domingo, 22 de maio de 2011

DIA DA IGREJA PERSEGUIDA


Mais de 2 mil igrejas confirmaram. E a sua?
Por: Redação Creio

Todos os anos, a Portas Abertas patrocina o Domingo da Igreja Perseguida, conhecido como DIP. Este ano, ele acontecerá no dia 19 de junho e já conta com a participação de mais de 2620 igrejas cadastradas.
Este dia é programado para que as igrejas, tanto as brasileiras como as espalhadas pelo mundo, separem seus cultos à lembrança da Igreja Perseguida. Para tanto, a Portas Abertas prepara vários materiais a fim de facilitar a organização do evento. Vídeos dublados, ideias de atividades infantis, sugestões de peças teatrais e de pregações são algumas das ferramentas que os organizadores recebem para facilitar a realização o DIP. Além disso, as igrejas cadastradas até o dia 25 de maio receberão um kit de organizador.

No dia 07 de maio, aconteceu o Pré-DIP, uma reunião que antecede o evento para que os organizadores tenham a oportunidade de trocar experiências e conhecer um pouco mais sobre como realizar o DIP com eficiência. Este ano, o encontro ocorreu em 10 estados brasileiros.
Dentre as 2.620 igrejas que registraram presença no evento, 52% estão participando pela primeira vez.
As igrejas interessadas em participar do DIP 2011 podem se cadastrar a qualquer momento e fazer o download de todo o material que está disponível no sitewww.domingodaigrejaperseguida.org.br
A Portas Abertas produziu uma chamada sobre o evento em vídeo e em áudio para televisões e rádios.

Data: 20/5/2011 01:03:32
fonte:http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=13779

Pastor promete ir a Brasília em junho para combater kit gay



     Enquanto grupos que lutam pelos direitos dos homossexuais batalham para ver as condutas preconceituosas ou violentas praticadas contra eles criminalizadas, correntes conservadoras – em sua maioria ligadas à igreja – planejam um contra-ataque. Além de um abaixo-assinado na internet contra o projeto de criminalização da homofobia, que já tem mais de 50 mil assinaturas, eles prometem uma grande manifestação para o dia 1º de junho contra a criminalização da homofobia.
    “Dia 1º de junho estarei em Brasília. Os homossexuais dizem que reuniram 5 mil pessoas. A sociedade não está nem aí para esses caras. Não sou exagerado, garanto que de 10 e 15 mil pessoas estarão lá” anuncia o pastor da Assembleia de Deus Vitória em Cristo, Silas Malafaia.
    O temor de segmentos das igrejas católica e evangélica é de que estejam na iminência de perder o direito à livre manifestação de suas crenças, como, por exemplo, pregar que homossexualidade é pecado.
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Data: 21/5/2011
Fonte: Jornal do Brasil

quarta-feira, 18 de maio de 2011

AS SETE RAPOSINHAS


Preletor: Ass. Deus Madureira (João Pessoa)

