sexta-feira, 15 de julho de 2011

Upgrade Espiritual

É óbvio que a tecnologia domina a nossa vida hoje, mais do que em qualquer outro momento da história. Por isso seria também interessante pensar em um *upgrade espiritual, porque estamos entrando em uma nova temporada de alta definição do cristianismo.
Assim como os velhos sistemas analógicos não serão mais eficazes e nossas antenas no telhado não terão nenhum valor. Assim acontecerá com as velhas percepções cristãs sobre o mundo em que estamos inseridos. Precisamos nos atualizar. Hoje as televisões digitais fornecem imagens drasticamente mais claras e a melhor qualidade de som. Também o Espírito Santo está lançando uma atualização sem precedentes espirituais com clareza e um novo som para aqueles que estão prontos para receber e atender as demandas de uma nova sociedade, de um novo mundo.
Precisamos aceitar que através da herança deixada por Adão, nosso sistema operacional é falho. Possuímos uma mente defeituosa e sem anti-vírus instalado (Palavra de Deus), que é hostil a Deus, conforme 2 Coríntios 4:4. Nossa mente natural rejeita o caminho da vida revelada no Antigo e Novo Testamentos. Mas nós, fomos criados para sermos 'participantes da natureza divina', 2 Pedro 1:3-4. Estamos destinados como filhos de Deus para sermos "herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo", Romanos 8: 17. Sabemos que tudo muda, nosso corpo, nossa consciência, nossa mentalidade, e naturalmente nossa espiritualidade. Precisamos de atualizações constantes na esfera espiritual. Estamos em constante mudança e expansão, para melhor ou pior, depende muito da nossa conexão com o que nos cerca, Deus ou o este sistema de valores que domino o mundo.
Existem dois grupos distintos de pessoas no mundo. O primeiro grupo são aqueles que constantemente refletem na vida e prestam atenção para onde seus atos estão o levando. O segundo grupo são aqueles que não param na vida para refletir para onde estão indo, como se estivessem dormindo de pé, em stand by.
Portanto, se você faz parte deste segundo grupo, você precisa urgentemente de um "Upgrade Espiritual", você precisa atualizar sua relação com Deus.
* O termo Upgrade é utilizado em Informática com o significado de atualizar, modernizar; tornar (um sistema, software ou hardware) mais poderoso ou mais atualizado do que antes, adicionando novas peças ou componentes ou trocando-os por outras, mais potentes, ou atualizando o software para sua versão mais moderna, que significa, na prática, melhorar o seu equipamento, torná-lo mais potente e com configurações melhores.

Bruno dos Santos é Diretor do VidaSat Comunicações, Coordenador Geral da CIA (Coalizão das Igrejas Apostólicas) e pastor da Igreja Vida Nova em São Paulo. Escritor e Conferencista, é formado em Teologia com especializações em Novo Testamento e Liderança. Casado com Silvia Regina, é pai do Lucas, da Laís e da Ana Luiza.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Mentira - Algumas verdades sobre ela


Dentro da natureza das coisas criadas, nada é mais devastador do que a mentira. A mentira é a personificação do engano em seus diferentes aspectos, totalmente nocivo ao homem. A mentira se apresenta em todas as esferas e ambientes da vida. Podemos muito facilmente crer na mentira, divulgar a mentira, e viver na mentira. Por isso ela é um instrumento dia-bólico (Jo 8:44), usado para a destruição do homem e degeneração de toda a criação.
Por definição, a mentira é o discurso contrário à verdade, efetuado com o objetivo de enganar. Daí concluímos que o elaborador da mentira conhece a verdade e efetua deformações intencionais sobre o verdadeiro, para atingir o seu objetivo.
O objetivo máximo da mentira é nos impedir de distinguir o verdadeiro do falso. É confundir, é iludir, é enganar e, assim, nos levar a tomar decisões erradas (para nós), mas que ?beneficiam? quem criou e espalhou a mentira.
Gosto da definição jurídica da mentira. Na verdade a mentira está relacionada muito mais com a intenção de enganar do que no engano em si, é o prejuízo que ela causa a uma pessoa, que vale no campo da jurisprudência, isto é, não é a mentira que é falada que está em jogo, mas o dano que essa mentira pode causar. É o propósito que nos leva a mentir que defini o grau de ?destruição? da mentira.
Por isso a mentira é considerada um ato deliberado, tanto é deliberado, que se pode mentir dizendo a verdade, contanto que se queira enganar o outro com aquilo esta sendo dito, pois, o essencial na questão é que a mentira é levada, sempre, no sentido de fazer crer, ao alvo da mentira, aquilo que se deseja que -ele, o alvo, acredite.
Neste aspecto, a mentira está muito ligada ao ideal de crença, pois baseada nela, grupos de pessoas criam uma opinião pública, com a idéia de prejudicar o ideal de verdade, fazendo com que os ?alvos? da mentira (pessoas) mudem a sua conduta em relação a verdade.
Precisamos saber que para a mentira alcançar seu objetivo ela não precisa alterar tudo, basta apenas que ela altere um ponto. Uma alteração, seja ela supressão ou extração, já é suficiente para transformar a realidade do ambiente ou da verdade.
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DIVULGAÇÃO - Esta é uma parte da palestra que será realizada no Dia 30 de Julho de 2011 no auditório Jovem da Igreja Apostólica Vida Nova, pelos prs. Willy Garcia e Bruno dos Santos no SÁBADO TEOLÓGICO sobre o tema:
MENTIRA - Algumas verdades sobre ela!
Local: Rua Dr. João Inácio Teixeira 78 - Mooca / Tel: 11 3554-9103


Bruno dos Santos é Diretor do VidaSat Comunicações, Coordenador Geral da CIA (Coalizão das Igrejas Apostólicas) e pastor da Igreja Vida Nova em São Paulo. Escritor e Conferencista, é formado em Teologia com especializações em Novo Testamento e Liderança. Casado com Silvia Regina, é pai do Lucas, da Laís e da Ana Luiza.


