segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O amor é um assunto de homem ou descrição de um trabalho?

Eu não sou a pessoa ideal para escrever sobre isso, apesar de que venho lendo muito em livros onde posso passar o que aprendi sobre a luz da palavra de Deus.
Isso é pregado pela sociedade que o amor é assunto de mulher e o que é macho não se tem nada disso, mas é necessário que tenha dentro do coração do homem para que conseguisse viver em casal.
Todos nos homem temos amor em nossos corações, mas tem pessoas que consegue demonstrar com mais facilidade que outras.
Como amor é amor e não posso dizer algo verdadeiro, mas o amor não é egoísta e podemos ver com simples olhar.
Não podemos deixar ser consumido pelas ações da sociedade perversa, onde eu vi um resgate em alto mar da marinha, que foi resgatar um casal, onde no momento que a corda descia o homem tentou súber encima da sua própria esposa para se salvar sem se preocupar que estava afogando ela.
O diabo tem feito de tudo para destruir o casamento que foi instituído como representação viva do casamento de Cristo com a igreja. Isso tem sido uns dos primeiros propósitos de Deus para os seres humanos. 2 Tm 1:7 – ‘’Porque Deus não nos deu o espírito de temor, mas de fortaleza, e de amor, e de moderação.’
Para todo ser humano é natural procurar alguém para que ame. Isso foi posto em nossos corações de forma que issso diferencia de toda criação de Deus sobre a terra e Céu.
Por isso ninguém nada melhor que você amar seu cônjuge, e vice-versa, onde temos que fazer que prometermos no dia do altar que fosse amado mesmo que não mereça. Neste ponto que temos levar em conta nossas decisões. Com tudo isso que decidiu foi nos e Deus não tem culpa de nada o que escolhemos. 1 Jo 3:11 – ‘’Amados, se Deus assim nos amou, também nós devemos amar uns aos outros.’’

Até posso criar uma bem-aventurança... Bem-aventurado o casal que anda com intimidade com Deus, que é muito melhor do que ler milhares de livros sobre casamento ou fazer sessões de aconselhamento.

Escrito: Shizuo


O que os judeus podem nos ensinar?



Antes de falarmos sobre os cristãos, falaremos sobre os judeus, pois como um povo formado por DEUS – ATENÇÃO, eles não foram escolhidos como muitos pensam, mas foram formados e constituídos como um povo – precisamos aprender algumas coisas com eles quando o assunto é o dinheiro.

De forma alguma faremos aqui uma exaltação ao povo judeu, muito menos incentivaremos o proselitismo (conversão ao judaísmo). Somos cristãos convictos, cremos que JESUS é o Messias prometido e que só Ele salva o pecador através da graça revelada na cruz, sendo essa a essência do evangelho. Mas é inegável que o judaísmo é a raiz do cristianismo, e se não fosse assim, nossa bíblia não contaria com todo o antigo testamento.

Mas quando abordamos qualquer assunto financeiro, devemos olhar com muita atenção para o povo judeu, pois eles têm segredos bíblicos para tal. Alguns judeus costumam fazer com que seu dinheiro circule dentro da comunidade por diversas vezes antes de sair para o mercado “secular”. Dessa forma, eles seguem um princípio bíblico de que para ser abençoado por DEUS é preciso antes se abençoar mutuamente. Por exemplo, nas suas transações de compra e venda de serviços eles priorizam as negociações entre eles. Por exemplo, as crianças judias são matriculadas em escolas de judeus, onde elas aprendem os princípios judaicos a fim de preservar seus ensinos e sua cultura. Com tudo isso, eles se abençoam mutuamente primeiro para depois sair ao mercado “secular”.


O dinheiro não pode permanecer parado.

Esses judeus antigos mantinham o dinheiro em constante circulação, pois acreditavam que quando ele era guardado num cofre, passava a ser algo inútil. Para eles, o dinheiro trazia vantagens quando circulava de mão em mão, fazendo o bem de pessoas e de negócios, gerando prosperidade, etc.

As moedas eram chamadas de “zuzim” porque circulavam de mão em mão, sendo que a palavra hebraica para “zuzim” (plural de “zuz”) significa moeda antiga e é semelhante a palavra “zazim” que significa “de mão em mão”. Da mesma forma que o conhecimento intelectual é desperdiçado quando fica parado, assim é também com o dinheiro, que deixa de cumprir seu propósito de ajudar pessoas.

Nunca se esqueça que, apesar de toda a dureza de coração, eles ainda permanecem sendo o povo que foi formado por DEUS, e que a história deles está diretamente ligada à nossa salvação, pois JESUS era judeu e os judeus foram os primeiros porta-vozes do evangelho.

Mas o que é ser um povo duro de coração? A bíblia cita os judeus como pessoas de dura cerviz. O adjetivo “dura cerviz” é uma expressão que transmite a idéia de uma pessoa possuída de um “pescoço duro” ou de um “coração obstinado”, ou ”aquele que não se dobra”, ou ainda “aquele que não se humilha facilmente”. Descreve uma atitude rebelde e intransigente, fato claramente notado durante a peregrinação no deserto do Sinai pelo povo de Israel, entre a saída do Egito (libertação) e a chegada à Canaã (terra prometida). Um animal de dura cerviz é aquele que empaca ou retrocede, fazendo meia volta, resistindo à vontade de seu dono. Essa foi uma das linguagens figuradas para retratar a rebelião e a teimosia de Israel diante de DEUS. Um homem, quando se rebela e não aceita as direções de DEUS, é como um boi que se enrijece por inteiro e não aceita mais avançar, preferindo retroceder, seguindo seus próprios caminhos e escolhas.

“Sobe para uma terra que mana leite e mel; eu não subirei no meio de ti, porque és povo de dura cerviz, para que te não consuma eu no caminho.” (Êxodo 33: 3)

“E disse: SENHOR, se, agora, achei graça aos teus olhos, segue em nosso meio conosco; porque este povo é de dura cerviz. Perdoa a nossa iniqüidade e o nosso pecado e toma-nos por tua herança.” (Êxodo 34: 9)

“Sabe, pois, que não é por causa da tua justiça que o SENHOR, teu DEUS, te dá esta boa terra para possuí-la, pois tu és povo de dura cerviz.” (Deuteronômio 9:6)

Porém, aquele que entre nós nunca foi orgulho diante de DEUS, que atire a primeira pedra. Certamente sobrarão muitas pedras.


Não ignore a importância do povo judeu.

Os judeus foram levantados para serem os primeiros mensageiros das escrituras. Foi através da nação de Israel que o Messias de DEUS veio ao mundo. JESUS nasceu de mãe judia, e, portanto, era um judeu. Ele viveu como um judeu. E não só JESUS, mas os apóstolos e os discípulos também viveram como judeus. A fé cristã possui raízes judaicas. Com tudo isso, os judeus foram instrumentos da revelação de DEUS para salvação a toda humanidade.