As pequenas coisas podem atrapalhar os grandes planos e projetos de Deus

Texto: Cantares 2:15
"Apanhai-me as raposas, as raposinhas, que devastam os vinhedos, porque as nossas vinhas estão em flor."
Normalmente não são os grandes problemas que derrubam as pessoas, as pequenas pedras incomodam muito mais a caminhada. Atrapalhando a conquista dos sonhos. Muitos trabalham, lutam para alçar vôos maiores e não conseguem sair do chão!
As pequenas coisas da vida podem atrapalhar os grandes planos e projetos de Deus em nossas vidas. O texto acima nos abre um universo de possibilidades, para entendermos como os pequenos problemas do dia a dia podem confundir nossa caminhada.
Tudo acontece quando o coração se distancia de Deus.
As circunstâncias acabam por nos dominar e quando menos esperamos somos derrubados por uma pequena raposa.
Amados, devemos vigiar o coração para que ele não nos afaste da vitória que Deus deseja para nós.
As raposas na Bíblia representam a astúcia do mal, do engano e da destruição. Neemias 4:3 – ele mostra que o trabalho de Neemias era tão frágil que até mesmo uma raposa poderia destruí-lo!
Muita gente está sendo derrotada não por leões, mas por pequenas raposas. Muitas vezes ficamos olhando para os gigantes e nos esquecemos dos "anões" que desviam o nosso orçamento (ex: cartão de crédito). Eclesiastes 9:18 – um só pecador destrói muitas coisas boas
Vamos qualificar essas 7 raposinhas:
1) Uma raposinha chamada ”DESEJO”. O desejo pode tirar de você uma grande herança – Gênesis 25:29-30. Observe “um pouco deste ensopado” – este pouco custou a Esaú o direito a primogenitura. Este fato alterou completamente a vida de Esaú. Uma raposinha chamada desejo destruiu sua oportunidade de desfrutar dos direitos que sua primogenitura concedia. Quando Deus censurou a Caim por ter matado o seu irmão disse: “o seu desejo será contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo” Gênesis 4:7. Muitos estão mergulhados em dívidas por não controlarem seus desejos. Essa raposinha tem que ser destruída. Os desejos são bons desde que controlados pelo Espírito Santo.
2) Uma raposinha chamada: “PRECIPITAÇÃO” pode afastar você da terra da prosperidade. Você pode jogar tudo por terra devido a uma pequena palavra pronunciada num momento de descontrole. Essa raposinha tem anulado muitas de nossas possibilidades. Números 20:7-8 “a ordem de Deus para Moisés” e números 20:10-11 “a reação de Moisés”. Uma pequena palavra tirou Moisés da terra que mana leite e mel. Veja o que diz Tiago 3:5 e não deixe que esta raposinha o afaste da terra da prosperidade. Faça a mesma oração que Davi fez: “coloca, senhor, um guarda a minha boca vigia a porta dos meus lábios” (Salmo 141:3).
3) Uma raposinha chamada “DESCUIDO” (Juízes 16.19)
4) Uma raposinha chamada “INVEJA”. Ester 7:10 - Assim Haman morreu na forca que tinha preparado para Mordecai.
5) Uma raposinha chamada “DESOBEDIÊNCIA” (I Samuel 15:22).
6) Uma raposinha chamada “MENTIRA” (II REIS 5:25-26) Geazi, Ananias e Safira, algumas irmãs vestindo calça dizendo que é o trabalho, baton, etc.
a7) Uma raposinha chamada “DESINTERESSE” (Mateus 25:24-29). Quando deixamos de aplicar o pouco que temos, também deixamos de prosperar.
Conclusão: lembre-se de que estas 7 raposinhas trabalham dia e noite em nossas vidas. Devemos afastar a raposinha do desejo errado, da precipitação, do descuido, da inveja, da desobediência, da mentira e do desinteresse. A partir de agora está decretado a caça as raposinhas.

Data: 17/5/2011 08:44:28

A disciplina física combinada com comunicação e amor diminui o mau comportamento



     Os pais que decidirem utilizar a forma bíblica para disciplinar seus filhos devem conhecer os argumentos e os contra-argumentos desse polêmico tema?.
     Disciplina de filhos, principalmente a forma como ministrá-la, é uma das áreas mais polêmicas dos seminários do Pastor Jaime Kemp. Existe, atualmente em nossa sociedade, uma forte corrente que pretende banir o uso da vara do relacionamento pais & filhos. Não tenho dúvidas de que grande parte desse sentimento parta de uma sincera preocupação com o bem-estar da criança. Sei que há pais que não disciplinam, mas espancam seus filhos. O abuso infantil sempre foi e continua sendo uma triste realidade. Seguindo esse raciocínio há vários argumentos utilizados contra o uso da vara. Vamos examinar alguns deles, e também colocar nossa posição, em contra argumento:

      Argumento 1 
: A punição física é prejudicial à criança?.
      Contra argumento: Qualquer meio de disciplina levado ao extremo, pode ser prejudicial à criança. Até palavras, se ditas com ódio e raiva serão emocionalmente perniciosas. O castigo muito longo, também pode humilhar a criança e colocar em risco o efeito da punição. Uma disciplina administrada apropriadamente através do uso da vara, com amor e de forma controlada é benéfica à criança. Não retires da criança a disciplina; pois se a fustigares com a vara, não morrerá. Tu a fustigarás com a vara e livrarás a sua alma do inferno. Pv. 23:13.

