terça-feira, 24 de abril de 2012

NÃO BASTA CARISMA, É PRECISO CARÁTER...


“Os homens mostram o seu caráter de maneira mais clara nas trivialidades, quando não estão sendo observados.”
(Arthur Schopenhauer)

Assim como o avião depende das duas assas para se manter no ar, o líder depende de carisma e de caráter para exercer liderança com sucesso duradouro. O líder que ninguém esquece, tem as duas assas: carisma e caráter. O que é carisma? É a habilidade de atrair pessoas em torno de si. Por isso, as multidões seguiam a Jesus. O que é caráter? É um conjunto de hábitos adquiridos ou desenvolvidos ao longo do tempo, que define quem “é” a pessoa. Jesus foi testado, tentado e provado em tudo e concluiu sua missão como “homem” irrepreensível – tinha profundidade de caráter. O comportamento e as atitudes de uma pessoa em tempo de lutas, provações e tentações, diz muito sobre o seu caráter. Isto porque, a melhor maneira de se conhecer o substrato do ser de alguém, é na hora da tentação, do deserto ou da crise. Ao ser tentado pela mulher de Potifar, José do Egito manifestou a profundidade do seu caráter. Se ele não tivesse passado por esse teste de fogo, no qual saiu vitorioso, sua história seria mais uma dentre as muitas. (Gn. 39) São de Geoffrey Wilson as palavras: “As ações dos homens formam um indicador infalível de seu caráter”.
A grande preocupação de Jesus, no sermão da montanha, era com o caráter dos seus discípulos. Eles não poderiam ser mundo do mundo, nem terra da terra, mas sim luz do mundo e sal da terra, pois foram chamados para fazer a diferença. (Mt. 5:13-15) Ao concluir o sermão no capitulo 7, ele diz que o único projeto de vida que resistira em tempos de provações, seria aquele em que o construtor levou a sério sua palavra e a colocou em prática. Estes são os que se preocuparam com integridade, santidade, honestidade, verdade, pureza, enfim ,com a profundidade do caráter. Gosto de um pensamento anônimo que diz:

“Reputação é o que os homens pensam que você é;
caráter é o que Deus sabe o que você é”.

Quando o apóstolo Paulo escreveu para o jovem Timóteo, que assumiria o seu lugar no ministério, tendo em vista que o tempo da sua partida havia chegado, sua grande preocupação era com a profundidade do caráter do seu sucessor. No capítulo dois, da Segunda Carta à Timóteo, ele deixa claro o caminho que o seu substituto deveria seguir ,em busca da excelência e do sucesso como líder:
1. Para fazer a diferença como um líder aprovado, há um preço a ser pago – sofrimento. (2 Tm. 2:3). Ministério é uma chamada para o sofrimento.
2. Saiba a quem você deve agradar no exercício de sua liderança. Quem o alistou? Satisfaça a Ele, Cristo. (2 Tm. 2:4).
3. Não basta chegar na frente; é preciso seguir as normas pré-estabelicidas para ser coroado. Não seja desonesto, estes não recebem o prêmio – (2 Tm. 2:5).
4. O sucesso no exercício da liderança, sempre foi, e será resultado de muito trabalho. Sem trabalho não há colheita digna de festa. (2 Tm. 2:6)
5. Procure ser aprovado no que você faz para Deus. Não adianta ser aprovado pelos homens e reprovado por Deus. (2 Tm. 2:15)
6. Não perca tempo com aquilo que não vale a pena. (2 Tm. 2:16)
7. Não basta você ser um vaso, seja um vaso de honra na grande casa. (2 Tm. 2:20,21)
8. Nunca brinque com aquilo que pode destruir seu projeto de vida; se for necessário, foge disso. (2 Tm. 2:22)

“Como é fácil permitir que a alma se
encolha por causa de comprometimentos triviais”.
(H.B. London Jr.)

http://familiaegraca.blogspot.com

NOVA PERSPECTIVA SOBRE O TRABALHO

LIDERANÇA


O trabalho capacita o uso de talentos, habilidades e dons inatos
Por: Robert Tamasy