Fonte: http://www.guiame.com.br/v4/blog_bruno/131928-1608-Mentira-Algumas-verdades-sobre-ela.html

terça-feira, 12 de julho de 2011

Os crentes e as festas juninas


De acordo com os feriados previstos no calendário anual do Brasil, logo após o carnaval e a páscoa, a denominada "festa junina" é o evento mais comum, celebrado por milhares de pessoas no país. Cidades inteiras se mobilizam para festejar com danças, comidas típicas e música, uma homenagem a três santos católicos, a saber: São Pedro, São João e Santo Antônio.
Esta celebração é uma tradição portuguesa (país predominantemente católico) herdada desde a colonização e que foram facilmente incorporadas pelo folclore (ing. folk + lore  /  trad. gente + tradição popular). O teor destas festas oscila de região para região, o  espaço onde estas festas acontecem é sabidamente denominado ?arraial?. Portanto o nome de ?festa junina? é muito mais do que uma referência ao mês de Junho e Julho, quando acontecem estas festividades.
O solstício de verão de acordo com a astronomia é o momento em que o movimento do Sol atinge a sua maior declinação sobre a latitude da linha do Equador( afasta-se o máximo possível da linha meridional), ocorrendo duas vezes ao ano, em Junho e Dezembro. Portanto quando esse movimento ocorre no verão, a duração do dia torna-se mais longa, e quando ocorre no inverno a duração da noite torna-se mais longa. Em várias culturas antigas, este solstício, era celebrado com festas e costumes de religiões pagãs, proveniente das mitologias persas e hindus.
Esta festa é celebrada na maioria dos países europeus cristianizados. As primeiras referências em terras tupiniquins datam de 1603, através de missionários jesuítas. Aqui estas comemorações católicas-pagãs tornaram-se ainda mais sincréticas (misturadas) com outras tradições oriundas das religiões africanas.
Apesar de tantas referências pagãs-idolátricas, parece que a participação nas festas juninas por cristãos-evangélicos não causam nenhum tipo de problema! Será?
Ao que parece, o caráter religioso de tais festas desagradam o ideal de Deus para o cristão. Nestas festas ocorrem canções, rezas e comidas consagradas aos "tais santos" da igreja. A Festa Junina, na verdade remonta ao ideal das festas de colheitas, celebradas por povos antigos aos seus deuses, isto é, uma festa naturalmente idolátrica, com uma roupagem católica/cristã. Apesar de mudar a configuração da festa, o mandamento do Senhor continua o mesmo. Quando Deus introduziu o povo de Israel na terra prometida adverti-os severamente para que não usurpassem das mesmas práticas dos povos: "Quando entrares na terra que o Senhor teu Deus te dá, não aprenderás a fazer conforme as abominações daqueles povos." (Dt. 18:9).
Precisamos esclarecer que a palavra "apostasia", um termo muito comum nos dias de hoje, vem da mesma raiz grega que significa insurreição ou rebelião. Uma insurreição ou rebelião é levantar-se totalmente contra tudo que vem de Deus ? e ao mesmo tempo uma mudança de direção espiritual. Isto é, uma aceitação das leis e atitudes contrárias ao ideal divino. Nesse contexto, apostasia não significa violação de leis isoladas, mas é a caracterização ampla da rebelião total contra Deus. A minha opinião é que devemos ignorar este tipo de festividade, e isso não nos molda nos padrões extremistas da fé evangélica.
A resposta para as dúvidas do cristão evangélico deve se firmar primeiramente na Palavra e em uma fé inabalável, assim como no aconselhamento com o próprio pastor, e com Deus em sua consciência, Cito uma passagem esclarecedora de Paulo: "Todas as coisas me são lícitas, mas nem todas as coisas convêm. Todas as coisas me são lícitas, mas eu não me deixarei dominar por nenhuma" (1Co 6:12). Eis o diferencial da liberdade cristã, permitindo ao homem viver no mundo sem ser governado espiritualmente ou culturalmente por ele.
Quanto ao fato das escolas estaduais, municipais ou particulares celebrarem estas festas, gostaria de esclarecer aos pais evangélicos. De acordo com o Planejamento Curricular Nacional, as instituições de ensino têm como dever preservar e transmitir valores culturais da nação, muito embora não tenham o direito de obrigar as crianças a participarem de qualquer festividade deste cunho. Porém, no caso das festas juninas e de outras comemorações com sincretismo religioso, para que as crianças evangélicas não passem por constrangimento por não participar. É bom verificar a proposta pedagógica e deixar claro o posicionamento religioso da família logo no início do ano letivo. Isso deve ser conversado com respeito entre pais, professores e pedagogos. Quanto a lei, o capítulo 2 do ECA (Estatuto da criança e do adolescente), garantem os mecanismos de proteção, no que diz respeito a liberdade religiosa do menor.

Bruno dos Santos é Diretor do VidaSat Comunicações, Coordenador Geral da CIA (Coalizão das Igrejas Apostólicas) e pastor da Igreja Vida Nova em São Paulo. Escritor e Conferencista, é formado em Teologia com especializações em Novo Testamento e Liderança. Casado com Silvia Regina, é pai do Lucas, da Laís e da Ana Luiza.


Fonte: http://www.guiame.com.br/v4/blog_bruno/130358-1608-Os-crentes-e-as-festas-juninas.html

Perdido - mesmo estando dentro de uma Igreja


Existem pelo menos duas classes de perdidos dentro de uma igreja. A primeira seria aquele tipo de pessoa que está se aproximando do Evangelho. Que está conhecendo a palavra, frequentando com certa regularidade os cultos e que vive ainda a dúvida de aceitar ou não, a salvação e a reconciliação com Deus. Fazem muitas coisas erradas ainda, mas estão procurando o caminho certo, não é a estes que me refiro.
Quero falar da segunda classe de perdidos. Aqueles que estão na igreja conhecem bem todo o contexto cristão, conhecem inclusive as escrituras, observam os mandamentos, são consideradas pessoas religiosas pelos amigos, cumprem as normas da congregação, mas estão completamente perdidos. Talvez você esteja perguntando - Isso é possível? -   Não só é possível, como é mais comum do que imaginamos! Vejamos a seguinte história narrada no Evangelho de Mateus:
"Eis que alguém se aproximou de Jesus e lhe perguntou: 'Mestre, que farei de bom para ter a vida eterna? Respondeu-lhe Jesus: Por que você me pergunta sobre o que é bom? Há somente um que é bom. Se você quer entrar na vida, obedeça aos mandamentos. Quais?, perguntou ele. Jesus respondeu: Não matarás, não adulterarás, não furtarás, não darás falso testemunho, honra teu pai e tua mãe' e 'amarás o teu próximo como a ti mesmo'. Disse-lhe o jovem: A tudo isso tenho obedecido. O que me falta ainda? Jesus respondeu: 'Se você quer ser perfeito, vá, venda os seus bens e dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro no céu. Depois, venha e siga-me. Ouvindo isso, o jovem afastou-se triste, porque tinha muitas riquezas". - (Mt 19:16-22 / NVI)
O jovem rico da narrativa de Mateus, era um membro acostumado com os preceitos religiosos, do tipo; "isso pode!" - "isso não pode!" Provavelmente um rapaz bem comportado, exemplar em seus procedimentos sociais, ativo na igreja, participativo nas programações dos cultos, enfim um bom membro eclesiástico, mas principalmente INFELIZ! - Por quê?
Porque ele não tinha certeza de que possuía a promessa de Deus em sua vida. Apesar de cumprir preceitos religiosos, ele estava em busca da verdadeira salvação. Questionou Jesus sobre o quê precisaria fazer para "herdar a vida eterna". Não havia em si uma convicção inabalável de que seu comportamento religioso lhe garantiria a Graça de Deus. A observação de mandamentos não é sinônimo de salvação, mas obedecer é aos termos bíblicos, é a consequência do amor à Deus. É a decisão de amar a Deus acima de todas as coisas que me leva a obediência, e não a obediência sem amor que me leva à Deus. Jamais podemos desassociar estas duas coisas. Obediência que não reflete o verdadeiro interesse (amor) não é obediência mas religiosidade. Este era o problema do jovem, não o de ser rico, mas o de preferir muito mais a riqueza do que a Deus.
Deus não pode aceitar nossa espiritualidade, se Ele não possui a primazia em nosso coração. Se tudo o que temos e somos, não for para Ele primeiramente, nada do que fazemos pode agradar a Deus. Exercer uma religião sem um relacionamento íntimo com Deus, mesmo observando todas as regras geram um "vazio na alma".
Muitos destes "perdidos" na igreja, estão tendo um vida religiosa, mas sem intimidade com o Rei dos reis. Viver uma religião sem amar a Deus, é a maior de todas as ilusões. É a nossa relação com Ele que gera uma vida de compromisso, não o contrário. Afinal que tipo de relacionamento pode dar certo se convivermos com alguém que de fato não amamos, ou não nos ama?