       Argumento 2
 : O uso da vara não é necessário?
      Contra argumento : Todas as crianças precisam de doses balanceadas de amor e correção. Para que a correção detenha o comportamento desobediente, a conseqüência imposta deve ser maior que o prazer da desobediência. Para crianças desobedientes, rebeldes, que se recusam a ceder com uma comunicação clara e não se deixam persuadir pelos pais, o uso da vara é útil, efetivo e apropriado. Para crianças obedientes, formas moderadas de correção são suficientes e, na maioria dos casos, o uso da vara é desnecessário.

      Argumento 3 
: A pessoa que recebeu punição física, pode se sentir no direito de bater em outras pessoas?.
      Contra argumento: Neste ponto devemos fazer uma distinção entre o bater abusivo e a disciplina corretiva. A habilidade da criança em diferenciar as duas formas de disciplina depende basicamente da atitude dos pais quando a disciplinam. Não existem indícios que mostrem que a disciplina com amor, através do uso de um objeto (varinha), na padaria de uma criança desobediente, transmita um comportamento agressivo. O ponto crucial é a forma como a vara está sendo usada. O abuso físico proveniente da raiva, da falta de controle, da vingança dos pais, pode cultivar amargura e gerar feridas emocionais na criança. A ação disciplinar balanceada e prudente tem sido mostrada como fator determinante na moderação do comportamento agressivo na maioria das crianças. No entanto, é importante ressaltar que o uso da vara só deve ocorrer após uma clara comunicação entre os pais e a criança e se a criança continuar a insistir em sua rebeldia e desobediência.
      Argumento 4 : O uso da vara é ineficiente para reverter um mau comportamento?.
      Contra argumento : São muitas as pessoas que pensam desta forma, dizendo que o uso da vara acirra o comportamento inadequado, não produzindo arrependimento e conseqüente correção de comportamento. Porém, quando combinado com amor, comunicação e motivo, a disciplina física tem diminuído o mau comportamento entre crianças em idade pré-escolar. Esta afirmação provém do resultado de uma pesquisa realizada pela Dra. Diana Baumrind do Instituto de Desenvolvimento Humano, da Universidade da Califórnia. Ela conduziu por 10 anos uma pesquisa junto a famílias com filhos entre 3 e 9 anos de idade. O resultado revelou que os pais que utilizavam uma disciplina balanceada, incluindo o uso da vara, e encorajavam positivamente seus filhos, obtiveram melhores resultados com suas crianças, as quais tiveram comportamentos corrigidos e, posteriormente, conscientemente evitados pelas crianças. Bater de forma impulsiva, sem controle é inquestionavelmente errado! Eliminar o uso de disciplina diante da rebelião e desobediência, também é errado. Quando o uso efetivo da vara é retirado do repertório de disciplina dos pais, eles se deparam com irritação, manipulação, brigas e berros já que as primeiras medidas de comunicação e persuasão falharam. No entanto, o uso apropriado da vara, revesado com outros tipos de disciplina (como retirada de privilégios) resultam em melhor controle da criança rebelde e desobediente, reduzindo também os momentos de exasperação. Porém, todavia, contudo.... deve haver clara distinção entre o uso da vara como disciplina e correção e a maneira abusiva e prejudicial de uma punição física exagerada e inadequada. Não existem evidencias de que o uso correto e amoroso da vara seja prejudicial à criança. Pelo contrário, sua utilização é apoiada por histórias, pesquisas e pela maioria dos médicos pediatras. A Bíblia, quando se refere à disciplina de filhos, é clara quanto a lidar com a rebelião e desobediência: A insensatez está ligada ao coração da criança, mas a vara da disciplina a livrará dela. Pv. 22:15.

     O futuro da família está em jogo! Sem um claro entendimento das responsabilidades que Deus nos deu de amar e disciplinar nossos filhos, a filosofia de que corrigir é repressãoe atrofia a vontade da criança acabará ampliando e conseguindo cada vez mais adeptos, inclusive no Corpo de Cristo. Disciplinar uma criança dentro dos padrões bíblicos dá trabalho, exige tempo e força de vontade dos pais. O resultado, porém, é apontado pela Palavra: Discipline seu filho, e este lhe dará paz; trará grande prazer à sua alma. Pv. 29:17. A família precisa dos princípios claros do Arquiteto do lar para ser preservada em tempos de desafios e mudanças, como os atuais.

