivação para trabalhar para a empresa e se diferenciar de possíveis concorrentes.

domingo, 3 de abril de 2011

Não cometa erros na entrevista de emprego





Caio Lauer

Este é, sem dúvidas, o estágio crucial em um processo de seleção. É neste momento que o profissional tem a liberdade de expor de maneira particular suas competências, experiências e as formas de pensar e agir. Porém, nesta parte tão importante do processo de recrutamento, muitas pessoas cometem falhas inconcebíveis pelos recrutadores e que podem comprometer o seu desempenho.

O primeiro passo é ir vestido adequadamente. Errar na vestimenta é uma grande gafe, então recomenda-se o uso de roupas discretas. Para os homens, ternos escuros e barba bem feita; para as mulheres, “terninhos” em cores como preto e azul marinho, evitar maquiagens excessivas e decotes. O profissional deve chamar atenção exclusivamente pelo conteúdo apresentado na entrevista. Apesar de certos tipos de vestimenta serem mais toleráveis em algumas empresas e setores do que outros, cabe, no dia, se vestir de maneira mais apresentável. “Independente do ramo de atuação da organização, raramente o entrevistador vê com bons olhos quem chega mais despojado para o processo de seleção”, relata Cíntia Bortotto, consultora da Consultoria de RH. Na dúvida, ela afirma que é mais indicado que o profissional mantenha um traje um pouco mais conservador, do que arrisque por um mais liberal.

Durante as entrevistas também é indicado que o candidato use o palavreado de maneira adequada. Evitar gírias e não utilizar palavras de baixo calão é primordial. O profissional deve saber que está se apresentando e conhecendo o recrutador naquele momento e que será avaliado o tempo todo. O tom de voz é também uma gafe que pode ser evitada. Falar baixo demais denota falta de energia e insegurança, e se expressar com a voz em tom muito alto remete à agressividade. “Usar um tom de voz firme é o mais recomendado. Isso passará segurança e confiança ao selecionador”, indica Cíntia.

O processo de uma entrevista é configurado para que o profissional seja avaliado. O nervosismo neste momento é natural e permitido, pois os entrevistadores sabem que os candidatos estão sob pressão. De acordo com a Professora Mariangela Maglioni, da Veris Faculdades, os erros mais recorrentes tem relação com a falta de atenção do candidato: “ele se perde com algum detalhe de ambiente ou com o grande vilão, o aparelho celular. Por conta do nervosismo, a pessoa demora a achar o aparelho quando toca, perde o foco e o ritmo da entrevista”.

Ter conhecimento sobre a empresa na qual está se candidatando também é um ponto fundamental para o profissional obter sucesso na seleção. Pesquisar sobre o negócio da empresa, entrar no site, ler materiais e assuntos relacionados à atuação da organização, contam pontos para o candidato. “Um fator que considero extremamente prejudicial é quando, claramente, a pessoa não sabe nada sobre a empresa. Isso demonstra um baixo nível de interesse”, aponta Cíntia Bortotto. Professora Mariangela reforça e diz que é importante para o candidato saber a razão de estar na entrevista, qual a contribuição que vai oferecer para aquela vaga e, caso não possua esta visão e objetividade, se transforma em um ponto negativo em todo o processo.

Intolerância

Algumas gafes e falhas são consideradas eliminatórias, segundo especialistas. Mentir no currículo é uma delas, pois o selecionador saberá identificar, no ato da entrevista, as informações que são verídicas ou não. Na maioria dos processos atuais as respostas são avaliadas com base nas competências do profissional e isto faz com que sejam identificados comportamentos do passado que prevejam atitudes futuras. “Como, atualmente, as características mais valorizadas pelas empresas são baseadas no comportamento dos colaboradores, a entrevista presencial é o momento em que muitas destes pontos podem ser identificados”, explica Mariangela.

Falar mal das empresas pelas quais passou pesa negativamente para o candidato. O recomendável é estudar e alinhar bem o discurso no ato de explicar a saída das companhias. “A forma como expressa os motivos de desligamento pode demonstrar maturidade, e explicar de forma verdadeira e imparcial é algo valorizado pelos entrevistadores”, diz a consultora de RH.