O “Dia do Trabalho” foi criado, em parte, como reconhecimento da importância da mão-de-obra especializada e seu resultado no desenvolvimento das nações. Por isso, não deixa de ser irônico que o “Dia do Trabalho” seja “dia de folga”!
Geralmente se refere a trabalho em termos pouco apaixonados. Para alguns é um “mal necessário”. Outros o consideram como algo a ser suportado durante os dias úteis, esperando impacientemente pelo fim de semana, quando poderão ficar em casa ou fazer o que bem entenderem. Um amigo costumava dizer: “Eu amo o trabalho; posso me sentar e ver pessoas trabalhando o dia inteiro”.  Traduzindo: trabalho é ótimo, quando é outra pessoa a realizá-lo. Esse tipo de atitude é infeliz, já que nega as virtudes inerentes ao trabalho e ao trabalhador. 
É interessante notar que a maioria dos aspectos positivos do trabalho pode ser encontrada no Livro que trata das realidades da vida cotidiana – a Bíblia. Eis um pouco do discernimento que ela oferece:
Trabalho proporciona maneira produtiva para se gastar tempo e energia. Realisticamente, se não tivéssemos que trabalhar, como gastaríamos as 24 horas que temos todos os dias, quando não estamos comendo ou dormindo? Muita satisfação deriva de trabalho bem feito. “Para o homem não existe nada melhor do que comer, beber e encontrar prazer em seu trabalho...” (Eclesiastes 2.24). 
Trabalho capacita ao uso de talentos, habilidades e dons inatos. Cada um de nós é equipado com exclusividade para diferentes tipos de trabalho. Somos habilitados a fazer coisas que outros não podem fazer. “Eu Te louvo (Deus) porque me fizeste de modo especial e admirável...” (Salmos 139.14). “Ora, assim como o corpo é uma unidade, embora tenha muitos membros, mesmo sendo muitos, formam um só corpo... (I Coríntios 12.12).
Trabalho proporciona meio de suprir nossas necessidades. Há em nossa sociedade reivindicação crescente dos direitos a que fazemos jus. Mas a verdade é que o mundo não nos deve nosso sustento. Como adultos, devemos arcar com as responsabilidades de prover nossas necessidades e satisfazer nossas obrigações financeiras. “Se alguém não cuida de seus parentes, e especialmente dos de sua própria família, negou a fé e é pior que um descrente” (I Timóteo 5.8). 
Trabalho capacita a servir aos outros. Quer estejamos vendendo computadores, curando enfermidades, lecionando, escrevendo um livro, construindo uma casa, plantando alimentos ou consertando uma máquina, o que fazemos pode melhorar e muito a vida de outras pessoas. “...Certamente vocês se lembram do nosso trabalho esgotante e da nossa fadiga; trabalhamos noite e dia para não sermos pesados a ninguém, enquanto lhes pregávamos o evangelho de Deus” (I Tessalonicenses 2.9).  
Trabalho honra a Deus. Quando trabalhamos, reconhecemos Deus como Fonte de tudo – de nosso intelecto, nossas habilidades, até mesmo nossa motivação.  Trabalhando, podemos honrar a Deus.“Tudo o que fizerem, seja em palavra ou em ação, façam-no em nome do Senhor Jesus... Tudo o que fizerem, façam de todo o coração, como para o Senhor, e não para os homens...É a Cristo, o Senhor que vocês estão servindo” (Colossenses 3.17, 23-24).  
Data: 8/9/2011 08:52:58

Fonte: http://creio.com.br/2008/lideranca01.asp?noticia=549

segunda-feira, 23 de abril de 2012

POBRE COM DINHEIRO NO BANCO


Preletor: Ken Korkow

Não é benéfico herdar tudo o que é necessário para ser como Cristo se você reivindica
Há alguns anos estávamos tão “apertados” financeiramente que não tínhamos dinheiro para comprar um pinheirinho de natal, quanto mais presentes para colocar nele. Nossos filhos ficaram tristes. Minha esposa Liz ficou triste e eu também. 


Foi então que após o primeiro dia do ano, descobri que surpreendentemente tínhamos dinheiro no banco, mas não sabíamos disso. Eu não havia lançado o depósito do meu pagamento do mês anterior no canhoto do talão de cheques.  Assim, pensávamos que estávamos pobres – e vivemos dessa maneira – embora tivéssemos dinheiro no banco. 

Algo assim já aconteceu com você? Você já descobriu ter recursos que não estava usando, pelo menos não completamente como poderia? Não falo apenas no que se refere a dinheiro, mas também a dons e habilidades exclusivos que você permitiu diminuírem por usá-los raramente, e até relacionamentos que poderiam ser-lhe úteis para ajudá-lo a resolver problemas ou tomar decisões profissionais, mas que você deixou de aproveitar.

Descobri que essa verdade também se aplica no sentido espiritual. Geralmente tentamos fazer mudanças difíceis em nossa vida, mudar comportamentos ou padrões de pensamento, mas ao invés de nos voltarmos para as fontes espirituais que estão disponíveis a nós, escolhemos confiar em nossa força e boas intenções, quase sempre fracassando.

O Dr. Henry Blackaby, orador e escritor muito respeitado, fala de recursos espirituais que estão disponíveis e deveríamos aprender a usá-los. Para provar seu argumento, ele cita uma afirmação da Bíblia feita pelo apóstolo Pedro, um  seguidor de Jesus Cristo: “Visto como o Seu (de Jesus) divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento Daquele que nos chamou por Sua glória e virtude”. Ele faz as seguintes observações: 

“Como cristão, você tem tudo o que precisa para viver uma vida de santidade e abundância. Sua inteligência, educação ou origens não determinam a santidade de sua vida. Tudo o que você precisa para ter vitória, alegria e vida abundante é encontrado no Espírito Santo que habita em você. De acordo com Pedro, todo cristão, pela fé tem acesso a essas qualidades: bondade, conhecimento de Deus, domínio próprio, perseverança, graça, gentileza fraterna e amor.

"Não teria nenhum benefício herdar uma fortuna e não saber que ela lhe pertence. De igual modo, não é benéfico herdar tudo o que é necessário para ser como Cristo se você não reivindica isso. Se deixarmos de ter domínio próprio quando Deus já o tornou disponível, roubamos a nós mesmos e aos que estão ao nosso redor. Se Deus está disposto a inserir a bondade fraternal em nosso comportamento, mas não exibimos isso, as pessoas à nossa volta sofrem desnecessariamente.

"A chave para tudo quanto Deus disponibilizou é nossa fé. Precisamos crer que Deus quer edificar essas qualidades em nossa vida. Nos Evangelhos, Jesus Se relacionava com as pessoas de acordo com a fé que elas tinham. Ele recompensou a fé genuína garantindo salvação e cura. Ele não recompensou os que não tinham fé. 

