quarta-feira, 3 de agosto de 2011

CUIDADO COM AS SUAS DECISÕES...



Decisão errada...
Cansei da minha casa.
Ficar já não fazia sentido.
Tudo me perturbava.
Até mesmo aquele que todos os dias me abençoava.

Flechei seu coração.
Roubei sua alegria.
Peguei o que era meu.
Fui embora, não dei explicação.

Decisão acertada
Um dia acordei.
Acordei para a vida
Então disse para mim mesmo:
Chega de descer, sofrer e perder...

Cheio de vergonha e medo,
Tomei o caminho de volta
O que vai acontecer? Não sei.
O que vão dizer? Não importa.
O que eu preciso, é começar a vencer!!!

Vencer a vergonha,
Vencer o medo,
Vencer o pessimismo,
Vencer os que não querem me ver livre,
Vencer o meu “eu” que está enfermo.

Acertei na escolha, voltei,
Já estou na minha casa,
Hoje eu sei o custo
de uma decisão errada!

Antes de decidir, pense um pouco mais!

http://familiaegraca.blogspot.com

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

POR QUE AS NOIVAS CASAM DE BRANCO


Pergunta da S.M.D.N, do Piauí.


“Gostaria de saber se só pode casar-se vestida de branco as jovens virgens? Se assim for como é que me explicam que quando uma pessoa pede perdão a Deus os pecados são lançados no mar do esquecimento? E como é que a Bíblia diz que as pessoas que aceitam a Cristo nova criatura são, as coisas velhas se passaram e eis que tudo se fez novo?”


O vestido branco da noiva faz parte de uma tradição.
Ao contrário do que muitos pensam, a tradição tem sua importância na construção de uma relação de casal e da cultura familar. Sabemos que, cônjuges que honram os valores duradouros do amor, confiança e compromisso, começando com as núpcias, e que continuam a desenvolver rituais significativos por todos os anos do seu casamento parecem gozar uma coesão e de uma noção de família que os mantém unidos. Em contraste, casais cujas atitudes e ações deixam de refletir esses valores parecem quase fadados ao fracasso desde o começo.
Segundo uma tradição, muito antiga, o vestido branco é um testemunho publico de que a noiva se guardou virgem para o seu amado. A pergunta que precisa ser feita é: “Uma jovem que perdeu sua virgindade antes de casar-se, em se casando de branco, não estaria começando sua vida conjugal em cima de uma mentira?”. Porém, é preciso esclarecer que, quando ela ou ele, perdeu a virgindade antes de conhecer a verdade, antes de nascer de novo, quando aconteceu a conversão, houve o que chamo de “revirginamento”. Aos olhos de Deus é como se eles nunca houvesse mantido relação sexual. Afirmo isso com base no versículo que está na sua pergunta: “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas”. 2 Co. 5.17 Esta jovem pode casar de branco na igreja, pois está escrito: “Mas Deus, não tendo em conta os tempos da ignorância,...” (Atos 17.30) Porém, quando os jovens perdem a virgindade conhecendo a verdade, como membros do Corpo de Cristo, o caso merece o tratamento com base no conhecimento que os mesmos tinham dos princípios da Palavra de Deus. Para os que têm dúvida sobre isso, leia o que está escrito em Heb. 10.26; 2 Pe. 2.20.
O véu da noiva
As noivas cristãs, judias, mulçumanas e hindus sempre usaram véus em suas núpcias. Historicamente, o véu protegia a noiva contra espíritos malignos e contra o “mau olhado”. Ele também simbolizava sua pureza protegida, uma espécie de papel para embrulhar presentes. Puxar o véu para trás após os votos denotava a nova posição de esposa da noiva. (Conhecimento Judaico – I – Nathan Ausubel)
Casamento judaico
O casamento na cultura judaica nos tempos bíblicos, segundo o dicionário John D. Davis, a escolha de uma esposa para o filho, era ordinariamente feita pelo pai, Gn. 21.24; 24.38,46. Em alguns casos, o filho fazia a escolha, ficando ao pai a missão de dirigir as negociações Gn. 34.8; Jz. 14.1-10. Somente em circunstância extraordinária é que o jovem dirigia todo o negócio, Gn. 29.18.Havendo o consentimento do pai ou do irmão da moça preferida, não havia necessidade de consultar a vontade dela, Gn. 24.51; 34.11. Ocasionalmente os pais, procuravam um esposo para a filha, ou a ofereciam em casamento a um indivíduo de sua escolha, Ex. 2.21; Js. 15.17; Rt. 3.1,2; 1 Sm. 18.27. Os pais e às vezes a própria filha recebiam presentes feitos pelos candidatos, Gn. 24.22,53; 29.18,27; 34.12; 1 Sm. 18.25. O tempo entre o noivado e o casamento, todas as comunicações entre as partes eram mantidas por meio de um amigo para esse fim escolhido, que se chamava o amigo do esposo, Jo. 3.29. O casamento em si era negócio puramente doméstico, sem nenhuma cerimônia religiosa, apenas ratificado por uma espécie de juramento, Pv. 2.17; Ez. 16.8; Ml. 2.14.Depois do exílio estabeleceu-se costume de lavrar um contrato selado. Quando chegava o dia marcado para o casamento, a noiva purificava-se, Ef. 5.26,27; vestia-se de branco , Ap. 19.8; Sl. 4.13,14, ornava-se de jóias, Is. 61.10; Ap. 21.2; cobria-se com um véu, Gn. 24.65, e cingia a fronte com uma coroa. O noivo vestia a as suas melhores roupas, cobria a cabeça e cingia o diadema, Ct. 3.11; Is. 61.10, saia de casa para a casa dos pais da noiva acompanhando dos seus amigos, Jz. 14.11; Mt. 9.15, ao som de músicas e cantos.
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Josué Gonçalves, pastor, terapeuta familiar, conferencista internacional e autor do Best Seller “104 Erros que um casal não pode cometer”. http://www.amofamilia.com.br/

