segunda-feira, 21 de novembro de 2011

14ª Semana - Efésios 4:15,16 - Igreja e o Crescimento do Cristão

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Texto Chave:
“Antes, seguindo a verdade em amor, cresçamos em tudo naquele que é o cabeça, Cristo, do qual todo o corpo bem ajustado, e ligado pelo auxílio de todas as juntas, segundo a justa operação de cada parte, faz o seu próprio aumento para a edificação de si mesmo em amor”. Efésios 4:15,16

Objetivo da Lição:

Cada participante deverá entender porque deve participar da Igreja do Senhor enquanto estiver aqui na terra.

Pontos a Enfatizar:

a) A Igreja é o Corpo de Cristo na terra.(1 Co. 12:27). É um grupo de crentes que se reúne para a realização da obra de Deus, tendo a Bíblia como norma de funcionamento. 1 Co. 1:2.Não podemos nos reunir com os irmãos do mundo inteiro, mas devemos nos reunir com os irmãos da nossa localidade.A Igreja é uma instituição divina, mas formada por seres   humanos, pessoas imperfeitas, com falhas e deficiências, como eu e você! Considere isso!

b) Qual o valor de ser membro da Igreja?(Mt.18:20). A Igreja é um lugar de comunhão,crescimento espiritual,adoração a Deus em grupo,aplicar seus dons espirituais,cooperar com Deus na propagação do Evangelho, desenvolver sua vida social , onde você recebe o batismo e a Ceia e onde você tem o privilégio de contribuir para a expansão do Reino de Deus.O crente fora da Igreja é um membro inútil no corpo de Cristo.

c) Minhas responsabilidades na Igreja. Rm 12:4-8.  Você precisa da Igreja tanto quanto a Igreja precisa de você. Cada membro deve se envolver pessoalmente  nas atividades da Igreja, pois Deus está contando com você. (Hb. 10:25). Participe dos cultos semanais, atue no ensino da Palavra de Deus, evangelize, contribua com amor e é bom que saiba que seu lugar está reservado para você se envolver com  as coisas de nosso Senhor.


Ajuda para desenvolver a lição

A Igreja é u organismo, mas também é uma organização. Como organismo, a Igreja é o Corpo de Cristo; como organização, ela é a igreja local, onde você freqüenta. A Igreja é composta de todos os crentes do mundo, que se encontra em igrejas locais. Após ser salvo por Jesus Cristo seu papel agora é ser edificado na fé, receber instrução espiritual e partilhar da comunidade cristã. Tudo isso nos encontramos na Igreja do Senhor.

SUGESTÕES:

1. Ouça um louvor (DVD, CD...) (Obs. CD de louvor na Livraria da Igreja)

2. Oração Inicial

3. Discutir o assunto com todos os presentes pedindo a opinião de cada participante.

4. Encerrar estimulando os presentes a decorar o texto-chave, em seguida faça uma oração agradecendo a Deus por cada vida presente. 


Fonte: http://www.ifamilia.com.br/index/index.php?view=article&catid=71%3Aestudo-projeto-familia-forte&id=198%3A14o-semana-efesios-41516-igreja-e-o-crescimento-do-cristao&option=com_content&Itemid=135

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

MULHERES DA REFORMA


Agência lembra ícones femininos do movimento de Lutero

     Homens e mulheres tiveram papel importante no movimento da Reforma protestante no século XVI. Mas enquanto a história registra a contribuição de Martim Lutero, João Calvino, João Knox, Ulrico Zwinglio, Felipe Melanchton e outros, quem é capaz de mencionar a participação de mulheres no movimento?
    Catarina Von Bora, Catarina Schutz Zell, Claudine Levet, Marie Dentèrem, Rachel Specht ocuparam espaços na Reforma protestante, destaca a pastora reformada Sonia Motta, da Igreja Presbiteriana Unida (IPU), em artigo que escreveu para o Centro de Estudos Bíblicos (Cebi).
    “Se na Idade Média o ideal feminino era o de monja, na época da Reforma o ideal era ser esposa e mãe”, assinala Sonia. Lutero tinha essa postura, entendendo que a esposa e mãe estavam sujeitas ao marido. João Knox foi ainda mais radical, não aceitando qualquer tipo de governo de mulheres, pois isso contrariaria a natureza da Escritura e usurparia a autoridade masculina.
    Mesmo tratando do silêncio das mulheres, como o apóstolo Paulo preconizara, Calvino reconheceu a participação e a importância delas nas Escrituras Sagradas, mas manteve a subserviência da mulher em relação ao homem, analisa a pastora reformada. O reformador admitia que seria um escândalo uma mulher ensinar o seu marido pela pregação.
    A mulher de Lutero, Catarina von Bora (1499-1550), é, talvez, a reformadora mais reconhecida, pois conseguiu extrapolar o papel de “esposa de Lutero”. Ela foi monja antes de se casar com Lutero e conhecia os segredos da medicina caseira. Ela era uma ótima administradora dos bens familiares, sabia ler e escrever, o que era uma exceção para a condição de mulheres da época.
     Em Estrasburgo viveu Catarina Schutz Zell (1497-1562), casada com um sacerdote que foi excomungado. Ela escreveu ao bispo local defendendo o casamento de clérigos. Era uma mulher culta, leitora de Lutero. “Catarina Zell também escrevia muito, e em suas cartas incentivava as mulheres dos fugitivos (defensores da Reforma) a permanecerem firmes na fé”, afirma Sonia.
    Schutz Zell escreveu comentário sobre os Salmos 51 e 130, sobre a oração dominical e o Credo. Acolheu flagelados, pessoas perseguidas, visitou doentes, realizou pregações, inclusive na morte do marido.
    Em Genebra, Claudine Levet assumiu, em diversas ocasiões, o papel de pastora e pregadora, quando eles faltavam em congregações. Ela aplicou suas posses em favor dos pobres. Marie Dentière também atuou em Genebra, como pregadora e escritora. Chegou a remeter carta à rainha Marguerite, de Navarra, pedindo que ela intercedesse junto ao irmão, o rei da França, para eliminar a divisão entre homens e mulheres.
    “Embora não seja permitido a nós (mulheres) pregar em assembléias públicas e nas igrejas, não obstante não nos é proibido escrever e admoestar uma a outra com todo o amor”, escreveu à rainha.
    A calvinista inglesa Rachel Specht recorreu, em 1621, à parábola dos talentos para defender o direito das mulheres. Se Deus concedeu corpo, alma e espírito às mulheres, por que Ele daria todos esses talentos, se não para serem usados? – indagou. Não usá-los seria uma irresponsabilidade, argumentou.
    Igrejas da Reforma, constata a pastora presbiteriana, levaram algum tempo para ordenar mulheres, o que não é, “lamentavelmente”, a prática em todas as denominações protestantes.

