quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

BÍBLIA É O LIVRO PREFERIDO


74% dos brasileiros não serão alcançados pela Bíblia impressa
Por: Redação Creio
     Pesquisas apontam que 74% dos brasileiros entre 16 e 64 anos não serão alcançados pela Bíblia no formato impresso porque não sabem ler ou porque entendem muito pouco do que leem. Outro dado impressionante, divulgado em 2008 pelo Instituto Pró-Livro, revela que a Bíblia, embora seja o livro preferido dos leitores brasileiros, é lida com frequência por menos de 2,5% da população do país. A campanha É tempo de ouvir a Palavra de Deus, que pelo segundo ano consecutivo é tema das comemorações do Dia da Bíblia, pretende justamente alcançar uma parcela dessa população, tendo como base o versículo 17, do capítulo 10 do livro de Romanos – Portanto, a fé vem por ouvir a mensagem, e a mensagem vem por meio da pregação a respeito de Cristo.

     Pelo segundo ano consecutivo a megacampanha da SBB, É tempo de ouvir a Palavra de Deus, será tema das comemorações do Dia da Bíblia. Lançada em maio, a iniciativa reforça a importância de se reservar um tempo diário de comunhão com a Palavra de Deus, por meio da audição da mensagem bíblica. “O Dia da Bíblia é uma excelente ocasião para destacar a importância de se ouvir, ler e praticar os ensinamentos sagrados”, observa Erní Seibert, secretário de Comunicação e Ação Social da SBB, enfatizando que o objetivo da SBB é, com o apoio das igrejas cristãs, fazer com que a Bíblia Sagrada tenha relevância na vida dos brasileiros.

     Celebrada no segundo domingo de dezembro e durante toda a semana que a precede, a data é uma ocasião especial para que a campanha ganhe ainda mais adeptos, em todo o país. De acordo com o balanço inicial, nos quatro primeiros meses foram formados mais de 1,3 mil grupos de audição do Novo Testamento. Para atender a essa demanda, foram distribuídos mais de 3,8 mil exemplares do Novo Testamento em MP3, nas traduções Almeida Revista e Atualizada (RA) e Nova Tradução na Linguagem de Hoje (NTLH).

     Com a meta ambiciosa de fazer com que 10 milhões de pessoas ouçam o Novo Testamento, a campanha depende da adesão de todos aqueles que acreditam no poder transformador do Livro Sagrado. “Ao ouvir a Palavra de Deus, as pessoas são despertadas para a leitura e entendem melhor o que está escrito na Bíblia. Depois de ouvir o texto bíblico, cada grupo discute sua mensagem. E muitos se sentem incentivados a continuar ouvindo no ambiente familiar e de trabalho”, relata Seibert.


 Publicação: Shizuo

51% NUNCA LERAM A BÍBLIA TODA


Segundo estudo, metade dos pastores nunca leram toda a Bíblia
Por: Vinícius Cintra - Redação Creio
    Cerca de 50,68% dos pastores e líderes nunca leram a Bíblia Sagrada por inteira pelo menos uma vez. O resultado é fruto de uma pesquisa feita pelo atual editor e jornalista da Abba Press & Sociedade Bíblica Ibero-Americana Oswaldo Paião, com 1255 entrevistados de diversas denominações, sendo que 835 participaram de um painel de aprofundamento. O motivo é a falta de tempo, apontaram os entrevistados.

    Oswaldo conta que a pesquisa se deu através de uma amostragem confiável e que foi delimitada. Segundo ele a falta de tempo e ênfase na pregação expositiva são os principais impedimentos. "A falta de uma disciplina pessoal para determinar uma leitura sistemática, reflexiva e contínua das escrituras sagradas e pressão por parte do povo, que hoje em dia cobra por respostas rápidas, positivas e soluções instantâneas para problemas urgentes, sobretudo os ligados a finanças, saúde e vida sentimental”, enumera Oswaldo.

    A maioria dos pastores corre o dia todo para resolver os problemas práticos e urgentes dos membros de suas igrejas e os pessoais. Outros precisam complementar a renda familiar e acaba tendo outra atividade, fora a agenda lotada de compromisso. Os pastores da atualidade, em geral, segundo Paião,são mais temáticos, superficiais, carregam na retórica, usam (conscientemente ou não) elementos da neurolinguística, motivação coletiva, força do pensamento positivo e outras muletas didáticas e psicológicas. Oswaldo arrisca dizer que muitos ‘pastores precisam rever seus conceitos teológicos e eclesiológicos, sem falar de ética e moral, simplesmente ao ler com atenção e reflexão os livros de Romanos, Hebreus e Gálatas. E antes de ficarem tocando Shofar e criando misticismo, deveriam ler a Torá com toda a atenção, reverência e senso crítico’.


Publicação: Shizuo

O amor é um motivador da vida



Eu não sou a pessoa ideal para escrever sobre isso, apesar que venho lendo muito em livros onde posso passar o que aprendi sobre a luz da palavra de Deus.

Amar a Deus e aos outros é realmente o objeto de vida. Não importa quem você é ou o que você faz, mas se você viverá uma vida de amor ou não. E há uma grande diferença entre os dois.Sendo que o ingrediente mais importante para um relacionamento significativo. É fundamental que seja verdadeiro. A sua qualidade de vida esta diretamente ligada a quantidade de amor que jorra em você e através de você para os outros. Apesar de ser muitas vezes negligenciando, o amor é infinitamente mais valioso que riquezas, fama ou honra. Elas passarão, mas o amor permanecerá. Você pode ser preenchido sem essas coisas, mas não sem amor.
Para um relacionamento, o amor é um item essencial para um casamento dourador. Apesar de que todos nos temos pontos fortes e fracos. Sendo que isso pode agradar ou deixar louco de ódio.
Não podemos olhar para nossas necessidades, temos buscar a Cristo para mostrar para onde seguir. Vale lembrar nos tornamos de dois em uma só pessoa. 1 Co 13:2 -  ‘’ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda a fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.’’

Tanto o ódio, raiva e o ego são quase a mesma coisa, todos eles afasta o coração do homem de Deus. Onde podemos ferir a Deus, depois nos mesmo e ate mesmo as pessoas que estão ao nosso lado. Num sentido de atacar em palavras, quando estamos feridos por alguma situação ou guardamos coisas que nos não gostamos, mas o que normalmente acontece é que não falamos o que sentimos. Mesmo sabendo que o amor é poderoso.
O amor faz muita coisa como um soldado dar vida pelo país, uma mãe orar incansavelmente pelo filho e um Deus gracioso enviar Seu único filho para morrer pelos nossos pecados.

Não podemos se perder com as coisas pequenas, temos que valorizar tudo e todos os momentos. E deixar a abertura do dialogo aberto para deixar uma vida transparente.
Uma das partes do amor é conversa onde ambos se conhecem de forma que tudo fica transparente para o esclarecimento da necessidade de cada um. 2 Co 5:14 - Porque o amor de Cristo nos constrange, julgando nós assim: que, se um morreu por todos, logo todos morreram /1 Co 13:4-7 - Porque, ainda que foi crucificado por fraqueza, vive, contudo, pelo poder de Deus. Porque nós também somos fracos nele, mas viveremos com ele pelo poder de Deus em vós. Examinai-vos a vós mesmos, se permaneceis na fé; provai-vos a vós mesmos. Ou não sabeis quanto a vós mesmos, que Jesus Cristo está em vós? Se não é que já estais reprovados. Mas espero que entendereis que nós não somos reprovados. Ora, eu rogo a Deus que não façais mal algum, não para que sejamos achados aprovados, mas para que vós façais o bem, embora nós sejamos como reprovados.