Data: 17/5/2011 09:30:43
Fonte: Ifamilia.com.br

NOIVADO: COMPROMISSO OU ENROLAÇÃO?



Visto como coisa do passado, o noivado ainda mexe com muitas mulheres. Mas, afinal, vale a pena?

Primeiro, vem a conquista. Depois, o namoro e, finalmente, o casório. Opa, faltou alguma coisa! O noivado. Festa, pedido de casamento na frente dos pais, discursos inflamados, lágrimas incontroláveis, troca de alianças – momento mágico ou mico do ano? Pois é, esse cenário, para muitas mulheres, está mais para novela mexicana do que para uma etapa da vida a dois. Só falta o noivo se ajoelhar e beijar a mão da donzela para deixar o momento ainda mais brega. Coisa do tempo da avó, sabe? No entanto, as defensoras do trio “namoro, noivado e casamento” insistem que noivar é um toque especial e necessário antes do ´grande dia´. O.K., em briga de marido e mulher, a gente sabe que ninguém mete a colher. Entre nós, portanto, está valendo! Noivar ou ir direto ao ponto e casar?

De fato, noivado é coisa do passado. Calma, literalmente! O conceito foi descrito pela primeira vez em 1215, pela Igreja Católica, quando o Papa Inocêncio III decretou que os casamentos deveriam ser anunciados pelos padres publicamente nas igrejas, durante um período fixo. Hoje, noivado é apenas o período entre a proposta de casamento e o casamento propriamente dito, permitindo que o casal viva a experiência da “oficialização” dos laços sem que seja tarde para desmanchá-los.

Muitos noivados são, inclusive, uma espécie de “prova de fogo”: por vezes, é preciso enfrentar a oposição da família e dos amigos, sem contar o jogo de cintura que o casal deve aprender a ter para lidar com outros problemas, como a estressante rotina de organização – e gastos – do casamento.

Vale a pena

Noiva que nasceu para ser noiva mal pode esperar! Depois de um tempão namorando, quer logo exibir a mão para todas as amigas. Foi assim com Léa Pimentel, fisioterapeuta. Após quatro anos de namoro, ela e o noivo resolveram oficializar o casamento. “O noivado é uma etapa mais consolidada para o ´grande dia´, é como um marco. Tão importante quanto ter gravada na memória a data do casamento é ter na lembrança o dia em que você decidiu se casar”, diz.

“Brega, que pensem os outros!”, ri. Mas confessa que não se vê completamente livre de piadas. “Os amigos dele costumam brincar direto, dizendo que eu estou enrolando o meu noivo”, diz Léa, que acha graça. “É porque a gente se dá muito bem, então as pessoas não entendem por que não nos casamos logo. Mas foi uma escolha nossa fazer as coisas desse jeito. Para nós, a vida a dois precisa dessa etapa, até por uma questão financeira. Casamento é coisa muito cara”, afirma.

A fisioterapeuta não fez festa nem nada, mas garante que o noivado foi divertidíssimo. Como as duas famílias são católicas, os noivos participaram de uma cerimônia na igreja. “O padre era muito divertido, descontraído. Me colocou lá na frente, antes do meu noivo, para fazer o pedido de casamento!”, diverte-se. Segundo ela, depois do noivado, o sentimento um pelo outro só cresceu. Eles ficaram mais unidos, pensando mais juntos e estabelecendo projetos concretos para o futuro a dois.

Compromisso oficial

Para a publicitária Palmyra Couto, noivado é, também, um processo que dá a certeza de que é com aquela pessoa que você quer viver, mas pode ser mais importante para a família do que para os noivos em si. “Noivado funciona, às vezes, mais como um título. Para a minha família, que é portuguesa e bem tradicional, é importante, porque expressa oficialmente o compromisso”, explica. “Sou mesmo à moda antiga”, brinca.