O exagero também pode ser um erro fatal. O excesso de demonstração de pró-atividade e de competências é prejudicial, pois, muitas vezes, estes profissionais pretendem assumir postos que estão aquém de sua trajetória na carreira.


Fonte:Não cometa erros na entrevista de emprego – Destaque - Jornal Carreira e Sucesso


A INVEJA NO AMBIENTE DE TRABALHO




O interessante é aprender a ver-nos a nós mesmos como os outros nos vêem
Por: Rute Paixão dos Santos

     No dicionário Aurélio a inveja é definida de duas maneiras: 1ª) desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outrem; e 2ª) desejo violento de possuir o bem alheio. A pessoa que possui esse sentimento, ou ela o menospreza, ou tem uma vontade incontrolável de ter as habilidades, bens e ideias do outro.
     A Bíblia relata no capítulo 4 de Gênesis que o sentimento da inveja foi a causa do primeiro homicídio da terra. Caim ofereceu a Deus um fruto de qualquer maneira, enquanto Abel ofereceu uma oferta melhor, pois entregou uma ovelha primogênita: "E aconteceu ao cabo de dias que Caim trouxe do fruto da terra uma oferta ao Senhor".
     "E Abel também trouxe dos primogênitos das suas ovelhas, e da sua gordura; e atentou o Senhor para Abel e para a sua oferta". Segundo a Bíblia, tanto a primeira cria de um animal, como o primeiro fruto das árvores deveriam ser oferecidos ao Senhor no Santuário, em agradecimento pelo dom da vida.
     Aprendemos com está história que a inveja geralmente acontece entre as pessoas próximas e que nos conhecem bem a "fundo", que vivem conosco diariamente; pois como sabemos, Caim e Abel eram irmãos. Podemos dizer que Deus representa o líder e os irmãos Caim e Abel representam os colaboradores das empresas no mundo atual.
     No nosso ambiente de trabalho, podemos e devemos saber administrar este sentimento pequeno e "diabólico", principalmente quando presenciamos colegas realizarem trabalhos melhores que o nosso. Fela Moscovici, em seu livro "A organização por Trás do Espelho", diz que "Na empresa, a alegoria de Caim e Abel perdura até hoje. Em todos os setores e níveis pode-se notar ciúme e inveja, seja nas preferências de superiores ou nas realizações bem-sucedidas e elogiadas. O trabalho em grupo expõe a fragilidade dos relacionamentos superficiais dos membros carentes de habilidades interpessoais para lidar com as emoções".
     Nos relacionamentos interpessoais sempre existirão entre as pessoas sentimentos de ciúme, inveja, ira, amor, solidariedade, esperança, confiança etc. Precisamos estar mais atentos aos indícios que as pessoas invejosas nos dão. O menosprezo, dito anteriormente, e a imitação excessiva são pontos consideráveis desses sinais.
     Aí nos questionamos: mas como administrar o sentimento da inveja que nos impede de crescer e seguir o nosso caminho? A resposta é: controlando as emoções negativas e realizando sempre a prática do autoconhecimento, quando conhecemos as nossas limitações e habilidades, o desenvolvimento e a aprendizagem pessoal e profissional tornam-se mais fáceis.
     No treinamento e desenvolvimento de pessoas onde ministro o curso de relacionamento interpessoal nas empresas, gosto de trabalhar com o diagrama Janela de Johari, criado por Joseph Luft e Harry Inghan que estudam o comportamento do homem através do: Eu aberto, quer dizer que eu sei e os outros também; o Eu cego, só os outros sabem; Eu secreto, significa que só eu sei e o Eu desconhecido, nem eu e nem os outros sabem.
     A inveja aloja-se justamente no "Eu secreto" e pode ser refletida no "Eu cego" do qual as pessoas que estão ao nosso redor vão perceber as nossas atitudes e ações diárias. Uma ferramenta favorável que as empresas poderiam aplicar é a avaliação de desempenho acompanhada pelo feedback.
     O feedback aplicado aos seus colaboradores ajuda na melhora do comportamento, pois o retorno provoca uma reflexão na pessoa ou grupo avaliados a respeito do seu desempenho dentro da empresa, em prol de alcançar os objetivos traçados. O interessante é aprender "a ver-nos a nós mesmos como os outros nos vêem". Quem já não ouviu "vou invejar você nisso ou naquilo", no sentido de imitar a outra pessoa? Devemos reformular a frase para: "vou imitar você nisso ou naquilo". Com a prática da imitação estamos valorizando o trabalho do outro e aprendendo novas ideias.
     A imitação tem uma grande importância na nossa vida, pois quando nascemos já imitamos gestos e ruídos dos nossos familiares e isso não nos impede de termos autenticidade no que realizamos ou pensamos ao longo da vida. Ao imitar, você irá aprender, ensinar e produzir resultados.
     O rei Salomão com a sua imensa sabedoria no livro de Provérbios cita que "a inveja é a podridão dos ossos". Não deixe que este sentimento resseque a esperança, a ternura, a fé, a alegria e, em especial, o amor, que tem o poder de renovar todos os sentimentos positivos que há dentro de você.