Até posso criar uma bem-aventurança... Bem-aventurado o casal que anda com intimidade com Deus, que é muito melhor do que ler milhares de livros sobre casamento ou fazer sessões de aconselhamento.

Escrito: Shizuo

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

RISCO À IGREJA



Número de jovens adultos abandonando o cristianismo bate recorde
    Sociólogos estão vendo acontecer entre os jovens adultos dos EUA uma grande mudança: o abandono do cristianismo. Uma resposta honesta requer um exame deste “êxodo” e alguns questionamentos sobre os motivos desta mudança.

    Estudos recentes trouxeram à luz esta questão. Entre os resultados divulgados pela American Religious Identification Survey [Pesquisa de Identificação da Religião nos EUA] em 2009, um aspecto merece destaque. A porcentagem de americanos que afirmam ser “sem religião” quase duplicou em duas décadas, De 8,1%, em 1990, chegaram a 15% em 2008. Essa tendência não está limitada a uma região. Os “sem religião”, cuja resposta à pergunta sobre afiliação religiosa foi “nenhuma”, foi o único grupo que cresceu em todos os estados americanos, incluindo o conservador “cinturão bíblico” no sul. Os “sem religião” são mais numerosos entre os jovens: 22% dos entrevistados entre 18 a 29 anos alegou não ter religião, em contraste com os 11% de 1990. O estudo também descobriu que 73% deles cresceram em famílias religiosas, sendo que 66% foram descritos pelo estudo como “desconvertidos”.

    Outros resultados da pesquisa foram ainda mais desanimadores. Em maio de 2009, durante o Fórum Pew sobre Religião e Vida Pública, os cientistas políticos Robert Putnam e David Campbell apresentaram uma pesquisa feita para seu livro  American grace, lançado recentemente. Eles relatam que “os jovens americanos estão abandonando a religião em um ritmo alarmante, de cinco a seis vezes a taxa histórica (hoje, 30-40% não têm religião, contra 5-10% da geração passada)”.

    Houve uma queda correspondente na participação em igrejas. Segundo o centro de pesquisas Rainer, aproximadamente 70% dos americanos deixam de se envolver com a igreja entre os 18 e 22 anos. O Grupo Barna estima que 80% daqueles que foram criados na igreja serão “desligados” ao completar 29 anos. David Kinnaman, presidente do Grupo Barna, descreve essa realidade em termos alarmantes: “Imagine uma foto do grupo de jovens que são membros de sua igreja (ou fazem parte da comunidade de crentes) em um ano qualquer. Pegue um pincel atômico grande e risque três de cada quatro rostos. Este é o número provável de desligamento espiritual durante as próximas duas décadas “.

    Em seu livro  unChristian [não Cristão], Kinnaman baseou suas descobertas em milhares de entrevistas que fez com jovens adultos. Entre suas muitas conclusões está a seguinte: “A ampla maioria das pessoas de fora [da fé cristã] neste país, particularmente entre as gerações mais jovens, na verdade são indivíduos sem igreja”. Ele relata que 65% dos jovens entrevistados dizem ter assumido um compromisso com Jesus Cristo em algum momento. Em outras palavras, a maioria dos que hoje são incrédulos são antigos amigos e adoradores de Jesus, foram crianças que uma dia o aceitaram.

     Para esclarecer o discurso de Kinnaman, o problema hoje não são os “não cristãos”, mas os muitos ex-cristãos. Ou seja, não se trata de um “povo não alcançado.” Eles são nossos irmãos, irmãs, filhos, filhas e amigos. Eles já estiveram vivendo entre nós na igreja.

     Em seu recente livro  Christians Are Hate-Filled Hypocrites … and Other Lies You’ve Been Told, [Cristãos são hipócritas cheios de ódio... e outras mentiras que lhe contaram], o sociólogo Bradley Wright diz que essa tendência de os jovens abandonarem a fé em números recordes é “um dos mitos” do cristianismo contemporâneo. Wright vai na contramão, dizendo que cada geração é vista com desconfiança pelos mais velhos. Embora reconheça que “não podemos saber ao certo o que vai acontecer”, Wright acredita que a melhor aposta é que a história vai se repetir: “…os jovens geralmente abandonam a religião organizada quando saem de casa e se desligam da família, mas voltam quando começam a formar suas próprias famílias”.

    Então, jovens de 20 a 30 e poucos anos estão abandonando a fé, mas por quê? Quando pergunto às pessoas da igreja, recebo alguma variação desta resposta: compromisso moral. Uma adolescente vai para a faculdade e começa a frequentar festas. Um jovem decide morar com sua namorada. Logo, os conflitos entre a fé e o comportamento tornam-se insuportáveis. Cansados de ter a consciência pesada e não querendo abandonar um estilo de vida pecaminoso, optam por abandonar seu compromisso cristão. Podem citar ceticismo intelectual ou decepções com a igreja, mas isso é mais uma espécie de cortina de fumaça para a esconder a verdadeira razão. “Eles mudam de credo para coincidir com suas obras”, diriam os meus pais.

    Existe alguma verdade nisso, mais do que a maioria dos jovens que seguiram esse caminho gostaria de admitir. A vida cristã fica mais difícil ao enfrentar muitas tentações. Durante o ano passado, fiz entrevistas  com dezenas de ex-cristãos. Apenas dois foram honestos o suficiente para citar questões morais como a principal razão do abandono da fé. Muitos experimentaram crises intelectuais que pareciam, convenientemente, coincidir com um estilo de vida fora dos limites da moralidade cristã.

    O que os afastou na maioria das vezes? Os motivos de cada um são particulares, mas percebi nas entrevistas que a maioria foi exposta a uma forma superficial de cristianismo que acabou “vacinado-os” contra uma fé autêntica. Quando o sociólogo Christian Smith e sua equipe examinaram a vida espiritual dos adolescentes americanos, encontraram a maioria deles praticando uma religião que seria melhor descrita como “deísmo moralista terapêutico”. Colocam assim Deus como um Criador distante, que abençoa as pessoas “boas, legais e justas”. Seu objetivo principal é ajudar os crentes a “serem felizes e sentirem-se bem”.

A resposta cristã

     As razões para o abandono são complexas. Uma parte significativa tem a ver com a nova cultura que vivemos, e há muito a ser pensado sobre isso. Mas os membros das igreja ainda tem controle sobre pelo menos uma parte do problema: o tipo de resposta dada.

    Enquanto ficam perplexos, e com razão, ou mesmo arrasados, quando veem entes queridos se afastarem, não deveriam deixar que a tristeza tome conta deles. Conversei com um pai que estava deprimido ao ver seu filho adulto abandonar a fé. Ele disse que seu filho estava metido “em coisas satânicas”. Depois de uma pequena sondagem, descobri que o filho na verdade era um politeísta. Ele amava Jesus, mas via-o como uma figura em um panteão de seres espirituais. Ou seja, algo muito distante da avaliação de seu pai.
    Ao falar com quem abandonou a fé, geralmente os cristãos tem uma dessas duas reações opostas e igualmente prejudiciais: partem para a ofensiva, dando um sermão cheio de julgamento ou ficam na defensiva, não se envolvendo no problema.