Bruno dos Santos é Diretor do VidaSat Comunicações, Coordenador Geral da CIA (Coalizão das Igrejas Apostólicas) e pastor da Igreja Vida Nova em São Paulo. Escritor e Conferencista, é formado em Teologia com especializações em Novo Testamento e Liderança. Casado com Silvia Regina, é pai do Lucas, da Laís e da Ana Luiza.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Quem escolhe o meu namorado / a ? Deus ou eu?


Um pensamento que alicia jovens na maioria das igrejas hoje em dia, está relacionado com o namoro: Deus, ou eu mesmo devo escolher meu namorado(a)? Essa pergunta inquieta a maioria dos jovens cristãos, e serve também de força de manobra em muitos ministérios de jovens. Mas qual é a resposta? Que meios ou critérios devemos usar para escolher um namorado(a)? Será que o fulano(a) é a pessoa que Deus escolheu? Ou eu que escolho?
Estas são algumas das inquietações que enchem as agendas pastorais de jovens em nossos dias. Muitos jovens hoje em dia vivem essa crise nos relacionamentos. Gostam de alguém, mas temem que essa pessoa não faça parte dos planos de Deus para a sua vida, e buscam conciliar obediência à Deus com satisfação nos relacionamentos.
Carrego algumas dicas comigo para aconselhar jovens que vivem essa crise. Mas antes gostaria de pensar em pelo menos três perguntas:
1. Onde o meu namoro me levará?
De acordo com a Bíblia, o namoro tem por objetivo nos levar ao casamento. O namoro é um tempo de conhecimento, de descobertas sobre a outra pessoa que está com você. Uma análise das diferenças e similaridades, dos gostos e das vontades. É importante perceber isso para o desenvolvimento de uma relação madura, onde um aprende a gostar do outro, com tudo aquilo que o outro carrega em si. O grande problema do namoro é atropelar as etapas, e ir para a região que só nos diz respeito no casamento (sexo e prazer).

2. Qual a razão pela qual escolhi estar com esta pessoa?
Existem muitos fatores que podemos colocar aqui. Beleza, Intelecto, Carisma, etc. Mas a mais pontual, a mais importante virtude de uma escolha estão nos valores. Que tipo de valores essa pessoa que você escolheu carrega? Como ela se relaciona com seus pais? Com seus familiares? Como ela respeita você? Enfim, estes valores são imprescindíveis para dar coerência em sua escolha. Veja bem que eu não estou falando de religião, mas de valores morais. O uso do bom senso na hora da escolha, é necessário, pois uma pessoa pode ser bonita, elegante, boa de conversa e um(a) crápula na relação!

3. E como meu namoro se relaciona com minha vida espiritual?
Se você é um cristão, é necessário saber que o namoro deve fazer a sua vida espiritual crescer e desenvolver, não diminuir. Se você se torna uma pessoa mais fechada à vida espiritual, então esse namoro não está cumprindo o papel dele.

Agora gostaria de dizer algo muito importante à todos os cristãos. DEUS NÃO ESCOLHE POR VOCÊ, ELE ESCOLHE COM VOCÊ. Isso mesmo, Deus abençoa seu namoro quando você faz uma escolha coerente. E aqui vão algumas dicas para você fazer essa escolha.
Namoro não é um espaço de vida para aprender a beijar, a transar e afirmar sua beleza.
Isso mesmo, o cristão encara o namoro como a ante sala da felicidade (casamento).  E felicidade é coisa séria! Namoro para nós não é uma aventura infantil como o mundo vê. Namoro faz parte de um comportamento que gerará um novo casal. Antes de Deus cuidar de qualquer coisa relacionada a religião, ele cuidou de um casal de namorados (Adão e Eva), e abençoou aquele relacionamento para que eles gerassem uma humanidade abençoada. A troca de prioridades daquele casal fez com que o relacionamento ficasse a deriva do mal. Portanto se as prioridades do namoro forem trocadas pela proposta do mundo, Deus não pode escolher junto com você, essa pessoa que você escolheu. Pois esse tipo de procedimento não está nos planos de Deus para a nossa vida.

Diferenças religiosas são as mais difíceis de serem resolvidas entre um casal de namorados.
É muito complicado quando um cristão namoro com alguém que não seja. Geralmente são muitos os conflitos gerados no relacionamento, pelo simples fato de que os valores são outros, e as escolhas do que se deve ou não fazer torna-se agonizante. Um velho adágio diz:  ?Urubu jamais voa com pomba?. Isso significa que a diferença religiosa torna a relação muito mais pesada e difícil de ser conciliada. Tempo e desgaste desnecessário para um jovem, que já carrega tantos outros problemas para resolver. (faculdade, compra do primeiro carro, etc.)

O seu namoro deve glorificar a Deus.
Paulo diz aos Coríntios: ?Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra coisa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.? (1Co 13:31). Tudo que fazemos, devemos carregar o princípio do louvor e da exaltação de Deus. Se o namoro exalta a Deus, fique em paz com ele. Se esse namoro realça os valores de Deus no mundo, Deus é com você e o está abençoando, mas se for o contrário disso, fuja! Corra dessa relação, pois ela é um laço que prenderá a sua vida. A glória de Deus, é a sua alegria, e um relacionamento que glorifica a Deus gera contentamento, satisfação e paz.


Bruno dos Santos é Diretor do VidaSat Comunicações, Coordenador Geral da CIA (Coalizão das Igrejas Apostólicas) e pastor da Igreja Vida Nova em São Paulo. Escritor e Conferencista, é formado em Teologia com especializações em Novo Testamento e Liderança. Casado com Silvia Regina, é pai do Lucas, da Laís e da Ana Luiza.
Fonte: http://www.guiame.com.br/v4/blog_bruno/89775-1608-Quem-escolhe-o-meu-namorado-a-Deus-ou-eu-.html

quinta-feira, 7 de julho de 2011

É possível ser "cristão" sem uma igreja?