E para quem pensa que ser noiva é tarefa fácil, a publicitária dá o recado: “As responsabilidades aumentam, você passa a ter ainda mais envolvimento com o outro. Quando a gente namora, damos ´satisfações´ ao parceiro porque gostamos dele. Com o noivo é diferente, porque ele faz parte, definitivamente, da nossa vida. É quase um casamento!”, avisa. Digamos, um “test drive”. “As pessoas costumam nos dizer que um está enrolando o outro, que noivado é desnecessário, mas nunca damos ouvidos. Isso, para mim, é inveja de quem não tem com quem noivar!”, espeta Palmyra.

“Noivado é justamente isso, um tempo em que você começa a sentir a pressão do que vai assumir e começa a construir a estrutura do casamento”, explica a psicóloga Adriana Falcão Duarte, de São Paulo. “Porque, quando a gente namora, geralmente não sentimos tanta obrigação de frequentar a casa do namorado, de estarmos presentes nos eventos familiares”, explica.

Então, o noivado é o momento de vivenciar, em menor escala, tudo o que está por vir na vida conjugal. “Você aprende a lidar, por exemplo, com a família do noivo. Como sabemos, parentes adoram dar opinião sobre a vida do casal e, como noiva, você pode experimentar isso antes de se casar”, diz Adriana. E ver se agüenta o tranco!

Noivos? Nem pensar!

Daniel Ribeiro*, funcionário público, e a noiva não aguentaram. “Estávamos muito apaixonados e queríamos curtir cada etapa do relacionamento. Então, fizemos tudo como manda o figurino. Demos a festa de noivado e trocamos alianças, com o casamento já marcado para depois de cinco meses”, conta. “Mas o noivado não deu certo. Nossas mães começaram a bater de frente por coisas bobas e depois passaram atormentar a minha vida e a da Michele*. Olha que o nosso namoro já durava três anos, as nossas famílias se conheciam, já tínhamos feito programas juntos. Não sei o que deu nelas”, lembra Eduardo.

Mas a situação ficou tão feia que o próprio casal começou a brigar e resolveu abortar o noivado. “Voltamos a namorar, sem ter ninguém no pé”, suspira, aliviado. “Noivado, nunca mais! Esse negócio de rotular de noivo, noiva, mexe muito com a cabeça das pessoas, pode dar um curto”, ri Daniel, agora já casado. Sim, com a namorada ex-noiva!

Outra que passa, ou pelo menos passava, longe de noivado é Carla Mateus*, publicitária. “Comecei a namorar em abril e, depois de alguns meses, numa festa de amigos, notei que o meu namorado estava estranho, disse que queria conversar comigo. Achei até que ele fosse terminar”, lembra. “Até que, quando chegamos na minha casa, ele disse que eu era a mulher da vida dele e que queria casar comigo! Achei lindo, chorei e, pronto, ele disse que estávamos noivos”, conta.

Carla, que nunca foi muito adepta dessas formalidades do tipo jantar de noivado e festas de casamento, conseguiu fazer com que o noivo não fizesse muito alarde. “Sempre quis morar junto e tal, mas ser noiva não. Até porque acho breguíssima a ideia de chegar em algum lugar e apresentar o cara do lado como meu ´noivo´. Isso nem é estado civil!”, ri. E apesar de ter dito não fazer questão de ganhar aliança de noivado, o noivo a surpreendeu com uma, tempos mais tarde, num jantar a dois. “Ele é o homem da minha vida, com certeza, mas não falo que somos noivos. Prefiro dizer que somos namorados que vão se casar”, afirma.

Já Silvana Martins*, relações públicas, conseguiu fugir do noivado em comum acordo com o namorado. “Espera aí! Para que gastar dinheiro com festa? Além do mais, qual é o sentido de unirmos nossas famílias no noivado se elas já se conhecem, se dão bem?”, pensaram. “Então, preferimos deixar tudo como estava, sem pedido de casamento, discurso, sem choro nem vela”, conta Silvana. Hoje, com três anos de casada, a relações públicas garante que ela e o marido são muito felizes. “Sem precisar ficar noiva”, frisa.

O que manda a etiqueta?