    Observei durante as entrevistas outro padrão inquietante. Quase todos com quem falei lembraram que, antes de abandonar a fé, eram interrompidos quando expressavam suas dúvidas. Alguns foram ridicularizados na frente de colegas por causa de suas “perguntas insolentes”. Outros dizem ter recebido respostas banais às suas perguntas e foram repreendidos por não aceitá-las. Um deles recebeu literalmente um tapa na cara.

    Em 2008, durante a reunião da Associação Americana de Sociologia, estudiosos das Universidades de Connecticut e do Oregon relataram que “a contribuição mais comum para a desconversão dos entrevistados foi os cristãos aumentarem as dúvidas já existentes”. Os “desconvertidos” afirmam ter “compartilhado suas dúvidas crescentes com amigo ou membro da família cristãos, apenas para ouvir respostas banais e inúteis”.

Fonte: Pavablog
Publicação: Shizuo

PASTOR ANALISA AUMENTO DE DIVÓRCIO


DIVÓRCIOS EM ALTA EM SP


Com aprovação de lei divórcios aumentam em 149%
     O número de divórcios no Estado de São Paulo cresceu 149% desde julho deste ano, quando foi aprovada a emenda constitucional 66, que instituiu no país, junto à Lei n.º 11.441/2007, o chamado divórcio rápido (feito por meio de escritura em cartório).
     Os números são do CNB (Colégio Notarial do Brasil), que representa os tabeliães de todo o país. No ano passado, entre julho e agosto, foram realizados no Estado 816 divórcios, ante 2.031 no mesmo período deste ano.
     Segundo Ubiratan Guimarães, presidente do CNB-SP, o aumento se deve à facilitação do processo, que chegava a se arrastar durante anos, à diminuição dos custos processuais e a uma demanda reprimida pelo serviço.
     "Há muita gente que está separada, mas que, devido à morosidade da Justiça e aos altos custos com honorários advocatícios, não formaliza o divórcio. Hoje, a escritura custa R$ 252 e, embora ainda seja necessária a presença de um advogado, sai muito mais barato", diz Guimarães.
     Segundo o CNB, mesmo casais que já tenham processo judicial em andamento podem desistir dessa via e formalizar a separação por meio de escritura pública.
Para isso, no entanto, a separação precisa ser consensual e o casal não pode ter filhos menores ou incapazes.

     Na escritura, o casal já define a partilha dos bens, pagamento ou dispensa de pensão alimentícia e o uso ou não do sobrenome do outro cônjuge.
     Segundo o presidente do CNB-SP, o processo transcorre de forma tranquila. "O clima tem sido de absoluta civilidade. Mesmo porque, se houver alguma animosidade, o tabelião não pode emitir a certidão."
     Para José Fernando Simão, doutor em direito civil da USP, "o brasileiro foi emancipado", daí o aumento dos divórcios. "As pessoas descobriram um direito que não sabiam ter", afirma.


PASTOR ANALISA AUMENTO DE DIVÓRCIO
Segundo IBGE no Brasil aumentou o número de casamentos
Por: Vinícius Cintra - Redação Creio
       Na última semana o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou uma pesquisa em que mostra o crescimento do número de casamentos e divórcios no país, sendo o maior desde 1995. Na pesquisa é possível identificar que houveram 959, 9 mil matrimônios. Na mesma proporção os divórcios somaram 188 mil. O CREIO consultou o pastor Gilson Bifano, do Ministério Oikos no Rio de Janeiro, para entender um pouco desse comportamento que se tornou comum na sociedade moderna.

CREIO -  Como o senhor analisa o resultado desta pesquisa?

Gilson Bifano - As pessoas desejam se casar. No fundo cada homem e cada mulher espera isto.  É uma questão teológica. Deus é o criador do casamento e tudo que fez e faz é bom. Casar-se é um anelo, um desejo de um homem e de uma mulher.

CREIO - Por que esses números aumentaram nesses últimos 10 anos?

Gilson Bifano - Talvez pela estabilidade econômica ou pela constatação que a coabitação (união informal) não oferece segurança.

CREIO - Qual o fator principal, que leva as pessoas a se casaram cada vez mais, recasarem e também se divorciarem?

Gilson Bifano - Acho que em relação as duas primeiras partes está no desejo, já mencionado do ideal de casamento. Quanto ao divórcio a questão é mais profunda. O divórcio cresce por muitas razões. Algumas: deficiência da concepção do casamento ser um pacto, uma aliança para toda uma vida. Outro fator também é facilidade de se divorciar no Brasil hoje. Pode-se divorciar até por internet! Os casais hoje, no primeiro conflito, já pensam em se separar. Acham que o divórcio é a solução. Depois descobrem que no casamento seguinte os problemas voltam a aparecer e aí acontece um novo divórcio. Nossa sociedade é pró-divórcio, infelizmente.

CREIO: Por que os solteiros casam cada vez mais tarde e o número de casamentos de recasados são maiores?

Gilson Bifano - Ser solteiro é confortável, por isso as pessoas tendem adiar um compromisso. Mas depois com o passar dos anos percebem que mesmo com vários compromissos é melhor o casamento. Creio que quanto ao número de recasados, passa pela idéia do ideal da busca do casamento perfeito. De recasamento a recasamento, no fundo as pessoas, estão procurando a felicidade e encontrar o par perfeito, isso nunca vai acontecer.

CREIO – Seja homem ou mulher, o ato de se casar se concebe muito mais tarde atualmente em comparação a um período de 20 anos atrás. O que as pessoas buscam primeiro antes de se casar?

Gilson Bifano - Hoje, infelizmente, as pessoas estão buscando, em primeiro lugar, segurança financeira, o apartamento novo, o curso de pós-graduação, doutorado, etc. Não querem construir algo junto. Já querem começar onde seus pais estão terminando. Isso é muito triste. Esse pensamento tem levado muitos jovens crentes a se relacionarem sexualmente antes do casamento. O que é pecado! Eu me casei, não tínhamos um apartamento, televisão. Fomos construindo juntos.