Data: 1/11/2011 09:21:34
Fonte: ALC

Helen Berhane cantora Gospel Presa na Eritreia por dois anos em um Contêiner conta como suportou a prisão e as torturas sofridas

REPÓRTER CREIO

Após ser solta Helen recebeu asilo político na Dinamarca e veio ao Brasil convidada pela organização Portas Abertas e concedeu entrevista a Imprensa dia 20/10/2011 no Pq. Da Aclimação
Por: Repórter Getúlio Camargo

 1ª Parte Helen Berhane Explica como esta o seu País hoje
Por Getúlio Camargo
2ª Parte Entrevista Coletiva Helen Berhane
 Por Getúlio Camargo
3ª Parte Show no Parque da Aclimação 22/out/2011 
Por Getúlio Camargo
Fotos da Coletiva de Imprensa no Pq. da Aclimação 20/out/11
Fotos Getúlio Camargo
Fotos do Show da Helen Berhane no Pq. da Aclimação 22/out/2011 
Fotos Getúlio Camargo
         Helen Berhane é uma cantora cristã da eritréia que ficou presa durante dois anos em contêineres marítimos simplesmente porque não quis aceitar a pressão do governo para negar sua fé em cristo.
Ela foi terrivelmente torturada e quase morreu. Não teve um julgamento ou sequer foi sentenciada.
Seu país, a Eritreia, viola completamente os direitos humanos de seus cidadãos. Acredita-se que ainda hoje cerca de três mil prisioneiros vivam nessas condições.
Após ser solta Helen recebeu asilo político da Dinamarca ela veio ao Brasil convidada pela organização Portas Abertas.  E na quinta-feira dia 20/out concedeu entrevista a Imprensa no Pq. Da Aclimação.
No dia 22 de outubro, sábado, às 10h, na Concha Acústica do Parque da Aclimação aconteceu um show com Helen.  Muitas pessoas estiveram presente e uniram a esta mulher que representa milhares de prisioneiros eritreus.


Data: 25/10/2011 03:58:43
Fonte: http://www.creio.com.br/2008/reporter01.asp?noticia=439

EVANGELHO MUÇULMANO


Cristãos de países árabes querem revolução e combate ao governo islã
     Para os povos do mundo árabe, a onda de levantes populares na região simboliza suas ambições por democracia e liberdade dos regimes autoritários.
    Mas a Primavera Árabe também gera algumas desconfianças por parte da minoria cristã na região, temerosa de que que a ascenção de partidos islamistas poderia colocá-los em risco.
    Recentemente, uma conferência internacional realizada no Líbano reuniu mais de 680 políticos, acadêmicos e ativistas cristãos para mostrar amplo apoio às revoluções na região e garantir aos cristãos que o "medo sectário só serve aos governos autoritários".
    "Os libaneses cristãos e seus irmãos na região rejeitam qualquer tentativa de vincular a fé cristã ao destino dos regimes opressivos e tirânicos que transformaram o mundo árabe em uma prisão e que, historicamente, só marginalizou seus cidadãos. Nós não aceitaremos ser os executores contra as vítimas (dos regimes)", disse a nota oficial do encontro.
    Segundo um dos organizadores do encontro no Líbano, Kamal Yaziji, o evento teve o objetivo de combater a opinião que está sendo disseminada na mídia e regimes autoritários de que os cristãos estão com medo da Primavera Árabe. "Nós não somos uma minoria em perigo, nós queremos dar uma chance à Primavera Árabe, queremos fazer parte dela porque somos protagonistas também. Discutimos planos de ação para os cristãos se integrarem nesta onda de revoluções", disse ele à imprensa árabe.