“Vós adorais o que não conheceis, nos adoramos o que conhecemos, porque a salvação vem dos judeus.” (João 4: 22)

O povo judeu representa uma nação que, muito antes de ser escolhida (a verdade é que eles nunca foram escolhidos), foi formada por DEUS, a partir da chamada de um homem, que até então era um idólatra, de nome Abrão. A história, tanto da nação de Israel, quanto da Igreja, foi desencadeada por sua obediência em escutar e seguir a direção profética de DEUS para a sua vida, e para uma nação que viria a existir. E juntamente com essa chamada, houve várias promessas em diversos aspectos da vida. E um desses aspectos foi justamente sobre a área financeira. É inegável que temos muito que aprender com o povo judeu em se tratando de área financeira.

“Pois o SENHOR teu DEUS te abençoará, como te tem dito: assim emprestarás a muitas nações, mas não tomarás empréstimos; e dominarás sobre muitas nações, porém elas não dominarão sobre ti.” (Deuteronômio 15: 6)

Temos visto como a profecia de Deuteronômio 15: 6 tem se cumprido sobre os judeus de uma maneira tão evidente. Por toda a história, os judeus aprenderam a emprestar e não tomar empréstimos. São eles quem, de uns tempos para cá, têm condições de emprestar, não precisando pedir emprestado. Isso é uma maneira de dominar e influenciar as nações, e não ser influenciados. Sabemos que é por isso que o povo judeu, apesar de toda perseguição e racismo sofrido, nunca desapareceu do mapa. Pelo contrário, é um povo que resistiu a diversas guerras e principalmente ao tempo, e que a cada dia fortalece suas tradições e cultura. Muitos reinos surgiram, ascenderam e ruíram. Povos apareceram e desapareceram ao longo dos tempos. Mas e quanto aos judeus? Eles apareceram e continuam aí, mais vivos do que podemos imaginar. Será que não podemos ver a mão de DEUS nisso tudo, a fim de cumprir Suas profecias bíblicas?


O salário por si só não deixa ninguém rico.

Sob o plano natural, desconsiderando o plano sobrenatural e os milagres de DEUS, é raríssimo alguém ficar rico vivendo apenas do salário, por maior que ele seja. Quanto maior o salário, maior o padrão de vida e maiores os custos para mantê-lo. Portanto, um dinheiro parado nessa situação se vai com facilidade. Até mesmo um jogador de futebol, que tem seu salário fora dos padrões reais do mercado financeiro, se não souber investir e aplicar suas rendas, mas cedo ou mais tarde voltará à estaca financeira no marco zero.

Os primeiros a perceberem que o salário por si só dificilmente enriquece foram os judeus. Coincidência? Com certeza não, pois eles têm algo especial a nos ensinar quando o assunto é “como administrar o dinheiro”. Foram eles os criadores dos bancos e de suas regras de investimento, empréstimos, juros, cobranças, etc.

Eles criaram regras que reduziram as chances de perdas ao mesmo tempo em que obtinham lucros sobre lucros. Até ao ponto de, ao longo do tempo, ter que apenas se preocupar em contabilizar e administrar os ganhos, sem ter que trabalhar pelo dinheiro, pois foi o dinheiro que passou a trabalhar para eles. O resultado disso foi dinheiro sobre dinheiro, e ganho sobre ganho.


A fama dos judeus.

Foram os judeus que ensinaram que mais importante que o dinheiro que a pessoa ganha, é o dinheiro que a pessoa poupa. Essa foi a lição que José do Egito ensinou a Faraó e ao mundo inteiro.

Mas não fique pensando que os judeus são sovinas e mesquinhos, como o diabo os divulga ao mundo. Eles são apenas bons de negócios. E justamente por conhecerem as escrituras antigas, eles praticam a generosidade, já que procuram cumprir as leis de DEUS. A maior parte dos judeus religiosos praticam a filantropia financiando escolas e ONGs que propagam suas tradições e ensinamentos, além, é claro, de financiarem as sinagogas e todas as atividades e custos que fazem parte delas.


Os Juros

Já no Egito, os judeus comercializavam entre si e com os egípcios. Quando era entre si, não se cobravam juros, caso contrário, os juros apareciam no comércio e nos empréstimos. Talvez, por isso, Faraó temeu os judeus vendo neles um crescimento acelerado, ameaçador e poderoso.
“Entrementes se levantou novo rei sobre o Egito, que não conhecera a José. Ele disse ao seu povo: eis que o povo dos filhos de Israel é mais numeroso e mais forte do que nós. Eis, usemos de astúcia para com ele, para que não se multiplique, e seja o caso que, vindo guerra, ele se ajunte com os nossos inimigos, peleje contra nós e saia da terra. E puseram sobre eles feitores de obras, para os afligirem com suas cargas.” (Êxodo 1: 8-11 a)

O funcionamento de uma transação que envolve juros se dá da seguinte forma: o devedor se compromete a pagar um valor um pouco maior que o original em troca de um benefício imediato, e o credor fornece algo que dispõe de imediato, a fim de receber um valor maior no final da negociação.

Os juros são de certa forma interessante, pois trabalham conforme sua função, podendo ser um excelente ou um péssimo negócio. Se você é um devedor financeiro, precisa de forma urgente procurar aquele a quem deve e procurar fazer um acordo, um pedido de perdão de dívida, pois os juros trabalham conta você. Uma dica é que as taxas de juros variam, portanto priorize o pagamento de dívidas com taxas menores. Mas se você tem recursos para investir, os juros trabalharão a seu favor, fazendo o dinheiro ser seu empregado e não seu patrão.



Escrito: Shizuo

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Desigrejados, desviados e evangélicos não praticantes


Danilo Fernandes


Em agosto de 2010, eu decidi coletar dados capazes de sustentar uma abordagem quantitativa de algumas questões apoquentando os que pensam nos rumos da Igreja. Nesta mesma época, a revistaCristianismo Hoje tinha na pauta este ARTIGO mirando a questão dos cansados de igreja. Pensei: Vou botar números em algumas destas questões.

Postei no site um questionário de pesquisa usando a ferramentaOn-Line Survey Monkey. Em uma segunda fase, fiz uso do cadastro de 1,2 milhão e-mails de cristãos evangélicos que possuo, produzi uma amostra e enviei questionários com perguntas abertas e fechadas envolvendo temas relativos a fé e a religião. Os resultados trouxeram nada menos do que surpresas atrás de surpresas com material para muitos posts. Este é o primeiro.

Genizah: Um site de hereges de desviados?

Definitivamente não. Em termos numéricos absolutos tem muito desviado por aqui, risos. Afinal, o Genizah tem tráfego oscilando entre 8,8 – 14,8 mil pessoas por dia, mas em termos relativos a coisa não é bem assim! Um alívio (sem querer ofender os desviados) afinal, os colaboradores do site são na sua maioria esmagadora pastores, líderes, missionários, etc... Iria ficar mal pra gente, risos.

Para começar, 88,5% dos respondentes se declaram membros batizados de uma denominação cristã. Para agravar nossa beatitude, 31,25% dos leitores – ver gráfico a seguir – se identificaram com a opção “FAMILIARES ECLESIA” que separamos para pastores, família pastoral, presbíteros, diáconos e líderes ministeriais.

Conclusão: Genizah é um site muitíssimo lido pela liderança da Igreja. Levando ainda em consideração que 25% dos leitores se dizem professores de Escola Bíblica Dominical e, estamos falando de até 80.000 visitas de professores de EBD por mês, não dá para chamar o Genizah de um site de desviados! Envolvidos e incomodados, sim. Subversivos, muitos são. Desviados, dificilmente.