"Reveja as qualidades que Pedro disse que Deus queria instilar em você. Se você carece de alguma delas, peça a Deus para trabalhar em seu caráter, a fim de que você se pareça cada vez mais com Cristo”. 

Creio que este é um bom conselho, quer nos encontremos fazendo parte da diretoria de uma corporação, trabalhando num cubículo, fazendo apresentação de vendas, formulando um orçamento anual ou lidando com questões domésticas e familiares.


PARA LER OUTRAS MENSAGENS ACESSE AQUI

Data: 19/3/2012 09:07:37

Fonte: Creio

SÓ OS HUMILDES LIDERAM COM EFICÁCIA

É preciso humilde para abandonar comportamentos ineficazes e suportar autocríticas
Por: Marcelo Quirino

     Liderança é uma arte científica. Ser ciência significa que seu oficio é aprendido e desenvolvido. Contudo, tem um toque de arte e de pessoalidade nesse fenômeno, o que distingue um líder e forma as suas características com os pontos fracos e fortes.
     Como ciência, a liderança requer princípios básicos a serem desenvolvidos pelo pretenso líder tais como a capacidade da influência, a habilidade comunicacional, a competência em ler pessoas e fatos, a envergadura da autoridade e do poder, dentre outros.
     A dimensão artística contém um aspecto não aprendido em teoria, pois é um conhecimento criado. A arte é um oficio de expressividade da alma humana através de um meio específico que forma uma invenção.
     Assim, arte e ciência significa que liderar é uma função que requer mais do que o mero acúmulo de conhecimentos, o que teria a ver com técnica. Técnica é sempre quando exclusivamente um acúmulo de conhecimentos é necessário para desempenhar uma atividade.
     Como arte, a liderança requer que o líder adapte todo esse conhecimento em sua história e em sua personalidade. Tudo o que é aprendido precisa ser amoldado a fim de que o que é técnica se transforme em práxis. O conhecimento ao mesmo tempo forma, é formado e reformulado.
     Como fenômeno, a liderança precisa de uma práxis associada a uma autoanálise. Precisa de uma adaptação para as qualidades psicológicas de cada pretenso líder. Ser práxis significa que é a teoria que direciona a prática, mas é esta que proporciona consistência àquela. Traduzindo em miúdos, só pela prática se aprende a teoria, que é individualizada para lograr eficácia.
     Mas acima de tudo, para o mundo ministerial, liderar ainda é um fenômeno espiritual. Significa que nossa autoridade superior precisa aprovar, separar e nos indicar para um rebanho. Caso contrário, toda técnica e ou prática serão estéreis. Isso é fato óbvio para nós.
     Mas enfim o que todas essas dimensões da liderança têm em comum? Um aspecto único. Um valor comportamental é uma condição "sine qua non" para o autodesenvolvimento da capacidade de influenciar. A humildade precisa estar presente em todas as três.
     Humildade vem do Latim humus que significa ‘terra'. Sem discutir fielmente a etimologia, resta nos saber que esse elemento fica sempre abaixo de nossos pés, o que já traz uma dimensão exata do que esse valor nos exige. Sem simplismos, é claro.
     Para ser líder, há um caminho a percorrer. E para alcançar a humildade, o líder precisará de 3 posturas. Isso porque há um conhecimento a se adquirir, um comportamento a moldar, uma autoridade espiritual a se conquistar e uma arte a desenvolver. Como fazer tudo isso sem considerar a necessidade de automutilação caracteriológica para uma formação pessoal?
      Humildade para abandonar comportamentos ineficazes. Humildade para suportar autocríticas. Humildade para mudar rumo a um estado de maior capacidade de influência. Não por acaso, humildade foi o maior ensinamento do mestre. Amar os outros como a si mesmo é expressão máxima da humildade e da autodoação.
     Primeiro o líder precisa saber que para liderar, terá que sair de um estado sociopsíquico-espiritual rumo a outro estado. Ser líder é, portanto uma transformação e com tal precisará abandonar e incorporar aspectos à sua personalidade. Só é possível alcançar um estado-fim através de um processo-meio. E para que esse processo-meio funcione, a humildade opera.
     Segundo, é saber que liderar não é um estado-permanente. Isso porque os grupos diferem, seus contextos idem e as pessoas nem se falam. Logo, a capacidade de manter-se líder precisa ser aprimorada e para tal, será necessária a incorporação constante de novas habilidades e competências.
     Por fim, para que o líder adicione uma dose extra de humildade em si, ele precisará de muita oração. Só pela muita oração e súplica é que o Senhor se compadece do líder. Só com muita oração é que o ministro conseguirá estar no lugar onde deve estar para liderar melhor: no chão, ali logo abaixo de seus liderados. Árduo? Sem comentários.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

O que Deus vai perguntar aos pais naquele dia?


Deus vai perguntar se você perdeu seu filho para o mundo

Deus não vai perguntar se vocês andaram na moda. Deus está mais preocupado com os nossos adornos internos: não quer que a gente guarde amargura, que a gente alimente pensamentos ruins.

Deus não vai perguntar que tipo de carro você dirigiu. Ele deve perguntar se você apostou corrida com seu filho, se fez um desenho, e se de lhe deu uma amizade alegre.

Deus não vai perguntar o tamanho da sua casa. Ele vai perguntar quantos colegas do seu filho você recebeu nela.

Deus não vai perguntar sobre a cor da pele do seu filho. Ele vai perguntar sobre o conteúdo do seu caráter.

Deus pode não perguntar se você trabalhou muito, mas pode perguntar se você descarregou ou descontou suas frustrações e cansaço em sua família.