Revendo os votos que foram feitos no dia do casamento


A ansiedade era grande, pois o dia da realização do sonho havia chegado. Muitos convites foram distribuídos, alguns dos convidados vieram de longe, a igreja está enfeitada e a hora do grande encontro se aproximava. O noivo se preocupou com os mínimos detalhes. Com o auxilio das irmãs e da mãe, a noiva procurou se produzir como a princesa idealizada pelo amado.
O momento chegou, os convidados enchem o templo, a música cria o clima do encontro festivo dos amantes, o noivo aguarda trêmulo no altar o aparecimento da sua amada. De repente, ouve-se o som da marcha nupcial, as portas do templo se abrem e o momento tão aguardado, sonhado, idealizado está acontecendo.
Ao som da música, os dois caminham e se encontram no meio do corredor do santuário. O pai entrega a jovem ao noivo, que a recebe com um beijo, e os dois se dirigem até o altar. O sermão é ministrado. Após a pregação, que não durou mais do que trinta e cinco minutos, chega o momento em que os dois, publicamente, fazem os seguintes votos:
"Prometo te amar na saúde e na doença, na alegria e na tristeza, na prosperidade e na adversidade, em todas as circunstâncias, até que a morte nos separe". São votos que serão testados diariamente.
Cinco características dos votos conjugais:
1. Uma decisão voluntária. Você tinha a opção de permanecer solteiro (a). Mesmo que a escolha tenho sido feita na base da pressão ou como válvula de escape de alguma situação, você é responsável pela decisão que tomou. Todos nós tínhamos a opção de escolher outro (a). Deus deu ao homem o direito de decidir. Lembre-se que ter um (a) sócio (a) implica em dependência, compromisso e prestação de contas. Nenhuma sociedade se firma sem estes princípios básicos.
2. Uma proclamação pública. O que se diz diante de muitas testemunhas revela a seriedade dos votos que fizemos no dia do casamento. Duas pessoas conscientes da grandeza deste ato, jamais o farão com leviandade.
3. Uma promessa incondicional. O que foi prometido deve ser cumprido até que a morte os separe. Segundo o que foi projetado por Deus, casamento não é um relacionamento descartável, é um compromisso que deve durar a vida inteira. Quando Dietrich Bonhoeffer estava encerrado na prisão nazista, escreveu um sermão para um casamento de uma sobrinha. Disse ele: "O casamento é maior do que o amor que vocês têm um pelo outro. Ele tem em si grande dignidade e força por ser a ordenança santa através da qual Deus planejou a perpetuação da raça humana, até o fim dos tempos. No amor que os une, vocês veem apenas a si mesmos no mundo, mas ao se casarem tornam-se um elo na cadeia das gerações que Deus faz aparecer e partir para a sua glória, chamando-as para o seu reino. Em seu amor, vocês veem apenas o 'sétimo céu' da sua felicidade, mas no casamento recebem uma posição de responsabilidade perante o mundo e a raça humana. Seu amor é propriedade particular, mas o casamento não pertence apenas a vocês, é um símbolo social, uma função de responsabilidade".
4. Um propósito sério. (Ec 5.5; Mt 19.6) Pessoas sérias cumprem suas promessas e votos. A falta de seriedade pode ser uma questão de caráter. Para enriquecer o casamento é necessário compromisso perseverante e fé determinada - algo que talvez alguns casais jamais puderam observar nos lares de suas respectivas infâncias.
5. Votos que obrigam. (Mt 5.37) Ninguém é obrigado a votar, porém, depois que o fizeram, são obrigados a cumprir esses votos.

fonte: http://familiaegraca.blogspot.com/

domingo, 31 de julho de 2011

MARIDO E ESPOSAS SOLITÁRIOS



O isolamento é uma ameaça séria mesmo para casais cristãos
     O isolamento de outras pessoas nem sempre é ruim. O próprio Jesus tinha o hábito de isolar-se regularmente das multidões e ficar a sós com Deus, depois de um dia de trabalho em meio às multidões. Nessas ocasiões, ele orava e renovava suas forças. Mas, existe uma solidão maléfica, característica da sociedade em que vivemos. As pessoas podem viver numa mesma casa com muitas outras e ainda assim viver isoladas delas. Já que fomos criados como seres sociais, viver em isolamento geralmente provoca tristeza, depressão, angústia e, em casos extremos, o suicídio.
     Isolamento acontece mesmo entre pessoas tão íntimas como marido e mulher. Diversas forças ativas na sociedade moderna estão separando marido e mulher cada vez mais para longe um do outro, em vez de produzir intimidade e mutualidade:


1) Numa sociedade tão complexa como a em que vivemos, experiências diferentes e sistemas de valores diferentes separam os casais. Antigamente, as pessoas nasciam e cresciam juntas num mesmo lugar. Hoje, elas vêm de passados completamente diferentes.


2) A sociedade moderna tem passado a idéia de que o casamento é um relacionamento na base de 50/50 (fifty-fifty).
Isso é, cada um dá um pouco de si. Mas isso não funciona, na verdade. O padrão cristão é 100/100. No casamento, temos de nos dar inteiramente.


3) O egoísmo é provavelmente a maior ameaça à unidade do casal. Ser egoísta é buscar realização pessoal deixando o cônjuge de fora. Uma ilusão bastante comum é que marido e mulher podem obter sucesso independentemente um do outro e ainda ter um casamento bom. Na prática, quase nunca isso dá certo.


4) Outro fator de isolacionismo são problemas não superados. Os pesquisadores mostram que cerca de 70% dos casais que passam por experiências traumáticas – como perder um filho num acidente, ou ter um filho gravemente deficiente – se separam ou se divorciam.


5) A mídia tem popularizado a idéia de que aventuras extramaritais é algo normal. O fato é que, não somente o adultério consumado, mas o adultério emocional – uma amizade muito íntima com alguém do sexo oposto – provoca o isolacionamento dos cônjuges.


6) A pressão contínua do estilo de vida acelerado em que vivemos contribui
para que cada vez mais vivamos estilos de vida separados uns dos outros.


7) Outro fator é nosso hábito de assistir TV. O problema é mais grave do que a violência mostrada na tela. Membros de uma família podem estar juntos na mesma sala assistindo TV, e estar perfeitamente isolados uns dos outros. À medida em que nos enfiamos em nossos casulos, mais e mais nos desconectamos uns dos outros.
     A grande maioria dos moradores das grandes cidades – mesmo cristãos
- raramente conhece seus vizinhos! Todo o moderno sistema de comunicação produzido atualmente pela sociedade tende a eliminar cada vez mais o contato humano: Internet, email, chat, etc.
     O isolamento é uma ameaça séria mesmo para casais cristãos. Estes cristãos precisam perceber que se não tomarem as providências necessárias e se não tratarem dessa ameaça juntos, acabarão por viver isolados uns dos outros, mesmo debaixo do mesmo teto. Muitos casais casados têm sexo mas não amor. O erro típico que muitos casais cometem é não antecipar que problemas desse tipo podem ocorrer com eles. E quando os problemas surgem, são apanhados desprevenidos.
     Vivemos num mundo cheio de problemas. A tentação de muitos, debaixo de pressão, é isolar-se, hibernar como um urso em sua caverna no inverno. Embora essa pareça uma alternativa atraente, é somente com o apoio de amigos que poderemos suportar as misérias desta vida. Fiquei impressionado com o que aconteceu recentemente no Japão, quando três empresários japoneses falidos enforcaram-se juntos no mesmo quarto de hotel. Numa sociedade individualista como a nossa, suicídios não acontecem assim! Mas se os japoneses conseguem ser solidários até na morte, será que não podemos aprender, na vida, a compartilhar nossa existência e experiências com outros?
     O que podemos fazer, como cristãos, para vencer o isolamento? Aqui vão algumas dicas: 1) Busque maior intimidade com Deus, pela leitura da Bíblia e pela oração diária. Quando nos aproximamos de Deus, podemos melhor nos aproximar dos outros. 2) Planeje gastar tempo com seu cônjuge fazendo coisas que ambos apreciam. 3) As vezes o isolamento foi causado por uma atitude errada sua, com a qual o seu cônjuge ofendeu-se ou magoou-se. É preciso pedir perdão e buscar a reconciliação. 4) Às vezes quando a situação já se tornou muito complicada e difícil, é preciso procurar ajuda espiritual e psicológica. Pastores e psicólogos cristãos são geralmente treinados para oferecer apoio e soluções para casos assim.
     Não permita que o isolamento acabe a alegria do seu casamento. Casados também podem ser felizes juntos!