Tirando o Genizah da reta, bem-dito, alguns números saltam aos olhos e confirmam que os fenômenos recentes que formaram os grupos que muitos chamam de desigrejados, decepcionados com a igreja, reorganizados (em comunhão heterodoxa) e, claro, desviados se revelam todos mais do que estatisticamente consideráveis. São números muito representativos e deveriam estimular acadêmicos a realizarem uma pesquisa comme il faut.

Os Assembleianos, considerando todos os ministérios e divisões são o grupo que mais frenquenta o Genizah. Em seguida, os Batistas.

Em determinada questão do instrumento de coleta de dados pedimos para as pessoas marcarem a alternativa que melhor descreveria o formato de sua comunhão principal. Uma das opções disponíveis oferecia possibilidades, entre outras: membro de células, igreja em casa e comunidades alternativas. 12,5% das pessoas marcaram esta opção. Eu considerei o percentual bem alto. Não esperava que tanta gente tivesse este tipo de comunhão, primariamente. Devo admitir que há um viés na questão. Embora a formulação da pergunta fizesse uma ressalva entre opções “membros de uma igreja tradicional que tenha células ou grupos pequenos” e “igreja em células”, há a possibilidade de alguns terem se equivocado na sua resposta. Ainda assim, é alto o percentual dos internautas que tem a sua comunhão principal em um arranjo heterodoxo (célula, grupos em casa, formações alternativas, etc.). Deixando claro que o heterodoxo não carrega nenhum preconceito ou crítica, mas tão somente qualifica o que é não é ortodoxo (igreja tradicional).

Os afastados da igreja

Apesar de relevante, o achado anterior só serve para dar peso a uma descoberta ainda mais importante: O alto percentual dos que marcaram a opção “AFASTADO”. Afinal, fica estabelecido que os 7,25% dos respondentes que assim se identificam estão de fato afastados de qualquer tipo de comunhão. São crentes, mas estão afastados da igreja denominacional, seja em que formato ou arranjo for. Ortodoxo ou heterodoxo. Seria uma gente cansada de tudo o que lembra uma igreja? Gente ferida pelo corpo institucional? Gente massacrada ou decepcionada com doutrinas? Vítimas da religião? As opções são muitas, contudo repito: São todos crentes. Ainda seguem com Cristo.

Na nossa pesquisa por e-mail com amostra na base dos 1,2 milhão de e-mails buscamos o reforço para este percentual de AFASTADOS. Obtivemos um resultado oferecendo uma boa consistência ao percentual já estimado, mas como disse antes, são muitos os fatores enfraquecendo a metodologia. A amostragem e o método de coleta, entre os principais. Considere que um grande percentual de evangélicos não tem acesso à internet, por exemplo. Contudo, apesar das limitações, temos aqui é um bom termômetro e, o único disponível.

Genizah é um site de líderes.


Agora, imagine se este mesmo percentual  de afastados se aplicar a massa dos que se declaram evangélicos no país? Seriam milhões. Temos um sinal de alerta, e dos grandes, de que há algo ferindo gravemente o corpo e é tempo de despertar para a questão.

E o que dizer dos 1,25% que se declaram “SEM RELIGIÃO”? O que fazem estas pessoas em tão grande número (150 por dia!) em um site de evangélicos? E mais, os 7,25% “AFASTADOS”, o que fazem em um site de apologética? Estamos falando de um grupo entre 13.000 e 27.000 pessoas apenas entre os leitores do Genizah!

Claramente, estamos diante de fenômenos interessantes. Por um lado, constatamos percentuais relevantes de AFASTADOS e SEM RELIGIÃO em um site de interesse evangélico, indicando gente cansada de Igreja, mas não de Cristo. Por outro lado, não é nenhum disparate afirmar que um percentual ainda mais significativo de irmãos forme um grupo chamado de EVANGÉLICOS NÃO PRATICANTES, cuja quantificação deve ser objeto de pesquisa específica. Para que o leitor tenha uma ideia, da população de 1,2 milhão de e-mails de cristãos de nossa base, a amostra retornou 2,1% de respondentes declarando que são evangélicos, mas não tem comunhão em igreja por 12 meses ou mais. A seguir, as razões principais declaradas, segundo o tipo de pergunta formulada.

Em resposta fechada (múltipla escolha previamente definida): 

Cansei de dar dinheiro e ser enganado por falsas promessas.

Resposta aberta (respondente marca a opção “OUTROS” e declara a sua razão livremente):

Tenho vergonha do que os outros evangélicos andam fazendo (na TV, no rádio, na Igreja XYZ, nos negócios, na política, etc.); ou algo equivalente.

Definitivamente, em nosso esforço, apenas testamos com um dedinho a temperatura do corpo. É tão somente um vislumbre de diagnóstico, mas assusta. Se relevarmos a precariedade do exame, podemos dizer que estamos diante da estatística do tecido machucado pelo próprio corpo. Quase nove para cada cem! É o tamanho da cicatriz no corpo da Igreja. Estes são os amputados.

Quantos serão os mortos? Aqueles que nem sequer buscam crescimento, conhecimento da Palavra, refrigério, informação sobre rumos mais seguros. Quantos nem mesmo buscam algum tipo de comunhão em sites e redes sociais de evangélicos? Os que perderam a fé?

Os hoje feridos de morte? Os para sempre NÃO PRATICANTES? Todos são vítimas das práticas predatórias de uma porção cada vez mais significativa da igreja onde as ovelhas são cuidadas por lobos. Estes irmãos feridos e afastados hoje estão vivendo a mornidão da sua fé.


Almas sobre as quais iremos dar conta um dia. Estamos desafiando um Deus Santo!

Há algum consolo? Claro que há. Ao menos 4,7% declararam que deixaram a Igreja (não tendo adotado nenhum outro modelo de comunhão), contudo não desistiram de Jesus.

E mais: Se considerarmos as respostas destes irmãos (AFASTADOS, DESVIADOS, ETC.) não seria de se perguntar o que fazem eles, em tão grande número, em um site cristão? Eu quero crer que mesmo contra as suas declarações, o AMOR por Jesus está presente, mesmo no caso dos que se declaram ateus. O que há nestes casos é uma grande ferida que precisa de bálsamo.

Os sites e blogs apologéticos apontam as feridas da Igreja, os absurdos. Contudo, também tratam da Glória de Deus. E também de teologia, evangelismo, missões, prática cristã, humor cristão e muito mais. São todos assuntos que interessam a quem está na Igreja institucionalizada e a quem não está, mas ama a Cristo. E, vendo por este lado, faz até muito sentido que os irmãos que estão feridos sintam-se atraídos por sites que tratam das “armadilhas” da Igreja moderna de forma direta e sem hipocrisia. Os sites apologéticos tratam dos bandidos e de suas armas, que um dia foram usadas para ferir estes irmãos. Rever o processo do engano e perceber que há o “lado A” neste disco horripilante é consolo e incentivo.