A consultora de etiqueta Ligia Marques explica que o noivado, como foi instituído um dia, realmente perdeu um pouco a razão de ser. “Era um tempo de transição entre a condição de solteira e a de casada. Nessa fase, as moças ganhavam um pouco mais de liberdade com os noivos, já que havia a promessa formal de sair um casamento. Hoje, as mulheres já têm intimidade com os namorados, sem a necessidade de um rito de passagem”, revela. O que, porém, não é motivo para esquecer o noivado de uma vez por todas, ainda mais se você sempre sonhou em trocar alianças antes do casamento.

“Não há problema algum em ficar noiva, não considero fora de moda, mas, ajoelhou, tem que rezar. Se optou pelo noivado, tem que fazer bonito”, avisa a consultora. A etiqueta é a mesma de antigamente: pedido formal do noivo para o pai da noiva, entrega do anel e festa (do tipo que quiserem e que o bolso permitir), onde há a apresentação das famílias de cada um dos noivos para a outra, agendamento da data do casamento, um breve discurso do noivo agradecendo a mão da noiva e demonstrando sua felicidade neste momento, a retribuição do pai da noiva com uma pequena fala, além de bolo e espumante para celebrar.

Estado de espírito

Mas, segundo a psicóloga Patrícia Madruga, do Espaço Criar-se, no Rio de Janeiro, noivado não passa apenas pelo nome ou pela festa. “Só porque você não chama o seu namorado de noivo, nem fez festa para anunciar o casamento à família, não significa que ele não o seja. Assim como não significa que você não é uma autêntica noiva”, diz. “Noivado não precisa ser um rótulo. É, aliás, um estado, um conceito”, argumenta.

Ele começa a partir do momento em que o casal convive diariamente e faz planos, mesmo que distantes, para o casamento. “Não existe tempo certo para o noivado. O casal sabe, no final das contas, estabelecer o tempo que é melhor para os dois”, garante a psicóloga Adriana Falcão. “É preciso apenas bom senso”, frisa. “Muita gente usa o noivado como forma de prender ou enrolar o parceiro, mas, não adianta, se não tiver que dar certo, não vai dar”, acredita a fisioterapeuta Léa Pimentel. Com ou sem noivado!

Data: 26/2/2010 08:56:38
Fonte: Daniela Pessoa / Bolsa de mulher

HUMOR PARA FALAR SOBRE SEXO


Missionário fala em encontro da Sepal sobre sexualidade do pastor
Por: Vinícius Cintra - Redação Creio

     Durante o 37º Encontro Sepal para Pastores e Líderes, representantes de todos os cantos do país participaram de palestras, seminários e plenárias. Mas a palestra de maior  público foi a do pastor e missionário da Sepal, Jasiel Botelho, com o tema: 'A sexualidade do pastor'. Com humor ele tirou dúvidas sobre o comportamento sexual do evangélico.
     Entre os congressistas palestrantes estavam presentes Ariovaldo Ramos, Ricardo Agreste, Márcio Valadão, Silmar Coelho entre outros, cada um ministrando um tema específico. Pioneiro o 37º Congresso da Sepal abriu espaço para debater o tema que é recheado de tabú e constrangimento.
     A palestra de Jasiel fez metáforas com tópicos como: ‘Pastor na Idade do Lobo', 'Cartilha do esposo e da esposa'. Ele respondeu questões como sexo oral, anal e a dificuldade que as igrejas têm em de tratar do tema. Outro ponto destacado foi a falta de material para usar com jovens, crianças e os próprios casais.  "A questão da sexualidade está muito permissiva. A sociedade se abriu e a igreja também está começando a se modernizar nesse aspecto. O que acontece é que os líderes não têm um preparo, um treinamento para trabalhar com a sexualidade dos jovens e dos casais. Eles tinham que fazer uma terapia para lidar com essa questão. Só que os jovens têm que fazer pressão na liderança para que ela ofereça um ensinamento nesse sentido", explicou Jasiel Botelho.
    De acordo com o palestrante o jovem acompanha a sociedade e muitos acabam tendo relação sexual antes do casamento, algo que foge dentro dos preceitos cristãos. "O jovem muitas vezes não resiste aos desejos da carne e acaba fazendo sexo. Não acho que seja certo, mas já que fez opte pela prevenção, use camisinha. Hoje o jovem se casa mais tarde, ele tem uma liberdade maior. Um homem com 22 anos tem o corpo formado, mas com o pensamento de um adolescente".
         Na análise de Botelho, um jovem que manteve relações sexuais antes de se converter, deve pedir perdão e viver em comunhão com Espírito Santo.
         Outro ponto importante abordado pelo missionário foi o fato de muitas vezes o pastor não cuidar de sua vida sexual dentro de quatro paredes. “Tem irmãs que reclamam que o marido é um tarado, só pensam naquilo, então digo: levante as mãos pro céu e não desça mais, isso é uma benção!", disse Jasiel Botelho. Ele se mostrou ainda totalmente contra o divórcio, por qualquer razão.
     No final do encontro Jasiel discursou rapidamente aos presentes sobre a questão da pornografia, algo que ele disse não tolerar. "A pornografia é um câncer e tenho nojo desse material, nojo que dou graças a Deus por sentir. A pornografia de hoje é muito escrachada e o pastor tem que tomar cuidado, pois isso pode lhe gerar um grande problema".