Data: 24/5/2011 09:17:10
Fonte: Augustus Nicodemus
http://www.creio.com.br/2008/vida01.asp?noticia=372

ISENÇÃO DE IMPOSTO - Deputado propõe benefício para Igrejas com transparência nas contasDeputado propõe benefício para Igrejas com transparência nas contas


Deputado propõe benefício para Igrejas com transparência nas contas
    O deputado Audifax Barcelos (PSB-ES) protocolou o PLC (Projeto de Lei Complementar) 65/11 que regulamenta a isenção fiscal às religiões e concede o benefício somente aos templos que apresentarem transparência em sua contabilidade. Pela proposta, os templos deverão registrar com “exatidão” em livros ou em meios digitais suas receitas e despesas.
    O PLC determina que as igrejas não poderão “distribuir [a terceiros] qualquer parcelas de seu patrimônio ou de sua renda a qualquer título”. No caso de a religião ser extinta, seu patrimônio – incluindo os templos -- será doado a outra entidade religiosa que atenda aos requisitos da lei.
    As religiões ficarão também obrigadas a aplicar seus recursos no Brasil de acordo com os objetivos registrados em seu estatuto ou contrato social.
    O PLC define como templo todo “edifício ou o terreno dedicado ao culto religioso, todo o patrimônio imóvel, as edificações que permitam, direta ou indiretamente, a realização, a manutenção ou a extensão das atividades religiosas”.
    Barcelos afirmou que decidiu apresentar o PLC porque existem pessoas que se aproveitam da isenção fiscal para obter vantagens pessoais. “Elas tentam ocultar a ocorrência de fatos gerados de obrigações tributárias, mediante a utilização indevida de aparato religioso, visando a confundir a autoridade fiscal”.
    Para ser votado no plenário, o PLC terá de obter parecer favorável nas comissões de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, além de sobrevir ao poderoso lobby no parlamento das religiões.


Data: 13/7/2011 09:12:06
Fonte: Paulopes

RICK WARREN CONTRA A AIDS



Pastor diz que Igreja é a arma mais poderosa no combate à doença

   O pastor Rick Warren abordou a doutrina bíblica durante uma entrevista com John Piper, gravado no início de maio. Em um artigo de opinião da CNN domingo, Warren descreveu as razões pelas quais ele acreditava que a Igreja é “a arma mais poderosa do mundo contra a AIDS”.
   “Há mais Igrejas no mundo do que todos Wal-Marts, McDonald’s e Starbucks combinado. A Igreja era global 200 anos antes de que qualquer um pensasse em globalização. Nós poderíamos te levar para milhares de vilas em todo o mundo onde a única instituição para falar é a Igreja”, disse Warren.
     Em segundo lugar, Warren explicou que a taxa de crescimento da Igreja é mais rápida que a taxa de infecção pelo HIV / AIDS. A Igreja ganha 35 mil convertidos diariamente somente na China, enquanto existem 7.000 pessoas infectadas com nova HIV / AIDS a cada dia.
    Em terceiro lugar, "esses membros da Igreja têm uma motivação sem fins lucrativos para servir", acrescentou Warren. "Nós somos comandados por Jesus Cristo para "amar o teu próximo como a si mesmo’".
   O famoso pastor evangélico disse que sua mega-igreja do Sul da California, Igreja Saddleback, já enviou 14.869 de seus membros para 195 nações do mundo a testar um programa humanitário centrado em Cristo chamado Plano P.E.A.C.E..
   A sigla para o plano é baseada em cinco ações que Jesus modelou: Promover a reconciliação; Equipar líderes servos; Assistir aos pobres; Cuidar dos doentes e Educar a próxima geração.
    Warren disse em declarações anteriores que seu objetivo final é de mobilizar um bilhão Cristãos em todo o mundo para participar da iniciativa P.E.A.C.E.


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Data: 6/7/2011 09:17:50
Fonte: Christian Post


sábado, 30 de julho de 2011

Filhos Desviados. O que fazer?







1) O que os pais devem fazer quando os filhos se desviam do Evangelho? Geralmente os pais ficam histéricos, desesperados. Qual é a maneira certa de agir?

Depende muito da idade dos filhos. Se eles ainda estão em idade que devem submissão aos pais, os pais devem exercer autoridade e colocar limites. Quando os filhos já têm idade para assumir responsabilidade sobre si mesmo, a atitude dos pais deve ser a mesma que Pedro ensina às esposas em I Pedro 3.1-3 - calar - há poder no silêncio de pais fiéis a Deus.

2) Como se prevenir para que isso não aconteça e manter o filho dentro da igreja?


Só amar os filhos não basta. As mães dos marginais que estão nos presídios os amam profundamente. Os visitam e ficam desesperadas a cada motim, querendo notícias suas.
É preciso educar os filhos. Educar no temor do Senhor, em submissão, no ensino da Palavra, gastando tempo com eles, discipulando, conversando, brincando e se divertindo e permitindo que a criança viva todas as fases da vida, desde a meninice até a juventude em plenitude, de forma saudável e feliz. Sem imposições ou extremos.

3) Os pais geralmente estão muito preocupados o que eles vão ser quando crescer. E a parte espiritual, eles têm sabido cuidar dessa parte?


Existem dois extremos perigosos. Alguns pais vivem ocupados demais com igreja, trabalho e os próprios interesses, assim, nao gastam tempo com os filhos. Outros, obrigam os filhos a serem crentes a todo custo, querendo que os filhos sejam "santos"antes da hora ou exigem uma santidade que eles nao possuem. Pais saudáveis produzem filhos saudáveis.