Os blogs e sites apologéticos cresceram muito nestes dois últimos anos, na proporção do aumento dos feridos nesta guerra entre a sã doutrina e a heresia. Contudo, ao contrário de reafirmar a decepção e aumentar a ferida, o que vemos, e constatamos, na pesquisa por e-mail, é que os blogs apologéticos têm ajudado na cura das pessoas. Muitos buscaram outras denominações (com doutrina mais ortodoxa fundamentada na Palavra) ou mesmo igrejas em suas denominações atuais onde a Palavra é o centro e não há lugar para o espetáculo e a profetada. Enfim, onde não se coloca na boca de Deus promessas que nunca foram feitas. Desta forma, muitos irmãos voltam à comunhão.

Os blogs apologéticos servem para expor a ferida, rir da ferida (no nosso caso em especial), indicar o que é bom. Muitos irmãos decepcionados achavam que Igreja era aquilo que viviam no G12, MIR12, na fogueira santa de Israel, nas doutrinas de apóstolos empresários, nos moveres e atos proféticos, nas sementes e unções financeiras, e outros negócios gospel.

Outros tantos entenderam que não foi a sua vida de pecado, ou sua falta de fé que os relegaram a uma vida de decepção e ausência de conquistas. Pode-se dizer, os blogs apologéticos funcionam como vacina, inoculam a praga para propiciar a benção bereana. No primeiro momento, o irmão machucado entra, sente raiva do que vê, responde com um chavão do tipo “não toque no ungido” ou "não devemos julgar", mas lê. Com o tempo entende o sentido de tudo. Abre os olhos (alguns nos esculacham bastante antes, claro. Risos).

Se alguns irmãos após um período sabático retornam à igreja, desta vez em busca de uma comunhão mais sadia, muitos outros seguem afastados e inalcançados.

Há muito a perguntar. Eu perguntei algumas coisas. Enviei e-mail para alguns respondentes (nestes casos, já sem valor estatístico) deste grupo de irmãos desigrejados.

Mas afinal, quem são os desigrejados?

Desigrejado não é desviado. O desigrejado se afastou do modelo ortodoxo de comunhão (igreja denominacional) e não aderiu a nenhum outro modelo heterodoxo, seja células, igreja em casa, ou ainda comunidades e novos modelos (tipo aqueles que estão reinventando o modelo tradicional de Igreja, depois de tê-lo desconstruído, risos.). O desigrejado tão pouco se desviou de Cristo, tão somente de sua comunidade, não aderindo a nenhuma outra.

E os desviados?

O desviado simplesmente desviou-se da fé. Pode-se presumir que os irmãos que se declaram SEM RELIGIÃO sejam desviados, afinal estão em um site cristão, mas isto não é certo. A maioria dos desviados, seja por feridas adquiridas na igreja, decisão própria ou qualquer outro motivo, está longe da comunhão e, quase certamente, não buscam mídias eletivas de conteúdo cristão.

Na prática, o desigrejado poderia seguir imitando a Cristo, portando sendo cristão, não fosse um pequeno detalhe, risos: Como ser cristão sem o “outro”? Sem a comunhão?  Sem o culto ao Pai, o louvor? O discipulado? Creio ser muito difícil, mas a questão é nevrálgica. Obvia para mim, mas não para todos. Deixemos o tema para outra oportunidade. O que nos interessa é tentar lançar bases para outros esforços. Penso que devemos olhar esta multidão de irmãos afastados da comunhão, a maioria esfriando na fé (feridos, machucados) e, no entanto, buscando a Cristo e algum tipo de comunhão, em sites e blogs apologéticos como uma oportunidade de:

• Reflexão sobre erros cometidos no apascentar das ovelhas, se somos líderes, pastores, bispos, etc.

 Consideração acerca destas doutrinas antropocêntricas, em especial a confissão positiva, que é maligna, pois é uma fábrica de desilusões, desvia a atenção da Cruz para causas mundanas e ainda transforma questões normais da vida em sentimento de inadequação sério, ou desilusão com o Espiritual.

• Reflexão sobre a forma como orientamos o ambiente da comunidade, em especial, se incentivamos o amor entre os membros ou a competitividade.

• Consideração sobre as bases e fundamentos no ensino da Palavra  aos membros, sem as quais os mesmos ficam sujeitos a ventos de doutrinam ou a fraqueza na tribulação, pois desconhecem as promessas que podem lhes confortar.

• Repensar os modelos de comunhão à luz da tecnologia de informação.

• Pensar no papel crucial da Escola Bíblica Dominical. Seria este o ministério mais importante da sua comunidade, ou a EBD perde fácil em popularidade para o ministério da cantina, do louvor, social, etc.?

• Reflexão e planejamento na direção de trazer estes irmãos para a comunhão.

• Reflexão sobre o caráter profético da nossa missão na internet cristã, lembrando que devemos sempre de nos manter no espirito de Jeremias 1:

Olha, ponho-te neste dia sobre as nações, e sobre os reinos, para arrancares, e para derrubares, e para destruíres, e para arruinares; e também para edificares e para plantares.

- Tudo com muita urgência.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

O que as empresas querem para 2011

Se engana quem ainda acredita na história de que no Brasil o ano só começa após o carnaval. Há anos isto se tornou mito e, cada vez mais, as empresas buscam iniciar o novo ciclo com o pé direito logo no começo do ano. Neste contexto, alguns cargos, valores e competências ganham importância.

Passado o período pós-crise, de 2008 para 2009, muitas funções de alta direção e gerência foram eliminados por conta dos elevados salários. Já no início do ano passado, as empresas retomaram o processo e reiniciaram a contratação desses profissionais, porém, com um perfil reformulado. Houve uma espécie de reciclagem dos cargos de maior hierarquia.

Com a recontratação de cargos de alto nível da alta direção, as organizações buscam pessoas de confiança ou que possuam todas as competências necessárias para formular uma nova equipe e não simplesmente assumir um grupo do antecessor. Neste contexto, haverá um processo de reformulação mais intensivo no nível de gerência intermediário, como supervisores e coordenadores. “As competências exigidas para esses profissionais são: administração de conflitos, gestão do tempo, saber delegar tarefas, fortalecimento da liderança e adaptabilidade a mudanças”, indicaFernando Montero, consultor de RH e Diretor de Operações da Human Brasil.

Há pouco tempo, os cursos técnicos não eram muito procurados no mercado de trabalho. Nos últimos cinco anos, houve um “boom” desse sistema de ensino, pois além de conterem uma carga horária menor, ensinam na prática as ações do dia a dia do profissional. Hoje, cursos de dois anos podem ser muito mais proveitosos do que um acadêmico comum de quatro ou cinco anos de duração. As áreas de construção civil, mecatrônica, robótica, recursos humanos, entre outros, são muito requisitadas pela pontualidade que têm perante as necessidades do meio empresarial. “A criação de cursos de curto prazo foi para formar pessoas que já tinham experiência e com um plano de carreira já definidos. Essa é uma grande tendência para 2011”, observa Montero.

O consultor comenta que técnicos de manutenção, desde a especialidade mecânica até a predial, estão bastante valorizados porque a grande maioria ainda prefere fazer uma faculdade comum a um curso de especialização. “Atualmente, um soldador sênior pode ganhar três ou quatro vezes mais do que um engenheiro de formação”, exemplifica.