Publicação: Shizuo

Religião X espiritualidade

Dizer que há uma diferença entre religião, espiritualidade e espiritualidade cristã já virou lugar-comum. Mas é sempre conveniente estabelecer os limites entre elas. A religião resulta sempre de um caldo de crenças, convicções, definições e marcos concretos capazes de definir com certa precisão quem são os de dentro e os de fora. Religião e cultura estão intrincadas de tal maneira que, em muitos casos, não se sabe onde começa uma e termina outra. Conquanto sua etimologia – a origem é o termo latino religare – proponha a conexão, o religamento com o divino, a religião nem sempre pode ser considerada um ponto de contato com Deus. A religião é uma codificação de Deus, e por isso se apoia no dogma. Na mais elementar observação, é justo afirmar ser a religião uma criação humana para se aproximar de Deus? Religar algum que no Jardim do Éden, onde foi rompido através do pecado do Homem.
Já espiritualidade é uma expressão do espírito, dessa dimensão misteriosa do nosso ser; de algo em nós capaz de levar-nos para alguém fora de nós. Sim, há um espírito vivendo em nós – então, naturalmente, haverá espiritualidade. Ela não precisa ser criada; necessita, isto sim, ser cultivada, pois já existe como condição natural do ser humano. A espiritualidade não é resultante da cultura, embora aconteça sempre dentro de um contexto histórico. É fato que as barreiras culturais e religiosas são melhor transpostas pela via da espiritualidade. Neste sentido, enquanto a religião é sempre uma realidade doméstica, acontecendo no âmbito da familiaridade da casa e de seus moradores, a espiritualidade é “selvagem”; ela não se deixa conter pelo lugar, pelo rito, pelas pessoas. Antes, passa pela casa, mas habita mesmo o mistério e o desconhecido. A espiritualidade quer experimentar Deus sem a obsessão de defini-lo – por isso, ela se apoia não no dogma, mas na metáfora, que é plural nos seus significados. Na mais elementar observação, é justo afirmar ser a espiritualidade uma criação de Deus para se aproximar do ser humano.
A espiritualidade cristã afirma um Deus eternamente trino, mas historicamente se alicerça em Jesus. Eis a razão pela qual nesta espiritualidade a verdade não é um dogma, mas sim uma pessoa: “Disse Jesus, eu sou a verdade e a vida; ninguém vem ao pai sem mim” (João 14.6). O cerne da vida de Jesus era sua relação com o Pai por meio do Espírito Santo. Sua inquebrável conexão com o Pai dava-lhe a invejável tranquilidade de dormir na proa de um barco em meio a uma tempestade apavorante. Por tocar e ser tocado pelo Pai, o Filho de Deus conseguia tanto tocar em leprosos intocáveis como sentir o singular toque de alguém no meio de uma multidão de mãos; podia sentar-se para descansar na casa de suas amigas Marta e Maria e comer e beber na companhia daqueles com quem a religião não aconselhava a fazê-lo. Jesus é o verdadeiro religare, em quem o divino e o humano se unem no seu estado de plenitude.
Duas tragédias podem se abater sobre a espiritualidade cristã. A primeira é quando ela é domesticada por uma religião, ainda que se denomine cristã. Nesse caso, valores são substituídos por regras; comunidades, por templos; relacionamentos, por doutrina; fraternidade. por denominação; devoção, por liturgia; conversação, por pregação; adoração, por espetáculo; serviço, por poder; graça, por lei; entrega, por consumo; ovelhas, por lobos; e a pessoa viva de Jesus, pela pálida caricatura de um ídolo, seja visível ou invisível. A segunda tragédia é tratar a espiritualidade cristã como se fosse algo fluido, sem rosto, sem âncora. Embora não seja a única espiritualidade presente no mundo, aquela que nasce de Jesus tem contornos definidos. É mistério, mas também encarnação visível do Deus invisível. É inclusiva, aberta a todos – mas exige transformação de mente e coração de todos que aceitam caminhar por suas sendas. É fundamentada nas experiências e nos relacionamentos, buscando o encontro com o coração do Pai.
Esse tipo de espiritualidade, a cristã, não é dogmática, mas racional. Ela se afirma a partir de algumas definições que a fazem singular. Ela não se deixa conter por nenhum odre religioso, mas ao mesmo tempo permite-se reduzir a uma referência histórica. Confessa um Cristo cósmico, presente em toda a Criação, porém encarnado plena e unicamente na pessoa histórica de Jesus de Nazaré. Vivemos um momento no qual o desgaste da religião institucionalizada e a explosão de diferentes espiritualidades nos impõem um reencontro com os alicerces da espiritualidade vivida por Jesus. Um retorno ao ponto no qual o Filho disse que sua vontade consistia em fazer a vontade de seu Pai. Ao que o Pai replicou: “Este é o meu Filho amado, em quem eu tenho prazer”.
 Edição/Publicação: Shizuo

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Quem foi Gunnar Vingren, pioneiro no movimento pentecostal?


Seu Preparo

Nasceu no dia 8 de agosto de 1897, na cidade de Ostra Husby, Suécia. Seu pai era jardineiro, profissão que Vingren seguiu até aos 19 anos. Foi criado num genuíno lar cristão. Substituindo seu pai na Escola Dominical, aos 18 anos, o Espírito Santo falou ao seu coração de que seria um missionário.



Em 1898, Vingren teve oportunidade de participar de uma Escola Bíblica. Ao final daquele mês de estudos começou o trabalho missionário no interior de seu país. Em 1903, viajou para os Estados Unidos ingressando no Seminário Teológico Batista em Chicago. Em 1909, Deus o encheu de uma grande sede quanto a buscar o batismo no Espírito Santo, o que não tardou a receber. Ao pregar esta verdade à igreja que pastoreava, começaram os problemas; a igreja se dividiu entre os que acreditavam e os que não acreditavam na sua pregação. Dirigiu-se, então, para South Bend, Indiana, onde a igreja recebeu com alegria as Boas Novas, tornando-se uma igreja pentecostal com 20 batizados no Espírito Santo no primeiro verão.

Sua Chamada Para o Brasil

Numa reunião de oração foi revelado, a um dos irmãos presentes, que Gunnar Vingren serviria ao Senhor no Pará. Descobriu-se mais tarde que se tratava de um estado no norte do Brasil. Numa outra reunião de oração, Daniel Berg, seu futuro companheiro, que conhecera numa conferência em Chicago, foi chamado para acompanhá-lo ao Brasil. Depois disto, não demorou muito para que a ida ao campo se tornasse uma realidade. Seus últimos dias na América foram de provas; um atestado de que Deus era quem os chamava para o grande trabalho missionário. Finalmente, no dia 5 de novembro de 1910, partiram do porto de Nova Iorque com destino a Belém do Pará
Adaptação ao Campo
No dia 19 de novembro desembarcaram em terras brasileiras. Com certa dificuldade, sobretudo porque não falavam a língua nativa, chegaram até à casa de um pastor batista que lhes ofereceu hospedagem no interior de um corredor escuro, sem janelas, no porão da casa. Para aprenderem o português, Daniel trabalhava numa fundição durante o dia, enquanto Gunnar estudava; e, à noite, Gunnar compartilhava o que tinha aprendido. Apesar da pobreza, da simplicidade da alimentação, das doenças, do calor e dos mosquitos, a chama do Evangelho enchia seus corações cada vez mais de alegria, atenuando assim o sofrimento.

Primeira Assembléia de Deus

Depois de seis meses, Vingren foi convidado para dirigir um culto de oração. Aproveitou a oportunidade para ensinar acerca das operações do Espírito Santo e da cura divina. Durante aquela semana, nas reuniões de oração nos lares, o Senhor curou a senhora Celina Albuquerque de uma doença incurável e dias depois a batizou com Espírito Santo, sendo então, a primeira pessoa brasileira a receber a promessa. Na semana seguinte, o pastor da igreja entrou de surpresa num daqueles cultos. Depois de declarar várias acusações, insinuando que eles ensinavam falsas doutrinas, provocou uma divisão na igreja resultando na exclusão dos missionários e mais dezoito membros que os apoiaram. Então, em 18 de junho de 1911, os chamados "excluidos da Igreja Batista" formaram a primeira Assembléia de Deus.