4) A igreja e os pais tem sua parcela de culpa quando um jovem se desvia?


Nem sempre. E claro que todos os pais se culpam quando um filho se desvia, mas conversão é uma decisão pessoal. Ë possível fazer tudo certo e mesmo assim o filho se desviar.

5) Alguns pais tem costume de largar os filhos na igreja, transferindo sua responsabilidade de educar. Isso é correto?

De jeito algum. A resposabilidade de educar os filhos é primariamente dos pais.


Fonte: http://familiaegraca.blogspot.com/search?updated-max=2011-07-20T05%3A03%3A00-07%3A00&max-results=7

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Qual o futuro do meu namoro?





“Porventura andarão dois juntos, se não estiverem de acordo?”

O texto de Amós 3:3 apesar de curto é muito profundo em seu significado, é possível duas pessoas que diferem na caminhada permanecerem juntas?
Fazendo uma rápida análise, parece que o texto indica que pessoas diferentes não podem ficar juntas, porém isso não é verdade, o texto fala sobre caminhada, se eles não estiverem juntos no mesmo rumo, na mesma caminhada, indo para o mesmo lugar não haverá concordância e não se chegará a lugar algum.
Imagine só a confusão que seria se João resolvesse ir para o sul, e chamasse Maria para acompanhá-lo, mas ela com todo seu coração prefere o norte, logo entrariam em uma seria disputa, cessando apenas se um abrisse mão de seu lado favorito ou então se cada um fosse para o seu canto.
Esse simples exemplo representa a situação de muitos namoros, os quais começam com aquela velha e bonita vontade de ficar juntos, porém com o passar do tempo percebesse grandes diferenças no caminhar, seja na igreja, na faculdade, no emprego ou no rumo que cada um quer tomar.
Diferenças existem e sempre irão existir, Deus fez cada um com a sua particularidade, e personalidade, porém em um casal o futuro é algo que deverá estar de comum acordo, para que a caminhada seja completa, muitas vezes haverá alguma discordância, porém, deverá prevalecer um amor que une e faz com que todas as dificuldades sejam vencidas.
Enumerei abaixo algumas situações a serem colocadas e dialogadas entre o casal (namorados), para perceber se existe algum vínculo, ou discordância nesse sentido.

1 – Vocês concordam com a profissão de cada um? Algumas profissões exigem mudanças constantes de cidade, outras um tempo integral em horas extras, trabalhos, etc. É de fundamental importância que um entenda o outro e esteja disposto a abrir mão de algo se for o caso, para o bem da relação.
2 - Vocês concordam com a idade para se casar?Alguns casais tem diferenças altas de idade, imaginem mais uma vez João com 25 anos e Maria com 20 , mas ela quer se casar quando terminar a faculdade, provavelmente aos 25 anos, porém, temos João que já terá 30 anos e convenhamos isso não seria nada legal, (a não ser que ele assim queira).
Portanto é ideal que se converse a respeito disso, para que ninguém se sinta frustrado com a espera do casamento.
3 - As vontades em relação ao futuro são parecidas?O casal deve ter união com relação ao seu futuro juntos, seria difícil imaginar Maria sonhando em morar no Japão e João não suportando a comida Japonesa.
Deve-se analisar qual é o pensamento de cada um com relação ao futuro, moradia e interesses nesse sentido.
4- Vocês concordam na teologia?Há concordância na igreja que vocês freqüentam? Afinal na educação cristã dos filhos, o que eles aprenderão? Seria terrível o pai ensinando algo ao filho e a mãe outra coisa, além de ser algo muito ruim o fato da Esposa congregar em uma igreja e o Esposo em outra.
Se você namora membro de outra igreja, é bom que já comecem a conversar a respeito disso.



Bom, esses são breves pensamentos de muitos outros que creio eu ser de fundamental importância aos casais que visam o casamento, e lembrem-se:

Namorar para passar tempo não é opção para cristãos comprometidos, o namoro visa uma vida junta em paz, santidade e com intenso compromisso com Deus.
Via Teorlogico 




Via: www.guiame.com.br

Santidade é tão importante assim?





A carta de II Pedro tem um ponto principal: a crescer em santidade. Vemos isso no início da carta, logo no capítulo 1:
• Versículo 2: Graça e paz vos sejam multiplicadas, pelo conhecimento de Deus, e de Jesus nosso Senhor;
• Versículo 3: Visto como o seu divino poder nos deu tudo o que diz respeito à vida e piedade, pelo conhecimento daquele que nos chamou pela sua glória e virtude;
.• Versículo 5: E vós também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentai à vossa fé a virtude, e à virtude a ciência,
.
É isso que Pedro quer dizer com santidade e com crescimento nessas virtudes. E ele escreve esta carta inteira (1:12) para recordar a importância dessas qualidades.
Nesta última seção da carta no capítulo 3, Pedro volta a estes mesmos temas e ainda usa algumas palavras na mesma língua.
• Versículo 14: Por isso, amados, aguardando estas coisas, procurai que dele sejais achados imaculados e irrepreensíveis em paz
• Versículo 17: Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados, e descaiais da vossa firmeza;
• Versículo 18: Antes crescei na graça e conhecimento de nosso Senhor e Salvador, Jesus Cristo. A ele seja dada a glória, assim agora, como no dia da eternidade. Amém.
A grande idéia é muito clara:


- Evite esses falsos mestres que costuma dizer que vale e pode fazer de tudo;
- Faça um esforço para ser santo;
- Cresça na graça.
Mas por que devemos crescer na graça? Por que deveríamos fazer tantos esforços para aumentar em virtude? Por que cada cristão sinceramente, fielmente, diligentemente deve buscar a santidade? A Bíblia é maravilhosa porque nunca nos dá apenas uma motivação para a obediência. Deus diz mais do que : "Porque eu te disse isso." Ele nos motiva a partir de vários ângulos diferentes e com base em vários motivos.
Eu vejo em 2 Pedro sozinho vinte motivações para a santidade:
1. Nós devemos buscar a santidade, para que possamos nos tornar participantes da natureza divina (1:4).
2. Nós devemos colocar todos os nossos esforços para crescer em santidade, porque Deus já nos libertou da corrupção que está no mundo por causa do desejo pecaminoso (1:4).
3. Nós devemos crescer na graça de modo que não serjamos ineficazes nem improdutivos no conhecimento de nosso Senhor Jesus Cristo (1:8).
4. Devemos prosseguir com um caráter cristão para não nos cegarmos, e nem nos esquecermos de que fomos purificados dos nossos pecados antigos (1:9).
5. Devemos trabalhar duro para adquirir santidade, a fim de tornar a nossa vocação e eleição mais firmes,e para que não caiamos (1:10).
6. Devemos praticar estas qualidades divinas pois isso são qualidades previstas para uma entrada no reino eterno (1:11).
7. Devemos exercer a piedade, porque Jesus está voltando com grande poder, e nós sabemos que é verdade, por causa da glória revelada no Monte da Transfiguração e por causa das profecias das Escrituras (1:16-21).
8. Devemos andar em obediência a Cristo, porque aqueles que “vagueiam” na sensualidade serão condenados destruídos (2:3).
9. Devemos ser sérios quanto a santidade, porque acreditamos que Deus sabe como julgar os ímpios e salvar os justos (2:4-10).
10. Devemos fugir da impiedade porque aqueles que se regozijam com o pecado são como os animais irracionais, com as almas instáveis, e filhos da maldição (2:10-16).
11. Devemos buscar a santidade, porque o pecado nunca cumpre as suas promessas (2:17).
12. Devemos buscar a santidade, porque aqueles que vivem em seu pecado são como aqueles que retornam à escravidão, retornando para a lama, e retornando ao próprio vômito (2:19-21).
13. Devemos lembrar de sermos santos para não sermos atraídos por zombadores que virão nos últimos dias , seguindo seus próprios desejos pecaminosos (3:3).
14. Devemos aplicar todos os nossos esforços para sermos santos porque o mundo não vai continuar sendo como é agora, os céus e a terra se guardam para o fogo, sendo mantidos até o dia do juízo para a destruição dos ímpios (3:4-7 ).
15. Devemos levar a sério Cristo agora, porque não sabemos quando o Senhor voltará (3:10).
16. Devemos buscar a santidade, porque todas as nossas obras estarão expostas no último dia (3:10).
17. Devemos buscar a santidade, porque o que vivemos nesta vida, será queimada e dissolvida (3:11).
18. Devemos nos esforçar para andar em obediência e arrependimento, porque ao fazê-lo podemos apressar a vinda do dia de Deus (3:12).
19. Devemos viver na justiça agora, porque estamos à espera de novos céus e uma nova terra em que a justiça habitará para sempre (3:13).
20. Devemos exercer piedade para que Cristo seja glorificado agora e até ao dia da eternidade (3:20).
Se você quer ver claramente como é necessário o nosso esforço para sermos santos e por que essa busca diligente da santidade é tão importante, II Pedro é o livro para você. Leia, marque, aprenda, e “digira-o” internamente.


Via Teorlogico




Via: www.guiame.com.br

Namoro: Intimidade sem compromisso pode ser como cobertura sem bolo





Jamie era uma caloura no ensino médio; seu namorado, Troy, estava no último ano. Troy era tudo que a Jamie sonhou em um rapaz, e por oito meses eram inseparáveis. Mas dois meses antes do Troy partir para a faculdade, ele abruptamente anunciou que não queria mais ver a Jamie.


“Quando terminamos, foi definitivamente a coisa mais difícil que já aconteceu comigo” Jamie me contou depois. Mesmo que fisicamente não passaram de um beijo, Jamie tinha entregado o seu coração e as suas emoções completamente ao Troy. Ele tinha aproveitado a intimidade enquanto servia às suas necessidades, mas a rejeitou quando estava pronto para seguir adiante.
Esta estória lhe parece familiar? Talvez você tenha ouvido algo semelhante de um amigo, ou talvez você mesmo tenha vivido isso. Como em muitos namoros, Jamie e Troy se tornaram íntimos com pouco, ou mesmo nenhum, pensamento sobre compromisso ou como seriam afetados quando terminassem. Podemos por a culpa no Troy por ter sido um canalha, mas façamos uma pergunta a nós mesmos. Qual é a idéia principal na maioria dos namoros? Geralmente o namoro estimula a intimidade pela própria intimidade - duas pessoas se aproximam sem nenhuma real intenção de um compromisso de longo prazo.


Intimidade que se aprofunda sem a definição de um nível de compromisso é nitidamente perigoso. É como escalar uma montanha com uma parceira sem saber se ela quer a responsabilidade de segurar a sua corda. Quando estiverem a seiscentos metros de altura em uma encosta, você não quer conversar sobre como ela se sente “presa” por causa do relacionamento. Do mesmo modo, muitas pessoas experimentam mágoas profundas quando elas se abrem emocionalmente e fisicamente apenas para serem abandonadas por outros que declaram que não estão prontos para um “compromisso sério”.
Um relacionamento íntimo é uma experiência linda que Deus deseja que experimentemos. Mas ele fez com que a realização advinda da intimidade fosse um sub-produto do amor baseado no compromisso. Você poderá dizer que a intimidade entre um homem e uma mulher é a cobertura do bolo de um relacionamento que se encaminha para o casamento. Se olharmos para a intimidade desta forma, então na maioria dos namoros só tem a cobertura. Normalmente falta a eles um propósito ou um alvo bem definido. Na maioria dos casos, especialmente no colégio, o namoro é de curta duração, atendendo às necessidades do momento. As pessoas namoram pois querem aproveitar os benefícios emocionais e até físicos da intimidade sem a responsabilidade de um compromisso real.


Na verdade, isso é a essência da revolução original do namoro. O namoro não existia antigamente. Como eu o vejo, o namoro é um produto da nossa cultura direcionada à diversão e totalmente descartável. Muito antes da revista Seventeen (Dezessete) dar dicas sobre namoro, as pessoas faziam as coisas de modo muito diferente.
Na virada do século vinte, um rapaz e uma garota apenas se envolviam romanticamente quando planejavam se casar. Se um rapaz freqüentasse a casa de uma garota, a família e os amigos deduziam que ele tinha a intenção de pedir a sua mão. Mas as variações de atitude na cultura e a chegada do automóvel trouxeram mudanças radicais. As novas “regras” permitiam às pessoas entregarem-se a todas as emoções do amor romântico sem nenhuma intenção de casamento. A escritora Beth Bailey documentou estas mudanças em um livro cujo título, From Front Porch to Backseat (Do Alpendre ao Banco de Trás), diz tudo sobre a diferença na atitude da sociedade quando o namoro passou a ser a norma. Amor e romance passaram a ser aproveitados pelas pessoas apenas pelo seu valor de entretenimento.
Apesar de muita coisa ter mudado desde os anos 20, a tendência dos namoros em caminhar na direção de uma maior intimidade sem compromisso permanece praticamente a mesma.