Espírito de liderança, adaptação a adversidades e praticar a gestão de mudanças, serão muito exigidos para este ano também. Dentro de um cenário globalizado, é importante saber lidar com diferentes ambientes e pessoas. “Uma pesquisa feita por um instituto de Recursos Humanos de Boston, nos Estados Unidos, colocou como ‘comprometimento’ a maior expectativa das organizações em relação a seus funcionários para 2011”, aponta o consultor.

Dedicação à empresa

A questão do comprometimento justifica-se pelo aumento da geração Y nas corporações. A maior dificuldade em reter esse perfil de profissional, e o gasto para administrar este capital humano por conta da rotatividade e treinamento, faz com que as organizações desenvolvam políticas que façam com que o profissional se torne mais engajado e envolvido. Fernando Montero diz que o objetivo principal para 2011 deve ser desenvolver um ambiente onde consiga trazer as pessoas para o negócio da companhia.

“O comprometimento do profissional e a ética devem ser pontos chaves neste processo até porque com a livre concorrência, os bons profissionais recebem propostas de outras empresas e cabe a este avaliar a sua conduta e a valorização que possui com a empresa a qual está contratado. O funcionário deverá vestir a camisa da empresa em que trabalha sempre pensando que o crescimento desta, consequentemente acarretará no seu crescimento profissional”, concordaNicolas Delfino, sócio da Florense Ipanema, empresa de mobiliários de alto padrão.

Fonte:Jornal Carreira & Sucesso - 413ª Edição

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

IDENTIDADE CRISTÃ


Como vai sua caminhada cristã?
Ah, vou empurrando com a barriga no melhor possível, alguns dia para a frente, outros para trás, mas acho que a vida é desse jeito mesmo.

Será que a vida de um cristão deve ser assim?
– Não!
Se você confundir a sua identidade será presa fácil do inimigo.
Algumas verdades reveladas pela Bíblia não podem ser esquecidas, elas nos ajudam a ter a visão correta da vida.

1 – Somos filhos de Deus.
―Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; – Gálatas 3.26
―Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus. Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo. – 1 João 3.1
―Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que crêem no seu nome; os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus. – João 1.12,13

2 – Somos herdeiros de Deus.
―De sorte que já não és escravo, porém filho; e, sendo filho, também herdeiro por Deus –Gálatas 4.7
―Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo; se com ele sofremos, também com ele seremos glorificados. – Romanos 8.17
―Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos, para uma herança incorruptível, sem mácula, imarcescível, reservada nos céus para vós outros que sois guardados pelo poder de Deus, mediante a fé, para a salvação preparada para revelar-se no último tempo. – 1 Pedro 1.3-6

3 – Estamos assentados com Cristo nos lugares celestiais.
―e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, — pela graça sois salvos, e, juntamente com ele, nos ressuscitou, e nos fez assentar nos lugares celestiais em Cristo Jesus; – Efésios 2.5,6
―Sabemos que, se a nossa casa terrestre deste tabernáculo se desfizer, temos da parte de Deus um edifício, casa não feita por mãos, eterna, nos céus.
E, por isso, neste tabernáculo, gememos, aspirando por sermos revestidos da nossa habitação celestial; – 2 Coríntios 5.1,2
―Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, buscai as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentado à direita de Deus.
Pensai nas coisas lá do alto, não nas que são aqui da terra; porque morrestes, e a vossa vida está oculta juntamente com Cristo, em Deus.
Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então, vós também sereis manifestados com ele, em glória. – Colossenses 3.1-4

4 – Somos Justificados pela Justiça Imputada.
―Justificados, pois, mediante a fé, temos paz com Deus por meio de nosso Senhor Jesus Cristo; – Romanos 5.1
―Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus. – 2 Coríntios 5.21

5 – Somos Nova Criação.
―E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas. – 1Coríntios 5.17
―no sentido de que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que se corrompe segundo as concupiscências do engano, e vos renoveis no espírito do vosso entendimento, e vos revistais do novo homem, criado segundo Deus, em justiça e retidão procedentes da verdade. – Efésios 4.22-24

6 – Somos habitação do Espírito Santo.
―Não sabeis que sois santuário de Deus e que o Espírito de Deus habita em vós? –
1 Coríntios 3.16
―E eu rogarei ao Pai, e ele vos dará outro Consolador, a fim de que esteja para sempre convosco, – João 14.16
―em quem também vós, depois que ouvistes a palavra da verdade, o evangelho da vossa salvação, tendo nele também crido, fostes selados com o Santo Espírito da promessa; o qual é o penhor da nossa herança, até ao resgate da sua propriedade, em louvor da sua glória. – Efésios 1.13,14

7 – Somos mais que Vencedores.
―Em todas estas coisas, porém, somos mais que vencedores, por meio daquele que nos amou.
Porque eu estou bem certo de que nem a morte, nem a vida, nem os anjos, nem os principados, nem as coisas do presente, nem do porvir, nem os poderes, nem a altura, nem a profundidade, nem qualquer outra criatura poderá separar-nos do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor. – Romanos 8.37-39

8 – Somos embaixadores de Cristo.
―De sorte que somos embaixadores em nome de Cristo, como se Deus exortasse por nosso intermédio. Em nome de Cristo, pois, rogamos que vos reconcilieis com Deus. – 1 Coríntios 5.20
―mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria e até aos confins da terra. – Atos 1.8

Muitos se sentem derrotados pelo inimigo porque se esquecem de quem são e do quanto valem para Deus. E o quanto Ele tem feito para você, apesar de que Deu seu filho unigênito para que morresse e desse a vida pela nossa.
Deu tem atendido a cada lagrima e cada oração, Ele tem respondido ao nosso corações e nos o que fizemos para retribuiir?Apenas pense!

Escrito: Shizuo

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

A bíblia e o dinheiro de Adão



O dinheiro no nosso dia.

Se hoje, com a existência do dinheiro, o vendedor sempre acha que seu produto vale mais, e o comprador sempre acha que vale menos que o valor estabelecido, como não seria quando as trocas comerciais eram realizadas por meio do escambo? Com toda a certeza era algo bastante complicado e que causava grandes desacordos e insatisfações, exatamente como hoje em dia. Sempre alguém sai ganhando e outro perdendo.

No longo do tempo, as sociedades foram se organizando e criando regras nas mais diversas áreas da vida, inclusive na área que regulava a divisão, partilha e trocas materiais. E, para tentar eliminar as dificuldades nas relações comerciais, a sociedade ao longo do tempo criou o dinheiro como o conhecemos hoje: moedinhas, cédulas, cheques, cartões eletrônicos, etc.

O dinheiro é um papel, é um sistema de trocas. A moeda, como a conhecemos hoje, não foi inventada por uma idéia pessoal, mas surgiu de uma necessidade nas relações humanas. O dinheiro não vale por si só, mas é avaliado pelas mercadorias e serviços que ele pode comprar, dando ao seu portador a faculdade de se considerar credor e de usufruir dos bens e serviços oferecidos. Se não houvesse o dinheiro hoje, certamente estaríamos trocando mercadorias como antigamente.