Eleições
    Os protestos que tiraram os presidentes do Egito e da Túnisia, depois de décadas no poder, eram formados por diversos grupos sociais e religiosos. Mas uma vez iniciados os processos políticos, os partidos islâmicos, mais preparados e com amplo eleitorado, saíram na frente como favoritos a terem uma ampla presença nos próximos governos.
    Na Túnisia, a eleição parlamentar do dia 23 de outubro confirmou a vitória do partido islâmico moderado Ennahda, que conquistou cerca de 42% dos votos e causou preocupação entre muçulmanos seculares e cristãos sobre o caráter do futuro governo. O partido declarou que governará para todos e que as liberdades e escolhas religiosas serão respeitadas.
    No Egito, o favorito para as eleições ao parlamento no dia 28 de novembro é a Irmandade Muçulmana, o maior e mais bem organizado movimento islâmico do mundo árabe e que gera preocupação entre a comunidade da Igreja Cópta - cerca de 10% da população de 80 milhões do país.
    Nos últimos meses, alguns incidentes entre cristãos e muçulmanos, acirrou o discurso sectário. Em alguns episódios de violência, muçulmanos defenderam seus conterrâneos cristãos nas ruas e acusaram os islâmicos radicais de "fomentarem a discórdia e traírem os princípios da revolução egípcia".
    Segundo o teólogo e historiador brasileiro Roberto Khatlab, há mais de 20 anos radicado no Líbano e autor do livro Árabes Cristãos? (Editora Ave-Maria, 2009), os árabes cristãos somam mais de 20 milhões na região, mas seus números vêm caindo, como já alertaram entidades internacionais de direitos humanos.
    Khatlab entende a preocupação de grupos cristãos nos países árabes em função do número cada vez maior de pessoas fugindo de seus países em razão de guerras, perseguições, militâncias políticas e intolerância religiosa, especialmente no Iraque após a invasão dos Estados Unidos, em 2003. "No Iraque, depois da guerra, os cristãos passaram a sofrer perseguições porque foram vistos por militantes como aliados das tropas americanas, igualmente cristãs. Mas eles também são árabes, pessoas da região, com os mesmos hábitos".
    Segundo organizações internacionais, cristãos no Iraque somavam mais de 1 milhão nos anos 80, mas, em 2005, o número caiu para 650 a 800 mil. "E por isso, cristãos e outras minorias sofrem de incertezas quanto ao futuro", disse o brasileiro.
    No entanto, Khatlab concorda que o discurso sectário não deveria ser usado para amedrontar as minorias. "Os princípios desses protestos populares são únicos e justos. Uma democracia terá mais condições de proteger minorias do que regimes autoritários", salientou ele.
Síria
    Enquanto líbios, tunisianos e egípcios conseguiram derrubar seus ditadores, as populações na Síria e Iêmen continuam envolvidas em protestos antigoverno. Na Síria, o governo acusou islamistas de fomentarem os protestos que já duram oito meses e deixou mais de 3 mil pessoas mortas. No entanto, ativistas sírios acusam o regime do presidente Bashar al-Assad de fomentar o discurso sectário para espalhar o medo na população.
    Há dois meses, o patriarca da Igreja Maronita do Líbano, Beshara al-Rahi, causou polêmica quando declarou sua preocupação com os cristãos na Síria caso o regime de Assad fosse deposto, pedindo uma chance para que reformas no país fossem implementadas. As declarações do patriarca geraram condenações de políticos, ativistas e jornalistas cristãos e também muçulmanos no Líbano e região. Os governos da França e dos Estados Unidos também condenaram as declarações, incluindo o Papa Benedito 16.
    Ativistas acusaram o patriarca de promover mais medo para que os cristãos temam a Primavera Árabe. Respondendo às críticas, al-Rahi declarou que suas palavras foram tiradas de contexto e que não estimulavam o discurso sectário. Mas as explicações não convenceram o público na região.
    De acordo com Antoine Kurban, professor na Universidade Saint Joseph, em Beirute, o levante árabe é um levante popular e todos são livres para dar apoio ou não sob o ponto de vista de cidadão. "Nós todos devemos ter a consciência cristã em mente. Um cristão, se levar em conta os valores espirituais, não pode ficar ao lado do opressor que usa de desculpas para oprimir. Sempre toma o lado da vítima, da dignidade e da liberdade individual", opinou.

Data: 3/11/2011 09:00:00
Fonte: Terra

COPA DO MUNDO


Garotinho detona Ricardo Teixeira por mágoa do passado
Por: Redação Creio

            Garotinho não perdoa seus inimigos e aliados. Ele deixou isto bem claro nesta terça-feira, dia 08, durante a sabatina de Ricardo Teixeira e Jèrôme Valcke na Câmara dos Deputados sobre a organização da Copa do Mundo em 2014. Por serem aliados da Globo no futebol, inimiga pública número um do ex-governador do Rio, Garotinho pegou pesado com os executivos envolvidos na organização da Copa do Mundo.
            De acordo com o colunista Lauro Jardim, Anthony Garotinho perguntou se seu perfil (de Ricardo Teixeira) publicado na Piauí sobre ele era verdadeiro e se Teixeira confirmaria as ameaças de restringir acesso de veículos de comunicação e perseguir adversários na Copa de 2014: O senhor confirma a íntegra ou a revista mentiu?”
Dirigindo-se a Jérôme Valcke, Garotinho foi igualmente provocador ao perguntar se a França deixaria de lado sua soberania para atender aos pedidos da FIFA. “Duvido que o senhor fosse concordar com alguém que chegasse a um francês para dizer que é preciso mudar as leis para vender bebida.” A Garotinho, Teixeira disse que foi mal interpretado pela revistas piauí.