Avanço da Obra

O trabalho missionário não se deteve. Avançando de cidade em cidade, o Evangelho era pregado e os milagres aconteciam. Sofriam muitas perseguições, sobretudo pelos católicos que eram ensinados que a Bíblia dos protestantes era falsa, e, se alguém a lesse seria conduzido ao inferno. Apesar das dificuldades, por onde passavam, o Senhor curava, salvava, batizava com o Espírito Santo e manifestava seu poder através dos seus dons, sinais e maravilhas. Dessa forma, o número de crentes crescia a cada dia. Contemplavam, também, o fim daqueles que se levantavam contra a obra, pois era o próprio Deus quem lhes dava a recompensa. Nos primeiros quatro anos de trabalho foram 384 pessoas batizadas nas águas e 276 no Espírito Santo, na igreja de Belém do Pará. Depois de cinco anos em terras brasileiras Vingren foi à Suécia, onde, por três meses pôde compartilhar as maravilhas que Deus operara no Brasil. Pouco antes de seu regresso, encontrou-se com a enfermeira chamada Frida Strandberg que também tinha chamada missionária para o Brasil. Mais tarde, eles se casaram em Belém do Pará. No desejo de que todo o Brasil recebesse a mensagem, foram enviados missionários a Alagoas e Pernambuco. Gunnar Vingren com sua família foram para o sul, passando pelo Rio de Janeiro, depois Santa Catarina e outras cidades no estado de São Paulo. Após outra série de viagens, Gunnar voltou alguns anos depois para residir permanentemente no Rio de Janeiro. Assim como no Pará, a obra pentecostal no Rio de Janeiro crescia exponencialmente. Vingren participava ali da edição do jornal "Mensageiros da Paz", além de seu trabalho como pastor e evangelista. De 5 a 10 de setembro de 1930 houve uma importante Conferência Nacional dos obreiros pentecostais em Natal; a principal decisão foi a de que a obra missionária na região norte estaria sendo dirigida exclusivamente por obreiros nacionais. Os anos seguintes foram de grande expansão da obra, sobretudo no Rio de Janeiro. No dia 15 de agosto de 1932, o pastor Gunnar Vingren e sua família despediam-se da igreja do Rio de Janeiro e do Brasil voltando à Suécia.

Seus Últimos Dias

Gunnar Vingren, no tempo que viveu no Brasil, apresentou alguns problemas de saúde que se agravaram depois que retornou à Suécia. No dia 29 de junho de 1933 ele entrou no descanso eterno. Sua esposa, através de uma carta enviada ao Brasil, descreveu detalhadamente a paz, a confiança e o consolo estampados no semblante de Gunnar no seu momento último.
Família Vingren, uma existência para a glória de Deus.

Fonte : Centenário AD
Publicado: Shizuo

O que Cremos e o que acreditamos como assembleianos?


Cremos:

1) Em um só Deus, eternamente subsistente em três pessoas: o Pai, o Filho e o Espírito Santo (Dt 6.4; Mt 28.19 e Mc 12.29);

2) Na inspiração verbal da Bíblia Sagrada, única regra infalível de fé normativa para a vida e o caráter cristão (2Tm 3.14-17);

3) Na concepção virginal de Jesus, em sua morte vicária e expiatória, em sua ressurreição corporal dentre os mortos e sua ascensão vitoriosa aos céus (Is 7.14; Rm 8.34 e At 1.9);

4) Na pecaminosidade do homem que o destituiu da glória de Deus, e que somente o arrependimento e a fé na obra expiatória e redentora de Jesus Cristo é que pode restaurar a Deus (Rm 3.23 e At 3.19);

5) Na necessidade absoluta do novo nascimento pela fé em Cristo e pelo poder atuante do Espírito Santo e da Palavra de Deus, para tornar o homem digno do Reino dos Céus (Jo 3.3-8);

6) No perdão dos pecados, na salvação presente e perfeita e na eterna justificação da alma recebidos gratuitamente de Deus pela fé no sacrifício efetuado por Jesus Cristo em nosso favor. (At 10.43; Rm 10.13; 3.24-26 e Hb 7.25; 5.9);

7) No batismo bíblico efetuado por imersão do corpo inteiro uma só vez em águas, em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, conforme determinou o Senhor Jesus Cristo (Mt 28.19; Rm 6.1-6 e Cl 2.12);

8) Na necessidade e na possibilidade que temos de viver vida santa mediante a obra expiatória e redentora de Jesus no Calvário, através do poder regenerador, inspirador e santificador do Espírito Santo, que nos capacita a viver como fiéis testemunhas do poder de Cristo (Hb 9.14 e 1Pd 1.15);

9)
No batismo bíblico no Espírito Santo que nos é dado por Deus mediante a intercessão de Cristo, com a evidência inicial de falar em outras línguas, conforme a sua vontade (At 1.5; 2.4; 10.44-46; 19.1-7);

10) Na atualidade dos dons espirituais distribuídos pelo Espírito Santo à Igreja para sua edificação, conforme  sua soberana vontade (1Co 12.1-12);

11) Na Segunda Vinda premilenial de Cristo, em duas fases distintas. Primeira — invisível ao mundo, para arrebatar a sua Igreja fiel da terra, antes da Grande Tribulação; segunda — visível e corporal, com sua Igreja glorificada, para reinar sobre o mundo durante mil anos (1Ts 4.16, 17; 1Co 15.51-54; Ap 20.4; Zc 14.5 e Jd 14);

12) Que todos os cristãos comparecerão ante o Tribunal de Cristo, para receber a recompensa dos seus feitos em favor da causa de Cristo na terra (2Co 5.10);

13)
No juízo vindouro que recompensará os fiéis e condenará os infiéis (Ap 20.11-15);

14)
E na vida eterna de gozo e felicidade para os fiéis e de tristeza e tormento para os infiéis (Mt 25.46).



Fonte: http://www.cpad.com.br/assembleia/cremos/


Publicado: Shizuo

100 ANOS DE AD


A origem da denominação e o reavivamento.

"Pouco tempo depois, Gunnar Vingren participou de uma convenção de igrejas batistas, em Chicago. Essas igrejas aceitaram o Movimento Pentecostal. Ali ele conheceu outro jovem sueco que se chamava Daniel Berg. Esse jovem também fora batizado com o Espírito Santo.

Após uma ampla troca de informações, experiências e idéias, Daniel Berg e Gunnar Vingren descobriram que Deus os estava guiando numa mesma direção, isto é: o Senhor desejava enviá-los com a mensagem do Evangelho a terras distantes, mas nenhum dos dois sabia exatamente para onde seriam enviados.

Algum tempo depois, Daniel Berg foi visitar o pastor Vingren em South Bend. Durante aquela visita, quando participavam de uma reunião de oração, o Senhor lhes falou, através de uma mensagem profética, que eles deveriam partir para pregar o evangelho e as bênçãos do avivamento pentecostal. O lugar tinha sido mencionado na profecia: Pará. Nenhum dos presentes conhecia aquela localidade. Após a oração, os dois jovens foram a uma biblioteca à procura de um mapa que lhes indicasse onde o Pará estava localizado. Foi quando descobriram que se tratava de um estado do Norte do Brasil".