Para o cristão este desvio negativo está na raiz dos problemas do namoro. A intimidade sem compromisso desperta desejos - emocionais e físicos - que nenhum dos dois pode satisfazer se agirem corretamente. Em I Tessalonicenses 4:6 a Bíblia chama isso de “defraudar”, em outras palavras, roubar alguém ao criar expectativas mas não satisfazendo o que foi prometido. O Pr. Stephen Olford descreve defraudar como “despertando uma fome que não podemos satisfazer justamente” prometendo algo que não podemos ou não iremos cumprir.


Intimidade sem compromisso, semelhante à cobertura sem o bolo, pode ser gostoso, mas no final passamos mal.


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Texto de Joshua Harris do livro: "Eu Disse Adeus ao Namoro"
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quinta-feira, 28 de julho de 2011

As histórias românticas podem machucar seu coração?





Na cabeceira de uma mulher da sua igreja, há um romance cristão e uma Bíblia. Isso é errado? No Kindle de uma adolescente do grupo de jovens, há uma ficção bestseller de “jovens adultos” . Isso te preocuparia?


Um novo livro da Universidade de Boston dos pesquisadores Ogi Ogas e Sai Gaddam, Um Bilhão de Maus Pensamentos, oferece uma visão perturbadora de como as ferramentas de busca da Internet revelam muito sobre os desejos sexuais e emocionais do homem e da mulher, e como eles se diferem. A pesquisa afirma o que, de certa forma, todos já sabem: homens são visualmente comprometidos, atraídos por uma certa inovação jovem e sexual, e são, portanto, vulneráveis à pornografia visual.


A pesquisa analisa ainda o que a indústria de romances nos diz sobre o que significa ser uma mulher (pelo menos em um mundo caído como o nosso). Mulheres são muito menos propensas a ser atraídas pela pornografia visual (embora isso tenha acontecido mais do que pode se imaginar), mas são completamente propensas a se envolverem tanto com as ficções românticas da Internet, como em algum romance à moda antiga.


As histórias românticas seguem, de acordo com as pesquisas, um padrão típico. O herói quase nunca é, como dizem, um operário humilde, um burocrata, ou alguém com ocupações tradicionalmente femininas (cabeleireiro, professor do jardim de infância, etc.). Ele é competente, confiante e, geralmente, rico. Ele é, em suma, um macho alfa.


Mas, eles argumentam, esse macho alfa é tipicamente um personagem bruto que aprende a ser domado pela gentileza, em especial pela gentileza dela. Assim, você encontra não apenas o forte e silencioso cowboy com um interior maleável, mas também ultimamente temos visto vampiros, lobisomens e vikings.


E tudo isso se move em direção ao clímax do romance: o “Viveram-Felizes-Para-Sempre”.


“As histórias românticas raramente possuem uma continuação,” o livro conclui. “Uma vez que o herói e a heroína estão ligados pelo amor ou pelo matrimônio, eles tiveram o seu Viveram-Felizes-Para-Sempre, presumivelmente com um pequeno grupo de crianças e um lar feliz. Outras aventuras adicionais violariam a fantasia feminina do amor verdadeiro, comprometido e eterno”.
“Ainda que hajam muitos romances modernos em série, uma vez que um casal alcança o seu Viveram-felizes-para-sempre em um livro, eles voltam a tona apenas como amados personagens coadjuvantes em futuros livros, em algum livro subsequente em que o foco estaria em um novo herói ou heroína.”


Naturalmente, como eles fazem com a pornografia, esses estudiosos explicam tudo sobre esse protótipo feminino de desejo como uma necessidade Darwinista da mulher que procura um companheiro que possa ser simultaneamente monogâmico e protetor de sua descendência. Esse desejo evoluído é suprido por um homem forte que desabafa seus sentimentos de devoção, e seu comprometimento para o resto da vida é conquistado no exato momento em que se alcança o Viveram-felizes-para-sempre.


Embora eu não compartilhe todos as pressuposições desses estudiosos, eu acho que eles estão no rumo certo sobre o fascínio pelas histórias de amor atualmente comercializadas. Pornografia e histórias de amor não são (ou pelo menos não são sempre) moralmente equivalentes, mas eles “atuam” da mesma forma.


Ambas são baseadas em uma ilusão. A pornografia é baseada na ilusão de um encontro perfeito, em que o parceiro está sempre excitado, sem o “trabalho e esforço” da intimidade no relacionamento. Frequentemente, as historias de amor ou seus filmes equivalentes, fazem a mesma coisa com as necessidades emocionais da mulher que a pornografia faz com as necessidades eróticas do homem.


Em ambos os casos, o que o “mercado” oferece é a identificação. Homens querem a ilusão de mulheres que parecem mulheres mas são, em relação à resposta sexual, assim como homens. Mulheres querem a ilusão de homens que são homens “de verdade”, mas, nos termos do conceito romântico, são como mulheres. É o amor por si mesmo, não o “mistério” do outro, do oposto.


Mulheres querem a ilusão de homens que são homens “de verdade”, mas, nos termos do conceito romântico, são como mulheres.


Ainda bem, nós ainda não temos um mercado para pornografia “cristã”(mas espere um pouco, alguém irá achar um jeito). Mas nós temos um mercado para romances “cristãos”. Alguns desses que são classificados como tais não são realmente “historias românticas”. São complicadas análises da condição humana, especialmente relacionamentos entre homens e mulheres, do ponto de vista cristão.


Muitos desses gêneros, entretanto, são simplesmente uma cristianização de um hábito que não pretende aumentar a intimidade, mas criar um escape para uma ilusão artificial disso. Reconheço portanto que não há sexualidade explícita aqui. O herói e a heroína não dormem juntos, eles oram juntos. Mas é justamente esse o ponto.


Quantas mulheres de meia idade decepcionadas de nossas congregações estão lendo esses romances para comparar os “fortes líderes espirituais” descritos nesses livros e certos trastes inúteis sentados no sofá ao lado delas?


Isso não é para comparar moralmente “historias românticas” com o desespero de almas destruídas pela pornografia. Mas vale a pena perguntar: “O que estou consumindo está me levando à felicidade com o meu cônjuge (ou futuro cônjuge) ou para longe disso? Isso está me levando a buscar uma união de uma só carne ou uma personificação dos meus próprios desejos? É esse o “mistério” ou apenas uma miragem?


Via iPródigo.com




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Qual o problema em gostar um pouco de pornografia?



Afinal, o que é pornografia mesmo?
Alguém já disse que é mais fácil reconhecer a pornografia do que defini-la. Os dicionários nos dizem que pornografia é o caráter imoral ou obsceno de uma publicação. Material pornográfico é aquele que descreve ou retrata atos ou episódios obscenos ou imorais. Essas definições não ajudam muito pois conceitos como "obscenos" e "imorais" são bastante subjetivos no mundo de hoje. Classificar material pornográfico em "soft" (nudez e sexo implícito) e "hardcore" (sexo explícito contendo cenas de degradação, violência e aberrações) só ajuda didaticamente. Para muitos, Playboy é uma revista pornográfica. Para outros, não. Entretanto, da perspectiva da ética bíblica, definição acima é mais que suficiente.