Data: 9/11/2011 09:23:17
Fonte: Com informações da Veja

PRESSÃO NO IRÃ CONTINUA


Após mentir, país volta a pedir que pastor preso se converta ao Islã
Por: Redação

     Recentemente, funcionários do governo apresentaram um livro ao pastor Yousef Nadarkhani, preso no Islã por nçaoi negar a Jesus, que falava sobre a cultura islâmica em sua cela, em Rasht, informando que ele deveria repensar sobre sua decisão de continuar sendo um cristão. O mesmo que governo que mentiu para o mundo, alegando ter dado liberdade a Nadarkhani, agora tenta uma solução mais amena, desde que bedecida.
     O livro intitulado de “A Mensagem das Duas Eras” refere-se tanto ao Novo quanto ao Velho Testamento que estão na Bíblia cristã, que afirma que o cristianismo é uma invenção. Sem do assim o Islã é superior.
    Segundo advogados e especialistas, ainda é incerto de qual seria a intenção do aiatolá ao mandar livros islâmicos para o pastor, pois pode ser visto como uma nova chance ao pastor ou também algo que confirme ainda mais a sentença de morte para ele.
    Embora a primeira instância do tribunal houvesse decidido que o pastor não cometeu apostasia, como está sendo acusado, o tribunal deu a ele a oportunidade de se retratar e voltar ao islamismo, mas Nadarkhani repetidamente recusou os pedidos.
    Todas as minorias religiosas do Irã têm enfrentado perseguição e marginalização política durante o atual governo iraniano, mas o governo sempre castiga com severas restrições aqueles que querem deixar o Islã e se converter a outras religiões.
    Por favor, continue orando pelo pastor Yousef e por todos os cristãos perseguidos no Irã. Ore para que Deus possa ser manifestado por meio de nossos irmãos que estão sofrendo por amor a Cristo.
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Data: 11/11/2011 09:28:56
Fonte: Com informações de Portas Abertas

terça-feira, 15 de novembro de 2011

ARCA DE NOÉ PODE SER COMPROVADA


Imagens em caverna na França atestariam passagem bíblica
     Imagens de animais em situações “não naturais”, onde carnívoros e herbívoros andam lado a lado e todos parecem hipnotizados. Seria essas pinturas encontradas em uma caverna na França o relato mais antigo e definitivo sobre a Arca de Noé descrita na Bíblia?
    As cavernas de Chauvet, chamadas de “cavernas dos sonhos esquecidos” foram descobertas em 1994.  Alguns estudiosos acreditam que as pinturas rupestres têm mais de 20 mil anos.
    Os animais são mostrados saindo de um lugar retangular, ligeiramente inclinado e escuro como breu. Segundo os relatos do Livro de Gênesis capítulo 6, a Arca de Noé era retangular coberta por uma camada de piche (ou breu) que servia como isolante.
     A caverna tem vista para a Pont d’Arc (ponte do arco-íris), a ponte natural mais alta da Europa. Deus fez um pacto de nunca mais inundar a terra que foi confirmado por um “arco-íris” em Gênesis 9:13.  Dentro da caverna existe uma espécie de altar sacrificial, e a Bíblia fala que uma das primeiras coisas que Noé fez foi erguer um altar e sacrificar animais a Deus (Gn 8:20).
     Cientistas que tiveram acesso às cavernas dizem se tratar de uma cena de caça, mas é improvável, pois se vê um rinoceronte (herbívoro) atrás de leões. As dificuldades de explicar as cenas desse imenso mural fizeram com que eles o dividissem em três grandes temas: “Painel do rinoceronte”; “painel do cavalo ‘ e ‘painel dos leões”.
     Os desenhos nas paredes mostram 13 variedades de animais, alguns deles inclusive já estão extintos. O que intriga os pesquisadores é como algum homem primitivo que fez os desenhos pudesse conhecer tantos animais diferentes, que não eram encontrados naquela região.  Acredita-se que os desenhos só foram conservados porque a entrada da caverna foi fechada por um desmoronamento e ficou milênios selada, sem ligação com o mundo exterior.
    As cavernas de Chauvet possuem uma variedade de ossos de animais, incluindo dois esqueletos de cavalos, e muitos de ursos, mas não foram encontrados ossos humanos. Noé também plantou uma vinha (Gn 9:20) e ainda hoje há um belo vinhedo em frente à caverna.
    Os mais céticos dirão que existe uma explicação razoável para todos esses fatos. Mas o mistério continua. O relato bíblico aponta que a arca desceu no monte Ararate, atual Turquia, bem longe da França…
    Mesmo que sejam apenas coincidências, com o relato bíblico, depois de terem encontrado a caverna, o governo francês fechou o acesso, permitindo apenas que um pequeno número de cientistas entrasse lá regularmente.
    Ainda há muito para ser dito sobre essa que é a mais antiga “galeria de arte” conhecida. O cineasta Werner Herzog fez um documentário sobre o lugar chamado “Caverna dos Sonhos esquecidos” que mostra parte da caverna e de sua história.
    Boa parte dessa nova discussão sobre as imagens encontradas na caverna e sua ligação com o relato do Antigo Testamento devem-se ao lançamento recente do livro “God´s Steed” que aborda o assunto. A questão também foi tratada na edição de novembro da revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences, onde um artigo sobre a análise do DNA das tintas usadas na arte rupestre confirmam a datação de mais de 25.000 anos.