Fonte: http://www.creio.com.br/2008/lideranca01.asp?noticia=440

quinta-feira, 31 de março de 2011

Sobre a Robert Half


Líder mundial em recrutamento especializado


Fundada em 1948, a Robert Half foi a primeira empresa de recrutamento especializado a oferecer profissionais qualificados para a área financeira. Hoje, após 62 anos de experiência em recrutamento, a Robert Half possui um leque de especialidades ampliado e contrata profissionais para as áreas de finanças, contabilidade, mercado financeiro, engenharia, tecnologia, marketing, vendas e jurídica.

Primeira empresa de recrutamento especializado do mundo, a Robert Half possui ações listadas na bolsa de Nova York e está presente no índice S&P 500, que lista as 500 empresas de maior valor nos Estados Unidos.

Com mais de 350 escritórios e 9900 colaboradores no mundo, a Robert Half iniciou em 2007 suas operações no Brasil e hoje conta com escritórios localizados em São Paulo, Campinas, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Em 2011, inauguramos nosso escritório em Santiago do Chile e com nossa ampla rede na região, podemos conduzir processos de recrutamento em diversos países da América Latina.
Comprometimento
Nosso compromisso com os candidatos é representá-los no mercado. Somos transparentes, éticos e procuramos orientá-los de maneira que tomem decisões sólidas e positivas para suas carreiras.

Com nossos clientes, nosso compromisso é prover as melhores soluções em recrutamento. A primeira contratação é apenas o ponto de partida para uma relação de confiança que construímos ao longo do tempo. Agilidade, qualidade e ética são os pilares que sustentam o nosso modelo diferenciado de recrutamento.
Mr. Robert Half






Na década de 40, o Sr. Robert Half trabalhava como gerente de contratações para o departamento de contabilidade de uma grande empresa têxtil. Ao perceber a dificuldade das empresas em encontrar profissionais especializados para esta área, Sr. Robert Half viu uma oportunidade de negócio. Assim, em março de 1948, em Nova York, fundou a empresa Robert Half Personnel, que alguns anos mais tarde se tornaria Robert Half International.

quinta-feira, 17 de março de 2011

Quer conquistar um horário ou um modelo de trabalho flexível? Descubra como

Especialista ensina quais os passos para convencer a empresa de que não é mais necessário estar no escritório em horário comercial
17 de Março de 2011 | 08:25h
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A mobilidade e a internet têm permitido que as pessoas trabalhem de qualquer hora e lugar. O que favorece o conceito de trabalho flexível, no qual o profissional não precisa mais estar no escritório, dentro do horário comercial, para exercer sua função.