Deus já sabe que você cometeu erros com o seu filho, o que Ele pode lhe perguntar é se você pediu perdão quando errou e se procurou mudar de atitude.

Deus não vai perguntar quanto vale seu tempo, mas Ele pode perguntar se você ajudou seu filho a fazer a lição. Se você o buscou na escola. Se você foi assistir a sua apresentação.

Deus não vai perguntar o que aconteceu na novela, mas vai te perguntar se você mostrou a seu filho como juntar as mãos e orar, se você ensinou o seu coraçãozinho a amar a Palavra de Deus.

Deus não deve perguntar qual era a sua posição social ou quanto pagou a uma babá, mas vai querer saber se foi você quem educou e inspirou seu filho.

Talvez Deus não vai perguntar quantos filhos você teve. Mas Ele vai perguntar quantos filhos você realmente criou e se você foi pai ou mãe de verdade!

Deus quer saber dos seus medos e angústias, assim como, Ele quer conhecer seus sonhos e vontades.

Deus quer saber se seu filho pode se espelhar em você!

Deus vai perguntar se você perdeu seu filho para o mundo, ou se o ganhou para Deus!

Deus quer saber se o coração dos pais está voltado para os filhos, e se o coração dos filhos está voltado para os pais.

E por fim, Deus vai querer saber se você amou o ser humano que Ele colocou em suas mãos.

E o melhor de tudo é que há tempo para recomeçar, hoje, agora! Pois, amanhã pode ser o seu dia de responder essas perguntas para Deus…
Senhor ajuda-nos! Transforme e mude completamente a nossa mente! Senhor Deus “Ensina-nos a contar os nossos dias, para que o nosso coração seja sábio.” Salmos 90:12.
Data: 3/2/2012 09:20:56
Fonte: Casal Cristão

quarta-feira, 18 de abril de 2012

Cinco mil igrejas devem participar do evento da Portas Abertas




Por: Redação Creio
  No dia 3 de junho, milhares de igrejas realizarão o Domingo da Igreja Perseguida em seus cultos ou em parte deles. O objetivo é conscientizar os cristãos brasileiros sobre a realidade vivida por cerca de 100 milhões de cristãos que pagam um alto preço por sua fé. Muitos deles perdem suas casas, suas famílias, seus empregos e, principalmente, sua liberdade.
  Por isso, a Portas Abertas Brasil convoca cristãos de todas as denominações para organizar o DIP em suas igrejas e representar esses irmãos e irmãs que não podem falar por si próprios.
  Em 2011, mais de 3 mil igrejas realizaram o DIP e a expectativa para 2012 é de que 5 mil comunidades se engajem na causa da Igreja Perseguida.
  Muitos cristãos perseguidos precisam de ajuda direta e indireta. O caso mais recente e que está sendo veiculado na mídia internacional é o do pastor iraniano Yousef Nadarkhani, preso porque recusou que seus filhos estudassem o Alcorão. O pastor se converteu do islamismo ao cristianismo e recebeu como pena de morte o enforcamento. A opinião pública internacional se mobilizou contra essa atrocidade e as autoridades cobraram uma atitude mais amena do governo iraniano, mas até o momento, não se sabe sequer se o pastor continua vivo.
  O DIP se mostra uma boa oportunidade para que as igrejas nos países livres de perseguição se mobilizem, divulguem e intercedam pelos cristãos perseguidos. Por isso, a Portas Abertas o organiza todos os anos com o objetivo de tornar a Igreja brasileira uma só com a Igreja Perseguida, um só Corpo e um só povo.
  Para que o evento seja mais proveitoso, a Portas Abertas disponibiliza o site
www.domingodaigrejaperseguida.org.br. Os interessados devem cadastrar suas igrejas e assim, tornar-se um organizador oficial. Por meio de uma senha, será possível acessar a página restrita de downloads e baixar todos os arquivos disponíveis. Há testemunhos, vídeos, peças de teatro e imagens, além do Manual do Organizador, entre outros.
  No site também é possível deixar comentários e sugestões, enviar fotos de DIPs anteriores e interagir com outros organizadores. Para mais informações sobre o DIP, envie email para
dip@portasabertas.org.br ou ligue para (11) 2348.3336.

Fonte: Creio 

terça-feira, 17 de abril de 2012

A BÍBLIA - O GPS DIVINO


(sistema global de posicionamiento)
 
 
A tua palavra é lâmpada que ilumina os meus passos e luz que clareia o meu caminho.
Salmo 119:105
Pois em ti está a fonte da vida; graças à tua luz, vemos a luz.
Salmo 36:9
 
Pense na Bíblia como um GPS Divino que é programado (inspirado pelo Espírito) para levar você até Jesus.
 
Para qualquer GPS ser útil tem que sempre saber onde está e onde quer chegar.  A Bíblia foi programada pelo Criador para sempre saber de Genesis até Apocalipse onde está com relação a Deus e o homem.  Deus inspirou este GPS Divino chamado a Bíblia com um só destino: Jesus.
 
Não importa onde uma pessoa esteja neste mundo, o contato com a Bíblia permite ela a começar daquele lugar e ir para Jesus pelo caminho mais rápido.
 
De fato, não importa quantas vezes você entre nas páginas da Bíblia antes ou depois da sua conversão o GPS Divino tentará levar você para Jesus.  Tentar usar a Bíblia para qualquer outra finalidade ou destino é perder tempo.  Ainda assim, tentamos usar a Bíblia para chegar em outros lugares e sempre ouviremos da Bíblia as palavras "Recalculando!" para nos levar até Jesus.  Nós nem sempre queremos chegar somente até Jesus e os seus mandamentos, mas o GPS Divino sim quer chegar!
 