Ao longo do tempo, o dinheiro passou a ter importância direta na vida de todos, afinal de contas, na sociedade em que vivemos, ele é um instrumento necessário para se viver. As finanças estão tão presentes no nosso cotidiano que lidamos com elas praticamente o tempo todo: para comermos, precisamos despender de algum dinheiro; para nos deslocarmos de um lado a outro da cidade, precisamos de dinheiro para o transporte ou gasolina; se quisermos ir ao hipermercado para abastecer a geladeira, teremos que dispor de dinheiro; se trabalharmos o mês inteiro para no final receber algo, é certo que não iremos querer receber o pagamento em mercadorias, mas sim, em dinheiro; e até mesmo para se ter uma conta  bancária precisamos de dinheiro para a tarifa mensal. Em resumo, para viver nesse mundo, precisamos aprender a lidar com o dinheiro, exercendo controle, e não sendo controlado por ele.

Hoje, temos um mercado financeiro complexo, porém frágil, onde qualquer rumor já traz uma grande oscilação na economia mundial. O que acontece no outro lado do planeta afeta diretamente nossa economia, nossos gastos, nosso orçamento, e nosso padrão de vida. A economia atual é mais virtual do que real. As especulações correm a todo vapor. Para se ter uma idéia, o dinheiro, na forma de papel moeda, não chega nem a 10% de todos os dólares no mundo. E os mais de 90% restantes são representados por dinheiro virtual localizados nos bancos, nas bolsas de valores, nas financeiras, etc.

Em soma, o que temos visto é um cenário em que os ricos ficam cada vez mais ricos, e os pobres ficam cada vez mais pobres, alargando-se a cada dia o espaço entre essas duas camadas sociais.
O dinheiro está presente até nas pequenas coisas que você nem imagina.

DEUS deixou a sua palavra escrita, a bíblia sagrada, para que a usássemos a cada dia de nossa vida. A bíblia é um manual de vida extremamente completo, abrangendo todas as áreas possíveis existentes: saúde, emoções, espiritualidade, caráter, liderança, família, casamento, ministério, administração. Ela ainda foi escrita para diversos tipos de pessoas, como idosos, adultos, jovens, crianças, com ou sem saúde, ricos ou pobres, etc.

A bíblia precisa ser lida, relida, estudada, interpretada, consultada, e tudo isso através do ESPÍRITO SANTO, que é quem dá o entendimento e as revelações que precisamos. Lidamos com cada uma dessas áreas no nosso dia a dia, e para os assuntos da área financeira, não poderia ser diferente.

Quando abordamos a área financeira, precisamos compreender que nela estão inseridos assuntos como dinheiro, bens materiais, riquezas, prosperidade financeira, administração, economia, contabilidade, planejamento e negócios. E todo esse contexto de finanças precisa ser visto como algo real e diário. Em nenhum lugar da bíblia está escrito que o dinheiro por si só é uma maldição ou algo condenável. Pelo contrário, ela aborda de forma clara esses assuntos dando a eles extrema importância dentro do contexto de vida.

“Eis que eu vi: boa e bela coisa é comer e beber, e gozar cada um do bem de todo
o seu trabalho, com que se afadigou debaixo do sol, durante os poucos dias da vida que DEUS lhe deu; porque está é a sua porção. Quanto ao homem, a quem DEUS conferiu riquezas e bens, e lhe deu poder para deles comer, e receber a sua porção, e gozar do seu trabalho: isto é dom de DEUS. Porque não se lembrará muito dos dias da sua vida, porquanto DEUS lhe enche o coração de alegria.” (Eclesiastes 5: 18-20)

No Pentateuco (os cinco primeiros livros da bíblia), estão descritas as 613 leis e mandamentos de DEUS ao povo judeu, e de todas essas leis, mais de 100 abordam questões financeiras relacionadas ao dinheiro e aos negócios. JESUS, somente nos quatro evangelhos que foram escritos, falou sobre dinheiro cerca de 80 vezes. E em cerca de 20% do conteúdo do sermão do monte (livro de Mateus nos capítulos 5, 6 e 7), Ele abordou questões financeiras. E mais ainda, 21 das 49 parábolas de JESUS falam sobre finanças. Em suma, na bíblia, JESUS só deu maior ênfase do que dinheiro as questões como Salvação e Reino dos Céus.


Podemos enxergar o dinheiro de uma forma espiritual para nossa vida.

Não      podemos       enxergar o            dinheiro com             olhos      carnais, e            assim       o
transformaremos em algo espiritual. Isso porque vivemos, temporariamente, num mundo em que grande parte de nossas decisões causam impacto direta ou indiretamente em nossa área financeira.

O cristão precisa saber lidar com o dinheiro confiado por DEUS em suas mãos, para o seu correto uso e aplicação. Não são somente nossas orações que são espirituais, nossas finanças também podem e devem ser.

“Cornélio! Este, fixando nele os olhos e possuído de temor, perguntou: Que é, Senhor? E o anjo lhe disse: As tuas orações e as tuas esmolas subiram para memória diante de DEUS.” (Atos 10: 4)
Vemos nesse texto que o anjo afirmou que a esmola, isto é, a contribuição financeira, subiu a DEUS, assim como a oração. Isso mesmo, o dinheiro subindo aos céus juntamente com uma oração. Não tente separar as coisas, dizendo a DEUS: “o que é espiritual é espiritual, o que é terreno é terreno. Pode deixar que das minhas finanças eu cuido...”

Enxergue seus recursos e seu dinheiro como coisas espirituais. Procure lidar
com eles da mesma maneira que JESUS lidaria. Onde podemos perguntar em nosso coração se Deus esta se agradando pela aquisição de algum.

Escrito: Shizuo

A chave da simplicidade


Eu não sou a pessoa ideal para escrever sobre isso, apesar de que venho lendo muito em livros onde posso passar o que aprendi sobre a luz da palavra de Deus.
O amor é como um alicerce na vida de um casal onde podemos se fortificar mediante as situações que viram adiante. Escrever é muito fácil porque o papel aceita tudo o que você escreve, mas viver e mostrar o que vivemos ficam difíceis. E isso não é para todos que podemos realmente mostrar um valor digno perante a sociedade.
Hoje se fala muito em aparência ou contrato com o medo em superar as circunstâncias da vida. Mas quando as tempestades se levantam e as condições pioram, os casamentos guiados pelo amor permanecem e enfrentam até mesmo os problemas mais difíceis sem desistirem. Pensa que podem viver numa fantasia onde não esta presente na realidade das pessoas. Se você começou, quem foi que decidiu foi você, então temos que superar tudo que procede em nossa vida. Deus não escolhe pra nos, somos-nos que escolhemos mal quando não temos visão espiritual. Mas Deus presente no casamento não quer dizer que será fácil, mas Ele irá ajudar em tudo.

È o maior mandamento de todos onde amor se torna a realização de todos os outros. 1 Co 13: 13 – ‘’ Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.’’
Para isso não é necessário mostrar amor aos outros que você tem amor. A simplicidade do amor é fazer com pequenos gestos e simples atitudes que você pode mostrar num dia-a-dia.
Podemos dizer como uma parte entrada dos frutos do Espírito que Apostolo Paulo na bíblia. Por através delas podemos chegar próximo de Deus e testificar em nossas vidas o cumprimento da palavra de Deus.

O amor para com os outros transforma o nosso comportamento para melhor e neutraliza as, mas intenção, assim como a luz dissipa as trevas.

Homens que agem assim não enganarão ou despreszarão su esposa ou seu próximo. Quandoi o amor preenche a boca de uma mulher, ela encoraja a sua família ao invés de destruí-la. Quando o seu foco é o amor, você naturalmente demonstrara a paciência, a gentileza e a ternura.