Como um cristão pode crescer espiritualmente? Seria possível crescer alheio a vida da igreja? O que significa ir à igreja? Que importância existe em conviver com pessoas que mal conheço? Seria possível desenvolver uma vida espiritual à parte da vida na igreja?
Estas perguntas são feitas a anos, por milhares de pessoas defraudadas por instituições religiosas. Apesar desta triste realidade, ainda é necessário lutarmos pela unidade da Igreja. O desígnio claro de Deus é a restauração da unidade de todas as coisas em torno de Cristo. (Ef 9:10). O Pentecoste só foi inaugurado mediante a igreja reunida (unidade) em Jerusalém.
Jesus mesmo disse: "Onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome ali eu estarei" (Mt 18.20). Ressaltando a importância da comunhão. Quando os irmãos se reúnem Deus se faz presente de uma maneira especial. É na unidade do povo de Deus que o Senhor "ordena a sua bênção e a vida para sempre" (Sl 133.3).
Muitas orações são respondidas porque oramos juntos, por estarmos em unidade: (Mt 18.19) "Em verdade também vos digo que, se dois dentre vós, sobre a terra, concordarem a respeito de qualquer coisa que porventura pedirem, ser-lhe-á concedida por meu Pai que está nos céus".
Apesar de Deus nos ver como indivíduos, a Bíblia jamais exalta a individualidade como proposta de vida cristã. A "independência" no cristianismo não é uma virtude, mas um desvio de conduta. A vida congregacional, comunitária, forma o Corpo de Cristo, isto é, estamos ligados interdependentemente.
Não pode existir cristãos "ilhados", isolados de todos os outros. Até mesmo a oração do "PAI NOSSO", perde sentido quando é feito individualmente. Não existe auto-batismo, auto-ministração, não podemos tomar a Ceia sozinhos. Muitos com o intuito enganoso de se acharem superiores ou inferiores, afastam-se da comunidade, acreditando que Deus poderá fazê-los crescer sem ninguém com eles. Não existe relacionamento com Deus que não "desemboque" no relacionamento com o outro.
Por esta razão nos exorta o autor de Hebreus, dizendo: "Não deixemos de congregar-nos, como é costume de alguns; antes façamos admoestações, e tanto mais quanto vedes que o dia se aproxima". (Hb 10.25).
Buscar a verdade, sem buscar a unidade espiritual é um engano. Nenhum cristão pode crescer sozinho, alheio à igreja. Devemos estar vinculados ao Corpo de Cristo, que é a reunião dos Santos, não pode haver vida fora do Corpo. Congregar é vital para o desenvolvimento espiritual sadio.

Bruno dos Santos é Diretor do VidaSat Comunicações, Coordenador Geral da CIA (Coalizão das Igrejas Apostólicas) e pastor da Igreja Vida Nova em São Paulo. Escritor e Conferencista, é formado em Teologia com especializações em Novo Testamento e Liderança. Casado com Silvia Regina, é pai do Lucas, da Laís e da Ana Luiza.
Fonte: http://www.guiame.com.br/v4/blog_bruno/101034-1608--poss-vel-ser-quot-crist-o-quot-sem-uma-igreja-.html

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Sabe qual é a melhor hora para começar um estágio?


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6 / 7 / 2011

O que é melhor para a carreira: procurar estágio logo no começo da faculdade ou esperar pelos últimos anos? Não existe uma regra, mas os especialistas reconhecem a importância de começar a fazer alguma atividade relacionada ao trabalho o mais cedo possível. "Quem está estudando deve fazer um ou mais estágios sejam remunerados ou não. O aluno ganhará segurança e desenvoltura para participar de seleções no futuro", explica Neli Barboza, diretora da consultoria Ricardo Xavier Recursos Humanos. Para Fábia Barros, gerente de projetos da Foco Talentos, a participação em atividades dentro ou fora da universidade agregam qualidades valorizadas pelas empresas, como organização, iniciativa e criatividade. "O importante é experimentar de tudo para agregar conhecimentos. As empresas apreciam muito quem tem disposição para aprender".
Vamos deixar claro: começar não significa necessariamente assinar um contrato com horário fixo e rotina diária de segunda à sexta. O estudante precisa tentar descobrir que tipo de atividades podem acrescentar mais à sua formação. Muitos universitários preferem dedicar-se integralmente ao curso que escolheram, estudar e acompanhar palestras na área. Quem ainda tem o inglês fraco, pode ganhar mais investindo no estudo do idioma do que em um estágio, por exemplo. Também há boa opções para considerar na própria faculdade. Muitas oferecem monitorias e a chance de participar de empresas júnior.
Os especialistas também lembram que o período universitário é ideal para planejar uma carreira profissional. Sugerem que visitar empresas e fazer estágios mais curtos em algumas delas também pode ser proveito. Nos Estados Unidos e em alguns países onde a legislação trabalhista é menos rígida é comum os jovens trabalharem e estudarem desde o segundo grau e passarem por várias empresas até iniciarem uma carreira. No Brasil, as regras impedem essa movimentação mas existem muitas oportunidades de trabalho temporário. Todas essas atividades são iniciativas valorizadas pelas empresas.
Naturalmente, a maior parte dessas sugestões só vale para quem não precisa do dinheiro do estágio para completar a renda, ou para pagar a faculdade. Para esses, a questão da hora já está respondida: imediatamente
Fonte: iG estágio e trainee




Via: www.guiame.com.br

Deus é homofóbico?


Para defender e amparar pessoas que até agora se sentiram marginalizadas em sua "opção sexual", tramita uma lei no Senado Nacional que incorre no perigo de violentar a quem pensa e age diferente. Se aprovado, o projeto de lei contra a homofobia criará situações constrangedoras para a Igreja evangélica, católica e todo tipo de cristão professo em geral que, em seu proceder social, procura se pautar pela linha moral do Evangelho.
De acordo com a lei, um sacerdote que, em sua pregação, condenar o homossexualismo, poderá ser julgado por "ação constrangedora de ordem moral, ética, filosófica ou psicológica". Dentro dos seminários, a decisão de um reitor de não admitir um candidato homossexual poderá lhe acarretar de três a cinco anos de reclusão.
Pelo que tudo indica, a partir da vigência do decreto de lei, além dos direitos fundamentais garantidos pela Constituição Federal a todos os cidadãos brasileiros, os homossexuais terão privilégios e benesses que derivam tão somente de sua opção sexual.
Em contrapartida, todos aqueles que não se conformam com comportamentos homossexuais, deverão silenciar ou preparar-se para ocupar uma cela em algum presídio do país. A lei que pretende conceder privilégios à pratica social do homossexualismo, criando a figura penal do "homofóbico", não é tão inofensiva como parece.
Se já agora as organizações homossexuais, com o apoio do governo e o aplauso dos meios de comunicação conseguem, junto ao Poder Judiciário, indenizações não insignificantes por "danos morais", ninguém imagina o que poderá acontecer após a aprovação do decreto-lei.
Mas essa lei não é apenas uma revelia as direitos constitucionais dos cidadãos que normatizam seus princípios na Bíblia, é também uma lei anti-Deus, pois o homossexualismo é a negação da própria natureza concebida ao homem ou mulher que foram criados como seres sexuais para glorificaram e agradecerem a Deus cumprindo no próprio corpo a sua missão e natureza.
Deus expressou em sua criação um pouco do que ele é. Deus não é nem homem, nem mulher, mas o homem e a mulher criados, quando expressam a sua sexualidade natural e respeitam a sua natureza sexual, cumprindo cada um o seu papel, tornam-se representantes da Graça Criativa de Deus.
Deus criou Adão e Eva, e não Adão e Ivo! Há apenas dois gêneros sexuais, masculino e feminino por natureza. O homossexualismo coloca não um pastor, padre ou mesmo uma igreja no banco dos réus, mas o próprio Deus. Aprovar essa lei é desaprovar o caráter e a sabedoria de Deus na sua criação. Aprovar essa lei é ser contrário ao princípio normativo da criação. O homossexual é aquele que não quer ser aquilo para o qual ele nasceu para ser, e não existe pecado maior do que esse, não desejar ser quem se é, e projetar no que se não é, como se fosse!
Paulatinamente o núcleo familiar vem recebendo um ataque frontal, e a ideologia homossexual procura derrubar mais um princípio natural. Na verdade são os homossexuais que tentam amordaçar Deus e não o contrário.