Uma vez que o GPS Divino nos leva até Jesus e os seus mandamentos, a voz fala  "Chegando no Destino!  Entre, ouça e obedeça!" Quem chega neste endereço final chegou onde Deus quer que todo ser humano chegue.
 
Um GPS Divino não é programado para ser o destino.  A Bíblia não foi inspirado para levar um discípulo para parar na Bíblia como se a Bíblia fosse o destino.  A Bíblia foi inspirado por Deus para iluminar o seu caminho com luz até você chegar na Luz que é Jesus.
 
Permita que a Bíblia faça o seu trabalho!  Confie que cada palavra e versículo está levando você até a Palavra final que é Jesus.  Quando o GPS Divino completa o seu trabalho vocé se encontrará face a face com Jesus ouvindo diretamente Dele as palavras que Pai o enviou para falar.
 
Carlos McCord
Presidente do Ministério Permanecer

segunda-feira, 16 de abril de 2012

COMO CONHECER A VONTADE DE DEUS


Preletor: Dennis Downing

Se for da vontade de Deus as portas abrirão
Uma das perguntas mais frequentes que ouvimos é “Como é que eu posso saber a vontade de Deus sobre ...”. Às vezes é uma questão de relacionamentos (namorar com esse, ou não; casar com aquele, ou não). Outras vezes a dúvida é em relação a emprego, mudança de cidade, escolha de carreira, etc. Às vezes tem-se bastante tempo para buscar a resposta. Outras vezes a resposta precisa ser encontrada numa questão de horas.

Seja qual for sua situação, há algumas dicas que podem ajudar. Vários anos atrás, perguntei a um homem de Deus como tomar uma decisão de entrar num seminário para me preparar para servir num ministério. Ele deu as seguintes dicas. Eu as elaborei um pouco mais com passagens bíblicas que mostram que há um fundamento para todas elas. Há apenas cinco. Eu as coloco aqui na esperança de que, havendo necessidade, possam lhe ajudar. Que Deus seja sempre seu guia.

1. Oração

Tiago 1:5-6 Se algum de vocês tem falta de sabedoria, peça a Deus, que a todos dá livremente, de boa vontade; e lhe será concedida. Peça-a, porém, com fé, sem duvidar, pois aquele que duvida é semelhante à onda do mar, levada e agitada pelo vento.

Deus promete dar sabedoria e discernimento a todos que pedem. Precisamos pedir a Deus. Precisamos pedir com fé. Antigamente eu orava muito quando precisava de uma resposta ou ajuda, e muito pouco quando estava tudo bem. Precisamos nos habituar a orar constantemente a Deus, para conhecê-Lo melhor. Quanto mais nós O conhecemos, melhor entenderemos a Sua vontade.

Parte da maneira como Deus se revela para nós não é apenas através de respostas momentâneas, mas, através de um contato prolongado e profundo. Procure melhorar seu relacionamento com Deus em oração e, surpreendentemente, você verá que as respostas dEle às suas dúvidas virão de forma cada vez mais tranquila e natural.

2. A Palavra

Rom 12:1-2 “transformai-vos pela renovação da vossa mente”

Nossas mentes tendem a fazer decisões baseadas em modelos de pensamento, e valores anteriores à nossa conversão, ou seja, em valores do mundo. Esses valores podem nos levar a decisões erradas. Só a mente renovada pela palavra de Deus pode fazer boas decisões.

Podemos procurar passagens que ensinam sobre a nossa dúvida quanto à vontade de Deus, ou passagens que nos dão princípios bíblicos para nos guiar. Em tudo, precisamos estar orando para Deus nos orientar.

3. A orientação do Espírito Santo

Salmos 143:10 “Ensina-me a fazer a tua vontade, pois tu és o meu Deus, que o teu bondoso Espírito me conduza por terreno plano.

O Cristão tem o Espírito Santo como guia. Precisamos pedir a ajuda dEle. Ele provavelmente não falará em meu ouvido. Mas ele tocará em meu coração e operará em minha mente para me ajudar a conhecer a vontade de Deus.

4. Buscando Conselhos de Cristãos maduros

Prov. 12:15; (15:14; 18:15; 20:18) “O caminho do insensato aos seus próprios olhos parece reto, mas o sábio dá ouvidos aos conselhos.”

Em 1 Reis 12, Roboão, um dos filhos de Salomão, um dos homens mais sábios da Bíblia, ao em vez de escutar os conselhos dos anciãos de Israel, escutou seus jovens amigos, e assim dividiu ao povo de Israel. É mais sábio procurar uma pessoa com experiência e bom exemplo na vida Cristã. Este homem ou esta mulher geralmente terá melhores condições de nos indicar qual seria a vontade de Deus.

Você conhece algumas pessoas em cujas vidas você vê Jesus? Procure os conselhos destas pessoas. Novamente, ao invés de esperar para a hora decisiva, é melhor começar a desenvolver estas amizades bem antes. Assim, teremos mais confiança na orientação desses irmãos mais maduros.

5. Portas abertas

Atos 16:6-7 “E, percorrendo a região frígio-gálata, tendo sido impedidos pelo Espírito Santo de pregar a palavra na Ásia, defrontando Mísia, tentavam ir para Bitínia, mas o Espírito de Jesus não o permitiu.”