Data: 10/11/2011 08:38:48
Fonte: Anciet Wisdom

CONFLITO DE CRENÇA


Religiões afro brasileiras dizem sofrer preconceito evangélico
    Uma característica atribuída ao povo brasileiro é a tolerância religiosa. O caldeirão de culturas que formou o País teria propiciado a convivência harmônica entre os diferentes credos, ao contrário de outras nações onde violentas disputas derramam sangue inocente. Na prática, porém, a realidade é outra. Seguidores das religiões afro-brasileiras sempre conviveram com a desconfiança alheia. Nos últimos tempos, há indícios de que a situação se agravou. Somente no Rio de Janeiro, são contabilizados, por ano, quase 100 casos de agressões morais ou físicas envolvendo intolerância religiosa em relação aos praticantes de umbanda e candomblé. “Em sua maioria esmagadora, os ofensores são membros das igrejas neopentecostais”, afirmou à ISTOÉ Henrique Pêssoa, delegado da 4a DP, no centro da cidade, que há três anos recebeu uma designação especial e pioneira no Brasil para cuidar de casos que envolvem crimes de viés religioso.
    “Cada neopentecostal tem a missão de ganhar adeptos, é uma obrigação religiosa, daí o proselitismo. A missão é clara: divulgar e converter”, explica a antropóloga da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro Sonia Giacomini, que pesquisa o tema há 20 anos. Ela diz que o intuito de arrebanhar mais e mais fiéis é bastante organizado. “Existe uma certa logística. Por exemplo, uma igreja é instalada onde havia um cinema pornô, pois ali seria uma área especial para fazer uma conversão, cheia de pessoas vulneráveis”, apontou.
    O problema é que a busca por fiéis transforma-se, às vezes, em perseguição. Na Ilha do Governador, na zona norte, há denúncias na 4ª DP de representantes de religiões afrobrasileiras contando que terreiros (os locais onde são realizadas as cerimônias de umbanda e candomblé) estavam sendo destruídos e seus líderes escorraçados da Ilha por traficantes evangélicos neopentecostais. “Ali, criamos a Comissão de Combate à Intolerância Religiosa (CCIR) porque era extremamente necessário”, diz Ivanir dos Santos, membro da comissão. Este e outros 39 casos em todo o País foram denunciados em um relatório produzido pelo grupo que reúne 12 religiões e entregue ao presidente do Conselho de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidas, Martin I. Uhomoibai.
    Entre as denúncias, está a da Associação da Resistência Cultural Afro-Brasileira Jacutá de Iansã, que não conseguiu abrir conta-corrente na agência Abílio Machado da Caixa Econômica Federal, em Belo Horizonte (MG). Os diretores contam que esperaram quatro meses para receber a seguinte resposta: o banco é livre para abrir conta de quem quiser, e não queria a associação como correntista. Em São Paulo, a Associação Beneficente de Oyá e Ogun acusa a prefeitura de discriminação por ter lacrado sua sede no bairro de Santa Mariana, sob a alegação de desrespeitar o zoneamento. Segundo eles, o desrespeito se deve unicamente ao fato de eles estarem no local. Até na considerada sincrética Salvador (BA), a prefeitura foi denunciada por ter destruído parcialmente o terreiro Oyá Onipo Neto no bairro de Imbuí. No processo, diz que o terreiro era vizinho à propriedade de um funcionário da prefeitura que não gostava da proximidade com o templo. Os três casos ocorreram em 2008 e ainda estão sendo investigados.
    No Rio, um dos terreiros mais antigos do País, de 1908, foi derrubado recentemente. Funcionava no município de São Gonçalo, não muito longe da capital, em uma pequenina casa, que foi posta abaixo para a construção de um galpão. A iniciativa da demolição foi do dono do imóvel, o militar Wanderley da Silva, 65 anos, que desconhecia a importância do endereço. O problema, segundo lideranças religiosas regionais, não foi o ato dele e, sim, o da prefeita de São Gonçalo, Maria Aparecida Panisset (PDT), que teria ignorado os pedidos de umbandistas para salvar o local tombando-o. A prefeitura expediu uma nota dizendo que nada poderia fazer porque a casa era particular. Mas outro caso envolvendo a prefeita Maria Aparecida, que é frequentadora da Primeira Igreja Batista Renovada, provoca dúvidas entre os religiosos.
    Maria Aparecida estaria forçando a desapropriação de um local onde funciona outro histórico terreiro, o Centro Espírita Caboclo Pena de Ouro. O presidente da Casa, Cristiano Ramos, diz que a explicação oficial é a construção de um Complexo Poliesportivo no local – embora haja um centro esportivo com características semelhantes na região. O caso virou, em abril, uma disputa judicial. “Tentei negociar várias vezes, mas ninguém quis me ouvir”, diz Ramos, que alega não ter recebido informações sobre indenização até agora. Procurada por ISTOÉ, a prefeitura não deu retorno.
    Muitas iniciativas para combater a perseguição ainda dependem de apoio governamental. Por exemplo, o tombamento de templos – que são pedidos e não são atendidos pelas prefeituras –, a morosidade na apuração de denúncias de perseguição e a falta de providências contra policiais que se recusam a investigar casos de intolerância. Para o delegado Henrique Pêssoa, saber a abrangência exata desse tipo de crime, que tem pena de um a três anos de reclusão e multa, é quase impossível. Os registros raramente são feitos de maneira correta e, além disso, a lei não costuma ser cumprida. A bancária Elisângela Queiroz descobriu isso na prática. Chamada de “macumbeira safada” por um colega de trabalho, ela procurou uma delegacia, mas recusaram o registro da ocorrência. “Chegaram a me dizer que era apenas uma briguinha”, contou ela.
    Pesquisa recente da Fundação Getulio Vargas aponta que 0,35% da população declarou ser praticante de religiões afro-brasileiras. O teólogo Jayro de Jesus acredita que é muito mais e até estima um crescimento de quase 70% no número de terreiros nos últimos 30 anos. “Acho que as pessoas estão sendo segregadas e, por isso, não tiveram a altivez de se autodeclarar nos censos”, afirma. Ele faz parte do grupo que está discutindo o mapeamento dos terreiros existentes no Brasil, com apoio da Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. A expectativa é de que os trabalhos comecem no início do próximo ano e durem até 2013. Em um levantamento feito em 2011, foram localizados até agora, somente na região metropolitana do Rio, 847 terreiros. Com os dados obtidos, o próximo passo será a implementação de um Plano Nacional de Proteção Religiosa. Para impedir a propagação de conflitos movidos pela religião, é preciso agir rápido.