Bruno dos Santos é pastor, formado em Teologia Contemporânea pelo ICEC (Instituto Cristão de Ensino Contemporâneo) e pós-graduando pela Universidade Doxa (DOXA University Bible College / Flórida USA). Português, natural de Angola, Bruno dos Santos é diretor da "Cruzada Missionária Continental Brasil", coordenador teológico do "Centro de Capacitação Ministerial" e escritor nas áreas de teologia e liderança.
 Fonte: http://www.guiame.com.br/v4/blog_bruno/16356-1608-Deus-homof-bico-.html

Blog Bruno dos Santos
http://www.prbruno.blogspot.com/
Portal Cruzada Missionária Continental Brasil
http://www.cmc.org.br/

ASSEMBLEIA DE DEUS É A MAIOR


Entidade no Brasil supera a Igreja no Coréia do Sul
Com cerca de 22,5 milhões de membros, a Assembleia de Deus no Brasil é hoje a maior denominação pentecostal do mundo. Em segundo lugar está a Coréia do Sul com 3,1 milhões.

Foi-se o tempo em que a igreja precisou mudar da Rua Figueira de Melo para o Campo de São Cristóvão, na cidade do Rio de Janeiro, porque o salão – um antigo depósito de açúcar – já não comportava as mais de 400 pessoas que assistiam aos cultos, sendo que muitas já os assistiam pelas janelas. E da alegria dos pioneiros quando descobriram que o número de crentes assembleianos no país já superava os 200 mil, conforme anunciava o locutor do Programa A Voz Evangélica das Assembleias de Deus, pastor Francisco Pereira do Nascimento (AD em São Cristóvão).

Com a estimativa de 22,5 milhões de membros, a Assembleia de Deus no Brasil é hoje a maior denominação pentecostal do mundo. Em segundo lugar está a Coréia do Sul com 3,1 milhões. As Assembleias de Deus no Brasil puxaram o crescimento dos evangélicos no país e, segundo projeções, deverá ultrapassar os 100 milhões em 2020.

As estimativas apontam ainda mais de 35 mil ministros e mais de 100 mil templos espalhados por todo o Brasil. Na verdade, a Assembleia de Deus está presente até mesmo nos lugares onde as estruturas governamentais não estão.

Número de membros
Ao todo, as Assembleias de Deus têm 64 milhões de membros espalhados no mundo e 363.450 ministros, divididos entre 351.645 igrejas e presentes em 217 países. O Brasil lidera essa lista com 22,5 milhões de membros, de acordo com as estimativas da igreja nos EUA. Veja a lista dos países com os maiores números de membros.

Porcentagem em cada região
Na América Latina e Caribe, o número de membros chega a 28,8 milhões, o equivalente a 53% do total de assembleianos presentes no planeta. Estes números são ‘puxados’ pelo grande avanço no Brasil, que detém mais de 75% desse total. Veja o número de membros da Assembleia de Deus nas outras regiões do mundo.

Profecia do crescimento da Igreja e do Brasil
Em uma entrevista ocorrida em 2 de abril de 1980, o saudoso pastor Rodrigo Silva Santana, reconhecido líder da igreja na Bahia, profetizou ao indicar que a fase difícil que o Brasil atravessava naquela época passaria e o país alcançaria prosperidade se abrisse suas portas à evangelização.

– “Desta forma se alcançará prosperidade e a pátria será engrandecida e enriquecida”, dissera.

Foi justamente o que aconteceu. O crescimento do país ocorreu de forma simultânea ao crescimento da Igreja e segundo projeções da Sepal o número de evangélicos deverá chegar a 50% da população brasileira e ultrapassar os 100 milhões em 2020.

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Data: 4/7/2011 08:14:00
Fonte: Fronteira Final

Obediência - A Importância de Obedecer aos Pais

Obediência - A Importância de Obedecer aos Pais

Pr. Nélson R. Gouvêa


Dt: 5:16 - Honra a teu pai e a tua mãe, como o senhor teu Deus te ordenou, para que se prolonguem os teus dias, e para que te vá bem na terra que o Senhor teu Deus te dá.

Cl. 3:20 - Vós, filhos, obedecei em tudo a vossos pais; porque isto é agradável ao Senhor.

Ef. 6:1,2 - Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe (que é o primeiro mandamento com promessa), para que te vá bem, e sejas de longa vida sobre a terra.

Na cadeia de comando, ou melhor, no governo de Deus sobre a família cada componente tem as suas responsabilidades. Ao homem é atribuído amar a sua esposa, como Cristo amou a Igreja. Cabe a ele portanto protege-la. O marido e pai é o principal provedor de sua família, é o sacerdote em seu lar. A esposa, por sua vez é a sua parceira que está do seu lado debaixo de sua autoridade. Uma autoridade que é delegada por Deus. A seguir vem os filhos e estes devem reconhecer a autoridade de seus pais sobre suas vidas e obedecê-los.

Eu sei que estar debaixo de autoridade é tremendamente complicado, porém no caso da família, se o filho não souber receber ordens de seus progenitores, dificilmente saberá exercer situações de comando no futuro, em relação aos seus próprios filhos.
É incrível como o desrespeito pelos pais, atingem conseqüências tremendas. É só abrir as paginas dos jornais, ou ficar alguns minutos diante de um noticiário da TV, para sentirmos de perto a gravidade do problema. São inúmeros casos de violência no seio da família, principalmente filhos brigando ou até tirando a vida de seus pais. São meninos e meninas, adolescentes, jovens que se enveredam para o mundo das drogas e que fazem de seus pais, seus principais inimigos.