História das Assembléias de Deus no Brasil, Emílio Conde - CPAD

No início do século XX, apesar da presença de imigrantes alemães e suíços de origem protestante e do valoroso trabalho de missionários de igrejas evangélicas tradicionais, nosso país era ainda quase que totalmente católico.

A origem das Assembléias de Deus no Brasil está no fogo do reavivamento que varreu o mundo por volta de 1900, início do século 20, especialmente na América do Norte.

Os participantes desse reavivamento foram cheios do Espírito Santo da mesma forma que os discípulos e os seguidores de Jesus durante a Festa Judaica do Pentecostes, no início da Igreja Primitiva (Atos cap. 2). Assim, eles foram chamados de "pentecostais".

Exatamente como os crentes que estavam no Cenáculo, os precursores do reavivamento do século 20 falaram em outras línguas que não as suas originais quando receberam o batismo no Espírito Santo. Outras manifestações sobrenaturais tais como profecia, interpretação de línguas, conversões e curas também aconteceram (Atos cap. 2).

Em 19 de novembro de 1910, os jovens suecos Gunnar Vingren e Daniel Berg aportaram em Belém, capital do estado do Pará, vindos dos EUA. A princípio, freqüentaram a Igreja Batista, denominação a que ambos pertenciam nos Estados Unidos. Eles traziam a doutrina do batismo no Espírito Santo, com a glossolalia - o falar em línguas estranhas - como a evidência inicial. A manifestação do fenômeno já vinha ocorrendo em várias reuniões de oração nos EUA (e também de forma isolada em outros países), principalmente naquelas que eram conduzidas por Charles Fox Parham, mas teve seu apogeu inicial através de um de seus principais discípulos, um pastor negro leigo, chamado William Joseph Seymour, na Rua Azusa, Los Angeles, em 1906.

Quando Daniel Berg e Gunnar Vingren, chegaram ao Brasil, ninguém poderia imaginar que aqueles dois jovens suecos estavam para iniciar um movimento que alteraria profundamente o perfil religioso e até social do Brasil por meio da pregação de Jesus Cristo como o único e suficiente Salvador da Humanidade e a atualidade do batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais. As denominações evangélicas existentes na época ficaram bastante incomodadas com a nova doutrina dos missionários, principalmente por causa de alguns irmãos que se mostravam abertos ao ensino pentecostal. Celina de Albuquerque, na madrugada do dia 18 de junho de 1911 foi a primeira crente da igreja Batista de Belém a receber o batismo no Espírito Santo, o que não demorou a ocorrer também com outros irmãos. A nova doutrina trouxe muita divergência naquela comunidade, pois um número cada vez maior de membros curiosos visitava a residência de Berg e Vingren, onde realizavam reuniões de oração. Enquanto um grupo aderiu, outro rejeitou. Assim, em duas assembléias distintas, conforme relatam as atas das sessões, os dezenove adeptos do pentecostalismo foram desligados. Convictos e resolvidos a se organizar, em 18 de junho de 1911, juntamente com os missionários estrangeiros, fundaram uma nova igreja e adotaram o nome de Missão da Fé Apostólica. Este foi o primeiro nome dado ao Movimento Pentecostal nos Estados Unidos a partir de 1901 e era também empregado pelo movimento de Los Angeles, mas sem qualquer vínculo administrativo da nova igreja brasileira com William Joseph Seymour. A partir de então, passaram a reunir-se na casa de Celina de Albuquerque. Mais tarde, em 18 de janeiro de 1918 a nova igreja, por sugestão de Gunnar Vingren, foi registrada como Assembléia de Deus, em virtude da fundação das Assembléias de Deus nos Estados Unidos, em 1914, em Hot Springs, Arkansas, mas, outra vez, sem qualquer ligação institucional entre ambas as igrejas.

Em poucas décadas, a Assembléia de Deus, a partir de Belém do Pará, onde nasceu, começou a penetrar em todas as vilas e cidades até alcançar os grandes centros urbanos como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Porto Alegre. As Assembléia de Deus se expandiram pelo Estado do Pará, alcançaram o Amazonas, propagaram-se para o Nordeste, principalmente entre as camadas mais pobres da população. Chegaram ao Sudeste pelos idos de 1922, através de famílias de retirantes do Pará, que se portavam como instrumentos voluntários para estabelecer a nova denominação aonde quer que chegassem. Nesse ano, a igreja teve início no Rio de Janeiro, no bairro de São Cristóvão, e ganhou impulso com a transferência de Gunnar Vingren, de Belém, PA, em 1924, para a então capital da República. Um fato que marcou a igreja naquele período foi a conversão de Paulo Leivas Macalão, filho de um general, através de um folheto evangelístico. Foi ele o precursor do assim conhecido Ministério de Madureira, como veremos adiante.

A influência sueca teve forte peso no início da formação assembleiana brasileira, em razão da nacionalidade de seus fundadores, e graças à igreja pentecostal escandinava, principalmente a Igreja Filadélfia de Estocolmo, que, além de ter assumido nos anos seguintes o sustento de Gunnar Vingren e Daniel Berg, enviou outros missionários para dar suporte aos novos membros em seu papel de fazer crescer a nova Igreja. Desde 1930, quando se realizou a primeira Convenção Geral dos pastores na cidade de Natal, RN, as Assembléias de Deus no Brasil passaram a ter autonomia interna, sendo administrada exclusivamente pelos pastores residentes no Brasil, sem contudo perder os vínculos fraternais com a igreja na Suécia. A partir de 1936 a igreja passou a ter maior colaboração das Assembléias de Deus dos EUA através dos missionários enviados ao país, os quais se envolveram de forma mais direta com a estruturação teológica da denominação.

Em virtude de seu fenomenal crescimento, os pentecostais começaram a fazer diferença no cenário religioso brasileiro. De repente, o clero católico despertou para uma possibilidade jamais imaginada: o Brasil poderia vir a tornar-se, no futuro, uma nação protestante. Tal possibilidade se tornou ainda mais real com a divulgação entre o final de 2006 e início de 2007 por um instituto de pesquisa de que, com vinte milhões de fiéis, o Brasil é o maior país pentecostal do mundo.


O que são as Assembléias de Deus


As Assembléias de Deus são uma comunidade protestante, segundo os princípios da Reformada Protestante pregada por Martinho Lutero, no século 16, contra a Igreja Católica. Cremos que qualquer pessoa pode se dirigir diretamente a Deus baseada na morte de Jesus na cruz. Este é um relacionamento pessoal e significativo com Jesus. Embora sejamos menos formais em nossa adoração a Deus do que muitas denominações protestantes, a Assembléia de Deus se identifica com eles na fundamentação bíblica-doutrinária, com exceção da doutrina pentecostal (Hebreus 4.14-16; 6.20; Efésios 2.18).

As Assembléias de Deus são uma igreja evangélica pentecostal que prima pela ortodoxia doutrinária. Tendo a Bíblia como a sua única regra de fé e prática, acha-se comprometida com a evangelização do Brasil e do mundo, conformando-se plenamente com as reivindicações da Grande Comissão.