Em seu blog no site de gestão Harvard Business Review, a escritora e consultora de negócios Amy Gallo considera que, enquanto o conceito de horários e modelos alternativos de trabalho está cada vez mais disseminado, poucas empresas aplicam esse modelo na prática. “E ainda menos gestores estão abertos ou equipados para lidar com essa flexibilidade”, detalha Amy, acrescentando: “Mas isso não significa que você precisa desistir dessa ideia”.

O caminho para quem quer ter um trabalho flexível depende, segundo a especialista, do próprio profissional criar um plano e apresentá-lo para seu chefe e para a companhia.

Antes de estabelecer uma proposta formal de trabalho remoto ou em horários alternativos, o profissional deve ter em mente que a maior parte dos gestores não se sente confortável de ter alguém trabalhando a distância, pela dificuldade de controle. Para fazer com que os empregadores mudem de ideia, ela sugere a apresentação dos dados de uma pesquisa da escola de gestão do MIT (Instituto de Tecnologia de Massachussets). O levantamento aponta que quando as pessoas têm a flexibilidade no trabalho e conseguem equilibrar melhor vida pessoal e profissional, elas atingem seus objetivos mais facilmente, se ausentam de suas funções com menos frequência e ficam com um humor melhor.

Defina o que quer
O primeiro passo para apresentar um plano de trabalho flexível é definir o motivo pelo qual o funcionário quer esse tipo de alternativa. O que inclui desde a necessidade de gastar mais tempo com a família, reduzir o tempo gasto no trânsito ou, até mesmo, buscar um ambiente mais tranquilo para realizar trabalhos que dependam de concentração.

Só tendo objetivo claros, o profissional pode pensar no modelo de trabalho que o ajudaria a alcançar suas metas. As opções podem ser reduzir as horas no escritório, trabalhar de forma remota, tirar um mês de férias ou, em alguns casos, simplesmente desligar o smartphone corporativo durante os finais de semana e feriados.

“Claro que nem todo trabalho permite essa flexibilidade”, alerta a especialista. “Antes de fazer uma proposta, entenda o impacto que seu pedido de um horário flexível vai ter para seu chefe, sua equipe e sua performance”, complementa Amy.

Outra questão fundamental, segundo ela, é investigar quais regras que a empresa já tem em relação ao horário e ao modelo de trabalho, bem como de que forma a companhia tratou outras situações em que algum profissional pediu algum tipo de flexibilidade. “Se sua empresa não tem uma política formal, você precisará criar uma proposta”, afirma a consultora.

Sugira uma fase de experiência
Para reduzir uma possível apreensão dos chefes em relação à proposta de trabalho flexível, o ideal é que o profissional proponha que o modelo seja testado durante um período específico de tempo, antes de ser implementado. Nesse tempo, será possível comprovar a eficiência do modelo e até resolver questões que não foram pensadas inicialmente.

A consultora sugere que o período de experiência dure cerca de três meses. Após essa fase, fica mais fácil verificar se o modelo flexível está alcançando os resultados esperados e se ele tem causado problemas para outras pessoas. Vale também buscar formas de mensurar a produtividade, com o intuito de apresentar dados concretos que ajudem a justificar a viabilidade de um trabalho flexível.

Peça ajuda para a equipe
A especialista ressalta que uma série de pesquisas comprovam que o modelo de trabalho flexível funciona melhor quando ele vale de forma coletiva e não representa um caso isolado.

Além disso, as pessoas precisam entender que seu trabalho impacta diretamente outros membros da equipe, os quais não podem ser prejudicados pela necessidade de horários alternativos ou de atuar remotamente.

Assim, a consultora aconselha que o profissional explique seus objetivos para as pessoas com quem trabalha e peça para que façam considerações, para engajá-las com o plano de ter um horário ou um formato não tradicional de trabalho.

O que não fazer
Por fim, a especialista destaca que os profissionais não podem correr o risco de parecerem abusados quando fizerem a proposta de trabalho flexível. Assim, devem evitar argumentos pessoais – como os benefícios que o modelo trará para sua vida e de sua família –, precisam aceitar as sugestões de outras pessoas que sejam impactadas diretamente e não podem impor nada para a empresa.