Data: 7/11/2011 09:00:00
Fonte: Revista IstoÉ

MUDANÇA NO RITUAL


Projeto de Lei veta sacrifício religioso de animais
    Projeto que veta o sacrifício animal em rituais, apresentado no mês passado em SP, acende uma difícil discussão sobre crueldade contra seres vivos e liberdade de crença e culto.
    Um projeto de lei apresentado na Assembleia Legislativa de São Paulo quer proibir o uso e o sacrifício de animais em cultos religiosos.
    Mesmo longe de ser votado, o projeto mobilizou religiosos e protecionistas. O debate contrapõe tradição cultural e direito animal e mostra furos na atual legislação.
     Para o deputado Feliciano Filho (PV), o autor, ele não propõe nada além do que a lei prevê. "Só fixei multa para quem praticar o sacrifício, que já é proibido."
    Ele se refere à Constituição e à Lei de Crimes Ambientais. Uma garante que os animais não sofram crueldade. Na outra, maus-tratos é crime. "Matar sem anestesiar é maus-tratos", argumenta. Mas a Carta também garante liberdade de culto. O que viria primeiro?
    "É um conflito. A legislação encampa valores da liberdade religiosa e do ambiente. Os dois lados podem ter razão", diz Daniel Lourenço, especialista em direito animal.
    No Sul, uma lei de 2003 permite sacrifício de bichos em rituais de matriz africana. Em 2005, houve tentativa frustrada de derrubá-la. Em São Paulo, a discussão mal começou e não envolve só as religiões africanas.