Apesar de o amor ir muito alem do casamento, ele é a chave dada por Deus para o sucesso do matrimonio. Você pode remover a maioria dos prazeres que você e seu cônjuge compartilham, mas o seu casamento depende do amor.

Rm 13:8-10 -’’ A ninguém devais coisa alguma, a não ser o amor com que vos ameis uns aos outros; porque quem ama aos outros cumpriu a lei. Com efeito: Não adulterarás, não matarás, não furtarás, não darás falso testemunho, não cobiçarás; e se há algum outro mandamento, tudo nesta palavra se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. O amor não faz mal ao próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor.’’
Até posso criar uma bem-aventurança... Bem-aventurado o casal que anda com intimidade com Deus, que é muito melhor do que ler milhares de livros sobre casamento ou fazer sessões de aconselhamento.


Escrito: Shizuo

sábado, 1 de janeiro de 2011

DILMA DEFENDE LIBERDADE DE CULTO

Em seu discurso presidente pediu a Deus abençoar o Brasil
Nos 45 minutos de discurso, após ser empossada na Presidência da República, Dilma Rousseff não conteve a emoção e chorou ao lembrar dos “companheiros e companheiras” que “tombaram” na luta contra a ditadura militar, período que a história trata como “anos de chumbo”. A presidente em seu discurso reafirmou seu compromisso com a liberdade religiosa e pediu bençâo de Deus ao país.
Por duas vezes, Dilma não conteve às lágrimas. Na primeira, quando reforçou a intenção nos quatro anos em que dirigirá o país de combater os privilégios e a corrupção na administração pública e ao fazer um apelo de união em torno de seu projeto aos partidos de oposição.
“Neste momento sou presidenta de todos os brasileiros”, disse já com a voz embargada quando foi obrigada a silenciar para conter as lágrimas. Diante da emoção, coube aos parlamentares da base aliada interromper o silêncio do discurso com aplausos e gritos de “Dilma, Dilma”.
Ao fim do discurso, no qual ressaltou que uma mulher não traz em si apenas a característica da coragem mas, também, de carinho, a presidenta compartilhou sua posse com a filha, o neto e com sua mão. Encerrado seu pronunciamento, ela deixou o plenário da Câmara da mesma forma que entrou: aplaudida de pé por todos os parlamentares a autoridades e sob a entoação pelos governistas do jingle de campanha “olê, olê, olâ, Dilma, Dilma”.
A presidenta abriu seu pronunciamento no Congresso com uma homenagem especial às mulheres brasileiras. Neste sentido, ela destacou a “ousadia do voto popular”, que depois de levar um presidente operário á Presidência da República, dar a oportunidade a uma mulher de sucedê-lo. “Vim honrar as mulheres, proteger os mais frágeis e governar para todos”.
Ela reservou no seu pronunciamento uma homenagem especial ao vice-presidente do governo Lula, o empresário José Alencar, que luta contra o câncer. Segundo Dilma, o vice-presidente “é um exemplo de coragem” a ser perseguido por ela e seu vice, Michel Temer.
Dilma destacou que, nos seus quatro anos de mandato, travará “uma luta obstinada” pela erradicação da pobreza extrema e a garantia de oportunidades para todos os brasileiros e brasileiras. “Não vou descansar enquanto houver um brasileiro sem comida na mesa, famílias aos desalento das ruas e crianças pobres abandonadas à própria sorte”, disse a presidenta.
Ela ressaltou que essa tarefa não é de exclusividade do governo, mas requer um pacto entre toda a sociedade brasileira. Neste sentido, Dilma Rousseff disse que o combate à miséria passa pelo crescimento econômico do país aliado à ampliação dos programas sociais.
Dilma também falou sobre a necessidade de reformas para o aperfeiçoamento da sociedade brasileira como a política e a tributária. Quanto à reforma tributária, a presidenta destacou a necessidade de se acabar com entraves que impedem o desenvolvimento.
A presidenta também assumiu, perante o Congresso, o compromisso de evitar a todo custo o retorno da inflação e a manutenção da estabilidade da economia. “Não permitiremos que essa praga recaia sob o tecido econômico e nossas famílias”.
Outro momento em que Dilma foi obrigada a interromper seu discurso, aconteceu quando falou da atenção que dará a setores como a educação, saúde e segurança pública. Segundo ela, só com avanços na qualidade de ensino se poderá melhorar, de fato, a situação do país e prometeu a ampliação do Prouni para o ensino técnico.
Dilma Rousseff também ressaltou que acompanhará diretamente os investimentos no Sistema Único de Saúde (SUS). “Vou acompanhar pessoalmente o processo de melhoria do SUS”, disse ao destacar a necessidade de a população ter acesso a um atendimento médico e hospitalar de melhor qualidade.
A ampliação da parceria entre União, estados e municípios foi lembrado pela presidenta como o caminho para a redução da violência. Ela recordou a recente operação contra o tráfico no Rio de Janeiro que uniu as polícias Militar, Civil, Federal e as Forças Armadas.
A preservação ambiental é outro objetivo a ser perseguido pelo seu governo, entretanto, sem se pautar por imposições de terceiros ou acordos internacionais que impeçam o crescimento do país, afirmou a presidenta. Para isso, ela lembrou a necessidade de se preservar as florestas brasileiras, em especial à Amazônia, e investir cada vez mais em matrizes energéticas limpas.
Na política internacional, Dilma Rousseff pretende pautar seu governo com uma atenção especial aos países emergentes e aos vizinhos da América do Sul. Ela também rebateu qualquer apoio a países que tenham por objetivo desenvolver a produção de energia nuclear para fins bélicos.

Fonte: Com reportagem da Agência Brasil
Publicado: Shizuo

Religiosos são mais felizes por causa de amizades na igreja

Segundo os pesquisadores, a satisfação com a vida é quase inteiramente sobre o aspecto social da religião, ao invés do aspecto espiritual e teológico. As pessoas estão mais satisfeitas com suas vidas quando vão à igreja porque constroem uma rede social dentro de sua congregação.

     Os resultados se aplicam aos católicos, protestantes e evangélicos. O número de judeus, mórmons, muçulmanos e pessoas de outras religiões entrevistadas foi pequeno demais para se tirar conclusões sobre essas populações.

     Os estudos anteriores que descobriram uma ligação entre religião e satisfação com a vida não responderam a seguinte questão: a religião torna as pessoas felizes, ou pessoas felizes se tornam religiosas? E se a religião é a causa da satisfação com a vida, o que é responsável: a espiritualidade, as relações sociais, ou algum outro aspecto da religião?

     Os pesquisadores abordaram essas duas questões no estudo recente. Em 2006, eles contataram uma amostra nacionalmente representativa de 3.108 adultos americanos por telefone, e pediram que eles respondessem perguntas sobre suas atividades religiosas, convicções e redes sociais. Em 2007, eles ligaram para o mesmo grupo e 1.915 deles responderam as mesmas perguntas novamente.

     As pesquisas mostraram que, em todos os credos, as pessoas religiosas são mais satisfeitas do que as pessoas não-religiosas. Segundo os dados, cerca de 28% das pessoas que participam de cultos religiosos semanais estavam extremamente satisfeitas com as suas vidas, em comparação com 19,6% das pessoas que nunca frequentaram cultos.