Estamos vivendo dias maus, profetizado pelo próprio Jesus Cristo. Ele nos fala em sua Palavra. Que em nossos dias, estaríamos presenciando uma guerra na família sem precedentes. É bem certo que uma parte da responsabilidade está com os pais, que não exerceram a sua autoridade, em relação a sues filhos, quando estes ainda eram pequenos. A criança cresce, muitas vezes em meio de gritarias, palavrões, desrespeito, em meio a cobranças e maus tratos, do que debaixo de disciplina e instrução na Palavra de Deus. Quando chegam a fase de pré-adolescência, resolvem sair de casa, escolhendo o caminho da marginalidade.

O que devemos observar, é que independentemente do tipo de criação, que se receba nesta vida, os pais devem ser respeitados e honrados. A Bíblia nos diz que devemos honrar os nossos pais, porque é um mandamento. Isto quer dizer, que temos o dever de honrá-los e respeitaí-los. É uma ordem direta e clara, da parte de Deus aos filhos. A não observância da Palavra implica em conseqüências tristes para o filho desobediente.

Que conseqüências são estas?

Quando os filhos são desobedientes a seus pais, eles ficam totalmente desprotegidos, quanto as promessas de Deus, no que diz respeito a sua estabilidade física, moral, emocional e espiritual aqui na terra e na eternidade. Porque os filhos que desobedecem a seus pais, os seus dias são abreviados na terra. Em outras palavras. Os filhos que desobedecem, vivem pouco, morrem cedo. São inúmeros casos registrados em delegacias de policia no Brasil e no mundo de tragédias na família decorridos da desobediência por parte dos filhos.

Se você é filho e está lendo esta mensagem, eu gostaria de ter a liberdade de passar pra você algumas dicas, de como melhorar o relacionamento com os seus pais.

1. Ouça sempre, a voz da experiência
Isto quer dizer, que a estrada que você está passando nesta vida, os seus pais já passaram por ela e eles sabem melhor do que você os perigos da mesma. Pode acreditar. Eles sabem com detalhes o caminho que lhe trará segurança. Ouvi-los é sinal de que você é uma pessoa sábia.

Veja o que a Bíblia diz a respeito:

Pv. 4:1 Ouvi, filhos, a instrução do pai, e estai atentos para conhecerdes o entendimento.

Pv. 17:6 Coroa dos velhos são os filhos dos filhos; e a glória dos filhos são seus pais.


2. Nunca, em hipótese nenhuma, levante a voz, desrespeite ou desonre os seus pais. Tenha sempre uma atitude de humilde, de respeito, de tolerância, principalmente se eles ainda não entregaram as suas vidas ao Senhor Jesus Cristo. O seu testemunho deve ficar sempre em alta na família, se você é cristão.


3. O diálogo é o melhor caminho
Entenda que por você, ainda que adolescente ou jovem, muitas mudanças estão acontecendo em sua vida, em sua mente, e principalmente em suas emoções, na sua maneira de ver as coisas, enquanto que os seus pais já não estão tão abertos para novas mudanças.

4. você é especial para os seus pais.
Lembre-se: por mais difícil que possa ser o relacionamento entre vocês. Eles querem que o melhor aconteça em sua vida, porque eles o(a) ama e algumas vezes não sabe muito bem expressar este amor.Tente ver a vida na ótica de seus pais, pois aí você sentirá um pouco que a vida não é feita só de alegrias e bons momentos, mas também de tristezas e traumas que precisam ser tratados a luz da presença de Deus.

5. Peça perdão sempre que errar contra eles.
Você nunca deverá conciliar o seu sono a noite, deixando o seu pai ou a sua mãe magoados.

6. Diga pra Deus, que de hoje em diante você vai procurar ser um filho obediente e temente ao Senhor.
Agora, uma palavra especial para você filho(a), que espera ver mudanças na atitude, no comportamento, de seus pais para com você. Preste atenção:


Você pode ter todas as razões do mundo para odiar os seus pais. Quem sabe você foi maltratado(a) ou até mesmo violentado(a) por seus pais em seu corpo, em sua alma, em sua mente. Lembre-se Deus o(a) ama e entende a sua dor, os seus sofrimentos, os seus traumas emocionais e quer libertá-lo(a) totalmente; Porém um detalhe você não pode e nem deve esquecer: Segundo a Bíblia que a Palavra de Deus, a vingança não pertence a você, pertence a Deus. Deixe que a justiça de Deus trate desta situação. Com certeza a justiça dos homens dará o seu parecer, mas eu não gostaria de ficar na pele de um pai ou mãe que comente tal barbaridade, quando julgado e condenado pelo próprio Deus.

O que você tem a fazer é encher o seu coração de esperança, e fé e olhar para o futuro. Tirar toda a magoa, rancor do coração e lembre-se, você não poderá fazer isto sozinho(a) Sozinho você não consegue se libertar. Jesus Cristo precisa estar dentro de você, curando todas as suas feridas, traumas, seqüelas, mas para isto você deve permitir a participação Dele(Jesus) em sua vida.

Como está o seu relacionamento com os seus pais?
Como é que você gostaria que eles te tratasse?
A Bíblia faz uma declaração interessante: Se for possível, quanto depender de vós, tende paz com todos os homens. (Rm. 12:18)


Você está disposto a levantar a bandeira da paz? Você está disposto a caminhar na direção de seus pais, abraçá-los e pedir perdão e mudar para melhor a sua vida?O quinto mandamento diz: Honra o teu pai e a tua mãe, como o Senhor te ordenou, para que se prolonguem os teus dias e para que te vá bem na terra que o Senhor teu Deus te dá. (Dt.5:16)

O Senhor quer que você viva nesta terra feliz e abençoado, honrando, respeitando e acatando as orientações daqueles que Deus colocou em sua vida para ajudá-lo(a), seu pais.