TRADIÇÃO DO SACRIFÍCIO
    O sacrifício animal está na origem das maiores religiões do mundo. Historicamente, a morte dos animais era feita para expiação dos pecados ou em celebrações, explica o sociólogo Reginaldo Prandi.
    Como religião institucionalizada, o cristianismo nunca adotou o sacrifício, mas teologicamente admite o seu significado. "Quando recebem a hóstia, os católicos fazem um sacrifício simulado. Para os cristãos, a morte de Jesus foi o último sacrifício." No judaísmo, não é comum o sacrifício de animais, mas existe o abate kosher, que usa em larga escala técnicas próprias para matar o animal.
    No abate kosher, assim como no halal (abate muçulmano), o animal é morto por degola e não é anestesiado. A nova lei enquadraria toda morte de bicho feita sem insensibilização (anestesia).
    Em 2010, o Brasil exportou 475,23 mil toneladas de carne para países que exigem abate halal ou kosher (39% do total exportado). "O abate kosher não é um ritual. O ideal judaico é o vegetarianismo. Consumir carne é uma concessão a alguém de alma fraca", diz o rabino Ruben Sternschein, da Congregação Israelita Paulista. Segundo ele, o abate kosher "deve ser feito com o mínimo de sofrimento para o animal".
     Já o abate halal de bois, aves e carneiros é um sacrifício religioso, diz Mohamed Hussein El Zoghbi, diretor da Federação das Associações Muçulmanas do Brasil.
   "Mas prima pelo bem-estar como nenhum outro. A morte por degola não causa sofrimento. A ruptura das veias e da traqueia faz com que o animal morra rapidamente. Quem vê pensa que está sofrendo, mas já está morto, se debate por reflexo." De acordo com o presidente do CEN (Coletivo de Entidades Negras), Márcio Alexandre Gualberto, o bicho morto no candomblé também é consumido -nada a ver com a imagem de feitiçaria e galinha em encruzilhada.
    "Tem quem faça isso, mas não é nossa tradição. Usam partes da tradição para fazer coisas que não são nossas." Segundo ele, o sacrifício é praticado por sacerdotes treinados para minimizar o sofrimento. "O animal não pode sofrer. Somos preocupados com o bem-estar dos animais oferecidos aos deuses."
    São Paulo tem 719 terreiros, segundo levantamento de Prandi, para quem o projeto é preconceituoso: "As motivações da lei são o preconceito e a ignorância. Se o deputado estivesse preocupado com animais, deveria bater na porta de frigoríficos". Para Antonio Carlos Arruda, coordenador de políticas públicas da Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania de SP, o projeto é "inaceitável". "Liberdade religiosa é princípio da democracia."
    Uma reunião do Fórum Inter-Religioso da secretaria discutiu a participação de entidades do Estado no movimento de reação ao projeto. O slogan da campanha, que antes era "Não toquem nos nossos terreiros", foi ampliado para "Cultura de paz e liberdade religiosa já!". Um ato público organizado pelo CEN está previsto para o dia 15, às 13h, em São Paulo, no vão do Masp.

LIMITE DA LIBERDADE
    Do outro lado, os defensores dos animais consideram o projeto pertinente ao menos por levantar o debate. "Nossa sociedade ainda tem a ideia de que animais são coisas. Nessa visão, o direito do homem é superior ao deles", diz o advogado Lourenço. O promotor de Justiça do Estado Laerte Fernando Levai diz que há limites morais para o exercício da liberdade religiosa. "Há que se respeitar o direito ao culto, sim, desde que as práticas não impliquem violência."
    O promotor João Marcos Adede y Castro, do Rio Grande do Sul, reforça o coro: "Se fosse assim, era só criar uma religião de sequestradores e haveria respaldo legal".
    O mesmo pensa a veterinária Ingrid Eder, da ONG WSPA Brasil. "Que cultura é essa que causa maus-tratos aos animais? A cultura evolui de acordo com o conhecimento. Hoje, sabemos que os animais sentem dor."
    Reginaldo Prandi acredita que a evolução deve vir de dentro da religião. "Há segmentos do candomblé que não matam animais. Pode ser que, no futuro, a religião evolua para um sacrifício mais simbólico, mas isso não pode ser imposto. Não se muda uma religião por decreto."

Data: 8/11/2011 09:00:00
Fonte: Folha de São Paulo

PROMESSAS


"Pois quantas forem as promessas feitas por Deus, tantas têm em Cristo o "sim". II Cor. 1:20a
Quando fazemos promessas que não podemos cumprir criamos no futuro desapontamento e frustração para alguém.  Promessas somente devem ser feitas se realmente temos condições de cumpri-las.
Pela própria definição da palavra "promessa" todos os problemas devem ter sidos superados antes de a promessa ser feita.  Se existe um "talvez" ligado à uma promessa, ela é uma declaração de boas intenções e não uma promessa de verdade.
Isto talvez soe um pouco duro, mas aqueles que construíram o seu futuro baseado em promessas humanas que nunca foram cumpridas pagaram um preço enorme.  O uso de promessas de uma maneira bem intencionada, mas sem "fundos" para pagar, é fonte de muita dor. Prometer sabendo que não se tem "fundos" é maldade.
Políticos e governos realmente aperfeiçoaram a técnica de prometer sem "fundos".  Eles sabem que não vão poder manter sua palavra.  Um dia alguém terá de avisar o povo que as promessas não podem ser cumpridas.  Logo depois virão as manifestações violentas e os governantes que fizeram as promessas acharão alguém para poder culpar.
À luz da dificuldade que temos em fazer promessas verdadeiras, fica lindíssima a declaração que diz que todas as promessas que Deus tem feito acham seu "sim" em Cristo.
As promessas Dele têm "fundos" sim!  Pode confiar nelas e fazer seus planos para a eternidade.
Construa seu futuro nas promessas de Deus em Cristo.  Jesus nunca prometeu mais que Ele pode entregar.  Eu gosto de promessas de verdade.
Carlos McCord
Presidente do Ministério Permanecer