     Mas a satisfação não foi atribuída a fatores como a oração individual, a força da crença, ou sentimentos subjetivos de amor a Deus ou a sua presença. Em vez disso, a satisfação foi vinculada ao número de amigos que as pessoas tinham em sua congregação religiosa. Pessoas com mais de 10 amigos em sua congregação estavam quase duas vezes mais satisfeitas com a vida do que pessoas sem amigos em sua congregação.

     O estudo sugere um nexo de causalidade entre a religião e a satisfação com a vida: pessoas que tinham começado a ir à igreja com mais frequência entre 2006 e 2007 tornaram-se mais felizes. Novamente, a felicidade era explicada totalmente por um aumento nas amizades feitas durante os cultos.

     A conclusão dos pesquisadores é que o fato de encontrar um grupo de amigos íntimos em uma base regular, e participar de certas atividades que são significativas para todos, faz com que esse grupo partilhe certa identidade social, um sentimento de pertencer a uma comunidade de fé moral. Esse sentimento parece ser a chave para a relação entre ir à igreja e estar satisfeito com a sua vida.

     Embora um maior número de amizades também tenha sido associado à satisfação com a vida, as amizades de igreja pareciam dar ainda mais satisfação. Uma pesquisa adicional também descobriu que a propensão religiosa para a caridade e o voluntariado se conecta com as amizades do meio religioso.

     Teoricamente, estar em um grupo de amigos que não tenha a ver com a igreja, mas que se conheça há muito tempo e que se engaje em atividades significativas, compartilhando uma identidade social, também pode aumentar a satisfação com a vida. E na prática? Para responder a essa pergunta, os pesquisadores planejam realizar uma terceira rodada de pesquisas com o mesmo grupo de participantes em 2011, para recolher dados sobre esse tipo de amizade.


fonte: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=11823 
Publicado: Shizuo

Brasileiro ganha documento de identidade com chip - Marca da Besta?

Em 2011, 2 milhões de brasileiros poderão substituir a cédula do Registro Geral (RG) pelo cartão de Registro de Identidade Civil (RIC). Com a chegada do RIC, cada cidadão passa a ser reconhecido nacionalmente por um único número, vinculado diretamente às suas impressões digitais e registrado em um chip presente no cartão. O novo documento foi lançado hoje (30), em Brasília, pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto.
Segundo Barreto, a nova identidade é um dos mais modernos documentos de identificação do mundo. “Com o RIC, o Brasil ingressa no século 21. A identidade atual completou 27 anos sem muitas mudanças. O novo RIC é mais moderno, traz tecnologia de ponta, é mais seguro e mais prático. No futuro, esse documento também integrará o CPF, o título de eleitor e muitos outros documentos. Além disso, há possibilidade de fazer transições bancárias com o novo cartão.”
A nova identidade é um cartão magnético com impressão digital e chip eletrônico, incluirá nome, sexo, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, impressão digital do indicador direito, órgão emissor, local e data de expedição e de validade.
De acordo com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ricardo Lewandowsky, o novo documento de identificação é a prova de fraudes e evita que uma mesma pessoa seja identificada por mais de um número de registro em diferentes estados da Federação ou que o cidadão seja confundido com uma pessoa de mesmo nome.“Os resultados [do RIC] são de extrema relevância. Essas vantagens poderão contribuir para mitigar os graves prejuízos para o estado e para os cofres públicos, pois evita crimes”, afirmou.
A substituição da carteira de identidade será feita, gradualmente, ao longo de dez anos. As primeiras cidades que receberão o projeto piloto no próximo ano serão Brasília, Rio de Janeiro, Salvador, Hidrolândia (GO), Ilha de Itamaracá (PE), Nísia Floresta (RN) e Rio Sono (TO).
Os cidadãos contemplados nesta etapa inicial receberão uma carta indicando a possibilidade de troca do RG pelo RIC, além do local onde o novo documento poderá ser retirado. A implementação da nova identidade não compromete a validade dos demais documentos de identificação.
A emissão do RIC em 2011 será custeada pelo Ministério da Justiça, o cidadão não precisará pagar pela troca. Segundo o ministério, o investimento no primeiro ano será de cerca de R$ 90 milhões. Para os próximos anos, o comitê gestor do RIC vai definir a origem dos recursos que vão custear as emissões, sendo possível, inclusive, parcerias público-privadas e financiamentos internacionais.

Postado: Shizuo

A Maioria dos Americanos vão Virar o Ano Novo com Oração

Antes do relógio bater meia-noite de sexta-feira, os americanos vão olhar para o céu, antes de olhar para frente para um ano novo.
Um novo relatório de Rasmussen constatou que a maioria dos americanos planeja orar mesmo que não participem de festas de véspera do Ano Novo.
Uma estimativa de 66 por cento dizem que vão fazer uma oração antes do início de 2011, sendo os homens mais propensos do que as mulheres. Os negros norte-americanos também estão mais propensos do que brancos a orar nas últimas horas de 2010.
Aproximadamente a mesma proporção de americanos, 64 por cento, dizem que não planejam ir a uma festa de Ano Novo, enquanto que apenas 21 por cento dizem que vão. Quinze por cento dizem que não podem prever se vão ou não participar de uma festa para comemorar o ano novo.
Quanto a quando o relógio bater à meia noite, na verdade, 69 por cento dos norte-americanos pretendem ficar em casa, sete por cento estarão na casa de amigos, e cinco por cento estarão em um restaurante ou bar. Outros entrevistados, nove por cento, disseram que vão estar em outro lugar, dez por cento, não tem certeza de onde estarão.
A maioria das pessoas que disseram que não estarão bebendo, 48 por cento, e 42 por cento, disseram que planejam consumir álcool na véspera de Ano Novo.
Em um esforço para proporcionar alternativas à família, muitas Igrejas vão oferecer festas, shows e atividades na véspera do Ano Novo.
A Primeira Assémbléia de Phoenix no Arizona vai promover uma festa durante toda a noite para seus jovens que inclui um filme, jogos e café da manhã. Os jovens adultos se divertem em seu próprio evento, enquanto os casais podem se vestir para uma festa Réveillon.
Várias Igrejas - como a The Potter´s House, chefiada pelo bispo TD Jakes - vão celebrar o Ano Novo da maneira tradicional, com os cultos da Igreja. A igreja não-denominacional vai promover cultos na suas unidades de Dallas, no Norte de Dallas e Fort Worth, e com transmissão ao vivo transmissão para os espectadores online.
Enquanto isso, Mars Hill Church, com sede na área maior de Seattle, optará por um estilo de mais comunhão e celebração na Noite de Ano Novo.
"Vamos derrubar os pinos e nos ajoelhar em agradecimento ao nosso bom Deus pelo ano que Ele nos deu e esperando com entusiasmo o ano que temos pela frente," escreveram os organizadores do evento no site da Igreja.
Os relatórios Rasmussen são baseados em uma pesquisa com 1.000 adultos em todo o país realizada entre 26 e 27 dezembro de 2010.

fonte: http://www.creio.com.br/2008/noticias01.asp?noticia=11866
Publicado: Shizuo