Data: 6/5/2010

Religião e política são fatores importantes na escolha do cônjuge



     Pesquisadores da Universidade Rice e da Universidade de Nebraska/Lincoln analisaram dados coletados entre mais de 5.000 casais, visando descobrir que fatores mais influenciam a escolha de um cônjuge. O estudo, denominado The Politics of Mate Choice [Os critérios de escolha de um parceiro], mostra que a ideia de que os “opostos se atraem”, na maioria das vezes acaba não se comprovando cientificamente:
    “Os cônjuges se assemelham em questões que vão desde características físicas (altura, peso, cor da pele, circunferência do pescoço e o tamanho do lóbulo da orelha) passando por aspectos como nível educacional, renda, idade, tipo de ocupação e status socioeconômico, incluindo também características sociais e mentais como personalidade, inteligência e tipos de atitude”.
    A pesquisa foi publicada este mês na revista científica Journal of Politics. Os principais aspectos que definem a formação de um casal não são a aparência ou o dinheiro como se costuma acreditar, mas as visões sobre religião e política. O terceiro aspecto mais importante é a freqüência que a pessoa ingere bebidas alcoólicas.
    Entre os casais entrevistados, os relacionamento duraram entre menos de um ano até 67 anos. Isso pode indicar que cada parceiro faz uma espécie de triagem no início do relacionamento, em vez de descobrir similaridades depois de algum tempo juntos.
    O professor de Ciência política John Hibbing, um dos pesquisadores, explica: “Ficamos surpresos ao descobrir que a concordância religiosa e política vem desde os primeiros anos de casamento, em vez de aumentar ao longo do tempo… Não sabemos se os casais que compartilham da mesma visão sobre religião e política são mais felizes, ou algo assim. Apenas concluímos que é algo que acontece com muito mais freqüência”.
    O estudo apresenta uma lista de características que se busca nos primeiros encontros, dispostas em ordem de importância. Algo que deve ser lembrado quando você conhecer alguém em um bar ou no grupo religioso a que pertence:
Frequência à igreja
Opiniões políticas
Freqüência na ingestão de álcool
Educação
Altura
Frequência no uso de cigarros ou assemelhados
Peso
Quanto tempo dorme
Tipo físico ideal
Tipo físico real

    Outra lista com questões e atitudes específicas aproximou os casais entrevistados. São opiniões que eles compartilhavam, também em ordem de importância :

Oração nas escolas
Aborto
Direitos dos homossexuais
Filmes pornôs
Pena de morte
Divórcio
Liberação das mulheres
Energia nuclear
Astrologia
Disposição para usar drogas
Arte moderna
Censura
Crença de que é melhor seguir as regras
Gostar de intimidar outras pessoas
Ter sido agradável aos pais quando criança

VIDA EM FAMÍLIA
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Data: 17/5/2011 08:28:32
Fonte: Pavanews

PROFETA DO FIM DO MUNDO FALA


EXCLUSIVO: Líder do grupo no Brasil diz que Juízo será sábado
Por: Celso de Carvalho - Redação Creio