CRACK X BEBIDAS ALCOÓLICAS


Pesquisa mostra que consumo de crack substitui o do alcoól

A facilidade de acesso e o baixo custo do crack estão fazendo com que a droga se alastre pelo país. Uma pesquisa divulgada na segunda-feira, 7, pela Confederação Nacional de Municípios (CNM) revela que o crack está substituindo o álcool nos municípios de pequeno porte e áreas rurais. Nos grandes centros, uma pedra de crack custa menos de R$ 5.
Dentre os 4,4 mil municípios pesquisados, 89,4% indicaram que enfrentam problemas com a circulação de drogas em seu território e 93,9% com o consumo. O uso de crack é algo comum em 90,7% dos municípios. “Verificamos que o uso de crack se alastrou por todas as camadas da sociedade, a droga que, em princípio, era consumida por pessoas de baixa renda, disseminou-se por todas as classes sociais”, aponta a pesquisa.
O custo efetivo das ações de combate ao crack e outras drogas nos municípios chega a mais de R$ 2,5 milhões. De acordo com o CNM, faltam profissionais capacitados e verbas destinadas para a manutenção das equipes e dos centros de atenção que deveriam estar disponíveis aos usuários. 
O relatório mostra que 63,7% dos municípios enfrentam problemas na área da saúde devido à circulação da droga. A fragilidade da rede de atenção básica aos usuários, a falta de leitos para a internação, o espaço físico inadequado, a carência na disponibilidade de remédios e a ausência de profissionais especializados na área da dependência química são os principais entraves apontados pelos gestores municipais.   
Em relação à segurança pública, os principais problemas estão relacionados ao aumento de furtos, roubos, violência, assassinatos e vandalismo. Existem ainda apontamentos em relação à falta de policiamento nas áreas que apresentam maior vulnerabilidade. 
Outra questão revelada pela pesquisa é a fragilidade da rede de Proteção Social Especial e do Centro de Referência Especializado da Assistência Social (Creas) que tem como objetivo trabalhar as demandas dos usuários de drogas. Estes serviços são deficitários em 44,6% dos municípios.
De acordo com a pesquisa, um dos grandes problemas é a falta de controle das fronteiras do país. “O efetivo policial é pequeno, mal remunerado e pouco treinado para enfrentar a dinâmica do tráfico de drogas.”
Outro fator relevante, segundo o CNM, é o papel que as indústrias produtoras de insumos utilizados para o preparo do crack desempenham. “A grande questão é a fiscalização da venda desses produtos, que atualmente é feita de maneira insuficiente.” 
A primeira pesquisa da CNM, divulgada em dezembro do ano passado, mostrou que 98% dos municípios pesquisados confirmaram a presença do crack em sua região. Em abril, a confederação lançou o portal Observatório do Crack para acompanhar a situação dos municípios, com informações sobre o consumo, os investimentos e os resultados das ações de combate à droga.
OUTRAS NOTÍCIAS
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Pesquisa mostra comportamento de cristãos. Você concorda?  >> Leia mais

Data: 8/11/2011 08:49:32
Fonte: Agência Brasil

13ª Semana - Filipenses 2:4 - Crescendo no Relacionamento Cristão

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Texto Chave:
“Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros”. Filipenses 2:4

Objetivo da Lição:
Levar cada membro do Corpo de Cristo a crescer nas relações cristãs. Precisamos nos despojar da malícia, da desonestidade, da sensualidade e de outras características da velha vida e demonstrarmos em nossas relações com o próximo e em nosso culto, as qualidades da nova vida que desfrutamos em Cristo.

Pontos a Enfatizar:

a) Despojando-nos do pecado –(Cl.3:2-6). Com o Novo Nascimento morremos para a antiga vida, não regenerada, mas mesmo assim as más tendências da velha vida tendem a reaparecer, para nos perturbar. (Cl. 3:8,9). Pecados de atitude e de maneira de falar. Precisamos nos submeter ao Espírito Santo que nos orientará numa vida piedosa. (Sl. 19:14).

b) Transformados pelo Espírito Santo – Despojarmos das vestiduras do velho homem e revestir-nos das vestes espirituais da nova vida. Nossas antigas atitudes e modo de falar foram cravados na cruz de nosso Salvador e estamos mortos para essas coisas. (Cl. 3:3).

c) Vestidos de Graça – (Cl. 3:12,13). Devemos sentir compaixão uns dos outros e colocar-nos em seu lugar, sofrendo com eles, ter misericórdia. Bondade, sentimento de boa vontade, fazer o bem aos outros, quer eles nos façam bem ou não. Humildade não deve ser confundida com sentimento de inferioridade. Mansidão, suavidade, brandura, paciência sem ressentimentos. O amor transforma um sentimento superficial em compaixão genuína.


Ajuda para desenvolver a lição

Você tem dificuldade em ser humilde, manso, longânimo, tolerante e perdoador? Tem tendência a ser arrogante, impaciente, colérico e ressentido? (Jo. 14:27). Pense no que Deus tem lhe dado e expresse sua gratidão em palavras e ações. Procure compreender tudo o que Cristo suportou, tudo o que sofreu por você. (Cl. 3:16,17).


SUGESTÕES:

1. Ouça um louvor (DVD, CD...) (Obs. CD de louvor na Livraria da Igreja)

2. Oração Inicial

3. Discutir o assunto com todos os presentes pedindo a opinião de cada participante.

4. Encerrar estimulando os presentes a decorar o texto-chave, em seguida faça uma oração agradecendo a Deus por cada vida presente. 


Fonte:  http://www.ifamilia.com.br/index/index.php?view=article&catid=71%3Aestudo-projeto-familia-forte&id=197%3A13o-semana-filipenses-24-crescendo-no-relacionamento-cristao&option=com_content&Itemid=135