A doutrina que distingue as Assembléias de Deus de outras igrejas diz respeito ao batismo no Espírito Santo. As Assembléias de Deus crêem que o batismo no Espírito Santo concede aos crentes vários benefícios como estão registrados no Novo Testamento. Estes incluem poder para testemunhar e servir aos outros; uma dedicação à obra de Deus; um amor mais intenso por Cristo, sua Palavra, e pelos perdidos; e o recebimento de dons espirituais (Atos 1.4,8; 8.15-17).

As Assembléias de Deus crêem que quando o Espírito Santo é derramado, ele enche o crente e fala em línguas estranhas como aconteceu com os 120 crentes no Cenáculo, no Dia de Pentecoste. Embora esta convicção pentecostal seja distintiva, as Assembléias de Deus não a têm como mais importante do que as outras doutrinas (Atos 2.4).

O seu Credo de Fé realça a salvação pela fé no sacrifício vicário de Cristo, a atualidade do batismo no Espírito Santo e dos dons espirituais e a bendita esperança na segunda vinda do Senhor Jesus. Consciente de sua missão, as Assembléias de Deus não prevalecem do fato de ter, segundo dados do IBGE (Censo 2000), mais de oito milhões de membros. Apesar de sua força e penetração social, optou por agir profética e sacerdotalmente. Se por um lado, protesta contra as iniqüidades sociais, por outro, não pode descuidar de suas responsabilidades intercessórias.

Fonte: Centenário AD

Publicado: Shizuo

terça-feira, 30 de novembro de 2010

Precisamos fazer nosso devocional e orar sem cessar.

O que é devocional?
É aquele período do dia em que separamos um tempo significativo para estar em comunhão com Deus de forma mais íntima. Tempo este que gastamos adorando-O, louvando-O, cultuando-O, lendo a Bíblia e orando. Aqui edificamos nosso relacionamento com Deus. Diariamente nos levantamos e vamos viver nossas vidas e Deus, Nosso Senhor nos observa, com nossos pedidos, suplicas e murmúrios. É pela sua misericórdia que temos livramentos, mas muitos de nós ainda desconhecem o Deus que cantam, a quem oram, a quem pedem e clamam. É como passar pelo vizinho da casa ao lado, lhe dar bom “Bom dia” - num gesto quase automático e seguir com nossa correria. Mas este mesmo Senhor dos senhores afirma em sua Palavra: Todas as coisas são possíveis (Lucas 18:27).”, “: Eu te darei descanso (Mateus 11:28-30)”, “A minha graça te basta ( II Corintios 12:9 e Salmo 91:15)”. Separar um tempo para Deus faz a diferença, principalmente de ouvir a palavra de Vida
Objetivos da devocional diária
1. Primeiro objetivo da devocional diária é desfrutar comunhão com Deus.
• Comunhão com Deus é um canal de dois sentidos, entre duas pessoas que se amam – VOCÊ e DEUS.
• Enquanto medita, concentre-se na pessoa de Deus, como está revelado em Sua Palavra. Leia o livro de Salmos, destacando o que Deus é, o que Ele faz.
• Enquanto medita, permita que Deus o molde conforme à imagem de Seu Filho (Rm 8:29;2 Co 3:18).
2. O segundo objetivo da devocional diária é agradar a Deus. “Mas a oração dos retos é seu contentamento” (Pv 15:8b). Que privilégio temos em alegrar a Deus gastando tempo com Ele!
3. O terceiro objetivo da devocional diária é descobrir princípios pelos quais devemos viver e dirigir nossas vidas. (Sl 119:105)
4. O quarto objetivo da devocional diária é desenvolver um estilo de vida de acordo com o ponto de vista de Deus.
Sugestões práticas para o seu tempo com Deus
1. Separe um tempo permanente e diário para passar com Deus.
2. Encontre um lugar onde possa estar a sós com Deus, livre de distrações.
3. Inicie com louvor e adoração.
Você pode louvar e adorar a Deus através de ações de graça (Sl 28:7; Sl 100:4).
Pode louvar e adorar a Deus lendo versículos da Bíblia em atitude de louvor e adoração. Utilize o livro de Salmos para este tempo.
Pode-se louvar e adorar a Deus simplesmente permanecendo quieto em Sua presença. Não tenha pressa durante a sua devocional, mas preste reverência e respeito a Deus (SI 46:10).
4. Peça a Deus que sonde o seu coração (Sl 139:23-24).
• Confesse o seu pecado, ou seja, todo o pecado que lhe for revelado pelo Espírito Santo (Sl 66:18; 1 Jo 1:9).Para que a sua meditação seja proveitosa, você precisa estar livre de culpa e cegueira provocadas pelo pecado. Peça a Deus, o Espírito Santo, que revele o pecado que há em
sua vida e então confesse, concorde com Deus em relação àquele pecado.Depois de confessar os pecados revelados pelo Espírito Santo, passe novamente o controle de sua vida a Cristo, e pela fé, aproprie-se da plenitude do Espírito Santo.
5. Conteúdo do seu período devocional.
• Use a Bíblia para a sua devocional. Lembre-se que Deus nos fala através de Sua Palavra.
• Ore a Deus.
O papel da palavra de Deus na devocional diária
1. Ler a Bíblia é parte essencial da devocional diária. Lembre-se DEUS QUER FALAR CONOSCO.
2. Ao ler a Bíblia obtemos melhor conhecimento de Deus.
3. Nossa fé aumenta pela leitura da Bíblia (Rm 10:17).
Como ler a bíblia
1. Leia um parágrafo lenta e cuidadosamente. O objetivo da leitura bíblica é permitir que Deus fale ao seu coração e que você desfrute de comunhão com Ele. Este objetivo não será alcançado se você ler muito depressa ou sem concentração.
2. Pergunte-se como o texto se aplica à sua vida. É de grande ajuda fazer-se perguntas para aplicar as verdades bíblicas à nossa vida:
  1. • O que o texto ensina a respeito de Deus? E a respeito de Jesus?
  2. • Há algum pecado que devo confessar, ou evitar?
  3. • Há alguma promessa que devo reinvindicar/apropriar?
  4. • Há algum mandamento que devo obedecer?
  5. • Há algum exemplo a ser seguido?
  6. • Há algo que foge a minha compreensão e deve ser estudado mais tarde?
  7. • Há neste texto alguma coisa pela qual devo orar hoje?
  8. • Como posso aplicar à minha vida o que aprendi neste texto?
4. Tenha a mão papel e caneta.

O papel da oração na devocional diária
1. Jesus é o nosso exemplo (Mc 1:35).
2. Em seus momentos de oração, peça a Deus que o transforme à imagem de Seu Filho, Jesus (1 Co 3:18). Peça a Deus que manifeste em sua vida e experiência os traços do caráter e atitudes de Jesus.
3. Em seus momentos de oração interceda pela Igreja, Corpo de Cristo, sua comunidade local, necessidades especificas dos irmãos.
4. Mantenha um diário de oração.

O que é oração? Para que serve a oração?
Conforme o dicionário teológico (CPAD), orar é o ato de o homem dirigir-se ao seu Criador com os seguintes objetivos: pedi-lhe perda pelas faltas cometidas, agradecer-lhe pelos favores cometidas, agradecer-lhe pelos favores imerecidos e buscar proteção e uma comunhão mais intima com ele. Isso deve mostrar como ato regular ao servo cristão.