Marcos 13 é direto sobre o Dia do Juízo: “Quanto, porém, ao dia e à hora, ninguém sabe nem os anjos no céu nem o Filho, senão o Pai.” O grupo religioso Family Rádio tem uma visão e versão diferentes. Para eles o juizo final acontecerá dia 21 de maio. Desde 2009 no Brasil, o CREIO conversou com Harold Golly, líder do grupo no Brasil, que confirma a tese que o mundo acabará neste sábado.
Casado, pai de dois filhos, o missionário mora a 12 anos nos Estados Unidos. Durante 23 anos fez parte da Igreja Batista e está, nesta última, intensificando a evangelização, para alertar as demais pessoas sobre arrependimento dos pecados e da volta de Jesus.
        Segundo o missionário, a previsão foi interpretada pelo americano Harold Camping. E o Juizo acontecerá com base a partir do dilúvio nos dias de Noé em 4990. No cálculo adotado, eles creem que Deus revelou a Noé, que haveria ainda sete dias até que as águas do dilúvio caíssem sobre a Terra. O grupo substituiu sete dias por mil anos projetando para 2011.

        Quando perguntado, o missionário diz que as Igrejas não entendem a mensagem. “As Igrejas não entendem pois creem que Cristo voltará como um ladrão”, declara. Na reta final do juizo final o ex-batista intensificará as panfletagens e voltará para os Estados Unidos onde esperará o acontecimento. Sobre onde passará o dia 21, Harold responde: “Não somos uma igreja, são indivíduos que ouviram e confiaram na palavra”, ratifica.

        Ainda em São Paulo, onde fica até quinta, ele entregará panfletos pedindo as pessoas que se arrependam dos pecados. Questionado sobre o que ele irá fazer se o Juízo não acontecer, o missionário responde com outra pergunta: “ Onde você vai estar quando Jesus voltar?”, indaga fugindo da pergunta.

        Criticado por cristãos americanos, o grupo já foi chamado de seita e Camping acusado de ser falso profeta. Em 1990 o mesmo 'estudioso' previu o fim do mundo no dia 06 de setembro de 1994, mas nada aconteceu.

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BÍBLIAS


Contagem regressiva para os 100 milhões de Bíblias

    A Sociedade Bíblica do Brasil (SBB) prepara-se para alcançar a impressão e encadernação da Bíblia de número 100 milhões. A expectativa é que este marco aconteça no próximo dia 26 de maio, acompanhado pela Diretoria e por alguns colaboradores da organização, em uma cerimônia interna, na Encadernadora da Bíblia. O expressivo número é contabilizado desde setembro de 1995, quando a Gráfica da Bíblia, instalada na Sede Nacional da SBB, em Barueri (SP), foi inaugurada. “Não podemos deixar de registrar esse momento histórico”, celebra o diretor executivo da SBB, Rudi Zimmer, destacando que nunca a Palavra de Deus esteve tão em evidência no País.
    A Bíblia símbolo dessa marca mundialmente inédita será justamente uma edição comemorativa, alusiva a essa conquista. A publicação é composta por duas traduções a Tradução Brasileira, uma tradução histórica, de 1917, a primeira a ser feita totalmente no Brasil, e a Nova Tradução na Linguagem de Hoje, tradução pioneira, lançada no ano 2000, responsável por trazer o conteúdo bíblico em uma linguagem mais simples e fácil de ser compreendida pela população brasileira
    Para comemorar o feito de 100 milhões de Bíblias produzidas, a SBB está programando um grande culto de ação de graças, a ser realizado em 10 de junho, no Ginásio Poliesportivo José Corrêa, no centro de Barueri, a partir das 18h30. Nesta data, também será festejado o 63º aniversário da entidade. Na programação da grande celebração estão previstos momentos emocionantes, entre os quais depoimentos de pessoas que tiveram suas vidas transformadas pela Palavra de Deus e o agradecimento a Deus de representantes de cerca de 100 países pelas edições das Escrituras impressas em mais de 2,5 mil idiomas.
   Todos os participantes, que se inscreverem antecipadamente através do site www.100milhõesdebiblias.org.br concorrerão ao sorteio de 50 exemplares de uma edição da Bíblia comemorativa e a 10 kits contendo uma seleção de obras bíblicas voltadas para o estudo.


Data: 18/5/2011 08:33:47