A popularidade da pornografiaÉ exatamente pela complexidade do assunto, agravado pela omissão de boa parte das igrejas no Brasil, que muitos evangélicos estão confusos quanto ao mesmo, e não poucos são viciados em alguma forma de pornografia. Aqui estão as minhas razões para essa constatação:
1) A tremenda popularidade da pornografia no mundo de hoje. Uma estatística de 1995 revelou que os americanos gastam mais em pornografia do que em Coca-Cola. Não é difícil de imaginar que a situação no Brasil não seria muito diferente. Até países antigamente fechados, como a China, em 1993 assistiu a uma enxurrada de material pornográfico em seus limites, após ter aberto, mesmo que um pouco, as suas fronteiras para receber ajuda estrangeira. Mensalmente, cerca de 8 milhões de cópias de revistas pornográficas circulam no Brasil. Em 1994 a venda de vídeos pornôs chegou perto de 500 milhões de dólares. Não é de se admirar que as locadoras reservam cada vez mais espaço nas prateleiras para vídeos pornôs. Segundo uma pesquisa, em 1992, 1 a cada 4 brasileiros assistiu a um filme de sexo explícito. O mesmo fizeram 13% das mulheres entrevistadas. Em 1995 esse número dobrou para os homens e aumentou um pouco em relação às mulheres.
2) A imensa facilidade para se conseguir material pornográfico no mundo de hoje. Como na maioria dos demais países "civilizados" (uma conhecida exceção é o Irã) material pornográfico pode ser encontrado e consumido facilmente no Brasil em diversas formas: cinema, canais abertos de televisão, televisão a cabo e no sistema "pay-per-view", Internet, fitas de vídeo, CD-ROMs com material pornográfico, gravuras, exposições de arte erótica, livros, revistas e vídeogames, entre outros. Parece não haver fim à criatividade do homem em utilizar-se dos avanços tecnológicos para a difusão da pornografia. Como disse o escritor francês Restif de la Bretone no século 18, "La dépravation suit le progrès des lumières" ("A depravação segue o progresso das luzes").
O que tem de mais em ver pornografia?Muito embora os evangélicos em geral sejam contra a pornografia (alguns apenas instintivamente) nem todos estão conscientes do perigo que ela representa. Menciono alguns deles em seguida:
1) Consumir deliberadamente material pornográfico é violar todos os princípios bíblicos estabelecidos por Deus para proteger a família, a pureza e os valores morais. A própria palavra "pornografia" nos aponta esse realidade. Ela vem da palavra grega pornéia, que juntamente com mais outras 3 palavras (pornos, pornê e pornéuo) são usadas no Novo Testamento para a prática de relações sexuais ilícitas, imoralidade ou impureza sexual em geral. Freqüentemente essas palavras de raiz porn- aparecem em contextos ou associadas com outras palavras que especificam mais exatamente o tipo de impureza a que se referem: adultério, incesto, prostituição, fornicação, homossexualismo e lesbianismo. O Novo Testamento claramente condena a pornéia: ela é fruto da carne, procede do coração corrupto do homem, é uma ameaça à pureza sexual e devemos fugir dela, pois os que a praticam não herdarão o reino de Deus. A pornografia explora exatamente essas coisas — adultério, prostituição, homossexualismo, sadomasoquismo, masturbação, sexo oral, penetrações com objetos e — pior de tudo — pornografia infantil, envolvendo crianças de até 4 anos de idade.
2) Consumir deliberadamente material pornográfico é contribuir para uma das indústrias mais florescentes do mundo e que, não poucas vezes, é controlada pelo crime organizado. Segundo um relatório oficial em 1986, a indústria pornográfica nos Estados Unidos é a terceira maior fonte de renda para o crime organizado, depois do jogo e das drogas, movimentando de 8 a 10 bilhões de dólares por ano. Acredito que o quadro é ainda pior hoje. A indústria da pornografia apoia e promove a indústria da prostituição e da exploração infantil. O dinheiro que pais de família gastam com pornografia deveria ir para o sustento de sua família. Alguns podem alegar que consomem apenas material soft contendo somente cenas de nudez — esquecendo que esse material é produzido pela mesma indústria ilegal que produz e distribui a pornografia infantil.

Pornografia e a escalada da violência Não são poucos os relatórios feitos por comissões de pesquisadores que denunciam a estreita relação entre a pornografia e a crescente onda de estupros, assédio sexual e exploração infantil nos países "civilizados". Vários dos temas mais comuns em pornografia do tipo hardcore incluem cenas de seqüestro e estupro de mulheres, geralmente com espancamento e tortura, além de outras formas obscenas de degradação. A mensagem que a pornografia passa aos consumidores é que quando a mulher diz "não" na verdade está dizendo "sim", e que se o estuprador insistir, ela não somente aceitará como também passará a gostar. Assim, a violência contra a mulher é exposta como algo válido e normal. A mulher é vista como objeto sexual a ser usado ao bel-prazer dos homens.
Uma outra forma de hardcore é a pornografia infantil. Esse material exibe cenas de sexo envolvendo crianças e adolescentes. Em alguns casos, crianças aparecem assistindo a cenas de sexo oral por adultos, Noutras, são violentadas e estupradas por adultos. Noutras, fazem sexo entre si. Esse material ilegal, mórbido, desumano e obsceno está disponível pela Internet até mesmo em servidores estacionados em universidades federais, conforme denúncias de jornais em dias recentes. Grandes provedores têm seções onde usuários podem bater papo sobre sexo e trocar imagens de sexo explícito com crianças, algumas delas tão degradantes, segundo uma denúncia feito pelo Instituto Gutemberg em Julho de 1997, que faz da revista "Penetrações Profundas" uma publicação para freiras.
Associado com a pornografia hardcore está o surto de violência sexual contra as mulheres e crianças nas sociedades modernas onde esse material pode ser obtido facilmente. Estudos por especialistas americanos mostram que existe uma estreita relação entre pornografia e a prática de crimes sexuais. Eles afirmam que 82% dos encarcerados por crimes sexuais contra crianças e adolescentes admitiram que eram consumidores regulares de material pornográfico. O relatório oficial do chefe de polícia americano em 1991 diz: "Claramente a pornografia, quer com adultos ou crianças, é uma ferramenta insidiosa nas mãos dos pedofílicos [viciados em sexo com crianças]". A pornografia está estreitamente associada ao crescente número de estupros nos países civilizados. Só nos Estados Unidos, o número conhecido pela polícia cresceu 500% em menos de 30 anos, que corresponde ao aumento da popularidade e facilidade em se encontrar material pornográfico. Cerca de 86% dos condenados por estupro admitiram imitação direta das cenas pornográficas que assistiam regularmente.