Paulo queria ir para a Ásia. Deus tinha outros planos. Deus fechou portas no caminho de Paulo. Paulo acabou indo a Filipos, onde uma igreja importante foi fundada.

Deus quer nos mostrar o caminho. Só Ele pode nos mostrar a direção certa. Salmos 25:4-5 “Faze-me, SENHOR, conhecer os teus caminhos, ensina-me as tuas veredas. Guia-me na tua verdade e ensina-me, pois tu és o Deus da minha salvação, em quem eu espero todo o dia.”

Se você quer seguir algum caminho, namorar ou casar com uma determinada pessoa, ou alcançar algum objetivo, se isto for a vontade de Deus, as portas vão abrir. Se não for, você pode forçá-las, mas pode depois vir a se arrepender devido ao que encontrar do outro lado daquelas portas. Esteja sempre atento para a vontade de Deus e para as portas abrindo ou fechando de acordo com Sua vontade.

E, lembre-se, é mais fácil saber o que uma outra pessoa realmente quer quando você conhece bem aquela pessoa. Certamente Deus irá revelar a vontade dEle para nós. Mas, quanto mais O conhecermos, mais claramente entenderemos e ouviremos Sua vontade. Por isso é bom desde já buscar conhecer cada vez mais a Deus. Deus te abençoe.
Data: 9/2/2012 08:57:31

Fonte: Creio

Está Valendo!"



"...mas deixem-se encher pelo Espírito..." Efésios 5:18

Você já tentou jogar um esporte com uma bola murcha? Basquete, vôlei, tenis ou futebol todos dependem de uma bola cheia na medida correta para obter excelentes resultados.

Se você realmente domina um esporte a questão da bola cheia na medida certa se torna cada vez mais importante. Se o seu nível no esporte for alto, você se torna super sensível quando uma bola murcha aparece durante o jogo.

É a mesma coisa quando se trata de repartir o amor de Deus para as outras pessoas. Se você realmente vive amando quem você precisa amar você ficará super sensível quando a sua vida não estiver cheia do Espírito. Estar cheio do Espírito permite que o amor chega exatamente onde precisa chegar.

Aperfeiçoar a entrega do amor de Deus é o alvo de todo discipulado. Fazer o amor chegar exatamente onde precisa chegar vez após vez é ser como Jesus. Esta capacidade depende de vivermos sempre cheio do Espírito na medida certa.

Enquanto a nossa vida exterior recebe as pancadas que fazem parte de amar neste mundo, a nossa vida interior tem que experimentar uma renovação no nível do nosso espírito onde sempre existe uma conexão com Cristo em nós.

Este estado de estar cheio do Espírito é ainda mais importante quando a resistência externa contra a entrega do amor aumenta. Se melhorarmos na entrega do amor de Deus certamente a resistência espiritual contra o amor aumentará.

Quando  tentamos entregar o amor sem esta renovação interior do Espírito, amar se torna uma coisa pesada e danifica a nossa mente, emoções e vontade. Tentar amar as outras pessoas sem a vida interior cheia na medida certa é como jogar um esporte num nível alto com uma bola murcha. Cada jogada feita com a bola murcha faz tudo mais difícil, gasta energia à toa, machuca e destrói a excelência.

Se tentamos amar aos outros sem estarmos cheios do Espírto isto torna a entrega  do amor algo pesado, sem energia, doloroso e ineficaz. Amar sem a nossa vida interior cheio na medida certo é amar com uma alma murcha.

Não é um acidente que o mandamento "...mas deixem-se encher pelo Espírito..." no livro de Efésios vem logo antes das intruções para os maridos amar as suas esposas como Cristo amou a igreja.  Entregar o amor num casamento não é facil para qualquer um que tem uma vida interior murcha!  Amar como Jesus amou é somente para homens e mulheres cheios do Espírto de Cristo.

A bola está em campo. O amor "Está valendo!"  Deixem-se encher pelo Espírito!
Carlos McCord
Presidente do Ministério Permanecer

sexta-feira, 13 de abril de 2012

CRENTE PODE FAZER TATUAGEM?