Deus os abençoe;
Pr. Nélson R. Gouvêa


Fonte: www.melodia.com.br

segunda-feira, 4 de julho de 2011

LÍDERES APAIXONADOS TRANSFORMARAM O MUNDO

LIDERANÇA

Viver com paixão nos faz protagonistas de nossas ações
Por: Desconhecido
     Viver com paixão não é uma eleição… é um dever, um mandato de Deus. A paixão é essa efervescência que emerge de nosso interior, é uma lei de vida, pois neste cenário global tão dinâmico tudo troca vertiginosamente, e a provocação de triunfar é cada vez maior. Paixão é a euforia que suporta à ruptura de paradigmas, a procurar outros horizontes, a descobrir outras fórmulas e estratégias, a criar novos modelos de liderança e participação, pois o conhecimento não se detém, é evolução, e se requerem Líderes que possam administrar a mudança e criar o futuro promissório.
     Em efeito, deve haver paixão no homem que se arrisca sem condição, que desdobra suas asas para descobrir o mundo que há em seu redor, esse que infelizmente muitos não divisam, pois não se atrevem a voar e deixam acontecer os melhores anos de suas vidas cobertos pelas cinzas dos braços da tristeza, o conformismo e a elementalidade. Mortos antes de morrer, ignorantes de seu grande potencial, alheios às emoções e negados a despertar.
     Não obstante, os fazedores de hoje, tal como os de ontem, escolhem ser ganhadores. Deixam-se levar pelo ímpeto do fazer, por ter um propósito, uma visão, um caminho definido por percorrer. Sabem que são importantes, conhecem sua missão e não há obstáculos nesta vida que os detenha em sua ação. A paixão pelo que fazem dá credibilidade a suas ações, fortalece as palavras e a convicção dos gestos e atitudes. É a força que os empurra para que possam chegar, quando são muitos os escolhos que tenham que saldar. É a energia dos líderes e de todos os que queiram realizar aqueles sonhos que se empenham em cristalizar. A paixão é esse bálsamo que mitiga o cansaço ou a dor, é esperança, arrojo, obstinação. É levantar-se detrás de cada engano, porque cada fracasso os aproxima mais ao êxito e fortalece a gestão.
     Definitivamente, a vida sem paixão não é vida. É noite sem manhã, sem sons, sem cores, sem sentido, como quem está condenado só a existir, e não procura nada mais, pois acredita que está destinado, que essa é sua inexorável condição e não compreende que a diferença entre um ser vivo na aparência e um vibrante em realidade, estriba na emoção, no brilho dos olhos e o falo pelos cotovelos do coração.
     Não existe dúvida alguma que viver com paixão é o que nos faz protagonistas de nossas ações e alpinistas de nosso topo particular. A paixão é o que impulsiona ao caminhante, ao que sonha acordado, para agüentar sua realidade, ao que é capaz de dar a vida por um ideal ou a verdade. É o arrebatamento ou o entusiasmo, para fazer com que as coisas aconteçam, para nos atrever a navegar, mesmo que os tempos sejam tormentosos e a nave esteja propensa a naufragar. O líder apaixonado compromete a sua gente à ação, converte os seus seguidores em verdadeiros líderes agentes de mudança, porque injeta confiabilidade e um férreo caráter.
     A paixão é energia, é motivação. É o elixir dos triunfadores, dos líderes da mudança e a ação. São os líderes apaixonados que transformaram o mundo, quem tem criado valores e movido a consciência da gente. E você… tem paixão?
Data: 16/6/2011 08:52:30

Fonte: http://www.creio.com.br/2008/lideranca01.asp?noticia=491

Onde estão os homens cristãos solteiros?

A falta de homens solteiros nas igrejas tem surgido como um problema importante na questão dos relacionamentos cristãos. Veja o ponto de vista de dois observadores experientes e algumas sugestões para lidar com esta realidade.


Por Camerin Courtney e Todd Hertz

Existem inúmeras questões delicadas relacionadas à vida de cristãos solteiros: qual o modelo mais apropriado para o namoro e os relacionamentos? A castidade é uma realidade para adultos solteiros? Por que algumas congregações têm fracassado em integrar os solteiros na vida da igreja? Não podemos lidar com todas estas questões aqui. Mas existe uma questão prática que se sobressai neste momento: Onde estão todos os homens? Estatisticamente a diferença entre a quantidade de mulheres e homens na igreja é alarmante. Em um trecho do livro The UnGuide to Dating, os autores Camerin Courtney e Todd Hertz avaliam esta problemática delicada.

A descoberta
Camerin: Algo está quebrado. Não sei exatamente o que é ou como consertar, o que me deixa muito chateada. Só sei que algo está evidentemente incorreto nesta história. Veja: recentemente fui a uma conferência no Leste europeu com pessoas que trabalham em revistas cristãs para mulheres. Eu, como amante e admiradora de pessoas de outras culturas, estava no céu. A cada refeição, intervalo ou horário de lazer eu podia fazer uma de minhas perguntas preferidas: “Como é a vida no seu cantinho do mundo?”
Mas com certeza não falei para ninguém que sou escritora de uma coluna para solteiros. Alguns deles nem sabiam que sou solteira, que tenho mais de 30 anos de idade e que nunca me casei; e tenho amigas no mesmo barco (algumas delas em barcos mais velhos do que o meu).
Minha primeira conversa na conferência foi com uma simpática russa de 40 anos, e aconteceu mais ou menos assim:
Eu: “Então, quais são os maiores desafios enfrentados pelas mulheres cristãs na Rússia?”
Galina: “Temos mulheres inteligentes e maravilhosas solteiras em nossas igrejas. Mas não há homens para elas.”
Eu (com uma voz que misturava depressão e empatia): “Sério?”
Galina: “Sim. é muito triste. Muitas delas viajam aos Estados Unidos para procurar um marido.”
Eu (com toda a minha doçura e sensibilidade cultural): “Bom, então diga a elas para entrarem na fila.”
Em seguida tive uma conversa com duas moças da Bulgária que pintaram um retrato similar sobre as mulheres cristãs que não tinham homens cristãos para formares seus pares.
No almoço do dia seguinte, alguém perguntou se eu tinha filhos e então respondi: “Não, não sou casada.” Uma moça solteira de 38 anos vinda da Grécia desabafou: “Ah, isso faz com que eu me sinta muito melhor!” Ela também compartilhou sobre o que parece ser uma geração de falta de homens solteiros em seu país. O mesmo disse a moça da Malásia que se casou aos 29 anos, o que em sua cultura é considerada uma idade avançada.
Enquanto uma parte de mim se alegrava com este compartilhar e a compreensão da minha realidade, também fiquei deprimida com o fato de que esta aparente inquietação na vida das solteiras é algo global. Como eu já disse, algo está quebrado.