Quanta vez deve orar por dia?

Orar Sempre - A bíblia não nos impõe uma freqüência. Ela simplesmente assevera-nos: Orar sem cessar (1 Ts 5.17). Significa que o crente deve viver.
Devemos orar ao sairmos de casa para o trabalho, escola ou qualquer outro lugar. Durante o trajeto, no transporte coletivo, particular, ou simplesmente viajando a pé, jamais devemos permitir que nosso coração e pensamentos se apartem, mesmo por um instante, de Deus e de seus desígnios.
Ao regresssarmos devemos agradecer a Deus por sua presença e fidelidade. [Ao deitar, dormir, despertar, nos momentos de alimentação, enfim, em todos os momentos da nossa vida, devemos estar ligados ao trono da graça de Deus, mediante a oração].

Orando três vezes ao dia. Na bíblia encontramos vários exemplos de homens de Deus que mantinham a tradição de orar três vezes ao dia. Davi, aquele que era segundo o coração de Deus, orar três vezes ao dia: De tarde, de manha, e ao meio-dia, orarei, e clamarei, e ele ouvirá a minha voz (Sl 55.17). Daniel , outro gigante na fé, observava o mesmo habito Daniel, pois ,quando soube que a escritura estava assinada entrou em sua casa (orar, havia no seu quarto janelas abertas da banda de Jerusalém), e três vezes no dia colocava, e orava, e dava graças diante do seu Deus, como também costumava fazer ( Dn 6.10). Jesus, o amado Filho de Deus, orou res vezes no Getsêmani: E, deixando-os de novo foi orar pela terceira vez....( Mt 26.44ª). Sã excelentes exemplos para nós nos dias de hoje, quando o mundo tem tornado excessivamente perigoso e violento.

A importância da oração na vida do crente.

Muitos não valorizam o poder e uma grande ferramenta onde todo cristão deveria dominar realmente se soubesse quanto é importante na vida dele. Da mesma forma que o Apostolo Paulo na carta aos Efésios compara armadura de um soldado com as ferramentas que Deus tem para cada Cristão. Sendo assim que ele fala sobre a espada que é a palavra de Deus, e para haver palavra na vida de um crente tem que ter mínimo a oração e leitura da bíblia.Onde através da sua intimidade com Pai e filho na terra, será revelado os Seus desejos em nossa vida e suas vontades nos torna nosso sonhos. Assim ele não passar a sabe de tudo, mas apenas o suficiente para poder caminha dia após dia no meio do mundo. Vencendo as tentações e aflições da terra e cada vez tornado tão parecido com Cristo. Passando a subir um patamar espiritual onde começa a enxergar muito mais distante que um ser humano, tendo uma mente de Cristo. 

Editado/Publicado: Shizuo

As dez coisas que tornam a oração eficaz na vida do Crente.



Orar pedindo, buscando e batendo
Mt 7:7,8,11 – ‘’Pedi, e dar-se-vos-á,buscai e achareis, batei e abrir-se-vos-a. Pois todo o que pede, recebe, e quem busca,acha, e ao que bate ,abri-se-lhe-á. Sevos, pois sendo maus,sabeis dar boas dádivas a vosso filhos,quando mais vosso Pai, que esta nos céus, dara boas coisas aos que lhas pedirem?

Orar com Fé
Mr 11:24 – Por isso vos digo que tudo o que pedirdes em oração, crede que o recebereis, e tê-lo-eis.

Orar em secreto
Mt 6:6 – Mas tu, quando orares, entra no teu quarto e, fechando a porta, ora a teu Pai que esta em secreto, e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará.

Orar segundo a vontade de Deus.
1 Jo 5:14 – E esta é a confiança que temos nele, que se pedirmos alguma coisa segundo a Sua vontade, Ele nos ouve.

Orar em nome de Jesus
Jo 14:13,14 – E tudo quando pedirdes em meu nome, eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho. Se me pedirdes alguma coisa em meu nome, eu a farei.

Orar em concordância com outros crentes
Mt 18:19,20 – Ainda vos digo mais . Se dois de vós na terra concordarem acerca de qualquer coisa que pedirem, isso lhes será feito por meu Pai, que esta nos céus. Pois onde se acham dois ou três reunidos em meu nome, aí estou eu no meio deles.

Orar enquanto Jejua
At 14:23 – E, havendo-lhes feito eleger anciãos em cada igreja e orando com jejuns, os encomendaram ao Senhor em quem haviam crido.

Orar com uma vida em obediência
1 Jo 3: 21,22 – Amados, se o coração não nos condena, temos confiança para com Deus, e qualquer coisa que lhe pedirmos, dele a receberemos, porque guardamos os seus mandamentos e fazemos o que é agradável a sua vista.

Orar firme em Deus e em sua Palavra
Jo 15:7 – Se vós permanecerdes em mim, e as minhas palavras permanecerem em vós, pedi o que quiserdes, e vos será feito.

Orar enquanto deleita-se no Senhor
Sl 37:4 – Deleita-te também no Senhor, e ele te concederá o que deseja o teu coração.

Editado/Publicado: Shizuo

As dez coisas que bloqueiam a oração



Orar sem conhecer a Deus por meio de Jesus
Jo 14-6 – Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida, ninguém vem ao Pai, senão por mim.

Orar com o coração que não expressa arrependimento
Sl 66:18,19 – Se eu acalentasse o pecado no coração, o Senhor não me ouviria, mas Deus me ouviu, deu atenção a oração que lhe dirigi.

Orar para aparecer
Mt 6:5 – e, quando orardes, não sejais como os hipócritas, pois gostam de orar em pé nas sinagogas, e nas esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam a sua recompensa.

Orar com palavras repetitivas e vazias
Mt 6:7,8 – E, orando, não uses de vãs repetições, como os gentios, porque pensam que pelo seu muito falar serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles, porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vos lho pedirdes.

Orações não feitas
Tg 4:2 – Nada tendes, porque não pedis.

Orar com coração ambicioso
Tg 4:3 – Pedis e não recebeis, porque pedis mal, para o gastardes em vossos deleites.

Orar enquanto maltrata seu conjugue
1 Pe 3:7 – Igualmente vos, maridos, vivei com elas com entendimento, dando honra a mulher...e como sendo elas herdeiras convosco da graça da vida, para que não sejam impedidas as vossas orações.

Orar enquanto ignora o pobre
Pr 21:13 – Quem tapa o seu ouvido ao clamor do pobre, também clamara e não será ouvido.

Orar com amargura no coração por alguém
Mr 11:25,26 – Quando estiverdes orando, perdoai, se tendes alguma coisa contra alguém, para que também vosso Pai que esta no céu, vos perdoe as vossas ofensas.

Orar sem fé no coração
Tg 1:6-8 – Peça-a, porém, com fé, não duvidando, pois aquele que duvida é semelhante a onda do mar, que é sublevada e agitada pelo vento. Não pense tal homem que recebera do Senhor alguma coisa, homem vacilante que é, e inconstante em todos os seus caminhos.

Editado/Publicado: Shizuo