Pastor tem 170 tatuagens no corpo e lança livro na EXPOCRISTÃ
Por: Redação Creio

                                                                                       Foto: Reprodução
                                   
                                                              Alex Costa, o pastor tatuado

    Mais de 170 tatuagens espalhadas pelo corpo, já 80% coberto pelas gravuras marcadas para sempre na pele. Não seria difícil encontrar um perfil igual ao seu nas ruas, no meio artístico ou estúdios de tatuagem, a não ser por um detalhe: ele é convertido, se tornou pastor, e mantém um ministério para jovens também tatuados, ou, como prefere, marcados de uma forma ou de outra. Enquanto dentro da Igreja a rejeição aflora, o líder, hoje, maduro e pai de família, se divide entre arrependimento e motivação para compartilhar suas experiências. Alex Costa lança o livro ‘Tatuagens de A a Z’, pela AD Santos na ExpoCristã, que acontece de 20 a 25 de setembro, e reacende velhas discussões sobre comportamento e o preconceito posto em primeiro plano por muitos  dos líderes que conheceu.
     Evangélico pode usar piercing ou fazer uma tatuagem? Há alguns anos poder-se-ia afirmar que não, mas hoje pouco se sabe ao certo. A banalização transformou principalmente os jovens evangélicos em adeptos da moda. O maior desafio não está em ter atitude, mas sim conquistar a aceitação dentro da Igreja. “A tatuagem não é uma coisa individual, ela trará conseqüências” frisa Alex Costa, o pastor tatuado.  Aos mais novos, aconselha “não façam tatuagens”, e guarda para si os detalhes que só o tempo os ensinará. “Eu não dormi amando tatuagem e acordei odiando”.
     Na época longe da Igreja, Alex Costa descreve sua primeira tatuagem como um Olho de Hórus, símbolo místico usado pelos povos egípcios. De forma artesanal, foi feita por um garçom na beira de uma praia, e nem a beleza do mar superou o arrependimento no futuro.  Também formado em jornalismo, conta que sempre estudava significados e simbologias, para só então saber o que gravar na pele. ”Muitos desenhos, com o passar do tempo, foram tendo seus significados descritos e acabei sabendo que nada tinham haver com o que eu pensava”.
    A incerteza de uma tatuagem, o arrependimento e o prejuízo são hoje alguns dos pontos debatidos no Ministério ‘Vidas Marcadas’, mantido por Alex e sua esposa Michelle. O projeto também acolhe jovens vítimas de agressão, drogas e discriminação, igualmente cruel até para os que hoje conseguem lidar. “Quando era tatuador, sentia o preconceito dos que não gostam de tatuagem, e agora pastor, tenho que conviver diariamente com líderes que desviam o olhar”.
    Fora do campo estético ou comportamental, Alex reconhece os riscos à saúde em qualquer modificação estética. “Mais de 250 doenças são associadas aos procedimentos de modificações corporais. HIV (AIDS) e Hepatite são as mais agressivas, mas temos testemunhos de câncer, necroses e inflamações. O trauma psicológico de uma tatuagem mal feita também gera muitas vezes danos irreversíveis”. O dado em mãos e as marcas pintadas no corpo são a pitada impactante que o pastor precisava para chamar a atenção dos mais jovens.  O resto vem do diálogo aberto, e dos inúmeros obstáculos até hoje sentidos pelo pastor

Fonte:  http://creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=15264

TRAGÉDIA NO PARQUE




Mãe diz que orou por vida da filha após queda no Hopi Hari

     Gabriella Yukari Nichimura, 14, faleceu na manhã de sexta-feira, 24, em um acidente no Parque Hopi Hari, em Vinhedo, interior de São Paulo. Ela foi sepultada sábado (25) no Cemitério Parque Jardim das Primaveras em Guarulhos, na região metropolitana de São Paulo.
      A família morava no Japão e passava férias no Brasil depois de nove anos sem visitar o país.  A menina caiu do brinquedo conhecido como A Torre Eiffel, um elevador de 69 metros de altura, altura de um prédio de 23 andares. Depois de serem erguidos, os visitantes mergulham  em queda livre, chegando à velocidade de 94 km/h.
      Em entrevista ao Fantástico, os pais revelaram que a família é evangélica e que oraram pela recuperação da filha. Sua mãe declarou entre lágrimas “Não sei como consegui sair do aparelho… ouvi minha sobrinha gritar. Sai correndo para ver e vi minha filha. Me ajoelhei e orei para que Deus a trouxesse de volta”.
     Mesmo tendo recebido atendimento médico momentos após o acidente, Gabriella chegou morta ao Hospital Paulo Sacramento , com sinais de traumatismo craniano. O parque reabriu hoje depois de passar por perícia no brinquedo onde ocorreu o acidente.
Data: 27/2/2012 09:02:02
Fonte: Gospel Prime

quinta-feira, 12 de abril de 2012

A Sociedade dos Sem-anel

É impressionante como nossas vidas são diferentes e ao mesmo tempo como nossas experiências e perspectivas compartilhadas sobre estar solteiro nos ajudam a preencher nossas lacunas.