Crentes "voyeurs"?Há boas razões para acreditarmos que o número de evangélicos no Brasil que são viciados em pornografia é preocupante. Pesquisadores estimam que nos Estados Unidos cerca de 10% dos evangélicos estão afetados. Considerando que no Brasil a facilidade de se obter material pornográfico é a mesma — ou até maior — que nos Estados Unidos, considerando que a igreja evangélica brasileira não tem a mesma formação protestante histórica da sua irmã americana, considerando a falta de posição aberta e ativa das igrejas evangélicas brasileiras contra a pornografia, como acontece nos Estados Unidos, não é exagerado dizer que provavelmente mais que 10% dos evangélicos no Brasil são consumidores de pornografia. Talvez esse número seja ainda conservador diante do fato conhecido que os evangélicos no Brasil assistem mais horas de televisão por dia que muitos países de primeiro mundo, enchendo suas mentes com programas que promovem a violência e o erotismo, e assim abrindo brechas por onde a pornografia penetre e se enraize.
Mais preocupante ainda é a probabilidade de que grande parte desse percentual é de jovens evangélicos adolescentes. Uma pesquisa feita por Josh McDowell em 22 mil igrejas americanas revelou que 10% dos adolescentes havia aprendido o que sabiam sobre sexo em revistas pornográficas. 42% deles disse que nunca aprendeu qualquer coisa sobre o assunto da parte de seus pais. E outros 10% confessaram ter assistido a um filme de sexo explícito nos últimos 6 meses. Uma extrapolação, ainda que conservadora, para a realidade das igrejas brasileiras é de deixar pastores e pais em estado de alarma.
O escândalo envolvendo o pastor Jimmy Swaggart em 1988 revelou abertamente uma outra face do problema, que há pastores evangélicos que também são viciados em pornografia. Uma pesquisa feita em 1994 entre pastores evangélicos americanos revelou uma relação estreita entre o consumo de pornografia e a infidelidade conjugal. Por causa do receio de serem apanhados e de estragarem seus ministérios, muitos pastores optam por consumir pornografia como voyeurs a praticar o adultério de fato, embora alguns acabem eventualmente caindo na infidelidade prática. Quando eu me preparava para escrever esse ensaio, li diversos artigos sobre pornografia publicados em revistas americanas e européias de aconselhamento pastoral. Muitos deles são abertamente dirigidos para ajudar pastores viciados em pornografia.

Falta de decênciaInfelizmente parece que estamos nos acostumando à falta de decência. Tornamo-nos como os pagãos. Temos a mesma atitude que eles têm para com a nudez e a exposição dos órgãos sexuais. A arqueologia revelou que em muitas das paredes dos templos pagãos cananitas, que foram destruídos pelos israelitas quando conquistaram a terra (Lv 26.1; Nm 33.52), havia desenhos de órgãos sexuais masculinos e femininos. Essas são as formas mais antigas de pornografia que conhecemos. Os cananitas aparentemente representavam os órgãos genitais nas paredes para excitar os adoradores e estimulá-los à prática da prostituição sagrada. Os israelitas, em contraste, tinham uma atitude totalmente diferente quanto à exposição dos órgãos sexuais. Em suas Escrituras Sagradas estava escrito que Deus cuidou em cobrir a nudez do primeiro casal após a queda (Gn 2:25; 3:7-10). Havia uma preocupação em que as vestimentas cobrissem os órgãos genitais, ao ponto de que havia uma determinação na lei de Moisés de que o sacerdote deveria ter cuidado para não subir as escadas do altar de forma a deixar que seus órgãos genitais ficassem expostos (Dt 20:26). Cão, o filho de Noé, foi condenado por ter visto a nudez de seu pai. A própria Bíblia se refere à genitália de forma reservada, usando às vezes eufemismos como "nudez" (Lv 18), "pele nua" (Ex 28.42), "membro viril" (Dt 23.1), "entre os pés" (Dt 28.57) e "parte indecorosa" (1 Co 12.23), só para citar alguns exemplos.

Podemos fazer alguma coisa, sim! Acredito que os pastores e as igrejas evangélicas no Brasil podem fazer algumas coisas: ler os estudos e relatórios sobre os efeitos da pornografia feitos por comissões especializadas; pregar sobre o assunto e especialmente dar estudos para grupos de homens; desenvolver uma estratégia pastoral para ajudar os membros das igrejas que são adictos à pornografia; não esquecer que muitos pastores podem precisar de ajuda eles mesmos; criar comissões que se mobilizem ativamente contra a pornografia, utilizando-se dos dispositivos legais que o permitam (uma possibilidade é encorajar os políticos evangélicos a tomar posições bem definidas contra a pornografia); desenvolver uma abordagem que trate da sexualidade de forma bíblica, positiva e criativa; tratar desses temas desde cedo com os adolescentes da Igreja expondo o ensino bíblico de forma positiva; orar especificamente pelo problema.
Não estou pregando uma cruzada de moralização, embora evidentemente a igreja evangélica brasileira poderia tirar bastante proveito de uma. A pornografia é um mal de graves conseqüências espirituais e sociais embora não acredite que devamos fazer dela o inimigo público número 1, como algumas organizações moralistas e fundamentalistas dos Estados Unidos. Afinal das contas, a raiz desse problema — e de outros — é o coração depravado e corrompido do homem, que só pode ser mudado pelo Evangelho de Cristo. Hitler conseguiu em 4 anos banir da Alemanha todas as formas de pornografia e perversão e incutir na geração jovem de sua época a aspiração por altos valores morais e pela pureza da raça ariana. Os motivos eram errados e o projeto de Hitler acabou no desastre que conhecemos. Não acabaremos com a depravação moral somente com leis e discursos políticos. Jack Eckerd, um empresário milionário dono de um negócio que rendia mais de 2,5 milhões de dólares por ano, ao se converter a Cristo em 1986, determinou que todas as publicações pornográficas vendidas em suas 1.700 lojas fossem retiradas, mesmo que isso significasse a perda de alguns milhões de dólares anuais. Quando o coração é mudado as mudanças morais seguem atreladas.
Autor: Augustus Nicodemus Lopes, doutor em Novo Testamento, é professor de Exegese do Sem. Presbit. José Manoel da Conceição, em São Paulo e Diretor do Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper, São Paulo.

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