Chuva de homens? Não...
Antes de tudo, permita-me deixar uma coisa bem clara: sei que existem homens de Deus, solteiros, ao redor do mundo. Sou amiga de alguns deles e namorei outros. E, sim, existem jardins privilegiados onde existe uma porcentagem de 50% de homens e a mesma proporção de mulheres; e há alguns em que os homens até podem ser maioria. Durante uma viagem recente a trabalho, visitei uma igreja que tinha este perfil.
No universo parece haver muito mais mulheres cristãs solteiras do que homens cristãos solteiros. Minha própria experiência afirma esta verdade. Em quase todas as igrejas, estudos bíblicos, grupos de solteiros e locais de trabalho cristãos dos quais já participei ao longo dos anos continham um número significativo de mulheres solteiras e era notável (e frustrante) o reduzido número de homens. A maioria das pessoas que compõem meu círculo de amigos é de mulheres de Deus.
E não estou brincando quando digo que há alguns anos, quando eu fazia parte de um grupo da Aliança Bíblica Universitária (em minha universidade não-cristã), um de nossos pedidos de oração recorrentes era que mais homens se juntassem à nossa comunidade (para benefício deles e nosso também!).
Sempre que sai o novo informativo do escritório cristão onde trabalho, existe uma lista imensa de funcionárias de mulheres solteiras. Em evidente contraste, posso contar nas mãos o número de homens solteiros em nossa empresa, dentre os 150 funcionários.
Geralmente brinco com Todd, o co-autor do livro, que, por fazer parte do gênero masculino, ele tem um leque de pretendentes a sua frente para escolher. Em compensação, eu preciso lamentar o fato de que permaneço sem opções.
Todd: Quando Camerin me falou sobre sua teoria de que eu tinha um leque de opções e ela não, não dei a devida atenção. Pensei que ela estivesse sentindo pena de si mesma. Achei que estivesse exagerando. Eu pensava: Imagine! O contrário é que é verdade! Não há mulheres cristãs suficientes no mundo.
Então vi uma pesquisa, feita pelo grupo Barna em 2000, que constatou que 60% das seguidoras do cristianismo são mulheres. A pesquisa também observou o número de pessoas de cada gênero que se identifica como cristãos ‘nascidos de novo’. Baseado nos resultados, Barna estima que existem de 11 a 13 milhões de mulheres cristãs a mais do que homens nos Estados Unidos.
O mais impressionante não é apenas a disparidade entre os gêneros no grupo de cristãos, e sim a diferença entre homens que acreditam em Deus e aqueles que realmente procuram viver baseados no que crêem. Segundo a pesquisa, apesar de 36% dos homens terem se identificado como cristãos ‘nascidos de novo’, apenas 14% freqüentam a escola dominical, 13% pertencem a um pequeno grupo e somente 9% servem na igreja em alguma posição de liderança. Em todas as categorias as porcentagens foram muito maiores para o grupo das mulheres.
Isto me obrigou a reconsiderar honestamente o que eu havia concluído. Sou o único homem solteiro entre 25 e 45 anos que regularmente freqüenta a minha (grande) igreja. Trabalhar para um escritório cristão abriu ainda mais meus olhos. Assim como Camerin mencionou, existem cinco ou seis homens em nosso escritório e posso contar pelo menos o triplo de mulheres solteiras.
E então temos outras provas: os e-mails. Como colunista para solteiros, Camerin recebe mensagens de mulheres que sofrem com a ausência de homens.
Estas mulheres possuem histórias tão detalhadas e convincentes que não tenho mais argumentos para negar os fatos. Existem menos homens ativos na igreja e, dependendo de onde você mora, a diferença pode ser ainda mais evidente.
Considere, por exemplo, este e-mail de uma mulher chamada Margaret: “Desde que me tornei cristã, nunca namorei. Simplesmente nunca me convidaram para sair. Por quê? Porque nossas igrejas e círculos cristãos estão repletos de mulheres e existe um vazio horrível no que diz respeito a homens solteiros em potencial. Não importa aonde eu vá: estudos bíblicos, igreja, grupos de solteiros: 90% são mulheres.”

Porque os homens evitam a igreja
Sim, a falta de homens solteiros em nossas igrejas é um péssimo fator para a equação dos namoros. Mas, obviamente, não é o maior problema. O maior problema é o fato de os homens solteiros não estarem nas igrejas. Honestamente, fico preocupado com meus irmãos cristãos. Por que estão menos ativos em sua fé? A relação com o Criador é realmente diferenciada quando falamos do nosso gênero?
Como disse Camerin, algo está quebrado. E não acho que seja algo fácil de ser identificado e nem que seja apenas um fator danificado. Imagino que existam diversas rachaduras por todos os lados, incluindo o papel cultural do nosso gênero, expectativas da sociedade e o formato de nossas igrejas.
Os homens geralmente não sabem quem deveriam ser. Mensagens dúbias e confusão de gênero podem estragar a todos nós, jovens homens solteiros. Sem uma direção clara, é fácil seguir o caminho errado.
Pense na cultura e no cristianismo como duas fachadas de loja na rua, uma ao lado da outra. As duas possuem sinais luminosos que anunciam suas ofertas. A cultura anuncia sexo, imprudência, álcool, gratificação instantânea e a ordem de não depender de ninguém a não ser de você mesmo.
Por outro lado, a fachada da igreja parece oferecer julgamento, regras e hinos. Como um bônus extra, existe o foco na família e uma visão sensível por parte da maioria de suas integrantes, as mulheres. Olhando por esta perspectiva, torna-se mais compreensível a razão pela qual tantos homens deixam a igreja após terminar o ensino médio e retornam apenas quando já estão casados, com famílias constituídas, um novo foco e maior maturidade emocional. Isto é, se eles retornam às igrejas.
Eles já cometeram seus atos insanos e imprudentes, aprenderam com os erros de suas escolhas e agora compreendem o que é verdadeiramente importante na vida, o que realmente vale a pena.
Muitos homens também usam um argumento para ficar fora da igreja, a pressão para ser algo que não são, ou seja: casados. Não, as coisas não aparentam estar bem por aqui. Admito que o problema com a falta dos homens ativos na igreja pode parecer desesperador. Homens na igreja podem pensar: Bom, se sou o único aqui, porque tenho que ficar aqui? Então as mulheres cristãs solteiras decidem desistir de uma vez e procurar pretendentes não-cristãos.

O que os homens podem fazer
Enquanto esta ampla visão cultural parece desanimadora, creio que há esperança. E esta esperança não está no foco da grande questão, e sim na fé individual. Cada um de nós, homens, precisa ter em mente o fortalecimento de nossa caminhada, buscar um mentor para caminhar junto e tornar-se participante ativo em sua igreja local.
O efeito colateral ideal desta mudança de foco seria que nos concentrássemos em dar o exemplo a outros homens e talvez começar a equilibrar as estatísticas desproporcionais de gênero em nossas igrejas. Mas, apesar desta perspectiva sobre namoro na igreja, ou até mesmo em como as igrejas olham para os solteiros, nós, homens, precisamos estabelecer um padrão de vida com Deus.

O que as mulheres podem fazer
Camerin: Quando eu estava naquela conferência internacional descobrindo esta falta universal de homens cristãos solteiros, orei silenciosamente após uma conversa: “Deus, obviamente estás revelando a mim uma questão importante. Por favor, não me deixe ficar parada. Não posso me sentar após tomar conhecimento desta questão e ficar frustrada. Preciso agir de alguma maneira. Quero fazer algo com esta informação.” Então estou fazendo o que sei fazer: estou escrevendo sobre o assunto. Digamos que eu esteja tentando despertar pessoas para o fato de que algo está errado. Buscando falar às igrejas, que observem e tenham como alvo esta população que falta em nosso convívio. E orando, desde aquela conferência, para que haja pleno avivamento entre os homens solteiros do mundo.
Acho que a oração é um dos melhores caminhos que as mulheres podem percorrer acerca deste tema. Uma mulher que escreveu uma carta em resposta a um de meus artigos, disse eloqüentemente: “Minha oração hoje é que mulheres de Deus comecem a orar por homens como jamais fizeram, não por motivação egoísta e sim com o desejo sincero de que nossos irmãos encontrem um lugar só deles na igreja, no ministério e talvez, apenas talvez, em nossos corações.”

Camerin Courtney é conhecida articulista do portal christiansinglestoday.com (Cristãos solteiros de hoje). Todd Hertz é editor associado da revista Ignite Your Faith e contribui com artigos para o portal christiansinglestoday.com.

Este artigo foi adaptado do livro The UnGuide to Dating: A He Said/She Said on Relationships, ©2006. Usado com permissão da Revell Books, uma divisão de Baker Publishing Group.


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