Uma viúva de 62 anos, dois rapazes de 20 e poucos anos, uma mulher de 40 anos que nunca se casou e uma moça de 27 anos como porta-voz para a pureza sexual. Não, esta não é a chamada para um reality show de namoro na televisão. É uma lista de algumas pessoas que conheci nas últimas semanas. Em todos estes encontros, fiquei impressionada com o quanto nossas vidas são diferentes e ao mesmo tempo quão bem nossas experiências e perspectivas compartilhadas sobre estar solteiro nos
ajudaram a preencher nossas lacunas.
A jovem de 27 anos e eu trocamos os nomes de nossas comédias românticas favoritas e conversamos sobre lidar com a possibilidade de nunca nos casarmos. Os jovens
solteiros e eu conversamos durante uma aula na igreja sobre como pode ser difícil para um solteiro se sentir parte de uma comunidade. A mulher de 40 anos e eu conversamos sobre a gradativa mudança de nossas expectativas ao longo dos anos e a alegria de sermos tias. A viúva de 62 anos e eu choramos juntas ao relembrar a perda de seu maravilhoso marido há apenas 2 anos e tentei encorajá-la em sua nova jornada que trouxe medo e surpresas ao retornar à vida de solteira.
Admito que gosto muito de conhecer novas pessoas: solteiras ou casadas. Amo a
forma como interagem com outros que tiveram uma caminhada diferente da
minha, o que amplia meu olhar e paradigma. Mas há algo especial que
acontece quando, no meio de nossas apresentações, a pessoa que você
cumprimenta e você mesmo percebem que ambos são solteiros. De repente,
compreendemos que estamos lendo o mesmo roteiro. As personagens e o
local podem ser diferentes, mas muitas questões do roteiro são idênticas ou parecidas. Também percebi que grande parte do nosso vínculo especial é proveniente de nossa dor compartilhada. Conhecemos as mesmas frustrações, solidão, expectativas e medos sobre o futuro.
Sabemos que por trás do sorriso acolhedor, a pessoa que conhecemos
também compartilha dos mesmos ferimentos neste mundo caído. E nestes
encontros significativos experimentamos Deus trazendo beleza das
cinzas, alegria de nossa dor (Isaías 61.3).
Sempre dei ênfase e valor à importância que nossos amigos solteiros têm em nossa
vida. Há pouco tempo fui relembrada de seu papel essencial quando uma
amiga solteira cuidou de mim em uma noite após um dolorido término de
namoro. Quando ela ouviu o que acontecera, chegou à porta da minha casa
com chocolates e um filme de comédia (uma comédia que não era
romântica, o que é difícil de achar!). Ela ouviu meu lamento, me
consolou e compreendeu, pois já havia passado por uma situação idêntica
no ano anterior. Como isso já havia acontecido com ela, compreendia a
dor de perder alguém que amava, de retroceder à estaca zero. Muito do
que eu sentia não precisava explicar, pois esta irmã solteira
simplesmente sabia. E, conhecendo os sentimentos, compartilhou da minha
dor, eventualmente tornando-a mais leve.
Também aprendi que ser real e autêntico tem muito a ver com a possibilidade de experimentar todas as bênçãos da sociedade dos sem-anel. Cada vez que falamos sobre as dificuldades de se estar solteiro – as solitárias tardes de domingo, os
convites de casamento de pessoas dez anos mais jovens do que nós, a
centésima vez que ouvimos a pergunta: “Por que você não é casado?”, sentir saudade de alguém que nem conhecemos – com alguém que compreende, não estamos mais sozinhos quando estes momentos chegarem novamente. Cada vez que mostro essa ferida para algum de meus irmãos ou irmãs, meu fardo é compartilhado e torna-se mais leve. De repente, quando recebo mais uma pergunta insensível sobre
estar solteira, meus amigos solteiros estão comigo em espírito, rindo do absurdo deste questionamento.
É claro, se estamos falando apenas dos momentos difíceis, estamos compartilhando com nossos amigos e conhecidos apenas metade da experiência de estarmos solteiros. Não quero que meus amigos solteiros sejam apenas amigos para as horas difíceis e não quero que minha fala desta fase da vida seja negativa, pois eventualmente só a sentirei como negativa. É por isso que nas últimas semanas me diverti tanto ao falar sobre a alegria de ser tia e também da realidade – às vezes deliciosa – de pensar que se Deus tem um marido ou esposa preparado para nós no futuro, ainda teremos a
experiência do primeiro encontro, do pedido de namoro, da primeira vez que andamos de mãos dadas, do primeiro beijo. Uma amiga solteira compartilhou sobre abrir um negócio sozinha e o medo que esta nova empreitada apresenta caso ela falhe, uma vez que não terá ninguém para cuidar dela caso isso aconteça. Mas conhecendo o risco e admirando sua coragem, pude encorajá-la nesta aventura solitária. Adoro poder sair
com amigos solteiros para jantar após o trabalho, decidir na hora se queremos assistir ao nosso programa preferido na casa de alguém ou ficar ao telefone.
Talvez uma das maiores bênçãos que podemos oferecer uns aos outros na comunidade de solteiros é ajudar na transição desta fase da vida. Seja devido ao divórcio ou a morte do cônjuge, qualquer questão que force alguém ao nosso time de solteiros é
algo dolorido. E essas pessoas precisam de nossa empatia, segurança e amizade conforme sofrem essa completa e súbita mudança de vida.
A viúva com quem conversei recentemente me contou sobre sua tristeza e seu luto, além da surpresa de estar repentinamente de volta ao grupo dos solteiros em sua idade e pude me relacionar com seus desafios e dúvidas até agora, além de contar a ela sobre experiências boas que ela ainda viveria nesta fase. Foi gratificante poder dizer: “Você pode fazer isso!”, porque dividindo este encorajamento e a verdade, sou
relembrada de que eu também posso viver isso.
Como solteiro, eu me atreveria a dizer que é nossa responsabilidade ajudar essas pessoas em sua dor e caminhar com elas nessa enorme transição. Que razão excelente
para viver uma vida solteira abundante e completa e ter conversas abençoadoras freqüentes, e ser capaz de reassegurar a essas almas que sofrem na fase de solteiros, isso é uma tarefa nobre!
E sobre a diversidade entre os solteiros, desde os jovens solteiros de 20 e
poucos anos, os solteiros de 30 e poucos anos que têm seus relógios biológicos a ponto de explodir, os pais solteiros de 40 anos, os divorciados de 50 anos, os viúvos de 60: isso me lembra da forma como o corpo de Cristo deveria funcionar. Apesar de compartilharmos o status de solteiros e isso ser nosso elo, nossas diferentes caminhadas através dessa fase podem trazer grande riqueza. Posso me beneficiar do
romantismo dos jovens de 20 anos, ouvir as lições de quem passou por um divórcio, enxergar como é a vida de um solteiro que tem anos a mais do que eu. Fazendo isso, funcionamos como um corpo de muitos membros, usando nossas experiências únicas e nossos dons para abençoar o todo, conforme descrito em Romanos 12.
Ao funcionarmos como corpo, podemos ser parte da verdade da qual sempre me senti excluída como solteira, mas percebi que certamente é direcionada também para nós da sociedade dos sem-anel: “Um homem sozinho pode ser vencido, mas dois conseguem defender-se. Um cordão de três dobras não se rompe com facilidade”
(Eclesiastes 4:12).

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